segunda-feira, 7 de abril de 2014

We go in front









Mondelez afirma ainda não ter sido comunicada sobre qualquer 
questionamento oficial e que, por isso, não comenta o caso.
Mensagem na embalagem do produto gerou polêmica na web

O Procon-RJ realizou operação na última sexta-feira para retirar os ovos de Páscoa Bis Xtra do varejo, após mensagem estampada na embalagem do produto gerar polêmica na internet.

Na avaliação do órgão, o item incitaria o bullying entre as crianças ao trazer a frase “personalize essa embalagem com adesivos para sacanear seu amigo”. 

A Mondelez, empresa detentora da marca, afirmou apenas ainda não ter sido comunicada sobre qualquer questionamento oficial envolvendo o ovo e que, por isso, não comenta o caso.

O Procon-RJ instaurou processo administrativo contra a Mondelez suspendendo a comercialização e determinando a apreensão dos produtos que estiverem à venda. O órgão afirma que o item desrespeita o artigo 37, parágrafo 2°, do Código de Defesa do Consumidor, por incentivar a discriminação entre crianças e adolescentes. Adesivos com expressões como “morto de fome”, “nerd” e “nervosinho” acompanham o ovo, como possibilidade de personalização.



Dom Strategy Partners elabora ranking das empresas de 
acordo com avaliação dos stakeholders. Pesquisa ouviu 
funcionários, acionistas e consumidores

Gerar percepção de valor entre os stakeholders não é tarefa fácil para empresas, mas há aquelas que conseguem alcançar melhores resultados que outras nesse trabalho. É o que aponta um ranking elaborado pela Dom Strategy Partners com base nas 200 principais companhias do país. No quesito geração de valor para funcionários, o Bradesco ocupa a primeira posição, seguido de McDonald’s e Promon. Souza Cruz, CCR e Itaú-Unibanco são as campeãs em relação a acionistas. Quando a pergunta se referia à importância para a sociedade, foram citados Google, Natura e Facebook.

Entre as empresas de capital fechado se destacam O Boticário, Netshoes e Stefanini. Na lista das companhias que mais geram valor para o país aparecem Petrobras, Vale e Banco do Brasil. Quanto à percepção da importância para o setor se destacam Ambev, Basf e Fiat. Para os consumidores B2B, as melhores são Microsoft, Porto Seguro e Totvs, enquanto no B2C as mais citadas foram Nestlé, Alpargatas e Johnson & Johnson.

A pesquisa realizada pela consultoria avaliou 62 ativos das companhias, como eficácia da estratégia corporativa, resultados gerados, crescimento evolutivo, valor das marcas, qualidade de relacionamento com clientes, governança corporativa, sustentabilidade, gestão de talentos, cultura corporativa, inovação, conhecimento corporativo, tecnologia da informação, grau de transformação e uso das tecnologias digitais.



De novo é encontrado corpo estranho em 
garrafa de Coca-Cola que gera indenização 
de R$ 15 mil em MG

"Um corpo estranho assemelhado a um plástico" encontrado em uma garrafa de vidro de 290 mililitros de Coca-Cola gerou uma indenização de R$ 15 mil a um consumidor de Belo Horizonte. O objeto não foi identificado. A sentença foi em primeira instância e cabe recurso.

Na sentença do juiz da Vara Cível de Belo Horizonte Renato Luiz Faroco, divulgada na última sexta-feira (4), a Spal Indústria Brasileira de Bebidas, que produz e distribui o refrigerante no Estado, foi condenada por danos morais contra o consumidor. Ele percebeu o objeto, após ingerir parte da bebida.

"Encontrar um corpo estranho em uma garrafa de refrigerantes provoca sensação de asco e repugnância, que poderá se repetir todas às vezes em que [o consumidor] estiver diante do produto, configurando sofrimento psíquico passível de reparação", afirmou o juiz na sentença.

Em nota sobre a sentença, a companhia afirmou que "é uma empresa idônea, que cumpre todas as decisões judiciais e tem como política não se pronunciar sobre processos em andamento".

"A empresa reforça também que todo o processo de fabricação de seus produtos, desde a recepção da matéria-prima e embalagens até a sua disponibilização aos pontos de venda, segue os mais rigorosos procedimentos, garantindo assim que estes cheguem às mãos do consumidor dentro dos mais altos padrões de excelência e qualidade", informa a nota.

De acordo com a sentença, o consumidor foi a um restaurante da capital mineira em março 2009 e, após ter ingerido 200 mililitros do refrigerante, percebeu que havia dentro da garrafa um objeto misturado ao líquido.

A situação teria lhe causado grande constrangimento. Ele alegou que a ingestão do produto poderia ter acarretado prejuízos à sua saúde e que tentou contatos, por diversas vezes, com o serviço de atendimento ao consumidor da Spal, mas não teve resposta.

Em sua defesa no processo, a companhia afirmou que é "impossível a contaminação de produtos nas linhas de produção". A Spal alegou também que o processo de engarrafamento da bebida é totalmente automatizado, obedecendo aos padrões de segurança e de qualidade de acordo com a legislação.

Por fim, a companhia disse que são feitas diversas inspeções, automatizadas e por funcionários, durante as etapas de fabricação.



Marcas devem ser didáticas e se basear em processos colaborativos. 
O presidente da Grey Brasil fala sobre os novos desafios na interação
entre empresas e consumidores

As inovações tecnológicas forneceram verdadeiros arsenais que permitiram às empresas desenvolver ações à distância, estruturar sites e impactar milhões de pessoas por meio das redes sociais. Contudo, isso já não basta para estarem atualizadas e desenvolverem interações com os consumidores. A era pós-digital impõe às organizações mais mudanças em suas formas de atuar. As companhias agora precisam desenvolver processos adequados à natureza da web, como sistemas colaborativos de cocriação e gestão 24 horas por dia e sete dias por semana.

Nesse novo momento, a difusão do acesso à internet pela maioria das pessoas, independente da classe social, torna as relações mais efêmeras. Esse comportamento exige das empresas maior agilidade em inovação para se manterem atuais. A capacidade de adaptação e de mudanças rápidas se torna fundamental para a construção de uma marca duradoura. Manter-se constante sem grandes alterações pode significar a extinção.

Os pilares precisam ser revistos. A mudança precisa ser primeiro estrutural e cultural para depois se estender para o operacional. “Para entrar na era pós-digital, as empresas não têm que aprender algo. Na verdade, precisam esquecer tudo. É necessário rever os alicerces de nossas crenças e paradigmas e aí construir um novo edifício. Se acoplarmos um módulo digital em cima do alicerce analógico, vamos falhar” aponta , em entrevista à TV Mundo do Marketing.

Paradigmas em mutação
Vários paradigmas se quebram diante do novo cenário. Entre eles está o pensamento de que tamanho é documento. O ambiente digital permite que empresas de todos os portes concorram pela atenção do cliente em pé de igualdade. A mentalidade toma o lugar que antes era da estrutura e se torna o maior diferencial. As pequenas podem inclusive levar vantagem nesse quesito. “Acreditávamos que empresas grandes tinham mais segurança e poder do que empresas pequenas. No mundo digital, isso é quase que o inverso pelo fato de termos que nos adaptarmos rapidamente. Nesse contexto, ser grande torna-se um problema e, ao mesmo tempo, um desafio”, diz Walter Longo.

Outra premissa que imperou durante anos e entra em queda é a de que o cliente não tem sempre razão. O digital abriu um leque de oportunidades e o consumidor ainda não sabe como se comportar diante delas. “Vivemos uma realidade em que o cliente não sabe o que quer porque não sabe o que pode querer. Quando me ofereceram um iPad pela primeira vez eu disse, não preciso disso, porque tenho iPhone e computador. Hoje não vivo sem. Eu não sabia que eu queria”, conta o Presidente da Grey Brasil.

O papel das empresas, que antes passava quase que exclusivamente pelo atendimento das demandas pré-estabelecidas pelos consumidores, agora precisa se reposicionar. Os investimentos em comunicação e atendimento devem se voltar para a educação do cliente. “As marcas têm que parar de achar que as pessoas sabem o que querem e ajudar no seu processo de decisão. Quando fazemos pesquisas temos que entender que as pessoas em momentos de grandes mudanças ficam inseguras. A postura deve ser consultiva e didática”, comenta Walter Longo.

Em um cenário de transformação, as pesquisas convencionais, ouvindo o cliente, podem ser traiçoeiras, uma vez que o consumidor também está mudando. Com isso as marcas começam a se voltar para as ciências tradicionais como a antropologia, a sociologia e a psicologia para compreender os caminhos que estão acontecendo e assim traçar o futuro. “A pesquisa mostra as tendências pelo retrovisor, o que as pessoas querem, de onde elas vêm e para onde estão indo. Quando estudamos a ciência, ela apresenta tendências e compreendemos o caminho por onde os consumidores estão indo e onde vão chegar mais à frente”, pontua Walter Longo.

O digital e as mídias tradicionais
As características do mundo digital imprimem mudanças também na comunicação por meio das mídias tradicionais. Isso se deve à rapidez com que os espectadores interagem com as mensagens e aos múltiplos canais disponíveis para o consumo de conteúdo. “Antigamente, o contato era em forma de monólogo. Criava-se uma publicidade que depois de 15 dias no ar poderia gerar uma carta de algum espectador. Agora, quando uma mensagem acaba de ser emitida já tem interação, o que obriga a uma resposta constante”, avalia Walter Longo.

Atenta ao poder do digital, a televisão, por exemplo, passa a focar em produtos de consumo ao vivo que tem o apelo do imediatismo. “Isso segue a lógica de que antes a pessoa via o anúncio de um carro na TV e precisava se lembrar daquilo para, depois, procurá-lo em uma revendedora. Agora, no mesmo momento em que vê o anúncio pesquisa pelo celular todas as informações e agenda uma visita”, aponta Walter Longo.

As novas mídias podem ser aliadas das tradicionais, porém isso exige adaptações. “A multiplicidade de mídias demanda uma análise sincronizada e consequentemente novos mecanismos de mensuração. As técnicas serão diferentes das utilizadas atualmente para medir cada canal independentemente, por que eles estarão todos sincronizados”, diz o Presidente da Grey Brasil.




Espaço funcionará durante cinco meses, em São Paulo, oferecendo atividades como workshops e produções independentes. Estrutura tem capacidade para 750 pessoas

A Skol criou um espaço físico no formato pop up dedicado à música eletrônica que funcionará em São Paulo. A plataforma nomeada Skol Beats Factory reunirá a partir do dia 10 de abril DJs, produtores musicais para impulsionar a cena deste estilo musical. O local receberá festas, workshops e painéis de discussão sobre o futuro do eletrônico. O projeto terá a duração de cinco meses e proporcionará atividades como coworking entre o público e produtores, palestras para profissionais da área e disponibilizará para os visitantes um acervo de discos.

Quem quiser criar sua própria música contará com a consultoria de um profissional e poderá utilizar uma plataforma interativa chamada Beats Genius com diversos samples disponíveis para download. A faixa criada passará por mixagem e será compartilhada na internet. O local terá capacidade para 750 pessoas e programações semanais. A estrutura conta ainda com um bar que possui um cardápio temático com sanduíches, pratos leves e cerveja Skol Beats Extreme



Vídeo da marca para o YouTube mostra o lutador em uma entrevista 
de emprego para segurança. Produção surgiu de uma brincadeira 
nos bastidores da publicidade oficial para a Copa

Anderson Silva disputa uma vaga de segurança em vídeo da Budweiser no YouTube. A ideia da produção surgiu de uma brincadeira da equipe nos bastidores da gravação do comercial oficial da marca para a Copa do Mundo. 

A exibição do vídeo “Anderson Silva procura emprego como segurança” é exclusiva para a internet no canal da marca no YouTube e na fanpage no Facebook. 

Durante a trama um detalhe chama a atenção: sobre a mesa do entrevistador aparece uma garrafa da edição comemorativa da cerveja para o mundial. 

A embalagem de alumínio é dourada e tem a ilustração da taça da competição.




Alberto Serrentino*

A internacionalização do varejo brasileiro passou por diversas ondas. Até a abertura econômica e controle inflacionário da primeira metade da década de 1990, as presenças eram pontuais e em muitos casos via licenciamento. Nesta fase vieram empresas como Carrefour, C&A, Benetton, Levis, Giorgio Armani, Hugo Boss, McDonald’s e Avon.

Na segunda metade da década de 1990 houve forte movimento de entrada, motivado pela abertura do mercado, valorização cambial e aumento de poder de consumo derivante do controle da inflação crônica. Vieram Walmart, Ahold, Jerônimo Martins, Sonae, Castorama, Leroy Merlin, Zara, Mango, Terranova, JC Penney, Casino e Fnac.

O terceiro ciclo importante ocorreu a partir de 2003-2004, motivado pelo excepcional crescimento no varejo brasileiro, que apresenta há 10 anos desempenho superior ao crescimento no PIB e no consumo das famílias. O aumento de renda, massa salarial, expansão de crédito e mudança na estrutura sócio demográfica brasileira acenderam o interesse de grupos internacionais pelo mercado brasileiro. Nesta fase entraram Cencosud, Starkucks, Sunglass Hut, Elektra, Burger King, Outback, Sephora, Hermés, CVS, Top Shop, Amazon.com e Sodimac.

Também é deste período o fenômeno de recompra, por parte de marcas internacionais, de máster licenças locais, levando as empresas a assumir diretamente a operação no Brasil, pela sua relevância estratégica. Foi o que ocorreu com Armani, Zegna, Tommy Hilfiger, Diesel e Ferragamo. Recentemente, abriram Gap, Forever 21 e Apple.

As motivações que levam as empresas de varejo internacionais a olhar para o Brasil com interesse passam pelo tamanho da população e do PIB; potencial de crescimento econômico e no padrão de consumo; relevância estratégica de longo prazo do país; juventude da população; dominância geográfica e baixo grau de concentração.

Entretanto, ao mergulhar na realidade brasileira, emergem os fatores limitantes. Estes estão ligados a burocracia; alta carga e complexidade do sistema tributário; dificuldades e custos associados a importação; informalidade; elevado grau de competitividade das empresas estabelecidas; elevados custos imobiliários; limitações de mão de obra qualificada e deficiências de infraestrutura. Para quem mira o longo prazo, o saldo é favorável e os riscos e dificuldades são justificados pelo potencial estratégico do mercado.

A questão mais crítica ao se projetar negócios no Brasil diz respeito ao trade off entre posicionamento de preço e potencial de mercado. Apesar de sua dimensão, o mercado de consumo brasileiro ainda é muito concentrado e desigual. As classes A/B1 respondem por mais de 43% do potencial de consumo. Empresas de varejo de massa, que desenvolvem sourcing local ou equivalente ao dos operadores já estabelecidos, conseguem alcançar escala e relevância no mercado brasileiro.

É o que faz com que os quatro maiores operadores de supermercados no Brasil sejam empresas internacionais (Casino, Carrefour, Walmart e Cencosud), que os líderes no varejo de eletroeletrônicos e moda também sejam empresas internacionais (Casino e C&A). Já para as redes especializadas, sobretudo dependentes de produtos importados, o custo Brasil torna o mercado muito pequeno em relação a sua imagem. É por isso que C&A no Brasil é uma operação de larga escala e alcance e Zara torna-se uma marca premium e com limitação de crescimento. Fenômeno análogo ocorre com McDonal’ds e Starbucks, Avon e Sephora.

Portanto, o Brasil é e continuará sendo um mercado estratégico a longo prazo para empresas de varejo globais. Entretanto, sua atratividade torna-se relativa para muitos em função das barreiras e custos que fazem do seu enorme potencial um mercado de nicho.

*Alberto Serrentino especialista em varejo



o
O coletivo humorístico mais popular da internet, o "Porta dos Fundos", lançou no último sábado (5), em seu canal no Youtube, sua primeira série de esquetes.

Dividida em quatro episódios que irão ao ar nos sábados a partir das 19h, "Viral" vai mostrar de forma satírica as situações pelas quais passa um homem que se descobre soropositivo e que resolve contar seu diagnóstico a todas as mulheres com quem transou.

Interpretado por Gregorio Duvivier, o paciente conta com a ajuda de um amigo, vivido por Fábio Porchat, que irá apoiá-lo durante a empreitada.

Em entrevista cedida ao portal do UOL sobre as possíveis polêmicas que a escolha do tema pode suscitar, ele esclarece que "depois de ter escrito os roteiros, falei com uma médica e com militantes soropositivos. Eles leram os roteiros e aprovaram. Muitas das situações que eu instintivamente escrevi, disseram-me eles, realmente acontecem."

Dentre os elogios que recebeu da médica, Porchat destaca o fato de o personagem infectado com o vírus HIV ser heterossexual. "Ela disse que isso é muito bom porque tem muita gente que acha que Aids é uma doença de gays, o que sabemos não ser verdade."

"Eu tenho Aids"
O personagem interpretado por Gregório Duvivier vai passar por situações bastante constrangedoras durante os quatro episódios. Em uma delas, ele irá falar com uma prostituta que "está com Aids". Ela então, conta Porchat, irá responder: "Qual o problema? Eu faço teste a cada seis meses e só transo com camisinha..."

O humorista explicou ainda porque usará a expressão "tenho Aids" e não "sou soropositivo" (Aids tem apenas quem não faz tratamento e acaba desenvolvendo a doença). "Esta é uma questão técnica. A própria médica disse isso. A pessoa que descobre que tem o vírus demora para discernir a diferença entre as duas coisas. Em geral, quando ele conta para alguém, fala que está com Aids."

A série ainda vai ridicularizar diversos outros preconceitos sobre o tema e mostrar outro dado bastante presente na realidade dos soropostivos. Em geral, conta Porchat, a mulher fica com o marido infectado. O contrário nem sempre ocorre.

"A ideia toda da série é tirar sarro da ignorância sobre esse assunto, especialmente porque hoje em dia ter o vírus não é como nos anos 1980. E falar disso com humor ajuda a desmistificar. Mas, claro, sempre vai ter alguém criticando. Até o vídeo da previsão do tempo... Teve gente que veio reclamar que não falamos do tempo no Piauí por preconceito..."





sexta-feira, 4 de abril de 2014

Chegamos e continuaremos

O daltonismo (problema visual que dificulta a diferenciação entre verde e vermelho) de Mark Zuckerberg não o impediu de enxergar o verde promissor do WhatsApp, famoso app de compartilhamento de mensagens instântaneas comprado pelo Facebook recentemente.


Antes disso, ele já tinha adquirido o Instagram, assim como recentemente começou a inves-tir em uma fábrica de drones, um serviço de compartilhamento de links e, de certa forma, comprou mesmo a Internet.

A crescente quantidade de investimentos de Zuckerberg já está se tornando piada na rede. Alguns dizem que ele, em breve, vai ser o "dono" da Internet e, embora isso seja apenas uma brincadeira, pode não estar muito longe da verdade.

Elencamos 5 motivos para você começar a pensar que, talvez, o fundador do Facebook esteja mesmo querendo dominar o mundo. 

Confira:

1. Quer criar um dispositivo que pensa como os seres humanos
Juntamente com o ator Ashton Kutcher e Elon Musk, da montadora Tesla, Mark investiu US$ 40 milhões (um pouco mais de R$ 90 milhões) em uma empresa de inteligência artificial. A Vicarius planeja reproduzir o neocórtex, parte do cérebro que controla a maior parte das funções do corpo, como a capacidade de enxergar e entender a linguagem. Com a tradução do neocórtex em código de computadores, poderá ser criada uma máquina que pensa como uma pessoa.

2. Está investindo em tecnologia de ficção científica
Por US$ 2 bilhões, além de US$ 1,6 milhões em ações do Facebook, Mark adquiriu a Oculus VR, empresa que fabrica óculos de realidade virtual. Para Zuckerberg, as possibili-dades de uso dessa plataforma são inúmeras, que vão propocionar aos usuários experiências que um dia só existiram em filmes de ficção científica.

3. Vai construir um exército de drones
Mark acaba de anunciar a compra da Titan AeroSpace, empresa de tecnologia especia-lizada em drones e satélites, por US$ 60 milhões. A compra faz parte de um projeto maior, o Internet.org (veja detalhes mais abaixo), e irá colocar satélites e drones na extratosfera.

4. Dono da Internet (calma, é só um site!)
O projeto Internet.org é uma iniciativa anunciada em 2013 em parceria com Nokia, Samsung e Qualcomm, que visa oferecer internet a todas as pessoas que vivem em áreas onde não possuem infraestrutura para conectar-se à rede. Trabalhando no projeto, está uma equipe chamada de Connectivity Lab, que é um grupo de especialistas em informática, aeronáutica e tecnologia aeroespacial, em sua maioria ex-funcionários da NASA ou passaram pelo Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT). Através de drones e satélites na extratosfera, será possível ter sinal wi-fi até em áreas suburbanas e com baixa densidade populacional.

5 . Tem dinheiro para comprar todos os seus concorrentes!
Depois de uma pesquisa revelar que o Facebook vem perdendo espaço com os jovens, que estão migrando para outros aplicativos e redes sociais, Mark começou a investir em seus concorrentes. 
Já comprou o Instagram, e, mais recentemente, o WhatsApp. Tentou adquirir o Snapchat. Será que ele também não estaria de olho no Twitter ou Foursquare?

Fonte: Administradores.com



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Um levantamento realizado pelo indexador de vagas online Adzuna analisou mais de 320 mil anúncios de emprego e indica que quem possui um diploma universitário pode receber até 50% a mais do que os profissionais com apenas ensino médio, em análise que comparou as médias salariais informadas nos anúncios que exigem nível superior completo contra as médias salariais informadas nos anúncios que exigem o ensino médio completo.

Os diplomas que atraem as melhores médias salariais são: Engenharias (R$3.690) Tecnologia da Informação (R$2.850) e Economia e Finanças (R$2.843). Os diplomas que atraem as menores médias salariais são: Pedagogia (R$900,00), Letras (R$870,00), Artes e Serviço Social com médias salarias entre R$800,00 a R$1.000,00.

As especializações também fazem diferença no mercado de trabalho. A análise de vagas que exigem MBA completo mostra que a média salarial anunciada para estes profissionais chega a ser 15% maior do que das vagas que exigem apenas graduação. A análise levou em consideração anúncios para administração, marketing, economia e finanças.

A análise regional aponta as cidades que estão oferecendo a melhor média salarial para profissionais de nível superior: Porto Alegre (R$ 2.569,00), Brasília (R$2.831,00), São Paulo (R$2.418,00) e Curitiba (R$2.303).

Apesar da diferença salarial entre nível superior e ensino médio as vagas que não exigem diploma universitário lideram a criação de postos no Brasil desde dezembro. Os setores de comércio, administrativo (nível operacional) e industrial, juntos, agregam mais de 180 mil oportunidades que não exigem nível superior e somam mais da metade de cargos abertos no portal.

A lista de cargos mais anunciados que não exigem nível superior com melhores médias salariais incluem:

1) Auxiliar administrativo e de almoxarifado, com vencimento entre R$1.000,00 e R$1.500,00 reais.

2) Vagas no setor industrial: mecânico de manutenção, retificador e controlador de produção, com vencimentos acima de R$2.000,00.

3) vagas no comércio, para vendedor e operador de caixa, com vencimento entre R$900,00 e R$1.500,00. Para a maioria destes postos exige-se ensino médio completo e, em alguns casos, qualificações. 

“Os dados mostram que a economia brasileira está gerando mais vagas para profissionais sem nível superior. É um fator importante que garante a taxa de desemprego nos patamares mais baixos hoje e reflete os setores que estão liderando a economia. Ensino médio e técnico e outras qualificações específicas podem garantir a empregabilidade. Mas a diferença salarial ainda é alta para quem tem diploma superior e maior ainda para quem tem especialização” comenta João Francisco, gestor do site Adzuna para o Brasil.



o


O site Domínio Público, destinado ao arquivamento de textos livres de copyright, conta com uma vasta biblioteca de livros e textos de Administração. 

São 439 títulos, a maioria em português, referentes a vários assuntos dentro da área.

Um dos destaques é a série "Estudo da competitividade da Indústria Brasileira", publicada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), que conta com 81 publicações sobre tribu-tação, setor têxtil, biotecnologia, macroeconomia, dentre outros. Sem dúvida uma ótima fonte para pesquisas bibliográficas.

Veja aqui a coleção e refine a pesquisa com palavras-chave para melhores resultados.




O fato de uma empresa antiga estar bem hoje nos ensina muito pouco sobre “coisas certas a fazer”. Essas empresas se transmutaram. Não significa que tenha estado sempre bem. 

Sucesso pode vir por sorte e/ou talento, mas, quando vem, nunca nos permite generalizar suas causas como verdades absolutas.





Estudo mostra que consumidor brasileiro está cansado 
de fórmulas repetitivas e mais seletivo a ações promocionais

O uso de fórmulas repetitivas em campanhas promocionais jogou a atividade na vala da mesmice? Acreditando que sim, a NewStyle, do Grupo ABC, patrocinou uma das mais completas pesquisas dos últimos anos sobre promoções realizadas no Brasil. 

Com consultoria da The Listening Agency, o estudo teve duas etapas e foi a campo em cinco capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre e Belo Horizonte. 

O resultado não só comprova a premissa que motivou o levantamento, como alerta anuncian-tes e agências de que o caminho percorrido em piloto automático precisa mudar. Um dos dados mais surpreendentes aponta que 46% dos entrevistados associam imediatamente promoção a descontos. 

Para 26%, promoção significa ação tipo compre e ganhe. “No ambiente de compras, principalmente em supermercados, eles gostam do que é vantajoso. 

Se desconfiam que a ação esteja sendo vantajosa para a marca, sentem-se enganados”, revela Thiago Nascimento, diretor de planejamento da NewStyle. Sendo assim, as famosas letras miúdas deveriam ser abolidas. 

Uma das novas armas dos consumidores para fugir de armadilhas é o crescente uso da internet e aplicativos via smartphones, que possibilitam pesquisas e compara-ções rápidas no local da compra.

Relação jogada no lixo
Há de ser observada ainda a reclamação de 83% dos entrevistados, que participariam mais de promoções se conhecessem alguém que já ganhou. Ou seja, as marcas perdem a chance de manter um relacionamento com os participantes não premiados. E o passo inicial para isso é informar a todos quem foram os ganhadores, divulgar amplamente o resultado. “A partir do momento em que um consumidor concordou em participar e entregou seus dados para o anunciante, é razoável que a marca dê uma resposta e continue estabelecendo uma conversa com o público. 

O anunciante já conquistou o mais difícil que é a vontade da pessoa em estabelecer um contato, portanto não pode deixar esse diálogo acabar e jogar o relacionamento no lixo”, frisa Xavier. 

Para Tim Lucas, CEO da The Listening Agency, o grande diferencial do estudo é o fato de que os critérios para a escolha dos participantes não se submeteram apenas a distinções feitas por classes econômicas. “A pesquisa levou em consideração os perfis familiares que não são distinguidos pelo poder aquisitivo, mas sim pela formação das famílias, suas necessidades e a maneira como utilizam a informação”, explica.

Veja a tabela com mecânicas que mais funcionam. 

Somente Imagem
Fonte: Meio&Mensagem








quinta-feira, 3 de abril de 2014

Olha quem vai pela rua e fica lhe vendo


Uma marca quando admirada por todos, gera muitas ações que acabam por consolidá-la ainda mais.

Confira o que esse pessoal que admira a Lego anda fazendo.

Muito bacana.




o
Estudo feito pela rede de agências independentes WorldwidePartners revela que rendimento de novos negócios deve superar o da carteira de clientes e será a chave para crescimento

De acordo com uma pesquisa global realizada com agências de comunicação independentes da WorldwidePartners Inc. (WPI) – rede da qual a The Group Comunicação faz parte no Brasil -, 2014 será um ano em que a renda das agências estará em alta. No entanto, as margens de lucro, as despesas com atuais clientes e o número de colaboradores não terão grandes mudanças em relação ao ano passado.

Os resultados da pesquisa sobre perspectivas para este ano indicam que 63% das agências acreditam que o faturamento será maior em 2014 em relação ao ano anterior. Mas 54% dos participantes destacam que o lucro das agências será o mesmo ou pior que este ano. Adicionalmente, 57% apostam que este ano terá um aumento de novos negócios, enquanto 60% das agências acreditam que as empresas clientes visualizam as mesmas condições de negócios ou um cenário pior para 2014 em comparação a 2013.

Os entrevistados afirmam que os maiores desafios para 2014 serão conseguir um crescimento orgânico de clientes, encontrar as pessoas certas que compreendem todas as facetas da publicidade digital e live marketing, uma vez que os dois mundos continuam a se misturar em um, e manter as margens de lucro em uma realidade em que as agências são chamadas a prestar uma maior gama de serviços sem aumentar os custos na proporção do que é oferecido.

Este ano pode ser desafiador em termos de crescimento de base, mas os executivos das agências acreditam que 2014 trará boas oportunidades para ajudar seus clientes a expandir geograficamente, aumentando suas ofertas digitais globais, e investir em estratégias que vão de e-commerce a marketing de conteúdo, além de ajudá-los a entender e medir suas audiências.

“O ano de 2014 será de revisão estratégica, de analisar se os investimentos estão sendo realizados corretamente e fazer ajustes caso seja necessário. A The Group tem passado por isso, e os nossos clientes têm mostrado o mesmo comportamento. Será um ano de unir efetividade e eficácia e, como consequência, isso trará mais negócios”, ressalta Fernando Guntovitch, chairmain da WPI e presidente da The Group Comunicação.

O estudo da WorldwidePartners foi feito em Dezembro de 2013 com a participação de 35 agências do mundo todo. Confira o resultado da pesquisa.



Marcas como General Mills e Procter & Gamble Co. explicam 
vantagens do digital para seus negócios

O marketing digital está na mira dos investimentos de grandes marcas, como Mondelez International e Procter & Gamble Co. Esse movimento ficou evidente durante a conferência Consumer Analyst Group of New York, na última semana, quando executivos das principais marcas de bens de consumo comentaram a importância do digital e como pretendem expandir a atuação nesse meio.

Para essas companhias, o digital já é ou está prestes a se tornar mais importante do que a TV. As vendas de e-commerce da L’Oreal cresceram mais de 20% no último ano, quase quatro vezes mais do que os outros setores da empresa. Ken Powell, CEO da General Mills, declarou que, apesar de 79% do orçamento de publicidade ser gasto em TV, a empresa pretende aumentar os 17% direcionados ao digital.

A P&G está focando no digital para tentar diminuir o gasto com publicidade sem que isso prejudique seu desempenho. Uma das razões pelas quais empresas de bens de consumo estarem se tornando cada vez mais eficientes é o fato de que ganham mais do que gastam. Enquanto muitas mídias digitais ainda possuem sistema de compra baseado em cliques, as impressões digitais são as que geram compras off-line.

Mas os anunciantes têm a opção de comprar cliques ou impressões no Facebook, e a busca do Google é vendida inteiramente para gerar cliques. Anunciantes podem tentar controlar o sistema ao pagar somente pelos cliques e criar anúncios que demandam pouco enquanto eles tentam conseguir o maior número possível de impressões gratuitas.

No entanto, Brad Smallwood, VP de analytics do Facebook, afirma que para os anunciantes de bens de consumo é impossível comprar todas as impressões que eles precisam apenas com cliques nas redes sociais. Uma porta-voz do Google diz que a companhia reconhece que as impresses de search ad têm um valor que não reflete no pay-per-click, mas que o Google também vende outros tipos de anúncios que podem ser comprados com base em custo por impressão.

Informações do Ad Age.


IBOPE Inteligência perguntou à população 
qual é o nome mais indicado para implementar 
as modificações necessárias no Brasil 

Quase 2/3 dos brasileiros (64%) querem que o próximo presidente do Brasil mude total-mente ou muita coisa no governo do país. Segundo pesquisa do IBOPE Inteligência, outros 32% gostariam de continuidade total ou que muita coisa do governo atual permanecesse igual na próxima gestão.

Dentre os que querem mudanças, 25% citam a presidente Dilma Rousseff como a que tem mais condições de implementar as mudanças que o país ainda necessita. Aécio Neves é citado por 18%, Marina Silva por 13%, e Eduardo Campos por 8%. Outros 22% declaram que nenhum dos nomes é capaz de realizar as mudanças necessárias e 1% acha que todos são capazes. Os que não sabem ou preferem não responder somam 13%.

Fonte: Ibope





quarta-feira, 2 de abril de 2014

Você não esperava por isso

o
O futurologista Gerd Leonhard diz que isso é bom, mas que ele será empolgante. Para o mercado de comunicação, o profissional revela que o foco agora é criar valor real com a publicidade e o marketing.


o
Marca de chocolates traz a mesma mecânica promocional do ano passado que valoriza a relação entre amigos. Desta vez a campanha criada pela Lew'Lara\TBWA e produzida pela Cine conta com os atores Henri Castelli, Murilo Rosa e Max Fercondini. Confira o vídeo aqui.


A análise do IVC sobre a circulação de revistas no segundo semestre do ano passado, considerando somente as publicações com dados das edições digitais que a entidade audita, apontou crescimento de 5,8% em relação ao primeiro semestre de 2013 e de 3,1% na comparação com o mesmo período de 2012. Para as revistas sem números de edições digitais foram constatadas quedas de 3% e 4,4%, respectivamente. O conjunto das revistas auditadas (com e sem edições digitais) teve declínio de 3,1% na circulação, na comparação entre 2013 e 2012. As assinaturas tiveram leve variação, de -0,04%, enquanto a venda avulsa caiu 9,2%. As publicações semanais e quinzenais tiveram menor declínio médio, com redução de 2%, e as mensais apresentaram retração de 5,3% na circulação.

Pedro Martins Silva, presidente executivo do IVC, afirma que “em dezembro de 2013, as edições digitais representaram 9,2% da circulação das publicações que informaram esses dados. A tendência de ler revistas em dispositivos digitais é crescente e acreditamos que o mesmo ocorre em outros títulos”.

Por causa desse movimento, este ano o Instituto terá também informações sobre leitores que compram tanto a edição impressa como a digital, o que caracteriza a sobreposição. Com isso, poderá apurar quanto desse crescimento é devido a novos leitores, bem como o volume correspondente à migração do impresso para o digital.


Os aplicativos móveis estão ganhando cada vez mais importância na vida das pessoas.

Segundo pesquisa recente feita pelo IDC, em 2013 o número de smartphones cresceu 110% em relação ao ano anterior – e consequentemente os aplicativos estão ganhando cada vez mais importância na vida das pessoas. Usamos apps para melhorar nossa produtividade, encontrar antigos amigos, fazer transações bancárias e até praticar exercícios físicos. O uso de aplicativos ajuda a melhorar a vida das pessoas pois funcionam como um pequeno gatilho, lembrando-as de realizar determinadas atividades e oferecendo pequenas recompensas, que funcionam mesmo sendo virtuais.

Os aplicativos móveis são bons para as pessoas e podem ser decisivos para as empresas. O mercado de apps corporativos oferece soluções robustas, capazes de gerenciar milhares de dados. Com funções diferentes, cada aplicativo pode ser desenvolvido ou adaptado à necessidade de um determinado setor. Mais do que enviar lembretes e conectar pessoas, os aplicativos corporativos podem atuar na logística, na organização das equipes, ou no cadastramento de vendedores e consumidores, por exemplo. A verdade é que não existe um limite: para cada problema é possível desenvolver uma solução.

Os aplicativos corporativos representam ganhos inquestionáveis para as empresas. Pode ser através do aumento do lucro, diminuição de tempo ou melhoria na qualidade. Um app bem estruturado e desenvolvido com exatidão certamente será uma aquisição positiva para sua empresa. Com ele é possível diminuir o número de profissionais envolvidos em determinadas atividade, pois o próprio app pode realizar a comunicação e a conexão entre estes profissionais e a sua empresa.

Imagine que você tenha um certo número de vendedores que visitam pontos de venda diariamente. É possível usar um aplicativo para saber sua localização exata em tempo real, conectar os vendedores ao banco de dados da empresa (mesmo em locais onde a internet 3G não funcione muito bem) e agilizar as vendas. Nada de papéis ou formulários: tudo é feito diretamente pelo aplicativo e as informações chegam na hora para a organização.

Pense agora na sua empresa. Qual processo poderia ser automatizado? Qual etapa poderia ser eliminada? Que função seria melhor desempenhada com um pouco mais de tecnologia? A resposta para estas questões pode não ser óbvia, mas com criatividade e experiência, é possível sim resolver problemas e agilizar o que já está funcionando bem.

Além disso, existem outros dois pontos interessantes a serem analisados: sustentabilidade e percepção do público. Pode parecer inofensivo, mas cada papel que pudermos eliminar dos processos das nossas empresas faz a diferença no nosso ecossistema. Em uma pequena empresa isso pode parecer banal, mas pense nas grandes organizações, com filiais em diversas cidades. Digitalizar todos os processos possíveis agiliza o trabalho de sua equipe e contribui para o meio ambiente. Esta é uma atitude interessante para a empresa e que é vista com bons olhos pelo seu cliente.

Pensando no cliente, qual imagem ele deve fazer de uma empresa que ainda utiliza formulários de papel, que ainda tem dificuldades em integrar sua equipe externa e interna ou que não consegue acessar dados importante quando faz uma visita?

As pessoas estão cada vez mais tecnológicas, muitas abandonaram seus livros para utilizar e-readers e fazem suas anotações dentro do próprio smartphone. Por que ela escolheria uma empresa que não acompanha os progressos da tecnologia? Muitas vezes o cliente não conhece a real complexidade de um aplicativo corporativo, mas a sua utilização proporciona uma experiência positiva para o cliente, seja ele B2C ou B2B.

Por trás desta importante ferramenta para sua empresa precisa existir uma equipe comprometida com a qualidade do seu trabalho. Para desenvolver uma solução dentro das grandes corporações, é preciso escolher uma boa empresa, que preferencialmente já tenha desenvolvido alguma solução parecida para outras empresas.

Dessa forma você já fica sabendo como é a sua conduta, como funciona a manutenção e se seus profissionais são acessíveis. Esta equipe precisa ser uma verdadeira aliada para os seus negócios, pois ela será responsável por desenvolver uma ferramenta que certamente trará grandes resultados para o seu negócio.


Existem algumas funções do aparelho que poucas pessoas conhecem. 
Selecionamos 10 e explicamos como usar. 
Confira.

1. Fazer um código de acesso com letras, em vez de apenas números
- Vá em Configurações > Geral > Código de Acesso
- Desative a configuração que diz "Código de acesso simples"
- Uma tela vai aparecer pedindo para que você mude o seu código de acesso, 
com um teclado QWERTY completo.

Na próxima vez que você desbloquear seu telefone, 
o teclado vai aparecer, em vez de apenas o numérico.

2. O Siri pode ler os seus e-mails em voz alta (apenas para mensagens em inglês)
Diga ao Siri "read my email" ("leia meu e-mail") e ela obedecerá. Você ouvirá o nome do remetente, a data/hora da mensagem e o assunto da mensagem. Você também pode instruir "read my latest email" ("leia meu último e-mail") ou perguntar "Do I have email from [person]?" ("Eu tenho e-mail de [nome da pessoa]?")

3. Ver a hora e o dia em que uma mensagem foi enviada


Apenas deslize os balões com as iMessages e irá aparecer o indicador com a hora e dia que a mensagem foi enviada.

4. Saber quais aviões estão sobre sua cabeça
Pergunte ao Siri "What flights are above me?" ("quais voos estão acima de mim?") ou apenas diga "planes overhead"("aviões em cima") e ela irá mostrar um quadro com todos os aviões e os números dos voos, com suas altitudes e ângulos.

5. Balance o seu iPhone para deletar um texto
Você mudou de ideia sobre o que acabou de digitar? Balance o celular e uma caixa de "desfazer a digitação" vai aparecer. Se você mudar de ideia logo após clicar em desfazer, pode balançar o celular novamente e verá a caixa para "refazer a digitação".

6. Visualize facilmente uma versão mais detalhada do calendário
Vire o seu celular para o modo horizontal quando estiver no app do calendário, para ver uma versão mais detalhada dos compromissos.

7. Use o seu telefone como um nivelador


Deslize o app da bússula para a esquerda e você terá acesso a um nivelador.

8. Tire um conjunto de fotos de uma única vez


Ao segurar o botão de disparador da câmera, automaticamente você ativa a função que tira várias fotos de uma única vez.

9. Adicione vibrações personalizadas
No aplicativo de contatos, você pode ativar diferentes padrões de vibração para diferentes contatos; isso é bom para quem mantém o celular no bolso, então você poderá distinguir - sem usar as mãos - entre uma mensagem de texto ou um e-mail do seu chefe.

10. Coloque o telefone no modo avião e ele vai carregar duas vezes mais rápido


Ótima solução para quem precisa carregar o celular rapidamente em um bar.

Com informações do BuzzFeed.

terça-feira, 1 de abril de 2014

E aí? Você encara isso?

A Sadia, marca do portfólio da BRF reconhecida por seu engajamento no meio esportivo, dá sequência a suas ações em apoio à Seleção Brasileira e passa a bola para o consumidor com a Promoção Sadia Joga pra mim, que vai entregar milhares de camisetas oficiais do Brasil, uma cozinha completa por semana e, no grande sorteio final, um ônibus (prêmio de R$ 100.000,00, equivalente apenas ao valor dos prêmios. O valor do ônibus não está incluso na premiação) da Seleção recheado de prêmios e mais R$ 1 milhão.

“Esse é um ano muito importante para o futebol brasileiro, por isso queremos celebrar junto com nossos consumidores. A Sadia está presente na maioria dos lares brasileiros e, com a promoção, queremos levar a essas casas ainda mais motivos para comemorar ao lado de um time tão vencedor, explica Andrea Napolitano, diretora de marketing da BRF.”

Para estrelar a campanha criada pela F/Nazca Saatchi & Saatchi, a marca contou com a ajuda da Golden Goal, agência de marketing esportivo do grupo CSM Brasil, para negociar com dois garotos-propaganda especialistas em colecionar vitórias: o treinador Felipão e Murtosa, o auxiliar técnico da equipe.

O filme de abertura foi ao ar, anunciando a chegada de uma grande promoção da Sadia. A produção mostrava Felipão tentando estacionar o ônibus da seleção sem muito sucesso.

Agora, o destino e propósito do ônibus têm seus significados revelados: o técnico e seu braço direito Murtosa, entregam os prêmios do ônibus da Seleção na casa de uma família.

A campanha será veiculada por dois meses em rede nacional e internet e contará com o apoio da AgênciaClick, responsável por toda identidade digital, que além do hotsite prevê mídia display, redes sociais, ações cruzadas com PDV e e-commerce.

Para participar da promoção, assinada pela Bullet Promo, o consumidor só precisa comprar uma unidade de margarina Qualy, mais qualquer outro produto Sadia, e cadastrar a nota fiscal no site (www.sadia.com.br/jogapramim) até o dia 27 de maio. No momento do cadastro, o participante já pode ser contemplado instantaneamente com uma das 1.200 camisetas autografadas pelo Felipão.

Os inscritos também receberão um número da sorte para continuar concorrendo a oito cozinhas completas no valor de R$10.000 e, ainda, ao grande prêmio de R$ 1 milhão junto a um ônibus* da Seleção recheado no valor de R$ 100 mil. O sorteio final acontece no dia 2 de julho.

*prêmio de R$ 100.000,00, equivalente apenas ao valor dos prêmios. O valor do ônibus não está incluso na premiação.

Assista ao filme:




Quando solicitados a mencionar uma aptidão que será mais importante para o marketing no futuro, a personalização ficou no topo da lista dos anunciantes, de acordo com um novo estudo feito pela Adobe.

O estudo “Obstáculo digital: a luta dos anunciantes para reinventarem a si mesmos” destaca os problemas enfrentados pelos anunciantes em um momento em que 64% deles esperam que seus papeis mudarão no próximo ano e 81% preveem mudanças nos próximos três anos.

A CMO da Adobe, Ann Lewnes, demonstrou surpresa diante do fato de que personalização tenha superado áreas quentes como mobile, big data, social e marketing em tempo real. “Mobile é tão grande - e, consequentemente, assustador - que as pessoas simplesmente não sabem por onde começar, então, de certa forma, estão paralisadas”, afirmou Lewnes.

“Embora complexa, a personalização parece mais restrita para mim. Os anunciantes enten dem que o conceito de segmentação e personalização é realmente característico dos tempos modernos. Há ferramentas para isso. E eles sabem que funcionam”.

Mesmo com um terço dos anunciantes dizendo que personalização será fator-chave para seguir adiante, 61% deles acreditam que mídia social será o veículo de marketing mais crítico para se focar no período de um ano de agora em diante. E pouco mais da metade citou mo bile.

“Os anunciantes têm um monte de assuntos grandes e espinhosos para lidar. Enquanto perso nalização apareceu como sua prioridade, eles também sabem que mobile é uma área enorme para se focar”, acrescentou Lewnes. “Mobile é para onde as meninas dos olhos e o dinheiro estão se movendo. Então, os anunciantes estão motivados a decifrar o código do mobile. As ferramentas - design adaptável, edição, analytics - agora existem. Então, não há mais descul pas”.

Para esse fim, mais de um terço dos anunciantes disseram que investir em mobile marketing seria essencial no próximo ano. Os anunciantes também irão contratar profissionais de digi tal/social, analistas de dados e criativos. Esse tipo de contratações podem ajudar os anun ciantes a se preparar para mudanças e estimular as companhias a abraçar novas tecnologias. Sessenta e cinco por cento dos pesquisados afirmaram estar mais confortáveis em adotar novas tecnologias quando elas se tornam mainstream, embora 45% tenham declarado que gostariam de assumir mais riscos. 

No momento, metade dos anunciantes diz estar confiando em seu próprio taco para dirigir os investimentos de marketing.

Artigo de Natalie Zmuda | Advertising Age - Tradução: Roseani Rocha | Meio & Mensagem 



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Todos estão falando da "Internet das Coisas", mas o que exatamente isso significa para o nosso futuro? 

Nesta palestra reflexiva, o economista Marco Annunziata analisa como a tecnologia está transformando o setor industrial, criando máquinas que podem ver, sentir e reagir, para que sejam operadas de maneira muito mais eficiente. 

Imagine: peças de um avião que enviem um alerta quando precisarem de reparos, ou tur binas eólicas que se comuniquem umas com as outras para gerarem mais eletricidade. 

É um futuro com implicações emocionantes para todos nós.




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A grife de chocolates finos Kopenhagen apostou em sensações e sabores especiais na criação dos novos produtos para a Páscoa 2014. Seguindo as últimas tendências internacionais da gastronomia, a marca contou com a participação do food stylist, Nir Adar para ajudar na elaboração da nova campanha.

O artista e chef de cozinha que é reconhecido no mundo inteiro, teve o desafio de unir o plano de imagens com a aparência apetitosa dos produtos em uma campanha sofisticada e que mostrasse os processos de elaboração do chocolate, do marshmallow e das frutas com destaque para os ovos Nhá Benta, Creme Brulée e Tiramissú.

Com um investimento de produção de R$ 600 mil, o filme foi criado pela agência DM9DDB e teve direção de Renato Amoroso, da O2 Filmes. A campanha está no ar, em horário nobre.


Fonte: Meio e Mensagem




o
A última Kombi do mundo foi fabricada no Brasil em dezembro de 2013. Em homenagem a seu modelo icônico, a Volkswagen lançou no final do ano uma campanha, criada pela AlmapBBDO, composta por mídia impressa e digital. Numa das ações, a empresa publicou o testamento com os 15 últimos desejos do veículo. O último deles era voltar para casa e rever a família.

Estreou na semana passada no Youtube o documentário que registrou a realização da última vontade da Kombi. Ele será veiculado no site da Volkswagen, encerrando a campanha lançada em setembro de 2013. A última viagem da Kombi é relatada na primeira pessoa e a dona da voz é a atriz Maria Alice Vergueiro, do lendário vídeo “Tapa na Pantera”.

No filme, imagens da estrada se alternam às lembranças do carro e histórias contadas no site. Entre elas, a de Bob Hieronimous, que pintou a Kombi mais famosa do festival de Woodstock, tornando o modelo um ícone da contracultura dos anos 60/70. A  Kombi então segue para voltar para casa e reencontrar a família, realizando assim a última vontade registrada em seu testamento.

Além do documentário final, seis minidocumentários foram realizados. Todos eles mostram os desejos da Kombi sendo realizados.

Vejam o filme:


Fonte: Adnews



Jussara de Barros*

Tudo começou quando o rei da França, Carlos IX, após a implantação do calendário grego riano, instituiu o dia primeiro de janeiro para ser o início do ano. Naquela época, as notícias demoravam muito para chegar às pessoas, fato que atrapalhou a adoção da mudança da data por todos.

Antes dessa mudança, a festa de ano novo era comemorada no dia 25 de março e terminava após uma semana de duração, ou seja, no dia primeiro de abril. 

Algumas pessoas, as mais tradicionais e menos flexíveis, não gostaram da mudança no calen dário e continuaram fazer tal comemoração na data antiga. Isso virou motivo de chacota e gozação, por parte das pessoas que concordaram com a adoção da nova data, e passaram a fazer brincadeiras com os radicais, enviando-lhes presentes estranhos ou convites de festas que não existiam. Tais brincadeiras causaram dúvidas sobre a veracidade da data, confun dindo as pessoas, daí o surgimento do dia 1º de abril como dia da mentira.

Aproximadamente duzentos anos mais tarde essas brincadeiras se espalharam por toda a Inglaterra e, consequentemente, para todo o mundo, ficando mais conhecida como o dia da mentira. 

Na França seu nome é “Poisson d’avril” e na Itália esse dia é conhecido como “pesce d’aprile”, ambos significando peixe de abril. 

No Brasil, o primeiro Estado a adotar a brincadeira foi Pernambuco, onde uma informação mentirosa foi transmitida e desmentida no dia seguinte. “A Mentira”, em 1º de abril de 1848, apresentou como notícia o falecimento de D. Pedro, fato que não havia acontecido.

Walt Disney criou uma versão para o clássico infantil Pinóquio, dando ênfase à brincadeira, mostrando para a criançada o quanto mentir pode ser ruim e prejudicial para a vida das pes soas. Ziraldo, um escritor brasileiro da literatura infanto-juvenil, também conta histórias sobre as mentiras, através do tão famoso personagem, o Menino Maluquinho. Em "O Ilusio nista", Maluquinho descobre o mal provocado por roubar, fingir e mentir.

Pregar mentiras nesse dia é uma brincadeira saudável, porém o respeito e o cuidado devem ser lembrados, para que ninguém saia prejudicado, afinal, a honestidade é a base para qual quer relacionamento humano.

*Jussara de Barros é pedagoga
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