sexta-feira, 8 de junho de 2012

Vai uma?

Chivas vende edição limitada no Facebook


A Chivas acaba de lançar uma edição limitada que será vendida com exclusividade pelo Facebook. A edição foi criada após análises realizadas sobre o perfil de consumidores que acessam a página da marca na rede social. A garrafa vai vir acompanhada de um cartão com uma senha para que o cliente possa acessar um guia online. O conteúdo do guia traz dicas sobre drinques e aperitivos, além de uma playlist escolhida pelos DJs do Le Baron, uma casa noturna localizada em Paris.




Adobe analisa indústria de
publicidade digital

 

A Adobe Systems Incorporated divulgou os resultados do seu Adobe Digital Index, um rela-tório voltado para os insights da indústria de publicidade digital durante o primeiro tri-mestre de 2012, e um panorama geral do restante do ano. O documento revela que o Facebook ainda é um canal de publicidade digital emergente e a busca continua sendo o maior gerador de ROI para os anunciantes.

O relatório informa que o investimento em plataformas móveis atingiu 8% de todo o in-vestimento em buscas nos Estados Unidos, e 11% no Reino Unido. Os tablets representam 4% das aplicações totais em buscas nos EUA. O tráfego em dispositivos móveis, especi-ficamente em tablets, aumentou quatro vezes em termos anuais, e os anunciantes respon-deram rapidamente, aumentando os investimentos em busca entre dispositivos móveis e tablets em 250% no ano. As aplicações direcionadas ao Facebook cresceram 93% ao ano e agora representam entre 3 e 5% das despesas com busca, indicando que as redes sociais ainda é um canal de publicidade digital forte e emergente.

Futuro

Entre as tendências a Adobe acredita que o investimento em buscas nos Estados Unidos de-ve aumentar em 10 a 15% durante os três próximos trimestres 2012 - alinhado com as ma-crotendências. Enquanto os CPCs do Facebook aumentaram 40% por trimestre nos últimos três trimestres, os CPCs das ‘Histórias Patrocinadas’ do Facebook tendem a ser menores do que os ‘Anúncios de Mercado’ da rede social, o que pode contribuir para reduções temporá-rias dos CPCs.

“Os publicitários passaram a investir mais em anúncios sociais durante o ano passado. As redes sociais estão em ascensão e representam um canal importante, mas a área de busca ainda é o principal gerador do ROI para o marketing digital. Com a emergência dos tablets, os dispositivos móveis criam uma nova oportunidade para investimentos em busca, com ganhos de eficiência no geral, pelo menos a curto prazo”., explica David Karnstedt, vice-presidente e gerente geral da unidade de digital marketing da Adobe.



A maior ponte digital do mundo

 
Para comemorar os 75 anos da Golden Gate Bridge, o Google criou um site crowdsourcing para conectar milhares de pontes pelo mundo. Qualquer usuário pode adicionar uma ponte, selecionando onde ela começa e termina para acrescentar metros na “maior ponte digital do mundo”. Quase 600 pontes já foram incluídas por cerca de 300 colaboradores. O mashup com Google Maps foi criado pela Goody Silverstein & Partners.

Via Brainstorn9



Tumblr: fantástica fábrica de ideias


Criador da plataforma que já virou mania entre os brasileiros, David Karp fala sobre mode-los de negócios e o perfil dos usuários do País.
Confira a entrevista no http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/noticias/2012/06/05/Tumblr-fantastica-fabrica-de-ideias.html?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign= mmbymail-geral&utm_content=Tumblr:%20fantástica%20fábrica%20de%20ideias



Facebook vai desaparecer até 2020

 

O analista de mercado e investidor da Ironfire Capital, Eric Jackson, fez uma declaração po-lêmica: “Em cinco ou oito anos, o Facebook vai desaparecer da mesma forma como o Yahoo desapareceu”. Jackson falou no “Squawk on the Street”, da CNBC, que a rede social não vai viver mais do que oito anos.

“O Yahoo ainda continua fazendo dinheiro e emprega 13 mil pessoas, mas hoje tem valor de mercado de 10% em relação ao início dos anos 2000", complementou. O analista afirma que o Facebook pode continuar comprando empresas que criam aplicações móveis como foi o caso do Instagram, mas isso não resolve, pois a rede social é um enorme site, que está na in-ternet e não nas empresas de produtos móveis.

Jackson enxerga o Facebook no segundo escalão de três gerações de empresas modernas da internet. A primeira geração foi das empresas como Google e Yahoo, com os portais orga-nizados e agregadores de informação. A segunda geração fica mais notável com o Facebook. A terceira será composta por empresas cujo único objetivo é alavancar e monetizar os usuá-rios móveis.

"Quando você olha ao longo destas três gerações, não importa o quanto você é bem sucedido em uma geração, pois você não parece ser capaz de traduzir isso em sucesso na segunda ge-ração, não importa quanto dinheiro você tem no banco, não importa quantos executivos inteligentes trabalha para você”, finaliza Jackson.

As perdas dos bancos e corretoras devido à fracassada e polêmica estreia do Facebook no mercado na Bolsa Nasdaq há aproximadamente um mês pode ser maior do que US$ 200 milhões, disse Thomas Joyce, presidente-executivo da Knight Capital Group, nesta quinta-feira.
A Nasdaq afirmou na quarta-feira que iria oferecer US$ 40 milhões em dinheiro e em descontos para clientes afetados na estreia do Facebook.
"Na melhor das hipóteses, é decepcionante", disse Joyce do plano durante uma conferência em Nova York. "A Nasdaq tem que chegar a outro número".

A Knight, que foi um dos formadores de mercado na oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) do Facebook, afirmou que, sozinho, o grupo perdeu mais de US$ 35 milhões devido às falhas da Nasdaq.

O lançamento foi prejudicado por problemas nos computadores da Nasdaq e demanda baixa dos investidores. O Facebook e o Morgan Stanley, banco organizador da subscrição, são alvo de um processo aberto por investidores que alegam que a companhia escondeu suas projeções de lucro enfraquecidas antes da abertura de capital.
As ações do Facebook completaram duas semanas de negociação na Bolsa dos EUA com uma queda acumulada de 27,05% em seu valor. Com isso, o fundador da rede social, Mark Zuckerberg, saiu da lista dos 40 mais ricos do mundo, elaborada pela agência Bloomberg.

Fora isso tudo, corre desde o último dia 23.maio, um proceso em Nova York  movido por um grupo de acionistas contra o Facebook, o fundador, Mark Zuckerberg, e bancos investidores, liderados pelo Morgan Stanley, acusados de esconder que previam uma severa queda das receitas da rede social antes do IPO.
"Na realidade, no momento da estreia na bolsa, o Facebook estava passando por uma severa e pronunciada redução no crescimento de suas receitas por causa do aumento dos usuários de sua aplicação na web através dos dispositivos móveis no lugar de computadores tradicionais", diz o processo apresentado no Tribunal do Distrito Sul de Nova York.

Além de Zuckerberg, o diretor financeiro do Facebook, David Ebersman, e outros membros do conselho de administração da empresa, assim como os bancos Morgan Stanley, JPMorgan, Goldman Sachs e Barclays, serão investigados.
Todos eles são acusados de não informarem sobre a queda do Facebook enquanto a empresa captava investidores para sua oferta pública de venda de ações (IPO), com a qual a empresa arrecadou pelo menos US$ 16 bilhões, a terceira maior saída na Bolsa de uma empresa americana da história.
De acordo com o processo, a rede social e os bancos investidores "reduziram suas previsões de rendimento do Facebook para o segundo trimestre e no ano. No entanto, a informação não foi compartilhada com todos os investidores de Facebook, mas seletivamente revelada a alguns".
Os acionistas ainda argumentaram que os documentos apresentados pelo Facebook para o IPO eram "incorretos e continham declarações falsas de alguns fatos e omitiam a situação de outros". Além disso, eles afirmam que desde a saída na Bolsa, a rede social perdeu mais de US$ 2,5 bilhões.

Via Mashable



A mídia social está matando
 nossa espécie
Polêmico autor Andrew Keen diz em novo livro que redes
como o Facebook exploram o narcisismo.
Confira na entrevista feita por Dan Farber, da CNET.com.

Em 2007, Andrew Keen rotulou a internet como “ingovernável” em seu provocativo livro Cult of Amateur – how today’s internet is killing our culture (ver notas no final), onde de-fendeu a tese de que a mídia mainstream, os direitos autorais e a confiança do público estão sendo ameaçados pela profusão de conteúdos em blogs, YouTube e afins. Ele descreveu a situação como “a união da ignorância com egoísmo, mau gosto e anarquia”.

Em seu novo Digital Vertigo (vertigem digital), Keen ataca o Facebook e a web social argu-mentando que os compartilhamentos online estão “matando nossa espécie”, dividindo, menosprezando e desorientando a humanidade. Ele sustenta que uma forma de “narcisismo ou exibicionismo digital” está se tornando um aspecto proeminente da nossa cultura, e que o Facebook está “roubando a inocência da nossa vida interior”.Segundo Keen, o compar-tilhamento excessivo dos nossos dados pessoais levará a uma geração de indivíduos sem “mistério”, que vivem isolados e forram os bolsos das empresas de mídia social que transfor-mam esses dados em lucro.Na entrevista que pode ser acompanhada no vídeo abaixo, Keen e eu debatemos sua visão de que a web social está conduzindo a civilização para o abismo e “roubando a inocência das nossas vidas interiores”.

Aqui estão alguns destaques da entrevista.

Keen diz que a espécie humana está entrando em um novo território: “Nunca vivemos uma época em que podíamos contar tudo sobre nós ao mundo”. Com efeito, as ferramentas da mídia social facilitam o compartilhamento e a disseminação da mentalidade “de rebanho”, mas nem todos no Facebook sentem-se compelidos a revelar seu “eu interior” ou curvar-se ao desejo de avatares digitais.

Keen cita nosso amigo mútuo Robert Scoble, o blogueiro de tecnologia por excelência, como um exemplo de exibicionistas: ele é um prodigioso compartilhador online, com mais de 1.6 milhão de pessoas em seus círculos do Google+, 321 mil assinantes do Facebook e mais de 262 mil seguidores no Twitter. Na realidade, Scoble não é mais que um pioneiro extro-vertido que explora diferentes facetas da web e tecnologias relacionadas, usando a si mesmo como cobaia. E ele curte a atenção. O mundo analógico, da mesma forma que o digital, é po-voado por aqueles que amam estar no palco e se mostrar aos outros, e aqueles que preferem apenas assistir ao show.

Em referência ao personagem de Jimmy Stewart em Vertigo, de Alfred Hitchcock, Keen disse: “Estamos vivendo um filme noir. Somos o cara que cai. Somos o Jimmy Stewart do século 21, e as pessoas estão realmente perturbadas com isso.” Em outras palavras, ele afir-ma que todos os que contribuem com dados para um gráfico social, que exibem seus “eus interiores” e entregam o que restou da sua privacidade, estão sendo vítimas de tramóias das redes sociais. Mas sabemos que nada é realmente “grátis”; redes sociais como o Facebook não são más, apenas “oportunistas”.

Keen sugeriu algumas soluções práticas para consertar sua idéia de que as redes sociais estão “matando nossa espécie”. Ele disse que as pessoas precisam praticar mais a auto-censura e tomar suas próprias decisões sobre como usar os serviços da mídia social. Além disso, regulações governamentais como a Do not track, e um foco maior em inovação e tec-nologia, podem ajudar a impulsionar a agenda de proteção à privacidade.

Seu conselho é que o novo mundo precisa reproduzir mais o mundo antigo: “À medida que vivemos mais e mais na internet, que está se tornando a plataforma de vida do século 21, ela precisa reproduzir o mundo ao qual estamos habituados, precisa se amoldar ao que dese-jamos”; e o que desejamos, segundo ele, não é ter nossa vida digital continuamente monito-rada.

“Se pudermos ensinar a internet a esquecer, então até eu me tornarei seu fã, eu até mesmo voltarei ao Facebook. Essa é uma promessa, Mark Zuckerberg”, disse Keen.

Apesar de algumas extrapolações, Digital Vertigo traz uma inovadora, inteligente e rigorosa perspectiva histórica ao debate sobre o nosso futuro digital. Como diz Keen, precisamos es-tar atentos ao como as redes sociais e os devices inteligentes estão invadindo nossas vidas. E não é sempre que um livro de leitura agradável sobre a natureza da web social consegue in-terligar na narrativa Jeremy Bentham, Franz Kafka, Herbert Marcuse, Michel Foucault, Dante Grabriel Rossetti, Jack Kerouac, George Orwell, Hitchcock, Sherry Turkle, Reid Hoffman, Biz Stone e Zuckerberg. Num universo alternativo, todos eles seriam amigos no Facebook.

Enquanto isso, o Facebook continua colonizando o planeta e, como faz agora, continua pen-sando em como atrair dezenas de milhões de crianças de 13 anos ou menos para a rede so-cial.

Notas:
1. Cult of Amateur foi publicado no Brasil em 2009 pela editora Jorge Zahar, com o título O Culto do Amador.
2. Digital Vertigo: How Today’s Online Social Revolution Is Dividing, Diminishing, and Disorienting Us ainda não foi traduzido, mas sua introdução, em inglês, pode ser conferida aqui (http://www.scribd.com/doc/ 86221915/Digital-Vertigo-Excerpt)
3. Vertigo, filme distribuído no Brasil com o título Um corpo que cai, é um cult de 1958 dirigido pelo mestre do suspense Alfred Hitchcock e estrelado por James Stewart. Este interpreta um detetive aposentado que tem pânico de altura e é contratado para investigar uma mulher misteriosa (Kim Novak).


Com gestão estratégica,
elas chegam à classe A


Quando os objetivos são bem definidos, os resultados são surpreendentes.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Você conhece?

Com R$ 30, brasileiros criam rede social de moda e entram no rol dos mais criativos


Com um investimento inicial de apenas R$ 30 por mês para hospedar o site, Flávio Pripas, 35, e Renato Steinberg, 33, criaram a maior rede social de moda do país.

O site Fashion.me hoje agrega mais de 1 milhão de usuários ativos no Brasil e a empresa ten ta ultrapassar a fronteira e chegar aos Estados Unidos e à Europa.

Pelo feito, eles foram citados na lista dos cem empresários mais criativos do mundo, da re-vista americana “Fast Company”, na 54ª colocação. Também aparecem na relação o brasileiro Lourenço Bustani, 32, sócio-fundador da Mandalah, consultoria de inovação em sustentabilidade, em 48º lugar, e a diretora da Alpargatas (Havaianas), Carla Schmitzberger, em 97º.

No início, o negócio era apenas um hobby. Os sócios, que fizeram carreira na área de TI, que riam aplicar o conhecimento técnico em um site de moda, do qual suas esposas tomariam conta. Nascia a rede com nome de byMK.

Segundo Pripas, a parte mais difícil e trabalhosa seria manter a página com conteúdo atua-lizado. Para suprir a necessidade, eles criaram uma ferramenta em que o próprio usuário poderia postar suas combinações de roupas, looks, dar dicas e fazer comentários.

“O número de visitas era crescente. Percebemos, então, que as pessoas precisavam de um ambiente para conversar sobre moda. E por que não sermos nós este espaço?”, declara.

Oportunidades estão abertas para redes sociais de nicho

Um ano depois de criar a rede social, os sócios tiveram de abandonar seus empregos fixos para se dedicar ao negócio. A partir daí, os investimentos aumentaram. Foram gastos R$ 200 mil, de acordo com Pripas.

O empresário afirma que a falta de redes sociais de nicho foi o que impulsionou o cres-cimento da empresa. “Elas permitem um aprofundamento de temas que o Facebook e o Twitter, por exemplo, não permitem. Neste segmento, só temos o LinkedIn, para o ambiente corporativo.”

Segundo Pripas, é justamente nas redes sociais de nicho que estão as melhores oportuni-dades de negócios na área. “O Facebook está muito consolidado e não deve perder espaço nos próximos cinco anos, pelo menos. Se alguém pensar em algo específico, tem mais chan-ce de sucesso”, diz.

A empresa só mudou o nome para Fashion.me em outubro de 2011, pouco antes de receber um investimento da Intel Capital, uma das instituições mais reconhecidas na área de tecnologia. Por conta de um acordo entre as partes, o valor do aporte e o faturamento da empresa não foram divulgados.



Você conhece a Bel Pesce?


Abordamos em nossa edição de ontem sobre a menina do vale. Você realmente a conhece?
Confira nos
http://www.belpesce.com/pt/
http://www.ameninadovale.com/
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/06/01/conheca-a-historia-de-bel-pesce-a-menina-que-conquistou-o-vale-do-silicio.jhtm



Cantor do hit do YouTube "Trololo"


Interessantíssimo como a internet tornou esse senhor conhecido e o agregou à cultura pop.
Confira no http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=oavMtUWDBTM



Pelas agências de Minas 


http://www.perfil252.com.br/                                          http://www.pallavra.com.br/
http://www.sofiacom.com.br/                                       http://zimbabue.com.br/home/



A Importância da Concorrência
Carlos Alberto Miranda*

Como o empreendedor pode aprender com os erros
 e acertos dos demais players do mercado?

Quando analiso uma empresa para investir ou um plano de negócios, uma das coisas que mais me incomoda é empreendedor que diz não ter concorrentes. Isso não significa que acre dito ser impossível não haver concorrência em determinadas atividades, mas que essa possibilidade é extremamente remota.

Essa resposta me preocupa, pois pode indicar que o empreendedor, ou seus colaboradores, não estão atentos ao mercado e às suas lições e ameaças.

Concorrentes não são apenas aqueles que estão oferecendo concorrência em determinado momento, mas também aqueles que têm o potencial de fazê-lo ou até que já o fizeram no passado (mesmo que indiretamente) e que poderão, via reposicionamento estratégico, vol-tar a oferecer risco para seu negócio.

Da mesma forma, temos que ficar atentos àqueles players de mercado que não são concor-rentes diretos, mas que podem ver a sua atividade como estratégica ou complementar ao seu negócio e passar de a exercer a mesma de forma extensiva com velocidade muito maior que a sua.

Por exemplo, supermercados que resolvem investir em lojas menores, oferecendo lanches rápidos, competindo diretamente com as tradicionais padarias de bairro ou empresas de soluções de comércio eletrônico que, da noite para o dia, podem ver seus negócios ameaça-dos por grandes varejistas.

Sendo assim, mesmo que um empreendedor não identifique um concorrente direto em um primeiro momento, recomendo que continue buscando tais ameaças, principalmente as não tão óbvias.

Observar a concorrência é importante também como forma de aprendizado. Tal observação agrega muito valor não apenas na identificação dos acertos, e sim principalmente dos erros.

Buscar os casos de fracassos ou de recuperação vale muito mais do que qualquer treina-mento ou especialização em qualquer universidade de primeira linha.

Ler jornais especializados, seguir notícias de veículos no Twitter, entre outros, é uma exce-lente fonte de notícias. Ao se deparar com casos interessantes, crie uma disciplina para você e seus eventuais colaboradores debaterem esses casos de erros ou fracassos e como vocês enfrentariam situações semelhantes em seu negocio.

Não se trata de ser negativo ou profeta do apocalipse e muito menos de não ter uma visão positiva e otimista em relação ao seu negócio, mas sim de ter planos previamente estrutu-rados para qualquer “acidente de percurso”. Lembre-se de que, embora ninguém deseje que um edifício pegue fogo, periodicamente é importante efetuar exercícios de simulação de evacuação e procedimentos para esses casos, pois em eventuais acidentes as pessoas estarão muito mais preparadas para enfrentá-los.

Muitos empreendedores que conheço temem em cogitar potenciais problemas, pois o seu DNA é de pensar positivamente - alguns julgam que isso pode “atrair” coisas ruins. Não caia nessa, seja positivo mas nunca deixe de ver, pelo menos, o que os outros fizeram de errado e lembre-se da diferença entre os tolos, os inteligentes e os sábios: os primeiros erram e nun-ca aprendem, os inteligentes, quando erram, aprendem com seus próprios erros, já os sá-bios, aprendem com os erros dos outros.
*Carlos Alberto Miranda é sócio-fundador da BR Opportunities,
 gestora de Private Equity com foco em empresas de rápido e alto crescimento.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Siga essa ideia

Hoje é o dia mundial do meio
ambiente e da ecologia




MercadoLivre unindo solteiros na web


O MercadoLivre desenvolveu uma série de ações exclusivas para o Dia dos Namorados. A primeira novidade é o aplicativo “Com quem será?” no Facebook. O app irá ajudar os usuá-rios solteiros a descobrir se algum de seus amigos é o seu par ideal.

Além disso, o site lançou a sua página especial para o Dia dos Namorados em que o casal de personagens fictícios, Seu Valentim e Dona Margarida, oferecem dicas de presentes para eles e para elas, seguindo três faixas de preços: a partir de R$ 50, R$ 150 e R$ 500.



Dan Cobley: O que a Física
 me ensinou sobre 'Marketing'

Física e ‘Marketing’ não parecem ter muito em comum, mas Dan Cobley [diretor de marke-ting do Google] é apaixonado por ambos. Ele reúne estes improváveis companheiros sob a ótica da segunda Lei de Newton, do Princípio da Incerteza de Heisenberg, do Método Científico, bem como da segunda Lei da Termodinâmica, para explicar as teorias fundamen-tais de construção de uma marca.



Google integra Orkut e Google+

 

O Google anunciou que os internautas podem conectar seus perfis do Google+ e do Orkut, sendo a nova funcionalidade opcional. Segundo o Google, todas as postagens públicas realizadas no serviço social serão automaticamente replicadas na rede social. Além disso, após a conexão, a foto do perfil e nome do usuário do Orkut ficarão automaticamente idên-ticas aos do Google+. Caso o usuário deseje alterar o nome ou imagem é necessário fazer as mudanças no Google+. Vale ressaltar que inicialmente os usuários não contam com a opção de desconectar os perfis.

Para efetuar a conexão, os usuários deverão acessar a página de configurações da Conta Google, selecionar a opção Google+ e, depois, a opção Conectar seus perfis do Google+ e Orkut.
Via Orkut



Facebook disponibiliza 'Promote'

 

O Facebook apresentou sua ferramenta “Promote”. O novo serviço permite as empresas pro-moverem seus posts na rede social e fazer com que apareçam em perfis de pessoas que ain-da não curtem a sua página. O administrador da página pode escolher para quantas pessoas deseja promover o seupost. São quatro opções de valores, que variam de US$ 5, aonde terá um alcance estimado de 1.700 pessoas, até US$ 20, para atingir cerca de 6.400 internautas.

O botão Promote aparece na parte inferior da janela de cada atualização da brand page. Após escrever a mensagem que você deseja postar e antes de clicar em "publicar", selecione “Promote” para ter acesso aos tipos de personalização da promoção. Depois é necessário inserir dados de pagamento com um cartão de crédito e salvar as modificações. O serviço disponibiliza ferramentas de estatísticas.
Via CNET



Getty Images mostra acervo em filme


A Getty Images contabiliza em cinco dias 1.9 milhão de views no YouTube com seu filme "Do Amor ao Bingo", criado pela AlmapBBDO. O objetivo é divulgar o banco de imagens ao contar uma história de vida utilizando 873 imagens, em 15 imagens por segundo. Todas as fotos, sem exceção, são do arquivo da Getty Images.
Vale e pena conferir esse filme. É bacana mesmo.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Pega Essa

Dzarm cria #PegaEssaNamorados


Game no Facebook premiará casal de namorados que forem rápidos em desafio de pergun-tas e respostas.

A dzarm aproveita a proximidade do Dia dos Namorados para lançar um game no Facebook (www.facebook.com/dzarm). O jogo que estreiou no sábado, 2, faz parte da promoção #PegaEssaNamorados que distribuirá uma variedade de prêmios. O game desafiará com perguntas relacionadas a data comemorativa e, durante os dez dias que antecedem, o inter-nauta que responder às cinco perguntas em menor tempo, ganhará os dois prêmios do dia, sempre contemplando o participante e seu par.

No Dia dos Namorados, 12 de junho, haverá uma edição especial do “Pega Essa”, quando os vencedores receberão um par de smartpho-nes Samsung Galaxy.

E aí? Vai encarar esta ou não?


Sonho Grande


Conheça e inspire-se com Gustavo Ziller em um depoimento de alto impacto! Em 10 minu-tos, ele mostra o verdadeiro espírito empreendedor, entre Sonho, Crescimento e Futuro.



Porque os jovens ficam
tão pouco tempo nas empresas? 

Os jovens e seu curto período nas empresas hoje em dia.
Raissa Lumack, vice-presidente de RH da Coca-Cola, responde perguntas sobre o tema de-missão e suas principais circunstâncias. 
Confira no


Anderson Silva leva
Budweiser ao topo
no YouTube


A peça de 1’31” criada pela agência brasileira África para a cerveja Budweiser, lançada há apenas uma semana em nível nacional e internacional, já conta com quase 11,5 milhões de visualizações no YouTube e mais de 6,4 milhões no ranking semanal The Ad Age Viral Video Chart, publicado nesta quinta-feira, 31, no qual entrou direto para a segunda posição.

Estrelado por Anderson Silva, lutador brasileiro de artes marciais mistas que em julho defenderá o cinturão dos pesos médios da UFC (Ultimate Fighting Championship), e pelo amigo e ator de Hollywood Steven Seagal, o comercial The Great Preparation mostra um duelo de estilo western entre personagens que disputam a única garrafa de Bud que restou em um bar.

Várias personalidades do esporte participam, entre eles, Dan Miragliotta (no papel do barman) e o baiano Lyoto Machita (como o sensei de Anderson Silva). A peça foi dirigida pelo argentino Armando Bó (de "Biutiful",  melhor filme estrangeiro indicado ao Oscar de 2011), com intermediação da agência esportiva 9ine, do ex-jogador de futebol Ronaldo Nazário.
Veja o vídeo no http://www.youtube.com/watch?v=4hUDUU2GD6I&feature=player_embedded e confi-ra aqui o ranking semanal completo da Advertising Age.
Via Advertising Age


Você [ realmente ] está preparado?
Mari Rieping*

 

Com o avanço da tecnologia, o bombardeio de informações e o “milagre” da multiplicação das escolhas, a pergunta que não quer calar é: Você [realmente] está preparado?

Parou para analisar como as coisas mudam rapidamente?

Imagine sua vida há 10 anos.
Quais eram as suas necessidades? O que você consumia? E até mesmo, quais eram os seus sonhos? Os tempos passaram e tudo na vida muda, evolui, expande, a cada segundo!

Por isso eu te pergunto [e insisto]: Você [realmente] está preparado?

Você está preparado para o que as nossas crianças de hoje - que já "nascem" sabendo muito bem "se virar nos 30" com iPad, e meu sobrinho é um claro exemplo disso – vão criar e de-senvolver nos próximos 10 anos?

Você está preparado para o que os empreendedores e startups lá de Silicon Valley já estão criando e desenvolvendo, e muitas destas criações já estão presentes em nosso dia a dia?

Você está preparado para a mudança, adaptação e revolução que chegou?

Sim, já chegou.
Não estou falando de um futuro muito distante, estou falando do hoje. O hoje está mudan-do. E minha pergunta é se você está preparado. Sabe por quê?

Porque as organizações estão preparadas.

As pessoas que integram as organizações é que não estão preparadas. Ou pior: pessoas que não desejam implantar inovações necessárias.

São resistentes! Por alguns fatores, como:

a) Não querem sair da zona de conforto: São as pessoas que gostam da sua rotina, do seu dia a dia, possuem medo de arriscar, possuem medo do diferente, e até mesmo, medo de "perder" seu cargo.

b) Mudança ou qualquer Inovação é custo: Muitas pessoas acreditam que mudar, inovar em sua empresa vai gerar custo. E no momento, custo é o que a empresa não pode ter.

c) Não sabem por onde começar: Acontece. Quero inovar, quero mudar, quero rein-ventar a minha empresa, mas não sei por onde começar.

Para os que ao ler pensaram: "está bom como está" ou "em time que se ganha não se mexe", sinto lhe informar que, você se enquadra no perfil A. Saia da zona de conforto! Não tenha medo do diferente. Veja o que pode implantar de melhoria em sua empresa ou em você mes-mo. Nós sempre temos o que melhorar, e as empresas também. Se a sua empresa está com um excelente lucro, isso não significa que ela não pode se reinventar.

Ao acordar e levantar, eu adotei um "lema" que me faz pensar e melhorar todos os dias, que é: "Como posso criar mais valor e ter mais vantagens competitivas hoje?". É um exercício diário. Um exercício que pratico há pouco tempo, mas que me devolve inúmeros insights que, ao serem aplicados, geraram receitas tanto para mim, como para minha empresa, como para meus clientes, como para os clientes de meus clientes.

Inovar não significa necessariamente gerar custo. Muito pelo contrário! Inovar deixou de ser algo para se pensar somente quando a empresa está com baixo volume de vendas, ou porque o concorrente fez algo novo, aí preciso inovar. Inovar significa pensar em como gerar mais valor ao seu cliente. Inovar não significa que você terá que alterar determinado produto/ serviço, se reposicionar no mercado, aumentar o investimento em propaganda, ou incluir o perfil de sua empresa em todas as redes sociais. Repito: Inovar significa pensar e analisar de que forma você pode gerar mais valor. Você pode, por exemplo, inovar em seu processo e torná-lo menos burocrático, para que seu cliente tenha mais agilidade. Você pode inovar criando um canal de comunicação com sua equipe de vendas que possua maior funcionalidade.

Você pode inovar, como profissional, criando conteúdo para a sua empresa. Inovar vai de-pender de analisar onde você está, qual seu cliente, onde inovar e por que inovar.

Quer inovar e não sabe como começar?

Te ajudo!

Aqui vão algumas dicas simples para começar:

- Investigue: A onda agora é tecnologia. Seja adepto às redes sociais, saiba interagir e criar conteúdo. O Google vai te ajudar muito. O Youtube vai lhe ajudar muito. Fuce! Busque vídeos de palestras. Eu, particularmente gosto muito do TED Talks, e lhe convido a conhecer um mundo de palestras que podem revolucionar sua vida [se assim você permitir!].
O link para vídeos é: http://migre.me/9f62M

- Leia, leia, leia: Vá a bibliotecas. Visite livrarias. Veja os livros mais vendidos. Pesquise sobre os autores. Novamente, pesquise na Internet "E-books" para download. Existem muitos livros que são "grátis" e podem te ajudar muito para criar valor ao seu cliente. Indico o livro da Bel Pesce, uma empreendedora de 24 anos, brasileira, que está inovando em Palo Alto. Segue link para download "grátis" do livro: http://ameninadovale.com/

- Crie relacionamentos: Conheça novas pessoas. Conheça pessoas de fora. Saia do seu "mundinho". Busque pessoas que você admire. Conheça autores, pesquisadores, consultores, professores, empreendedores, artistas, etc. Estabeleça relacionamentos. Digo, relacionamentos. E não contato, cartões de visita ou o chamado "networking". Construa relacionamentos duradouros. Converse. Seja pessoalmente, online, mas converse. Compartilhe informações [que seja de interesse da outra pessoa], e seja você interessante e interessado. Um relacionamento ainda é a base de muitos negócios e oportunidades.

As dicas não são suficientes?

Então comece com a última dica: criando um novo relacionamento.

Escreva-me. Mande-me a sua dúvida, me fale sobre você, sobre sua empresa (seja a empre-sa que você deseja abrir, seja uma micro ou pequena empresa, seja um escritório, seja o que sua empresa for) e me escreva dizendo o quanto te provoquei e impulsionei a inovar (seja inovar você, ou seja inovar a sua empresa).

E vamos juntos, se engajar nessa empreitada!
Te ajudo!

O filósofo Francis Bacon nos lembra:
"Quando você quer alcançar resultados que não foram alcançados antes, é insensato pen-sar que eles poderão ser atingidos utilizando-se métodos que já foram usados antes".

Pense sobre isso.

Sobre tudo isso.

E juntos, "we make things happen".

Entusiasme-se e boa sorte!

*Mari Rieping é sócia da Bureau de Branding - Consultoria e Assessoria
Especializada em Geração de Valor, Inovação e Marketing [com foco
em Gestão de Marcas - Branding], que atende diversas empresas
e escritórios de diversos portes em todo o país. Escritora, palestrante
e professora do MBA em Marketing [Grupo Opet - Curitiba.PR].
Vencedora de duas importantes premiações na área de Marketing
 [Top de Marketing - ADVB]. Residiu em Madrid-Espanha,
onde pesquisou a área de consumo & comportamento. 
É Administradora, Especialista em Marketing, Especialista
em Negócios do Vestuário e Mestranda em Administração.
O Desafio das Empresas na Era da TransparênciaCategoria: Branding
Sandro Magaldi*

Atualmente, as organizações estão em uma situação de extrema exposição pública e fragili-dade. É preciso ter valores bem aceitos na sociedade e deixá-los claros.

A Apple é a empresa mais admirada do século. Não é necessário ser nenhum expert em pes-quisa ou recorrer a qualquer estudo para fazer essa afirmação. Suas inovações rapidamente caíram no gosto de consumidores do mundo todo e, como conseqüência, trimestre após tri-mestre a companhia reporta quebras de recorde em sua lucratividade.

Porém, tudo não é um mar de rosas na empresa ícone de nossos tempos. Sua reputação, cuja perspectiva de futuro já havia sofrido forte abalo com a morte Steve Jobs, está em che-que. Em janeiro desse ano, a edição do New York Times publicou um artigo (“In China, Human Costs are built into na IPad”) que mostra as condições desumanas a que são sub-metidos os trabalhadores da fábrica chinesa Foxconn, uma das principais fornecedoras mundiais da empresa - aquela mesma que o governo fez alarde no ano passado com seus planos de se instalar no Brasil para fabricação de IPads.

O artigo discorre em detalhes sobre jornadas de trabalho que excedem 12 horas diárias, turnos de 7 dias sem descansos, coação moral e culmina com a informação de que, só em 2011, 4 pessoas morreram e 77 ficaram feridas em fábricas contratadas pela empresa para produzir suas inovações.

Rapidamente a história se espalhou pelo mundo. Aqui no Brasil versões foram publicadas em destaque no Estadão e na Folha. Uma breve pesquisa na web já nos dá uma dimensão das centenas de publicações da notícia em blogs, tweets e afins. A organização se posicionou publicando um comunicado onde reitera seu compromisso com o código de conduta para policiar fornecedores da companhia, mas não surtiu muito efeito.

O caso demonstra como atualmente as empresas encontram-se em uma situação de extrema exposição pública e fragilidade. O alcance e impacto de uma informação como essa cresce exponencialmente na medida em que atinge uma rede de influência que estende seus tentáculos por todo o mundo. Para posicionar-se perante esse contexto de alta complexi-dade não basta utilizar as mesmas ferramentas do passado. Elas são insuficientes e incom-pletas.

A visão contemporânea da comunicação visa atender a essa demanda tendo o papel de um instrumento de gestão que está à disposição das organizações para gerenciar crises como essa e instilar um pensamento estratégico e criativo no que tange a gestão do relaciona-mento com os diversos stakeholders da empresa.

Em uma situação que tende ao caos é necessária a busca pelo equilíbrio de forças, valendo-se dos atributos que a sociedade valoriza: estabelecer um diálogo da marca com seus consu-midores por meio de todos os seus pontos de contato. Um comunicado formal, frio, não gera um ínfimo de repercussão perante o prejuízo da repercussão da notícia original.

O caso da Apple é mais um entre tantos outros que mostra como as empresas têm um papel importante no que se refere à sustentabilidade do planeta. Esse papel já não é mais cobrado apenas pelos governos e instituições do setor. O consumidor é um protagonista importante em todo esse processo pressionando as organizações para uma atuação responsável social-mente. Não é mais possível ter um posicionamento dúbio nesse contexto.

As organizações precisam ter a ousadia de experimentar novas soluções de comunicação, mais adequadas a esse novo mundo, onde impera a Era da Transparência. Não se trata mais de uma discussão retórica, que acontece em tese. Temos sim um ambiente extremamente hostil e arenoso onde conforme as marcas conquistam prestígio e notoriedade seu nível de exposição para o bem e para o mal cresce proporcionalmente. A Apple que o diga.

*Sandro Magaldi é Vice-Presidente de Clientes e Negócios do Grupo TV1

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Acontece

Liberdade, o maior legado
do V Congresso da Comunicação
Em plenária que aprovou propostas das 13 comissões, V Congresso da Indústria da Comuni-cação propõe conjunto de práticas que fortalecem a liberdade de expressão comercial.

Leia, a seguir, a íntegra da carta do V Congresso:

A indústria da comunicação, em mais uma demonstração inequívoca de maturidade, de res-ponsabilidade e de consciência de sua relevância para o desenvolvimento econômico e social do País, realizou seu V Congresso Brasileiro da Indústria da Comunicação, buscando a evolução e o constante aprimoramento do setor em benefício das empresas e dos profis-sionais que o compõem, dos empreendimentos que dele se servem e de toda a sociedade brasileira.

Instalado em São Paulo, nos dias 28, 29 e 30 de maio de 2012, realizado pela ABAP - Associação Brasileira de Agências de Publicidade, com apoio e coordenação de conteúdo do ForCom - Fórum Permanente da Indústria da Comunicação, o V Congresso teve a partici-pação de cerca de 1.350 pessoas, representando 24 estados da união, mais o Distrito Federal, e cumpriu agenda de treze comissões temáticas, tendo decidido:

1|emprestar contínuo apoio de todo o setor às teses construídas pelas comissões temáticas e aprovadas em assembleia plenária;

2| recomendar que cada entidade membro do ForCom crie um Comitê de Continuidade e Implantação (CCI) para estudar, dar continuidade e, quando for o caso, implantar, em venefício e aprimoramento do setor, as teses e conclusões do V Congresso;

3| levantar a voz da indústria na defesa da liberdade de expressão comercial garantida pela Constituição, fundamental para a liberdade de imprensa, e desfrutada com responsabilidade e com respeito aos limites estabelecidos pelo sistema composto por legislação e aurorregu-lamentação;

4| realçar o papel fundamental da comunicação comercial para o processo de construção e consolidação de Marcas, que representam o maior ativo estratégico das empresas e das organizações;

5| buscar maior integração entre as diversas disciplinas de comunicação sobre o mesmo diapasão conceitual, alicerçado na verdade e na transparência, com uma comunicação comercial mais criativa, integrada, eficaz e, positivamente, interativa;

6| reconhecer a necessidade de termos uma comunicação que aprofunde o diálogo com a sociedade, respeitando os direitos cabais de cada cidadão;

7| disseminar as boas práticas das diversas entidades integrantes do ForCom, visando a evoluir na governança da indústria da comunicação, indústria de ponta da economia criativa, grande geradora de empregos, riquezas e impostos.

Somos protagonistas do nosso destino e reconhecendo o papel fundamental das lideranças e das entidades que abriram nosso caminho, vamos construir, com ética e responsabili-dade, nosso futuro, emponderando os novos profissionais, abraçando as convergências das plataformas de mídia e fazendo da comunicação comercial uma grande indutora da nossa economia, contribuindo para o desenvolvimento humano no plano político, social e cultural.


Classes sociais têm
novas classificações


Renda familiar mensal define as oito subcategorias utilizadas para classificar a população brasileira.
A Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) acaba de criar novas composições para a classe média, agora dividida em três grupos, a classe alta, separada em duas novas categorias, e as classes pobres, também acomodadas em três fatias.
A primeira fatia da classe média foi chamada baixa classe média e classifica as famílias com renda mensal entre R$ 292 e R$ 441. A segunda parcela define a média classe média, cuja renda familiar per capta varia entre R$ 442 a R$ 641. O terceiro grupo, a alta classe média, engloba as famílias com ganhos de R$ 642 a R$ 1.019. Juntos, os três grupos equivalem a 54% da população do País.
Já a classe alta está estruturada em baixa classe alta, com renda entre R$ 1.020 e R$ 2.480, e alta classe alta, com recursos superiores a esse valor. Entre os pobres, estão as famílias com renda de R$ 82 e R$ 162. Há ainda os vulneráveis, na faixa entre R$ 163 e R$ 291, e os extremamente pobres, com ganhos de até R$ 81.


Men in Black III no mobile


Game da Gameloft baseado no filme chega aos sistemas Android e iOS

O game MIB 3, da Gameloft, baseado no filme Men in Black III (Homens de Preto III) chega aos sistemas Android e iOS. O usuário será um gestor da agência para assuntos alienígenas MIB, onde será preciso treinar agentes (criando missões para eles participarem) e viajar no tempo para diferentes áreas da cidade de Nova York, como o Central Park, Times Square e o Brooklyn. Confira no endereço abaixo o trailer:
http://www.youtube.com/watch?v=k5fk6yUZXKQ&feature=player_embedded



O que fazer quando alguém
resolve sabotar sua carreira?
Especialista sugere que profissional use sua inteligência emocional e tente conquistar àquele que quer seu fracasso.

O que fazer quando alguém resolve sabotar sua carreira?
Especialista sugere que profissional use sua inteligência emocional e tente conquistar àquele que quer seu fracasso.

A sabotagem

A sabotagem acontece quando um ou mais membros da equipe deixa de passar informações, justamente àquelas informações necessárias para que você faça seu trabalho e entregue resultados. Nesse caso, o profissional tem que tomar cuidado.
Além disso, é importante observar que uma equipe tem que mostrar resultados como um time. “Se um profissional começa a se destacar demais, sozinho, é um grande sinal de que algo está errado”, avalia Márcia. “A equipe tem que se destacar como um todo, pois o traba-lho é em conjunto”.

É assim que o profissional começa a identificar que algo está errado. Ou seja, quando, de um lado, por mais que ele se esforce, não obtém resultados e, por outro, outros profissionais se destacam isoladamente. “Essa situação não é incomum no ambiente corporativo. Diversas pesquisas de clima já sinalizaram que isso acontece com bastante frequência”.

Competitividade acirrada

Mas, por que profissionais sabotam os outros? De acordo com a consultora, os principais motivos são dois. Primeiro, por conta da alta competitividade de mercado, aonde jovens querem ser gerentes e acreditam que só vão conseguir tal promoção através de tais compor-tamentos.

Em segundo lugar, está o desvio comportamental. “É uma questão cultural; por conta da sua educação ele se torna uma pessoa assim, sem caráter”, diz Márcia. Lembrando que compe-tição é algo positivo no ambiente profissional, “a competição natural é bem vinda”, diz Már-cia. O problema é quando ela prejudica os outros.

Pois bem. Depois de identificar que as razões para não estar progredindo na carreira advém de outros profissionais, o que fazer? A sugestão é tentar se aproximar deles. “Se você quer ficar na empresa, use usa inteligência emocional e conquiste o cara”, diz a consultora. Mas se suas investidas não surtirem efeito, “se promova para o mercado”, aconselha Márcia. A ideia é buscar posições nas quais você possa crescer, evitando a perda de motivação no tra-balho e na carreira.


Veja 10 cargos em que mais
faltam profissionais no Brasil

 

País é o segundo no ranking onde mais empresas enfrentam dificuldade para encontrar profissionais, perdendo apenas para o Japão, cujo indicador é de 81%.

Cargos técnicos são os que têm mais escassez de talentos no mercado de trabalho brasileiro atualmente. É o que revela a 7ª edição do Estudo Anual sobre a Escassez de Talentos do ManpowerGroup.

Também faltam profissionais para ocupar cargos de ofício manual, engenheiro, motorista, operação de produção, contadores e profissionais de finanças, representantes de vendas, profissionais de TI (Tecnologia da Informação), operários e mecânicos. Conforme é possível verificar na tabela abaixo:

Problema comum no mundo

A pesquisa identificou que 70% empregadores brasileiros encontram dificuldade em preen-cher funções e posições críticas dentro de suas organizações. O Brasil é o segundo país que mais empresas enfrentam dificuldade para encontrar profissionais, perdendo apenas para o Japão, cujo o indicador é de 81%.

“No Brasil, 71% das empresas se queixam da escassez de talentos, um número bastante alto que evoluiu desde as 2 últimas edições da pesquisa, onde em 2010 o índice foi de 64% e em 2011, 57%. O cenário de contratações atual é o oposto ao de alguns anos atrás em que faltava emprego e sobravam pessoas”, explica o country manager do ManpowerGroup, Riccardo Barberis.

Os dados revelaram ainda que o problema é comum a países como Bulgária (51%), Austrália (50%), EUA (49%), Índia (48%), Nova Zelândia (48%), Taiwan (47%), Panamá (47%), Romênia (45%), Argentina (45%), México (43%) e Alemanha (42%).
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