quinta-feira, 24 de maio de 2012

OPS

Caso Brahma: como uma ação
de marketing pode se tornar
um pesadelo para uma marca


No último final de semana, a cervejaria Brahma que patrocina mais de 30 clubes brasileiros, promoveu uma ação de marketing através do perfil BrahmaFla no Facebook um tanto polêmica. No vídeo postado no Youtube e compartilhado no Facebook, um torcedor "flamenguista brahmeiro" faz graça ao dizer que o Sport "vive na aba do Flamengo desde 1987" - por conta do título leonino no Campeonato Brasileiro - e ironiza o clube com a imitação mal elaborada de um sotaque nordestino.

O que de um lado pode ter soado como um papo informal da marca com os torcedores do clube carioca, por outro lado gerou a ira dos torcedores do clube pernambucano, que inclu-sive também é patrocinado pela marca.

O vídeo não ficou no ar por muito tempo, logo a Brahma o retirou do canal BrahmaFla, mas aí já era tarde demais. Logo o vídeo espalhou-se na rede, e hoje se encontra na primeira página do Youtube, com cerca de 54 mil visualizações com o título: "Vídeo da Brahma des-respeitando o Sport".

A empresa chegou a divulgar um comunicado de desculpas "à Torcida do Sport e ao povo pernambucano" no perfil BrahmaSport. Porém, o texto não foi exibido na página do Brahma Fla, o que gerou ainda mais descontentamento.

Não é de hoje que se discute o cuidado que as empresas devem ter com sua reputação na web e por isso também a necessidade do monitoramento da marca na rede. E quando a pró-pria ação de marketing afeta a marca, como agir?

De longe, a atitude mais correta a ser tomada pela Brahma seria pedir desculpas aos torce-dores do Sport no mesmo canal em que eles foram "ofendidos", ou seja, no perfil BrahmaFla no Facebook, coisa que não ocorreu até o momento.

Surge então uma interrogação ao analisar esse caso: até que ponto uma ação mal elaborada pode afetar uma marca?

De nada adianta gerar conteúdo e criar interação com os usuários, se não for muito bem avaliada a mensagem que está sendo passada, sob o risco de não só ver a ação falhar, mas ter um resultado negativo e deixar a empresa em maus lençóis.



Microsoft lança rede social para estudantes

 

A Microsoft lançou a rede social So.cl (pronuncia-se “social”) voltada para estudantes e assuntos acadêmicos. O canal virtual desenvolvido pela FUSE Labs, setor da Microsoft focado no futuro das experiências sociais, permite que internautas encontrem e compar-tilhem conteúdos sobre o tema. O usuário pode utilizar o serviço com a Microsoft Account ou dados do Facebook.

Inicialmente, a rede social foi liberada a todos os usuários, mas algumas horas depois do lan çamento a Microsoft fechou novamente o acesso. A companhia revelou que busca os feedbacks dos usuários para corrigir os possíveis problemas para voltar a liberar o acesso a todos.

Navegação

 No menu superior, os usuários podem fazer pesquisas por assuntos ou pessoas e clicando no balão de conversa em vez da lupa, compartilhar seu status com os seguidores. Existe também uma caixa de notificação.

No menu esquerdo, o usuário encontrará a opção “Explore”, que exibe os temas mais comentados no serviço. Em “Feed”, o internauta terá uma espécie de timeline, na qual poderá verificar todo o conteúdo postado; o que as pessoas seguidas postaram; as mensagens trocadas de maneira privativa ou todas as suas postagens.

Na opção “Post”, o usuário pode filtrar o resultado da busca por tipo de conteúdo como ima-gens, vídeos, notícias, pessoas e muito mais, servido pelo Bing. Em “Profile”, o serviço exibe um resumo de todas as atividades do usuário na rede, permitindo a filtragem através de algumas opções.

Na opção “Video Parties”, os participantes da rede social são convidados a pesquisarem por vídeos e compartilharem com seus amigos. A opção, que é uma integração com o YouTube, também mostra, em uma janela no canto superior direito da "Home”, uma miniatura do vídeo que está sendo executado, possibilitando que o usuário continue navegando enquanto ouve uma música ou um show.

Via Mashable
 

Colaboradores são os que
mais resistem a mudanças
de estratégia nas empresas

 

Estudo da Hay Group revela que 79% dos profissionais não acreditam que a empresa em que trabalham atingirá as novas metas.

Que ninguém gosta de mudanças repentinas todos sabem, mas o que poucos imaginam é que em uma organização, os colaboradores são os que mais costumam resistir às novidades.

De acordo com uma pesquisa da FTSE 350 divulgada pela Hay Group na manhã de hoje (24), 79% dos gestores consultados pelo levantamento não acreditam que a empresa em que trabalham conseguirá concluir seus planos com sucesso se adotar uma nova estratégia. Já 44% deles alegam que apenas colaborarão com as mudanças se forem forçados à isso.

“As pessoas querem fazer parte do projeto, querem opinar, participar, colocar ‘o dedo’ no negócio”, explica o consultor da Hay Group, Renato Ferrari.

Comunicação problema

Mas por que será que essa resistência acontece? De acordo com Ferrari, por uma questão simples: falta de engajamento e problemas de comunicação.

“Uma mudança de estratégia normalmente envolve apenas os cargos de mais confiança, fato que dificulta a participação dos colaboradores no processo decisório. Com isso, fica ainda mais difícil contar com a aceitação de todos os profissionais, afinal, a maior parte deles não se envolveu no projeto”, explica.

E se você duvida disto, basta olhar com atenção os resultados da pesquisa. Segundo o levan-tamento, 6% dos gestores consultados afirmaram ter a intenção de sabotar os planos da empresa nos bastidores.

Estratégias abertas

Para solucionar esse problema, abrir o jogo ainda é a melhor solução. Dessa forma, os con-tratados entenderão sua importância para a companhia.

“Quando o colaborador entende qual a participação dele nas novas medidas e como isso impacta nos resultados da empresa, ele passa a colaborar mais’, avalia a diretora de RH da FMC, Maria Lúcia Murinelli.

Para comunicar os novos planos, a recomendação é que o líder de cada nucleo leve a infor-mação para seu time sem esquecer de não impor as novas medidas durante o comunicado. “Ao invés de dizer as coisas que a empresa pretende mudar, o líder deve apresentar as razões que levaram a companhia a pensar diferente e mudar sua postura”, explica Ferrari.


Miopia em Marketing
Matheus Haddad*


Miopia é uma problema visual relacionado a foco. Para uma pessoa míope, os objetos que es tão próximo são nítidos e os que estão distantes são vistos como se estivessem embaçados. Theodore Levitt (um dos autores conceituados do marketing) mostra que também existe uma miopia empresarial, onde o foco se encontra nos produtos/serviços e não há preocupa-ção com os clientes e suas necessidades. As empresas não morrem pela qualidade técnica dos seus produtos/serviços, mas sim pela falta de clientes para consumí-los.

Sob esta perspectiva, entender as necessidades do cliente é o ponto de partida para qualquer empreendimento. Levantar hipóteses, validar soluções para os problemas dos clientes e criar produtos/serviços que implementem essas soluções é a atividade mais importante de uma empresa. E essa atividade, que visa compreender os problemas dos clientes e encontrar a melhor solução, deve ser constante, pois os clientes e as suas necessidades mudam, condicionando a sobrevivência de uma empresa à sua habilidade de reagir, rápida e assertivamente, a esta mudança.

Uma empresa também deve descobrir se existem clientes suficientemente numerosos para o seu produto/serviço e se estão dispostos a pagar por ele. Identificar e deixar claro a proposta de valor do produto, e o que isso significa para cada cliente, traz uma compreensão maior sobre a relação comercial que existirá entre as pessoas e a empresa e o que deverá ser feito para potencializá-la. Esse entendimento é fundamental para selecionar os canais de distribuição adequados para os produtos e para definir como será tratado o relacionamento com os clientes.

Entretanto, a maioria das empresas não foca os clientes, mas sim seus produtos/serviços e como melhorá-los. Investimentos no aumento da capacidade técnica, na melhoria de processos e métodos de engenharia acabam superando a preocupação com os clientes e as suas necessidades. Afinal, o determinismo do processo de criação de um produto/serviço traz uma certeza ilusória de que as coisas certas estão sendo feitas, ao contrário do desconforto de trabalhar com a natureza abstrata e empírica do mundo real, onde estão os clientes e suas necessidades.

Focar apenas no produto é tão prejudicial que impede uma empresa de perceber a mudança das necessidades dos clientes e o movimento da concorrência na direção destas mudanças. Novos produtos tornarão os produtos atuais obsoletos e decretarão a morte de muitas em-presas que utilizam uma estratégia apenas de sobrevivência e não uma estratégia de evo-lução.

Uma empresa deve entender que marketing não são as atividades relacionadas a propa-ganda e venda de um produto/serviço, mas tudo o que é preciso para encontrar num seg-mento de clientes as necessidades e as soluções mais aderentes para serem comercializadas em forma de produtos/serviços. Marketing também não é um conjunto de atividades e processos que são realizados apenas uma vez, mas uma abordagem estratégica e contínua de negócio que fará com que uma empresa garanta sua evolução de acordo com a evolução dos seus clientes.

Assim, o foco de qualquer empresa deve ser primeiro buscar a satisfação do cliente, e a partir disso, pensar no produto/serviço que melhor atende as suas necessidades.

* Matheus Haddad  é Empreendedor, consultor e palestrante internacional nas áreas de
 gestão de projetos e engenharia de software. Sócio-fundador da Webgoal, empresa que
desenvolve software para melhorar a gestão dos negócios de uma empresa.
A Webgoal é a empresa responsável pelo Granatum, sistema online de controle
financeiro para micro e pequenas empresas.
Possui mais de 10 anos de experiência no desenvolvimento de software e na gestão
de projetos, e nos últimos 4 anos tem se especializado em métodos ágeis e no
processo de criação de novos produtos.
Na área acadêmica, é Mestre em Engenharia Elétrica na área de Inteligência Artificial pela
FEI (São Bernardo do Campo), pós-graduado em Análise de Sistemas pela FASP (São Paulo) e
bacharel em Ciência da Computação pela UNIFENAS (Alfenas). Está cursando MBA em
Gestão Empresarial na FGV (Poços de Caldas). Também é professor dos cursos de
pós-graduação e MBA da FIAP, FIT e UNIFENAS nas áreas de tecnologia da informação e negócios


Está na hora de acordar
Alessandra Assad*

 

A velocidade muitas vezes nos impede de colocarmos o máximo de nossas energias e competências. Mas é exatamente essa velocidade que hoje nos mata, mas nos mostra que sim, que devemos nos unir a ela para investirmos nesses pequenos detalhes.

Eu sempre ouvi falar que os pequenos detalhes fazem toda a diferença, mas francamente eu acreditava que isso não deveria ser levado tão a ferro e fogo no mundo dos negócios. Afinal de contas, a velocidade muitas vezes nos impede de colocarmos o máximo de nossas energias e competências. Mas é exatamente essa velocidade que hoje nos mata, mas nos mostra que sim, que devemos nos unir a ela para investirmos nesses pequenos detalhes, principalmente quando o assunto é atendimento ao cliente.

Em casa ou de casa?

Eu costumo me hospedar sempre no mesmo hotel em determinada cidade. Não é nenhum cinco estrelas, mas o preço é bom, o pessoal me trata bem, o chuveiro funciona e a cama é gostosa. Tudo bonitinho, limpinho, eu diria que um custo-benefício que conquistou minha fidelidade. Depois de algum tempo, comecei a me sentir "em casa", e como tal, comecei a ser tratada como "de casa". As duas toalhas do banheiro viraram uma só, a touca de banho que deveria ser reposta diariamente, bem como as ammenities começaram a ser esquecidos, a roupa de cama começou a passar de quatro dias sem trocar, e a limpeza do carpete passou a ficar duvidosa. E olha que só me dei conta disso quando cruzei com o mesmo cisco em quatro dias diferentes. Ele estava ali, paradinho, me olhando, sempre no mesmo lugar. Aquela verdadeira realidade de alguém que já conquistou o cliente e não precisa fazer qualquer tipo de esforço para mantê-lo.

A gota d'água mesmo aconteceu quando pedi para me acordarem cedinho para um compro-misso importante e o telefone nem sequer tocou. Eles simplesmente esqueceram, e quando fiz qualquer menção de cobrança, ouvi mais de sete desculpas diferentes, desde que eu não havia solicitado o serviço a até mesmo que o serviço tinha sido prestado e eu não estava me lembrando, pois provavelmente deveria ter dormido de volta. Talvez eu tenha ficado louca e tenham esquecido de me contar. É provável também. Mas o fato é que ninguém sequer cogitou a possibilidade de um pedido de desculpas. Se tivesse acontecido, é bem provável que eu já tivesse me esquecido do fato, porque afinal de contas, errar é humano. E perdoar é divino.

Ocorre que todo aquele emaranho de desculpas e a perda do meu compromisso importante me fizeram questionar o quanto eu poderia confiar naquelas pessoas. Eu sou cliente assídua e em momento algum tiveram comigo a consideração que sempre tive por eles. Confesso que me senti traída e enganada. Lembrei de Stephen M. R. Covey, que escreveu o livro o Poder da Confiança, no qual descreve e tangibiliza sabiamente o quanto a confiança influencia na velocidade dos negócios, e no quanto esta velocidade influencia no seu lucro.

Em outra casa

Uma semana depois, precisei voltar para aquela cidade, mas dessa vez resolvi experimentar o concorrente daquele hotel, que ficava a uma quadra de distancia e cobrava um pouquinho mais pela diária. O apartamento não era como o do outro, e não me senti em casa lá tam-bém. Mas o telefone tocou cinco minutos antes do horário solicitado por mim. E depois de quinze minutos alguém me chamou novamente, só para checar se eu havia realmente acor-dado. Coisas de quem se preocupa com o cliente. Um pequeno detalhe que fez toda a dife-rença para mim.

Às vezes nos preocupamos tanto em agradar ao cliente com muitos mimos, e investimos parcela significativa do nosso budget nisso, mas a verdade nua e crua é que o cliente não anseia tantas coisas, ele anseia basicamente se sentir cuidado, importante, amado e querido. Somos carentes de um atendimento exemplar, que cumpra, no mínimo, com aquilo que consideramos básico para construirmos uma relação de confiança. É fácil mesmo lotar um hotel, é fácil conquistar novos clientes. Difícil é reconquistar um cliente decepcionado, ou lutar para que isso nunca aconteça. Não é feio errar, feio é errar e não corrigir, errar e não aprender, errar e não pedir de desculpas. É errar e não corrigir. É errar e não crescer com o erro.

Lembre-se: cuidar dos pequenos detalhes pode fazer toda a diferença. Ei, será que não está na hora de você acordar para o seu cliente? Para seu "chefe"? Para seu parceiro?

* Alessandra Assad é diretora da AssimAssad Desenvolvimento Humano.
Formada em Jornalismo, pós-graduada em Comunicação Audiovisual e
MBA em Direção Estratégica, é professora universitária e em MBAs, colunista
de vários meios de comunicação e palestrante.
De 2003 a 2009, atuou como diretora de Redação da revista VendaMais,
a maior revista de vendas do Brasil. É autora do livro Atreva-se a Mudar!
– Como praticar a melhor gestão de pessoas e processos.

Site:
www.assimassad.com.br

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Acontece

Pesquisa indica como se comportam
 80 milhões de brasileiros na internet


Estudo do IAB Brasil traça os hábitos e as preferências dos consumidores na web,
 que passam cada vez mais tempo conectados e mostram-se receptivos ao Marketing Digital

Os brasileiros estão passando cada vez mais tempo online, mostram-se receptivos ao Marketing Digital e mais confiantes na internet. É o que indica o estudo "Como 80 milhões de brasileiros acessam a internet no Brasil", desenvolvido pelo Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), em parceria com a comScore, para compreender a audiência online no país e os hábitos dos consumidores no ambiente digital.

De acordo com o levantamento, 36% dos entrevistados passam ao menos duas horas por dia navegando na internet para fins pessoais. A web também é a atividade preferida por todas as faixas etárias, de renda, gênero e região: se tivessem 15 minutos livres, 62% dos respondentes optariam por dedicar a atividades online.

"O usuário brasileiro está cada vez mais conectado e por mais tempo, seja acessando pelo computador, tablet ou celular. O tempo de consumo só tende a crescer, com pessoas acessando a internet em vários dispositivos, inclusive o televisor", explica Ari Meneghini, Diretor Executivo do IAB Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Maior participação dos dispositivos móveis

De 6 a 14 de fevereiro, a pesquisa entrevistou 2.075 pessoas usuárias de internet, entre 15 e 55 anos, sendo 51% homens e 49% mulheres. A presença da web é tanta, que, em casa, o uso já supera o de jornal pela manhã (69% contra 14%, respectivamente) e o de TV à noite (78% acessam a web no período contra 46% que assistem à televisão).

Para 80%, a internet é considerada a mídia mais importante. A TV foi citada por 50% dos pesquisados e o jornal por apenas 37%. Mesmo quando estão assistindo à televisão, 61% costumam estar navegando online. A frequência de acessos à rede também é maior. Enquanto 79% afirmam conectar na internet várias vezes por dia, 56% assistem à TV mais de uma vez no mesmo período.

A mudança de comportamento está ligada ao crescimento da participação de dispositivos móveis. Desktops ainda são a principal forma para acessar a web, com 77%. Os laptops, no entanto, já somam 59% dos acessos e os smartphones, 40%. Tablets em geral e iPads também vêm ganhando representatividade, com 16% e 15%, respectivamente.

Não é à toa que a internet é a mídia mais utilizada em lugares e situações como trabalho (60%), na casa de amigos ou familiares (52%,) escola (44%), restaurantes e cafés (44%), em reuniões com amigos (43%) e no shopping/fazendo compras (34%).

E-commerce em expansão

A penetração da web e a mobilidade colaboram para o fortalecimento e a expansão do e-commerce. Além de 65% afirmarem que pesquisam na internet produtos que gostariam de comprar online, 60% já consideram o ambiente digital o mais conveniente para fazer compras.
"Algumas mudanças saltaram aos olhos. A primeira delas é a confiança na internet, que aumentou muito, devido ao número de pessoas que passaram a fazer compras online (32 milhões no total, segundo dados da e-bit)", conta o Diretor Executivo do IAB Brasil.

A expansão do e-commerce também está ligada à aceitação cada vez maior de ações de Marketing Digital por parte dos consumidores. De acordo com a pesquisa, os anúncios na internet são os que menos incomodam (36%), são os mais criativos (49%) e os mais verossímeis (37%).

Na opinião de 57% dos entrevistados, as ações de Marketing online têm motivado a comprar produtos (57%) ou visitar lojas anunciadas (56%). Já 60% dizem ser incentivados a buscar mais informações sobre os produtos oferecidos.
"Acreditamos que em 2015 50% das pessoas que acessam a internet no Brasil estarão comprando online. No ano passado foram 32 milhões, então, se em 2015 a internet brasileira deve estar com mais de 100 milhões de usuários, é provável que 50 milhões estejam comprando online", ressalta Meneghini.


Pepsi lança Freestyle Headmix


Game no Facebook combina música, ritmo e futebol freestyle

O  internauta encontra no Facebook o game Pepsi Freestyle Headmix, criado pela Rapp Brasil, que combina música, ritmo e futebol freestyle. O usuário precisa usar uma webcam ou o teclado para controlar o jogador. Para pontuar, é preciso balançar a cabeça sem sair do ritmo da música, que vai aumentando a cada fase, e não deixar a bola cair. O jogo foi lançado no México.


Os desafios do Facebook



O Facebook não é o número 1 e enfrenta grandes desafios em cinco mercados no mundo: China, Rússia, Coréia do Sul, Japão e Vietnã, segundo um porta voz da comScore. Entre os motivos estão diferenças culturais, restrições governamentais e rivais que dominam o mercado. Confira abaixo um pouco mais sobre esses países.

China
O Facebook quase não possui usuário por causa de restrição governamental. Em sua frente no

mercado online está o Tencent Qzone, seguido por Sina Weibo e Renren.

Rússia
Segundo a comScore, o Facebook tem cerca de 21% da população online no país. Na frente da rede social está o VK.com, seguido pelo Odnoklassniki.

Coréia do Sul
O Facebook possui mais de 27% de usuários no país (população online). A rede social fica atrás da Cyworld e do Me2day.

Japão
O Twitter está na liderança entre os japoneses. O Facebook tem 23,4% da população online do país. Na frente da rede social ainda está o Mixi.

Vietnã
Mais de 37% da população online está utilizando o Facebook no País. Mas a rede social ainda fica atrás do ZingMe e do Go.vn. O crescimento no Vietnã é incerto por causa de restrições governamentais, em 2009 o Facebook foi bloqueado por um bom período.

Via
PaidContent


As dicas de um grande CEO
com Jack Welch

 

15 minutos de sabedoria com um dos maiores CEOs de todos os tempos: Jack Welch. Na General Electric ele deixou um legado como líder, e agora dá dicas importantes para vencer.
Confira no


YouTube comemora 7 anos
Número de upload no site é de 72 horas a cada minuto. Há um ano era de 48 horas por minuto.

O YouTube registrou um crescimento de 50% nos uploads de vídeo no último ano. Atualmente, os usuários estão fazendo 72 horas de upload a cada minuto, em comparação com 48 horas há cerca de um ano. O site de vídeo do Google está comemorando seu sétimo aniversário em 2012.

A quantidade de vídeos enviados para o YouTube está aumentando a cada ano. No início de 2007, os usuários faziam seis horas de upload de vídeo a cada minuto. Em janeiro de 2009, esse número estava em 15 horas. Já em março de 2010, chegou a 24 horas, sendo que chegou a 35 horas em novembro do mesmo ano.

O YouTube foi lançado oficialmente em maio de 2005, sendo que o primeiro vídeo foi real-mente postado no dia 23 de abril de 2005 e mostra o co-fundador Jawed Karim no zooló-gico de San Diego.
 
Confira o primeiro vídeo postado no
Via GigaOM

terça-feira, 22 de maio de 2012

No caminho

Conar pune Duloren, Fiat e Peugeot

As duas últimas reuniões do Conar, realizadas nos dias 10 e 16|maio, julgaram 20 casos - dos quais 11 foram alvo de pedido de alteração ou sustação. Os casos mais emblemáticos en-volvem a marca de lingerie Du Loren e as montadoras Peugeot e Fiat.
No caso da Duloren, que ultimamente vem distribuindo a imprensa e veiculando em seu site supostas peças de tom agressivo, o Conar recomendou a sustação de uma peça considerada racista, sexista e desrespeitosa à ação pacificadora da polícia carioca em morros do Rio de Janeiro. A peça mostra uma moradora da Rocinha usando lingerie em pose triunfante, en-quanto um policial aparece ao fundo, com ar de exausto. O lettering “Pacificar foi fácil. Quero ver dominar” arremata o anúncio, conferindo duplo sentido à peça.


Já a Fiat teve de suspender campanha do Grand Siena após a Neogama/BBH acionar o Co-nar por plágio. A campanha da Fiat, criada pela Agência Fiat, usava o mesmo slogan que uma campanha da Renault que havia estreado semanas antes. No caso da Peugeot, o órgão pediu que campanha envolvendo um estagiário fosse suspensa por desrespeitar a figura do profissional. No filme, ele era pisoteado - e não recebia socorro - de forma irreverente.

Cerveja e sacolas

 Já a Ambev não teve de suspender campanha da Antarctica Sub Zero, também em tom bem humorado (http://www.youtube.com/watch?v=Af-tv_sDu9c&feature=player_embedded), em que fazia piada com vegetarianos, sugerindo que eles são insossos
. Apesar de receber cerca de 30 reclamações de consumidores, o órgão considerou que fica clara a irreverência do anúncio. Campanhas envolvendo o Santos, a Nova Pontocom, Philips, Seda, Cynar e a Associação Paulista de Supermercados (Apas) foram julgadas - neste caso, a campanha pelo fim da distribuição gratuita de sacolinhas plásticas teve sua suspensão mantida por desrespeitar dois itens do código de sustentabilidade do Conar (não oferecer dados que comprovem afirmações ligadas ao tema e se valer de afirmações absolutas não verdadeiras).


Do outro lado do mundo, a norte-americana Skechers é multada por propaganda enganosa


Nos EUA, consumidores questionam benefícios alegados pela empresa para sua linha de cal çados de tonning

Uma das mais populares marcas de calçados dos Estados Unidos, a Skechers concordou em pagar US$ 40 milhões para encerrar uma série de processos abertos por consumidores, que alegam terem sido vítimas de propaganda enganosa veiculada pela empresa.
As reclamações, registradas em 43 dos 50 estados norte-americanos, questionam os bene-fícios, como perda de peso e tonificação muscular, propagados pela Skechers para determi-nados modelos de tênis. Os consumidores referem-se à anúncios da companhia que propa-gavam mensagens como “Entre em forma enquanto você anda” e “Entre em forma sem colocar o pé na academia”.

O acordo é um dos maiores, em valor, já feitos junto à Comissão Federal do Comércio (FTC) dos Estados Unidos. Em processo semelhante, a Reebok foi multada em US$ 25 milhões no ano passado.

De acordo com a FTC, a Skechers está proibida de veicular novamente as mensagens sobre os supostos benefícios de seus calçados até que prove os mesmos por meio de evidências científicas. Com o acordo, o órgão se responsabilizará por indenizar os consumidores que se sentirem lesados pelas propagandas.

Mais do que qualquer outra marca, a Skechers têm priorizado a categoria de tonning dentre as suas linhas de calçados, tendo veiculado anúncios no SuperBowl em 2010 e 2011, e contratando estrelas como o jogador de futebol americano Joe Montana e a modelo Kim Kar dashian como garotos-propaganda de suas campanhas. Não é por menos: a categoria movimenta mais de US$ 1 bilhão por ano em vendas, e a Skechers controla 60% do merca-do, de acordo com a consultoria SportsOneSource.
Apesar das restrições à propaganda, a empresa diz que continuará apostando na categoria.

Via Advertising Age



Você se enxerga assim com 60 anos?
Movimento propõe mudança no símbolo que representa os idosos

A agência Garage IM em parceria com os sites Its Noon, Catarse, Enox e Update or Die criou o movimento Nova Cara da 3ª Idade, com o objetivo de que o símbolo que representa os idosos em placas e sinalizações seja alterado. Segundo representantes da iniciativa, é hora de repensar a imagem do novo perfil de idosos em âmbito global.
Segundo a ONU, até 2050 o número de pessoas com mais de 60 anos, será pela primeira vez na história maior do que o número de crianças, e para o movimento, a imagem de um se-nhor com bengala e aparência frágil não representa corretamente essa parcela da população cada vez mais saudável e em pleno crescimento.
Sendo assim, criativos de diversas áreas são convidados a enviarem para o site do movi-mento imagens que melhor se adequem aos idosos da atualidade até o dia 17 de junho. As 10 melhores sugestões (três escolhidas por voto popular, e 7 escolhidas por uma curadoria) serão premiadas com R$500,00 e farão parte da divulgação do projeto, que já vem aconte-cendo em bares e restaurantes de grandes capitais brasileiras -São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Florianópolis, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte e Brasília - e nas redes soci-ais, através de perfis no Facebook, Twitter, Youtube e Pinterest.



Todo par tem uma história,
toda história tem seu lugar.


Ogros, tragam suas princesas. Belas, tragam suas feras. Donzelas, tragam seus vira-latas. Marinheiros, tragam suas magrelas.
É esse o convite da campanha criada pela Lápis Raro para os motéis Forest Hills e Green Park.



Agora 100% brasileira, Master muda marca


Sócio majoritário e presidente da Master, Antonio Freitas finalizou a recompra das ações que davam ao Grupo WPP 49% de participação na agência e o comando financeiro da opera-ção. 

Além disso, Freitas em entrevista, estabeleceu um plano que inclui na sociedade os três prin-cipais executivos atuais da Master: o vice-presidente de planejamento Marcelo Romani-ewicz, o vice-presidente de criação Flavio Waiteman e o vice-presidente de atendimento Kiko Vicente. Os dois primeiros emprestam seus sobrenomes à nova marca da agência: Master Roma Waiteman.
As participações acionárias dos três executivos serão aumentadas nos próximos três anos, em proporções que dependem do resultado da operação. 

 Fundada em 1989, a Master está entre as 40 maiores do País, tem sede em Curitiba e escri-tórios em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Seus principais clientes estão na esfera pú-blica: Banco do Brasil, Petrobras e Prefeitura de Curitiba.
A meta da nova Master Roma Waiteman é intensificar as atividades em São Paulo e partir para a prospecção na esfera privada. Atualmente as contas públicas respondem por 55% do faturamento, que, segundo Freitas, foi de R$ 215 milhões em 2011 e deverá ser de R$ 240 milhões em 2012. O objetivo financeiro é de crescimento de 20% ao ano nos próximos três anos.A Master Roma Waiteman tem cerca de 190 funcionários.
A negociação de Freitas com o WPP foi motivada pelo fato de a multinacional não contribuir com o faturamento da agência por meio de contas alinhadas - o mesmo motivo que causou o rompimento recente entre Peralta e StrawberryFrog e os poucos casos registrados nos últi-mos anos no Brasil, como as separações da Eugenio com a rede DDB; da Bullet e da Contem porânea com o Interpublic; e da Age com o Grupo Havas.
A sociedade entre Master é WPP foi firmada em 2001, inicialmente com a multinacional comprando 20% da agência - percentual que aumentou com o passar dos anos, chegando a 49%. Apesar de minoritário, o Grupo WPP detinha o direito de controle financeiro sobre a Master.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

OPS

Uma letra, sua marca
A vida cheia de prêmios e a imodéstia assumida dão tamanho e colorido a esse ego expandido, verdadeira publicidade andante.

Lula / Lula
Confira a entrevista de Washington Olivetto à Daniela D'Ambrosio no http://www.valor.com.br/cultura/2664492/uma-letra-sua-marca

Made in China: os segredos da
inovação xing-ling

china xing ling

Entenda como o modelo chinês aproveita a inovação tecnológica conhecida como "copiar e melhorar" para aumentar de forma acelerada sua competitividade no cenário mundial.


Depois do IPO: e agora, Zuck?


Confira alguns nomes do mercado publicitário para descobrir qual deve ser o próximo passo do Facebook em relação à consolidação das marcas

Confira no http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/noticias/2012/05/18/E-agora--Mark-Zuckerberg-.html

Cenp incentiva auditoria de impressos

 

O Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp), presidido por Caio Barsoti, apresentou ao mercado um projeto para aumentar a certificação de empresas de auditoria de circulação de veículos impressos.

O objetivo é credenciar outras empresas auditoras além do já credenciado Instituto Verifi-cador de Circulação (IVC), que domina este segmento atualmente. O Cenp pretende incen-tivar jornais e revistas de todo o País, especialmente os títulos menores, a terem suas circu-lações comprovadas - algo importante não só para nortear o investimento da iniciativa pri-vada, mas principalmente para corroborar a divisão de verbas de anunciantes da esfera pública.

Para atender melhor esta demanda, o IVC criou recentemente econdições especiais para editoras menores . O novo projeto do Cenp será divulgado por campanha nacional criada pela QG e apoiada por diversas entidades, como ABA, Abap, Aner, ANJ e Fenapro, entre outras.

Ibope lança medidor de merchandising


Merchanview permite uma medição mais precisa com analise da concorrência.

O Ibope Media apresentou ao mercado publicitário na última quinta-feira 17 o Merchan-view, a ferramenta medidora das ações de merchandisng na televisão brasileira. Essa é a primeira ferramenta que vai fazer uma medição mais precisa sobre as ações, permitindo a análise da concorrência. “O Ibope já realizava um tipo de fiscalização, mas o mercado de-mandou uma ferramenta de medição que é bem diferente”, explicou Melissa Vogel, diretora de marketing do instituto. 

A ferramenta já analisou os primeiros quatro meses do ano, mas só estará disponível para o mercado no início de junho. A princípio, a medição foi feita apenas com emissoras de TV aberta e programas que sejam transmitidos em praça nacional. Para começar, o Ibope fez uma pesquisa com o telespectador para ter a percepção do consumidor quanto às ações. Na Pesquisa Carona Merchandising, realizada em parceria com a Mídia Mix no período de fevereiro a março deste ano em São Paulo, 71% dos entrevistados disseram que veem uma ação de merchandising na televisão diariamente pelo menos 6 vezes na semana.

Telespectador

A mesmo pesquisa detectou ainda que 73% dos entrevistados acreditam que as ações mos-tram melhor as características dos produtos e que as marcas passam mais credibilidade. Na pesquisa, 68% afirmaram que prestam mais atenção nas marcas quando ela está inserida como ação de merchandising e sobre quando se trata de jovens entre 18 e 29 anos; 65% con-firmaram que tem maior curiosidade em experimentar os produtos quando eles estão inse-ridos em um programa, percentual que cresce principalmente entre as mulheres.

Ainda em relação ao consumidor, 64% acham que o merchandising combina mais com pro-ramas de auditório, 62% com novelas ou minissérie e 59% em reality show. A forma como o merchandising é apresentado também é levado em consideração pelos consumidores, entre os fatores mais importantes que devem conter nas ações: 86% dos entrevistados respon-deram que a mensagem deve ser direta, 87% que as mensagens devem destacar os princi-pais pontos dos produtos, 82% que é preciso indicar local de compra, 83% que os produtos devem ser manuseados, e 81% que devem ser inseridos em um contexto de humor.


Análise 
A medição vai cobrir as seguintes emissoras: SBT, Globo, Record, RedeTV e Band. Para dife-renciar os tipos de merchandising, o Ibope separou em cinco formatos: ação comercial, que envolve a participação do apresentador; ação integrada, quando o merchandising está en-volvido no contexto do programa; insert de vídeo, quando tem a aparição do logotipo da marca na tela; estímulo visual, quando o produto aparece mas não interfere na história do programa; e vinheta integrada, quando a marca é inserida na vinheta do programa.

O critério para avaliação será através do contexto das ações. Cada formato será contabi-lizado como uma única inserção, independente do número de aparições da marca. Assim, a base para valoração será pelo formato de cada ação, considerando o fator de conversão sobre o comercial de 30 segundos de acordo com o formato e tipo de programa onde a ação foi inserida.

Resultados

O Merchanview realizado nas emissoras de TV aberta citadas acima constatou 7.860 ações no período de janeiro a abril de 2012. Essas ações foram espalhadas em 112 programas, de 625 anunciantes sobre 1.112 produtos diferentes. Do total, 50% das inserções se concentram em programas femininos e de auditório, o gênero auditório corresponde a 47% do investi-mento total, enquanto o feminino representa apenas 8%.

O formato mais utilizado é a ação comercial, com 69% das ações. Ação integrada fica em segundo lugar, com 22%. A categoria que mais aproveita o merchandising como plataforma de comunicação é a de higiene e beleza capilar, com 67 ações, apenas no mês de janeiro, tendo 72% de alcance domiciliar.

No ranking realizado, a marca Import Express (que comercializa a câmera TekPix) lidera com 470 inserções no período janeiro - abril, seguida de General Motors com 285 e Top Therm com 260. (veja tabela abaixo)


Em relação ao investimento, a Import Express se mantém no topo da liderança, seguida de Ambev e Móveis Kappesberg. (veja tabela abaixo)


A partir do segundo semestre, o Ibope passa a incluir os dados do Merchanview no Monitor Evolution, plataforma que reúne os investimentos publicitários nos meios de comunicação. O Monitor Evolution fará ainda a análise completa da estratégia dos anunciantes.

Merchandising: antes e depois do conteúdo


Com a inserção de anúncios no conteúdo, marcas e veículos aprimoram a publicidade na TV

Confira no http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/noticias/2011/12/21/Merchandising-antes-e-depois-do-conteudo.html

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Acontece

GM desiste de anunciar no Facebook


A decisão da montadora General Motors de interromper a compra de publicidade no Facebook coloca em xeque a capacidade do negócio de Mark Zuckerberg em gerar receita, justamente às vésperas do seu IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês), marcado para essa sexta-feira, 18, com um valor de mercado estimado em US$ 104 bilhões, segundo a reportagem do "Wall Street Journal".
Do total de US$ 1,11 bilhão da verba de marketing da marca americana, terceira maior anunciante dos Estados Unidos, atrás apenas da Procter & Gamble e da AT&T, US$ 271 milhões são destinados para a mídia on-line, de acordo com dados da Kantar Media. O Facebook fica com US$ 40 milhões, dos quais apenas US$ 10 milhões investidos na compra de anúncios.
O restante é direcionado para a geração de conteúdo, que deve continuar concentrando os esforços da GM para manter a sua visibilidade do Facebook. A desistência da GM em continuar investindo na publicidade do Facebook está ligada ao fraco impacto das peças sobre os clientes e a dificuldade de medir a eficácia das ações.



Consumidores confiam nos
comentários online

Pesquisa revela que 45% dos consumidores já escolheram um lugar para comer com a ajuda de um guia online.
Para encontrar um restaurante na era digital basta alguns cliques. Diversos canais virtuais disponibilizam avaliações dos estabelecimentos, além disso, aplicativos mobile informam o que você irá encontrar nos restaurantes.

Pesquisa revela que 45% dos consumidores já escolheram um lugar para comer com a ajuda de um guia online. As opiniões na web são decisivas na hora de escolher um restaurante, cerca de 57% dos clientes confiam nas opiniões online.

A National Restaurant Association elaborou o infográfico abaixo mostrando como a tecnologia está mudando a indústria alimentícia. Além disso, o material revela os tipos de tecnologia que os consumidores esperam encontrar nos restaurantes.

Via
Mashable



Ad Dynamo acirra disputa
por anúncios digitais
A internet costuma ser considerada um território fértil para a proliferação de novos negócios. Conseguir se fixar nesse mercado, porém, impõe uma tarefa complexa para qualquer novata: competir com companhias gigantes, e que já estão estabelecidas. Esse é o desafio da sul-africana Ad Dynamo, que concorre com o Google AdSense - serviço de compartilhamento de publicidade do Google - e inicia sua operação no Brasil neste mês.

O caminho escolhido pela companhia para chegar ao país foi uma parceria com a Realmedia, especializada em intermediar a venda de anúncios para sites segmentados. "A complexidade do Brasil em termos de mercado nos levou a procurar um parceiro local", diz  Sean Riley, executivo-chefe da Ad Dynamo em entrevista ao Valor Econômico. Toda a operação comercial da companhia no Brasil será feita pela Realmedia. Por conta dessa parceria, a companhia brasileira passa a ter uma participação não revelada nos negócios realizados pela Ad Dynamo no país.

Criada em 2009, a Ad Dynamo iniciou seu processo de internacionalização há cerca de um ano. Desde então, abriu escritórios em cinco países: Espanha, Holanda, Reino Unido, Irlanda e Nigéria. A Realmedia tem escritórios em vários países, mas a parceria com a Ad Dynamo só vale para o Brasil. Em 2012, a Ad Dynamo planeja iniciar suas operações em outros seis mercados.

O crescimento da publicidade on-line no Brasil foi o fator que levou o país a entrar no radar da Ad Dynamo. Os gastos com anúncios digitais somaram R$ 2,8 bilhões em 2010, de acordo com o Boston Consulting Group. A cifra representa 15,6% do investimento em publicidade no período e a expectativa é que esse percentual avance para 17,4% em 2016.

Para a Ad Dynamo, essa é uma oportunidade atraente. O negócio da companhia é baseado em um sistema que ajuda a atrair anunciantes para diversos tipos de sites na internet - inclusive aqueles que não têm níveis muito altos de audiência. Os anunciantes escolhem palavras-chave e o orçamento que querem destinar para esse tipo de publicidade. Com base nessas informações, a Ad Dynamo varre sua base de clientes em busca de uma publicação ideal para o anúncio.

Além do Google AdSense, no Brasil a companhia sul-africana vai ter outro concorrente de peso: o Lomadee, serviço de compartilhamento de anúncios do Buscapé. De acordo com Sean Riley, a companhia tem cerca de 26 mil sites e blogs afiliados ao redor do mundo, mas a chegada ao país abre uma nova fronteira. "O Brasil passa a ser nosso mercado mais importante", diz Riley.

Um dos desafios da Ad Dynamo será disseminar o modelo de publicidade digital. "Muitas pessoas não o entendem, porque vêm do modelo tradicional de compra de espaços publicitários", afirma.
Confira mais no http://www.addynamo.com/pt_BR/



Pensar, Interagir, Comunicar
- Um novo caminho -
Como a internet mudou a propaganda

A comunicação é uma necessidade dos seres humanos, sempre procuramos maneiras mais eficientes de nos comunicarmos e isso tem levado a evolução dos meios de comunicação.
Na década de 90 surgiu um novo meio de comunicação: a Internet. Este possui uma característica peculiar, nele as pessoas deixam de ser passivas e interagem, compartilhando suas experiências.

Porém ainda se usa ferramentas de meios antigos para se interagir com este público.

Como solução, o endereço do vídeo abaixo nos sugere, através da exploração de novas ferramentas disponíveis, criar uma epifania nas pessoas, ou seja, motivá-las a partilhar sua sensação de realização e/ou compreensão de algo, a dividir sua experiência.

Confira no http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=8lWcnK5Cbyc



Grupo WPP e agência Master
desfazem sociedade
- o descobrir-se novamente -

 

Num movimento contrário ao verificado no mercado hoje, o grupo de comunicação WPP e a agência Master decidiram desfazer a sociedade fechada entre elas em 2001. No dia 25 de abril, as empresas finalizaram as tratativas para a venda dos 49% da Master pertencente ao grupo WPP para o fundador da agência, Antonio Freitas, que controlava os outros 51%. Em 2011, Freitas tinha vendido essa participação de 49% para a WPP, por valor não divulgado. As partes também não informam o valor envolvido na operação finalizada em abril.

É uma caso emblemático pelo que ele representa no setor. Uma série de fusões e aquisições tem sido fechadas nos últimos cinco anos no mercado publicitário, com WPP e Publicis adquirindo várias agências brasileiras, e há uma expectativa no setor de que esse processo de consolidação acabe gerando ajustes em algumas parcerias a médio e longo prazo.

"Não é nada fácil tratar disso. Estamos conversando com eles sobre a recompra dos 49% desde julho do ano passado", conta Freitas, em um desabafo raro de se ouvir no mercado publicitário. "Não funcionamos muito bem juntos. E não foi algo que percebemos de uma hora para a outra. Isso acontece aos poucos. Percebemos que as culturas são diferentes e trabalhamos de maneira diferente", conta ele, sem abrir maiores detalhes.

"Eu sei que estou comprando na alta e vendi na baixa. E temos que lidar com isso. Mas acredito na agência", disse. Havia uma cláusula no contrato da empresa com o WPP que abria a possibilidade de o fundador da Master recomprar o negócio passados dez anos da parceria. Foi a carta na manga de uma saída, caso a situação entre as partes mudasse.

Freitas não dá detalhes sobre as questões que envolveram o fim da sociedade. Diz que, apesar do interesse do empresário de recomprar o negócio, "as duas partes resolveram o assunto sem brigas". Ele fala ainda que "aprendeu muito, especialmente sobre gestão de custos e processos com o WPP".

Pessoas próximas ao empresário, porém, contam que questões relacionadas a falta de investimentos na empresa por parte do sócio - que acabaram resultando no encolhimento da agência - assim como a pressão por resultados da multinacional incomodaram. "Toda reunião de orçamento e de resultados, pedia-se muito e dava-se pouco. Era algo frustrante", diz a fonte. Freitas não confirma a questão, assim como o WPP não comenta o caso.

Nos planos da Master, com 189 empregados e R$ 430 milhões investidos em mídia em 2011, está o foco no crescimento por meio da aquisição de contas de publicidades do setor privado. A empresa cresceu nos anos 90 com as contas de governo, como Ministério da Saúde. "O projeto é crescer 20% ao ano nos próximos três anos em termos de faturamento."

quinta-feira, 17 de maio de 2012

OPS


O fim das fraldas Johnson & Johnson:
 - as vantagens de um bom portfólio -
uma visão da matriz BCG

Fraldasjohnson&johnson

A empresa foi uma das grandes responsáveis por criar e divulgar as fraldas
descartáveis, transformando-se em sinônimo do produto. Agora não as vende mais

Poucos consumidores, tais como titias, avós e mamães, tenham notado a saída da multinacional Johnson & Johnson do mercado de fraldas descartáveis, ocorrida há algumas semanas. A empresa foi uma das grandes responsáveis por criar e divulgar a categoria, transformando-se em sinônimo do produto. Este pioneirismo fez com que liderasse com folga o seg-mento nos anos 70 e 80.

A abertura de mercado nos anos 90 possibilitou a entrada de novos produtos de baixo custo, os quais literalmente descartaram a liderança da empresa, cuja participação antes da saída do mercado girava em torno de míseros 10%. Vale salientar que em território americano a produção já havia sido extinta há mais de vinte anos. Conforme divulgado, agora o foco estará em produtos com maior inovação e tecnologia.

Para ilustrar este movimento trazemos a matriz BCG, desenvolvida pela consultoria Boston Consulting Group, cujo objetivo é estudar o portfólio de produtos das empresas, correlacionando-os com seu ciclo de vida e retornos financeiros. Construída com base em quatro grandes quadrantes - ponto de interrogação, estrela, vaca leiteira e abacaxi - tendo em seus eixos as variáveis: participação de mercado e taxa de crescimento.

Antes de explicá-los, é interessante apresentar as fases do ciclo de vida: introdução, crescimento, maturidade e declínio. Farinha Láctea e Leite Moça são alguns exemplos de maturidade e longevidade. Produtos tecnológicos em contrapartida têm ciclos de vida curtos, muitas vezes descartados por lançamentos da própria empresa. Basta comprovar o frisson em torno dos lançamentos da Apple. Voltemos às fraldas, no bom sentido.

Ponto de interrogação: produtos recém-introduzidos têm esta característica: baixa participação em mercados com alto crescimento. É bom lembrar que na época em que fraldas eram em sua maioria de pano, lavadas, fervidas e penduradas nos varais. Apesar da durabilidade, havia resistência por parte de médicos e donas de casa, em grande parte, mães em tempo integral. Convencê-los demandou altos investimentos, gerando fluxos de caixa negativos.

Estrela: fraldas descartáveis já eram conhecidas nos anos oitenta, utilizadas em conjunto com seu congênere de pano, à noite ou em ocasiões especiais, tais como festas e visitas ao médico. Com um mercado ainda em crescimento e alta participação, era um produto com grande futuro, cujos retornos cresciam dia após dia. Investimentos em publicidade eram necessários para divulgar e mantê-los. O ponto de equilíbrio se atinge nesta fase.

Vaca leiteira: a fralda de pano já era passado nos anos noventa. A jornada dupla das mulheres, assim como o menor preço, decorrente da maior escala de produção, fizeram com que se tornassem itens de primeira necessidade. Produtos maduros exigem menores investimentos em propaganda, tornando-se verdadeiros geradores de receitas. Os recursos oriundos de vacas leiteiras são reinvestidos em pontos de interrogação e estrelas.

Abacaxis: com a entrada dos novos concorrentes, a empresa começa a perder mercado rapidamente, uma vez que inovações em produtos maduros são menos frequentes. Abacaxis se caracterizam por mercados em baixo crescimento e participação, situação na qual se encontravam as fraldas da multinacional americana. Com o aumento da concorrência, caíram também as margens de lucratividade.

Enfim, gerenciar empresas com portfólios extensos é um grande desafio. Ter uma matriz BCG balanceada, com diversos produtos em fase de introdução e crescimento é de extrema importância para o futuro da empresa, apesar dos altos investimentos.

Infelizmente, vacas leiteiras não nascem prontas para serem ordenhadas, nem são garantias de retornos de longo prazo. Quem diria que as fraldas da Johnson & Johnson, sinônimo de bebês bem criados e de carinhas bonitas, estariam um dia fora das gôndolas?



Alimentos e artigos de limpeza devem movimentar R$ 236,58 bilhões em 2012

O Pyxis Consumo, ferramenta que gera estimativas de potencial de consumo para o varejo em 50 diferentes grupos de produtos, revela que cada brasileiro irá gastar em média R$ 1.450,84 com alimentos e artigos de limpeza este ano. A soma nacional deve atingir R$ 236,58 bilhões, com destaque para as carnes, aves e derivados, que devem movimentar R$ 72,40 bilhões. Em 2011, a expectativa era de gastos no valor R$ 205,27 bilhões, com uma média per capita de R$ 1.259,85.


Confira outros indicadores no http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=6&proj= PortalIBOPE&pub=T&nome=home_materia&db=caldb&docid=4BC75A6C1271E0AF832579F70063504E



IBOPE Media e Repucom lançam
empresa de pesquisa de marketing
esportivo na América Latina


O IBOPE Media (www.ibope.com), joint venture entre o Grupo IBOPE e a Kantar Media, e a Repucom (www.repucom.net), membro do grupo RSMG Insights, anunciam hoje o lançamento de um abrangente serviço de pesquisa de marketing esportivo na América Latina.

Diante da liderança global da Repucom em pesquisas de esporte e da incontestável liderança do IBOPE Media em pesquisa de mídia na América Latina, a parceria inicia suas operações com o nome de IBOPE/Repucom Sports, com sede em Buenos Aires, na Argentina. Ao longo do ano iniciará a atuação nos demais países da região, com exceção do Brasil.

“O esporte está estampado na sociedade latino-americana e, como líder em pesquisas na América Latina, o IBOPE Media procurava oferecer um serviço de nível mundial para a re-gião, especialmente para o setor esportivo. Vimos uma oportunidade de parceira com a
Repucom, líder mundial neste segmento”, conta Carlos Augusto Montenegro, presidente do Grupo IBOPE.

“Nós acompanhamos o crescimento do setor de esportes na América Latina e consideramos diversas maneiras de entrar neste mercado. No entanto, um parceiro apropriado foi a chave para a implementação bem sucedida dos serviços. O IBOPE Media é parceiro ideal para este assunto”, diz o CEO da Repucom, Paul Smith. “Coletivamente estamos trazendo expertise esportiva mundial e produtos relacionados ao conhecimento local. Este é mais um passo para a estratégia de consolidação da Repucom como um líder mundial na indústria de pesquisa esportiva.”

A demanda crescente por serviços relacionados ao esporte na América Latina combinada com o aumento da sofisticação da indústria criou uma necessidade por informações confiáveis, consistentes e precisas. O IBOPE/Repucom Sports vai permitir que governos, marcas, emissoras, agências e detentores de direitos possuam informações mais transparentes sobre os benefícios e os valores gerados pelo investimento em esporte.

“Mantendo uma longa relação entre a Kantar e o IBOPE Media, nós temos prazer em trabalhar para desenvolver serviços adicionais em pesquisa de mídia com foco no crescente setor de patrocínios esportivos. Estamos empolgados com este novo negócio e com a perspectiva de oferecer aos clientes da Kantar informações adicionais sobre o que acontece no mercado latino-americano”, afirma Richard Brinkmann, da Kantar Sports
.



Você sabe o que é a Swift?


Confira no http://www.administradores.com.br/informe-se/entrevistas/negocios-economia/voce-sabe-o-que-e-a-swift/80/



Howard Gardner: o psicólogo
que mudou a forma de
pensar a inteligência

Professor da Universidade de Harvard e da Boston School of Medicine, Gardner balançou as bases da Educação ao defender um método novo e ousado para medir o grau de inteligência nas pessoas. Seus mais de vinte livros e centenas de artigos vêm, ao longo de décadas, influ-enciando acadêmicos e educadores de todo o mundo. E ele não quer parar...

Os critérios para determinar se alguém é inteligente mudaram radicalmente nos últimos 20 anos. E um dos responsáveis por essa transformação, sem sombra de dúvida, foi o psicólogo americano Howard Gardner. Ele desafiou a sabedoria convencional sobre a compreensão da inteligência humana ao concluir que a mente é composta de múltiplas capacidades indepen-dentes entre si, ao invés de apenas uma. Para Gardner, a inteligência não pode ser medida só pelo raciocínio lógico-matemático, geralmente o mais valorizado na escola.

Porém, seus estudos vão além. Gardner também desenvolveu uma tese daquilo que chama de "Cinco mentes para o futuro", ao demarcar os tipos de competências que são necessárias para alcançar o sucesso pessoal e profissional no século 21. Ele promove, ainda, o grupo de pesquisa Good Work Project, com atuação pelo mundo, que defende o comportamento ético e a melhora na autoestima profissional.

Confira a entrevista na íntegra no http://www.administradores.com.br/informe-se/entrevistas/carreira-recursos-humanos/ howard-gardner-o-psicologo-que-mudou-a-forma-de-pensar-a-inteligencia/79/
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