sexta-feira, 14 de março de 2014

Venerdì bello





Diversos vídeos do tipo 1 segundo por dia fizeram sucesso nos 
últimos anos, até com a existência de aplicativos que facilitam este trabalho. 

Utilizando essa estrutura, a ONG britânica Save The Children criou um poderoso comercial que alerta sobre a situação das crianças na Síria, onde mas de 11 mil foram mortas e 11 milhões se tornaram refugiadas.

No filme, acompanhamos o cotidiano feliz de uma menina em Londres, que captura um segundo de sua vida todos os dias.

O início de uma guerra, porém, muda tudo, e ela passa de um aniversário alegre entre a família e amigos, para um comemorado numa barraca militar.

Criada pela agência Don’t Panic, a campanha assina com a frase: “Não é porque não está acontecendo aqui, que não está acontecendo”, em uma tentativa de fazer a crise na Síria parece menos remota do que parece.


Fonte: Exame



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A Coca-Cola divulgou mais um vídeo em seu canal Aqui tem felicidade, no Youtube, criado para dar mais transparência ao processo de produção da bebida. A nova postagem é um institucional no modelo “informe publicitário”, em que uma reportagem detalha o processo de engarrafamento do refrigerante.

A iniciativa do canal surgiu depois que várias polêmicas com a marca explodiram nas redes sociais no ano passado. Diversos internautas postaram vídeos em que afirmavam ter encontrado corpos estranhos dentro de garrafas da bebida.

Veja o novo vídeo aqui.



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O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1| A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO: O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.

2| CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES:Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3| A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO: Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4|A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO: Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegar o momento.

5|DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE: A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”)”.

6| UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO: Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7| MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE: Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.

8|ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE: Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9| REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE: Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10| CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM: No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

Comentários:
E ainda existem pessoas, principalmente na academia, tanto por parte de docentes e alunos que não acreditam nisso e fingem o tempo todo que isso é mentira e algo totalmente sem sentido. Por outro lado, existem aqueles que conhecem e se vendem. Até quando ...



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Um estudo da Kantar Worldpanel mostra que, em 2013, os consumidores brasileiros reduziram suas idas aos supermercados em três vezes, em média, em relação a 2012. Eles também aumentaram em 3% o volume consumido e em 9% o preço médio pago nas compras. Ou seja, seu hábito de compra voltou a se aproximar da antes comum “compra do mês”, embora tal tendência ainda não seja efetiva por completo.Segundo a consultoria, o resultado mostra que, apesar da inflação alta, o brasileiro não diminuiu seu consumo de itens de supermercado. Embora a classe C tenha sido a “grande responsável pelo crescimento recente do consumo no País”, as classes A/B também aumentaram em 2% o volume consumido e diminuíram a ida ao ponto de venda em apenas uma vez.

As classes D/E, por sua vez, foram mais sensíveis à inflação registrada em 2013, registrando queda de 1% no volume consumido. Mas, apesar dessa retração, o número de itens comprados por eles a cada compra aumentou 9% em comparação a 2012. A Kantar aponta que categorias como catchup, cervejas, sobremesa pronta e suco pronto para beber ainda precisam ser conquistados por essas classes.

Sob ponto de vista regionalizado, o “Centro-Norte” do País (que engloba Centro-Oeste, Norte e Nordeste e as regiões do Interior do Rio de Janeiro, Espirito Santo e Minas Gerais) seguiu o movimento de diminuir as idas ao ponto de venda e aumentar seu volume de compras e o preço médio gasto. Já as regiões do interior de SP e Sul mostraram um crescimento no preço médio gasto, porém uma estabilidade em sua frequência de compra e no volume adquirido.

Fonte: Supermercado Moderno



Fábio Zugman*

Os melhores professores que tive, sem dúvida alguma, não foram aqueles com maior conhecimento ou uma lista de títulos e diplomas no currículo. Foram aqueles que com suas palavras e ações passavam uma simples mensagem: eu acredito em você.

Como autor de livros, várias vezes dependi da opinião de outras pessoas para decidir se uma ideia, rascunho ou manuscrito era bom ou merecia a lixeira. Alguns eram profissionais da área, mas outros foram amigos e parentes próximos que, com uma leitura, uma opinião ou outra ação, disseram: eu acredito em você.

O mesmo na vida profissional, onde devo gratidão a vários profissionais, coaches, headhunters e empreendedores de sucesso, que deram um empurrão, ofereceram conselho, ou simplesmente foram um ombro amigo na hora da dificuldade.

Nossa sociedade é marcada por uma abundância de informações, de pessoas, de opções. Tudo isso pode, sim, ser positivo, oferecendo oportunidades que sequer imaginávamos a alguns anos atrás. Eu, um pouco mais jovem, tive que revirar a cidade onde morava para encontrar uma professora de mandarim quando quis aprender a língua. Alguns anos mais tarde, arranjava alguns MP3 em chinês e gravava CDs para ouvir no carro. Hoje, se quiser retomar os estudos, posso assistir a vídeo-aulas onde estiver, com o meu celular.

O mesmo vale para pessoas. Comece a prestar atenção no número de “amigos" que você, seus amigos e outros têm em suas redes sociais. Eu, sinceramente, não conheço todo mundo que faz parte das minhas. Essa abundância de amigos às vezes nos faz esquecer que amigo que é amigo se conta nos dedos, liga quando você fica um tempo sem aparecer e está por perto quando é preciso. Tenho 1.073 “amigos" no Facebook e me pergunto quantos apareceriam se eu pedisse ajuda para empacotar coisas e mudar de apartamento.

Veja, caro leitor, não estou dizendo que não é bom ter contatos. Tenho 16.000 seguidores na fanpage e amo cada um deles :) Também nada contra professores CDFs que nos levam ao limite do conhecimento, ou profissionais comprometidos com suas funções, que sejam profissionais em seu ambiente de trabalho e deixem o “algo a mais” para outra ocasiões. Durante a vida, você terá muito mais conhecidos e contatos profissionais do que mentores e confidentes.

Por isso, é fácil esquecer que falta o “algo a mais”. Durante algum tempo, eu recebi neste espaço aqui no Administradores perguntas dos leitores. Não que eu tenha recebido uma enxurrada de correspondências, mas muitos e-mails me pareciam pessoas em busca de algo em que se apoiar. Somando-se às correspondências que recebo dos leitores dos meus livros, aprendi que um simples “Eu acredito em você, tudo vai dar certo” pode ser a melhor resposta.

Nossos avós diriam algo como “por trás de um grande homem há uma grande mulher”. A frase entrega a data das ideias em que foi cunhada: é uma visão machista, baseada em um conceito de colocar uma pessoa na frente de outra em uma relação. Ainda assim, não consigo ver problemas na ideia básica do conceito. Em uma visão do século XXI, eu diria: ao lado, de grandes pessoas, há outras grandes pessoas.

E é isso que talvez falte nessa pressa de ter quinhentos amigos, ser feliz, crescer profissionalmente e chupar cana ao mesmo tempo em que vemos tanta autoajuda e outros guias por aí. Falta aquela voz autêntica que se destaca na multidão, aquela que acredita em você, o apoia, ajuda a resolver seus problemas e seguir crescendo.

O risco de viver em uma sociedade com tanta informação à nossa disposição é que podemos ficar com a sensação de que coisas essenciais se tornam descartáveis: Sempre há mais alguns amigos na próxima rede social, professores nas próximas aulas, amantes no próximo Tinder. O perigo é que aulas se tornam conteúdo, amigos se tornam contatos, e amantes, bem… Digamos que há um crescente número de estudos bem interessantes ligando a facilidade de encontrar parceiros às estatísticas de separação e solteiros convictos. Informação demais pode tornar as coisas descartáveis e superficiais.

Por isso, leitor, o melhor conselho que posso oferece quanto a isso é esse: procure quem acredita em você. Não importa se é na vida pessoal ou profissional, se é na hora que as coisas estão uma maravilha ou pendendo de um precipício. Procure aquelas pessoas que sem esperar trombetas tocando, presentes e favores em troca ou gratidão eterna, merecem aquela dedicatória no final.

Você merece alguns desses na sua vida: Aqueles que ouvem seus problemas, escutam, ficam por ali, e finalmente dizem: Eu acredito em você.

*Fábio Zugman: Consultor de empresas, é autor de diversos livros, entre os quais "Empreendedores esquecidos" e "Administração para profissionais liberais". Em sua coluna aqui no Administradores.com, ele fala sobre empreendedorismo, inovação e criatividade, respondendo perguntas dos leitores. Veja também: www.zugman.com




quinta-feira, 13 de março de 2014

Saia da frente que eles chegaram

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Lembram do famoso desenho As Bicicletas de Belleville, também indicado ao Oscar de melhor animação? Pois o ilustrador e diretor do filme, Sylvain Chomet colocou sua arte a serviço do pop. Ele acaba de criar uma nova versão visual para a abertura da série Os Simpsons que é IMPERDÍVEL.

O vídeo foi ao ar oficialmente no último dia 9, nos Estados Unidos. Nele, após um breve apagão, os traços de Matt Groening são substituídos pelos desenhos de Chomet. 

Na nova versão, Homer assiste televisão comendo um pote de scargots enquanto Marge procura Maggie, e Bart brinca com um kit para fazer patê de fígado de ganso. 




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Que Neil Young faz música de qualidade, todos nós já sabemos. O fato é que o músico também quer oferecer música digital de grande qualidade ao público e, para isso, resolveu lançar seu próprio player: o Pono. 

O Pono é uma espécie de mp3 player, como o iPod, com uma tela touch de LCD e 128 gigabytes (uou!) de memória, ou seja, tem capacidade para armazenar entre mil e duas mil músicas em alta qualidade. 

O player será alimentado pela loja virtual especializada em arquivos de menor compressão chamada PonoMusic. 

Lá, estarão tanto canções lançadas por selos independentes. O serviço vai ficar disponível no Kickstarter a partir do dia 15 de março ao preço sugerido de 339 dólares. 

Neil Young falou sobre o novo produto e o justificou muito bem comentando a paixão pela música: “Queremos levar a música digital para o século 21 e o PonoMusic faz isso. 

Não poderíamos estar mais animados – e nem é por nós mesmos, mas por aqueles que se emocionam com o que a música significa na vida deles.” Já podemos aprovar o Pono, certo? 




Você certamente não conseguiu navegar na internet na última terça (11.março) sem assistir o vídeo “First Kiss”. Divulgado como um projeto da diretora e fotógrafa Tatia Pilieva, o curta mostra quase 4 minutos de estranhos se beijando sem motivo aparente. “É o amor!”, disseram os românticos.

O vídeo, na verdade, pretende ser um grande comercial da grife Wren, já que todos os participantes – atores provavelmente – vestem roupas da marca.

Que não existe almoço grátis, nós já sabemos. O que importa é observar um número impressionante: Quase 9 milhões de visualizações no YouTube em menos de 24 horas. Quantos comerciais atingem tal marca em tão pouco tempo?


Fonte: B9



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Os vídeo cases não servem apenas para agência vender seu peixe para júris de festivais. Eles também revelam resultados que o grande público ainda não conhecia.

A agência finlandesa 358 acaba de divulgar o filme que mostra detalhes de sua campanha feita em parceria com a Cancer Society do país. Com o objetivo de criar uma nova maneira de educar jovens sobre os males do tabaco, os criativos desenvolveram um site que mostra o antes e depois do fumo de maneira interativa.

É possível observar os males causados pelo tabaco na boca, na pele, no cabelo, nos pulmões, na gravidez, entre outros. Tudo com uma divisão que mostra o antes e o depois.

Lançado para o grande público em 2013, o site obteve repercussão mundial. Foram mais de 10 milhões de page views, 5 milhões de visitas – 160 mil da Finlândia – e 6 milhões de euros em mídia espontânea, o que significou 100 vezes o investimento inicial.


Fonte: Adnews



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A forma como classificamos economias nacionais está toda errada, diz a reformadora de agências de classificação de risco Annette Heuser. Com misteriosos e obscuros métodos, as três agências de classificação americanas detêm imenso poder sobre economias nacionais em todo o mundo, e as consequências podem ser catastróficas. Mas, e se existisse outro jeito? Nesta audaciosa conversa, Heuser compartilha conosco sua visão de uma agência sem fins lucrativos que traria mais igualdade e justiça ao cenário atual. 


quarta-feira, 12 de março de 2014

Será que estamos entendendo tudo?

A ideia é disseminar no setor produtivo o conceito de que “o pecuarista não produz apenas boi, mas sim, alimentos, a carne que ele e sua família também consomem diariamente”

A JBS vai iniciar no Brasil sua primeira campanha publicitária voltada para o pecuarista. O objetivo é valorizar a produção pecuária do país e reconhecer a importância que o produtor tem na oferta de um produto de qualidade ao consumidor final. A ideia é disseminar no setor produtivo o conceito de que “o pecuarista não produz apenas boi, mas sim, alimentos, a carne que ele e sua família também consomem diariamente”.

Com o slogan “Juntos por um Boi de Sucesso”, a estratégia da JBS é se aproximar ainda mais do setor produtivo e demonstrar que para se produzir a carne com a qualidade que o consumidor final demanda é necessário que o pecuarista também esteja envolvido.

“As campanhas publicitárias da Friboi alavancaram a procura por carne bovina. Por isso, temos que nos preocupar cada vez com a qualidade dessa carne para que o consumidor mantenha o interesse constante”, afirma Renato Costa, presidente JBS Carnes no Brasil.

“Nessa parceria queremos fazer com que a marca Friboi seja o canal de vendas do produtor, garantindo maior liquidez para uma cadeia mais madura e integrada por meio de um acesso diferenciado aos mercados”, completa.

Para engajar o pecuarista, a JBS utilizará revistas especializadas, sites e canais de televisão que tenham o produtor como audiência principal, se valendo de uma comunicação em 360 graus. Já em março será possível encontrar anúncios nesses veículos informando que o sucesso de marcas como Friboi e Swift se deve à parceria da companhia com o produtor. “A JBS desmonta, embala e distribui a qualidade que vem do campo”, afirmou Costa em entrevista.



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Para divulgar a Série 3, produto mais vendido pela marca no mundo, a BMW lança uma campanha publicitária exclusiva para o mercado nacional, que inclui veiculações na TV aberta pela primeira vez desde que a empresa atua no mercado nacional - a peça começou a ser veiculada na Rede Globo de Televisão nacional e regionalmente, no último dia 10 e se estenderá ate 22 de março, nos intervalos comerciais de alguns dos principais telejornais da emissora.

Além da TV aberta, o plano de mídia também contempla TV a cabo e veiculações de peças publicitárias em alguns dos principais meios de comunicação do país, entre revistas, jornais e portais. A marca investirá também em emissoras de rádio.

“A campanha publicitária da BMW Série 3 reforça ainda mais o compromisso da companhia com o país, em um momento de expansão dos negócios e construção de nossa fábrica em Santa Catarina. Nossa intenção, além de reforçar os atributos e diferenciais do produto, é demonstrar por meio desta ação inédita da marca na TV aberta, que o desejo de conquistar um veículo BMW é tangível e está mais próximo do que as pessoas imaginam”, comenta Herlander Zola, diretor de marketing da BMW do Brasil.

A campanha foi desenvolvida em parceria com a agência DPZ. O filme utilizado na iniciativa foi elaborado pela BMW globalmente e adaptado ao mercado brasileiro pela agência.



Categoria conquistou 1,7 milhão de novos lares brasileiros entre 2012 e 2013. Produto tem mais adesão no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro em famílias de classe média

O consumo de sucos prontos conquistou 1,7 milhão de novos lares brasileiros no último ano, segundo dados de uma pesquisa da Nielsen. A compra de bebidas não alcóolicas teve um crescimento de 0,3% entre novembro de 2012 e novembro de 2013, com destaque para os sucos que registraram um aumento de 12,5% no período. A adesão do novo hábito de consumo aconteceu predominantemente no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro, especialmente em lares com nível socioeconômico médio e donas de casa com 51 anos ou mais.



Grupo movimenta 58% do crédito e injeta R$ 1 trilhão na economia

Serasa Experian e Data Popular anunciaram hoje parceria que levou à criação do mais completo estudo já realizado no Brasil sobre a classe C: Faces da Classe Média. O levantamento é um retrato acurado dos perfis que compões a classe média do Brasil, que vai permitir que empresas, agências e profissionais de marketing, estudiosos e gestores de políticas públicas tenham dados para traçar estratégias, desenvolver serviços e produtos e falar a mesma língua do seu público-alvo.

Nos últimos anos, o Brasil tem passado por uma das mais profundas mudanças de sua história. A pirâmide de classes econômicas se transformou em losango com o crescimento da classe média. Hoje, a classe C, como também é conhecida, é composta por cerca de 108 milhões de pessoas que gastaram mais de R$ 1,17 trilhão em 2013 e que movimentaram 58% do crédito no Brasil.

Hoje, a classe média está mais concentrada na região Sudeste do Brasil, com 43%, seguida de Nordeste (26%), Sul (15%), Centro-Oeste (8%) e Norte (8%). Para se ter uma ideia, se a classe C formasse um país, seria o 12º em população, com mais habitantes que a Alemanha, o Egito e a França, e a 18ª nação do mundo em consumo, podendo pertencer ao G20. Em 2014, pretende consumir 8,5 milhões de viagens nacionais, 6,7 milhões de aparelhos de TV, 4,8 milhões de geladeiras e 4,5 milhões de tablets, como mostra a tabela abaixo. Mesmo assim, ainda é vista pela maioria das empresas como uma massa única e homogênea. Segundo Renato Meirelles, presidente do Instituto Data Popular “a classe média deixou de ser um segmento de mercado e para a maioria das categorias se tornou o principal público consumidor. Entender as várias faces deste público é fundamental para que empresas e o poder público desenvolvam estratégias mais eficientes de marketing e comunicação, afinal estamos falando de mais de 100 milhões de pessoas”.


Para dar suporte na definição do alvo e das estratégias de políticas públicas e ações das empresas, a Serasa Experian, líder mundial em serviços de informação, e o Instituto Data Popular, especializado em mercados emergentes, realizaram, durante um ano, estudos inéditos sobre a classe média. Juntos, desenvolveram a solução “Faces da Classe Média”, que permitirá às empresas entender e conhecer em detalhe quem são os consumidores emergentes que se tornaram os protagonistas de um mercado interno crescente, onde eles estão, qual o comportamento e intenção de consumo, possibilitando, assim, a otimização de investimentos na busca por nichos da classe média.

“Os perfis revelados pela solução Faces da Classe Média permitem que as instituições tenham uma visão segmentada desses consumidores e possam entender de que forma devem endereçar suas ações, produtos e serviços, criando soluções para os quatro diferentes nichos, que antes eram observados como um único alvo. Isso possibilita empreender novas frentes de consumo e abordar com precisão esses mercados, gerando melhores condições de crédito para o consumidor e movimentando a economia do Brasil”, afirma Ricardo Loureiro, presidente da Serasa Experian.

Para a construção da segmentação, essa população foi avaliada sob 400 variáveis, considerando-se informações geográficas, demográficas, creditícias e comportamentais. O resultado de sofisticadas técnicas estatísticas originou a definição dos grupos que compõem a classe média, que representa 54% da população do país e vem crescendo a cada ano, com previsão de que chegue a 58% em 2023, ou seja, 125 milhões de pessoas.


Esse percentual da população brasileira é composto por diferentes perfis, que têm comportamentos distintos de consumo, mas que representa, em todos os casos, satisfação, oportunidade e pertencimento. Os estudos permitiram segmentar a classe média em quatro grandes grupos: Promissores, Batalhadores, Experientes e Empreendedores.]

Promissores
Os Promissores totalizam 14,7 milhões de pessoas, 19% da classe média, e formam um grupo composto por jovens, com média de idade de 22,2 anos. Os solteiros são maioria (95%), 59% têm ensino médio completo e 57% têm emprego com carteira assinada. Outras características marcantes são que 72% acessam a internet e, mesmo jovens, já vivenciaram situações de aperto e a necessidade de endividamento. Ao todo, 51% confidenciaram que se descontrolam financeiramente. Para eles, a vida é feita de oportunidades e o acesso a crédito ajuda a melhorar as condições, mas a falta de prática faz com que acabem se colocando em situação de descontrole nas dívidas.

O grupo dos promissores consome R$ 230,8 bilhões e seus membros são mais propensos em gastar em beleza, veículos, educação, entretenimento, itens para casa e tecnologia. Os principais produtos e serviços que querem consumir nesse ano são academia de ginástica, faculdade, curso profissionalizante, móveis para casa, notebook, smartphone, carro e moto.

Nas regiões, estão distribuídos em 42% no Sudeste, 25% no Nordeste, 15% no Sul, 9% no Centro-Oeste e 9% no Norte.

Batalhadores
Os Batalhadores representam 39% da classe média, com 30,3 milhões de pessoas, idade média de 40,4 anos e 48% possuem ensino fundamental completo. Nesse segmento, os solteiros somam 72%, 49% possuem registro profissional com carteira assinada e 41% acessam a internet.

Para os Batalhadores, o emprego é considerado o caminho para a estabilidade, que possibilita a realização de sonhos e desejos. A casa própria, o carro, o estudo dos filhos tornam-se palpáveis e, por conseguinte, há a expectativa de um futuro ainda melhor para a geração seguinte. O estudo é visto como uma oportunidade para ascensão social.

Este é o maior grupo e, graças ao seu tamanho, é o que anualmente destina a maior verba para consumo: R$ 388,9 bilhões. Faz largo uso do crédito a que tem acesso, focando nas prioridades, geralmente vinculadas ao bem-estar familiar. O acesso ao crédito é uma alternativa para os momentos de aperto financeiro e foi fundamental para assegurar importantes conquistas, como a compra ou a reforma da casa. Membros desse grupo gastam seu dinheiro em turismo nacional, veículos, eletroeletrônicos, imóveis, movéis, eletrodomésticos e seguros. Os produtos e serviços de desejo para esse ano são viagens de avião para destinos nacionais, móveis para casa, máquina de lavar, TV (Plasma, LCD e LED), imóvel e carro.

Nas regiões, estão distribuídos em 45% no Sudeste, 24% no Nordeste, 16% no Sul, 8% no Centro-Oeste e 7% no Norte.

Experientes
É o perfil composto por 20,5 milhões de pessoas, 26% da classe média, com consumidores com idade média de 65,8 anos. Entre eles, 41% são viúvos, 36% de autônomos e apenas 7% com acesso regular à internet. Do total, 59% têm ensino fundamental completo e 31% não têm instrução. Para os Experientes, o momento pós-aposentadoria pode ser sinônimo de depressão e preconceito por parte dos mais jovens. Ainda assim, mantêm-se no mercado de trabalho, em busca de uma vida ativa para preservar o seu padrão de consumo.

O seu consumo anual é de R$ 274,0 bilhões e está relacionado à turismo nacional, eletroeletrônicos, serviços de saúde, móveis e eletrodomésticos. Os produtos e serviços dos sonhos para esse ano são viagem de avião para lugares nacionais, móveis para casa, geladeira, máquina de lavar e TV (Plasma, LCD ou LED).

Nas regiões, estão distribuídos em 42% no Sudeste, 29% no Nordeste, 16% no Sul, 7% no Centro-Oeste e 6% no Norte.

Empreendedores
Abrange 16% da classe média, com 11,6 milhões de pessoas, formando um grupo mais escolarizado que os demais. 42% estão cursando ou já concluíram o ensino médio e, 19%, o ensino superior. Além disso, também, 60% acessam a internet, a idade média é de 43 anos e 43% deles têm carteira assinada. A liberdade é bastante valorizada pelos Empreendedores e o trabalho reúne a necessidade do sustento com o gosto pela atividade, em busca da realização dos sonhos de vida.

Sendo o grupo que apresenta maior renda per capita, seu consumo anual é de R$ 276 bilhões, com investimentos em educação, eletroeletrônicos, turismo internacional, tecnologia, veículos e entretenimento. Os produtos e serviços desejados para esse ano são curso profissionalizante, viagem de avião ao exterior, móveis para casa, notebook, tablet, TV (Plasma/LCD/LED) e carro.

Nas regiões, estão distribuídos em 48% no Sudeste, 17% no Nordeste, 18% no Sul, 9% no Centro-Oeste e 8% no Norte.

Para mais informações sobre a solução “Faces da Classe Média”, acesse www.serasaexperian.com.br ou www.datapopular.com.br.


Como as máquinas e os personagens da ficção, no mundo real os humanos também estão sujeitos a manipulações em sua consciência. Temos de estar vigilantes para não engrossarmos as massas de manobras formadas pelos indolentes
Benedicto Ismael Camargo*

A fase inicial da mais recente versão do filme Robocop, que entrou em cartaz no Brasil, mais se assemelha a um videogame. Mas apesar de alguma previsibilidade, aos poucos a trama vai crescendo e começa a empolgar com a posição complicada em que Alex Murphy - o Robocop interpretado pelo ator Joel Kinnaman -, fica submetido aos interesses econômicos na produção e venda das máquinas policiais robóticas. É interessante de se ver.

O filme mostra que com o travamento decorrente da lei do senador Dreyfus, bem aceita pelo público e que impede a implantação de máquinas sem conteúdo humano no policiamento, Sellars (Michael Keaton), o CEO da Omnicorp, poderosa fabricante de armamentos, se põe a campo com o propósito de modificar a opinião da população e influenciar os congressistas para revogar a lei. 

As comunicações e a psicologia das massas são mobilizadas por ele com grande astúcia, distorcendo os fatos de acordo com suas conveniências, sendo auxiliado nisso pela cínica diretora das questões jurídicas da corporação. Novak, interpretado por Samuel L. Jackson, é o garoto propaganda, muito convincente no seu trabalho de seduzir as massas através da televisão.

Já o Dr. Dennett (Gary Oldman) apresenta um ensaio de neurociência no estudo da dinâmica cerebral de Alex para transformá-lo no Robocop. Porém o médico fica muito distante do núcleo interior, que quando desperto se sobrepõe ao raciocínio, achando que a consciência é formada pelas experiências de vida, deixando de lado a intuição e sua origem e a prerrogativa humana da livre resolução. Sua preocupação é evitar que a sensibilidade de Alex interfira no trabalho do Robocop.

Como as máquinas e os personagens da ficção, no mundo real os humanos também estão sujeitos a manipulações em sua consciência. Temos de estar vigilantes para não engrossarmos as massas de manobras formadas pelos indolentes. Edward Bernays (1891 – 1995), austríaco que foi pioneiro no campo das relações públicas e da propaganda, e que ajudou a popularizar nos Estados Unidos as teorias de seu tio, o psicanalista Sigmund Freud, disse em seu livro Propaganda, editado em 1928, que poderíamos ser largamente governados, ter nossas mentes moldadas, nossos gostos formados e nossas ideias sugeridas por homens que nunca nem ouvimos falar. Barnays se baseava no princípio de que as pessoas são irracionais, suas decisões e ações são manipuladas facilmente, e aplicava esse conceito na construção da propaganda.

Ele mostrou que a propaganda era uma arma poderosa para influenciar nas mais diversas atividades humanas, desde o consumo de produtos até as campanhas político-eleitorais, e que é possível moldar a mente das massas de forma que elas conduzam a força de sua decisão na direção desejada, supondo que estão agindo com o seu livre-arbítrio. Em uma de suas citações ele afirmou: “a manipulação consciente e inteligente dos hábitos organizados e opiniões das massas é um elemento importante na sociedade democrática. Aqueles que manipulam este mecanismo oculto da sociedade detêm um poder invisível que acaba se tornando predominante sobre os anseios da população.”

Segundo o escritor alemão Abdruschin, autor da Mensagem do Graal, o ser humano recebeu do Criador uma força de livre resolução, as faculdades de raciocinar e de sentir intuitivamente. Por isso temos o dever de praticar o poder da reflexão, acompanhando atentamente todos os acontecimentos, ligando-os com lógica, para não cairmos, por preguiça espiritual, na condição de escravos de crenças cegas. Isso levaria ao reconhecimento da existência das leis naturais da Criação, e ao respeito a elas, que traria a paz e a felicidade.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, e associado ao Rotary Club São Paulo. Realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. É também coordenador dos sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br, e autor dos livros “ Conversando com o homem sábio”, “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”, “O segredo de Darwin”, e “2012...e depois?”. E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: bidutra7




terça-feira, 11 de março de 2014

Coisas com quem sabe o que quer

Pesquisa da Expertise aponta hábitos e percepções de ambos os sexos 
sobre temas como família, divisão de contas, remuneração e
 ocupações profissionais

O Dia Internacional da Mulher acende a antiga discussão sobre a igualdade entre os sexos. Uma pesquisa da Expertise aponta que 75% dos brasileiros percebem a sociedade como machista. Apesar de a maioria concordar nesse quesito, existe diferença na percepção de homens e mulheres: 82% delas acreditam que o Brasil é machista, enquanto 69% deles partilham da mesma opinião. O levantamento ouviu 1.258 pessoas de ambos os sexos de diferentes classes sociais, em todos os estados.

Diante de uma autoavaliação, um terço dos homens admitiu ser machista ou pelo menos um pouco machista. No entanto, 96% das pessoas acreditam que existem diferenças entre homens e mulheres no país, enquanto 62% reconhecem a legitimidade do movimento feminista. Contraditoriamente, um em cada cinco entrevistados considera inaceitável que a mulher use roupas curtas ou decotadas.

A pesquisa levou em conta ainda aspectos de igualdade entre os gêneros e identificou que quatro em cada cinco brasileiros não consideram um problema a esposa ganhar mais do que o marido. Quando o tema é dividir as contas, a percepção também é igualitária: 81% dos entrevistados de ambos os gêneros acham justo que a despesa do bar ou restaurante seja dividida e 56% acreditam que os gastos domésticos devam ser partilhados pelo casal. A percepção de responsabilidade mútua é ainda maior quando o tema é o cuidado com os filhos, assim como a divisão das tarefas domésticas.

A relação social entre os cônjuges também foi abordada: 90% dos brasileiros consideram normal sair sem a companhia do cônjuge, enquanto 10% consideram o comportamento inaceitável. Para 46% dos homens é aceitável que a esposa faça programas apenas com os amigos. Este índice sobe para 53% quando é o marido quem sai sozinho.

Igualdade em funções profissionais
As funções domésticas e o cuidado com as crianças continuam sendo tarefas associadas às mulheres: 83% dos entrevistados optam pela contratação delas para cuidar de seus filhos, enquanto apenas 17% disseram que poderiam contratar também um homem. Reconheceram estranheza nesta segunda opção 50% deles, enquanto 12% se sentiriam desconfortáveis.

Quanto à presença de pessoas do sexo feminino em profissões tradicionalmente dominadas por homens, o fato de uma mulher ser instrutora de autoescola, por exemplo, gera indiferença. Apesar disso, 17% das pessoas estranhariam caso se deparassem com uma motorista de táxi. Uma mulher como comandante de um avião também foi percebido como algo normal entre os entrevistados: 21% estranhariam inicialmente, mas alegaram que isso não seria um problema.





Confira aqui o vídeo que aborda:
A evolução das marcas. Seus movimentos no tempo e no espaço. O branding na era digital: entre a busca de sentido e a necessidade de conexão. Marca como construção cultural para criação e geração de valor. Uma visão dinâmica e abrangente.
Criação: Levi Carneiro 
Design: Anna Paola
Realização: Ideia Comunicação
Produção: Tutano



Professor alega ter sido enganado ao comprar carne de bandeja 
em supermercado de Cuiabá; vídeo já tem 8,5 mil compartilhamentos

Uma unidade do supermercado Extra em Cuiabá (MT), rede pertencente ao Grupo Pão de Açúcar, está sendo acusado de "maquiar" as carnes vendidas em bandejas de isopor. O professor universitário Haroldo Arruda Junior postou um vídeo no Facebook onde mostra que a carne de melhor qualidade é posicionada por cima, enquanto o resto do conteúdo da embalagem é composto de retalhos gordurosos.

O vídeo, de um minuto e meio, conta com mais de 8,5 mil compartilhamentos e 140 comentários. 

O professor alega ter comprado tiras de filé de alcatra, que custou aproximadamente 25 reais o quilo, para o preparo de estrogonofe. Mas ao abrir uma das embalagens, descobriu que apenas a parte visível era de boa qualidade. 

Logo depois gravou o vídeo abrindo a segunda embalagem, e comprovou o fato. 

Veja abaixo:




Painel contará com as presenças de Josefá Lira (Embraer),  
Bruno Carramenha(Unilever) e Sandy Soare (Associação Brasileira de Anunciante)

Crise e Reputação: A Comunicação, o Sourcing, o Compliance e as novas tendências do mundo corporativo para enfrentar crises e defender marcas, negócios e reputação  é o título da mesa-redonda que será realizada na 17ª edição do Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, programado para os dias 6, 7 e 8 de maio, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. O objetivo é debater as profundas transformações que estão ocorrendo no ambiente jornalístico e como o impacto das crises afetam as marcas. Participarão desse debate Josefá Lira, Embraer; Bruno Carramenha, gerente de Comunicação da Unilever; e Sandy Soares, Associação Brasileira de Anunciantes. A mesa será realizada no dia 6 de maio, das 16h40 às 18h00.

A edição deste ano do Congresso, mostra-se mais compacta, ousada e instigante, como lembra Marco Rossi, diretor da Mega Brasil Comunicação e promotora do evento, tendo em vista que terá um número menor de atrações, porém discussões muito mais profundas e relevantes, até aqui incomuns nos eventos da área.

Referência no mercado, o Congresso é um dos mais importantes eventos do segmento da Comunicação na América Latina. O encontro tem como tema central “Inteligência e comunicação estratégica na era da sociedade participativa”, e contará ainda com três mesas redondas. Além disso, realizará pela primeira vez o Fórum do Pensamento, que debaterá O Brasil dos sonhos e o Brasil real, com a pçarticipação de Jorge Gerdau, Fabio Barbosa e Gaudêncio Torquato, nomes de expressão do cenário nacional.

O evento terá também programações especiais produzidas em parceria com Aberje, Abracom e Conferp. Também integram a grade oficial, a entrega do Prêmio Personalidade da Comunicação – como homenageada a jornalista Miriam Leitão –, o lançamento do Anuário Brasileiro de Comunicação Corporativa – Agências, Clientes e Fornecedores, além de um painel final reunindo o melhor do Congresso, o Crème de la Crème.

O Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa 2014 está com inscrições abertas e deve reunir cerca de 1.000 participantes de todo o País. O evento conta com o patrocínio master da Ambev, com patrocínios temáticos de Edelman Significa, FSB, CDN e S2Publicom, e apoio institucional da RP1 e In Press.

A programação completa e outras informações podem ser conferidas no www.megabrasil.com.br/eventos ou pelo e-mail eventos@megabrasil.com.br. As inscrições podem ser feitas pelo site pelo telefone 11-5576-5600.



Podem se inscrever agências de publicidade de oito regiões brasileiras

Com a finalidade de estimular o mercado publicitário local, o Grupo Meio & Mensagem promove mais uma edição do Show Up - O Melhor da Propaganda Regional. A iniciativa avalia, reconhece e promove as melhores ações publicitárias de agências localizadas em oito regiões brasileiras: os Estados de Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, e as regiões Norte, Centro-Oeste, Nordeste, Sul, além do Interior e Litoral do Estado de São Paulo.

A participação das agências é gratuita e os trabalhos podem concorrer nas categorias Rádio, Filme, Digital e Impresso. É permitido, no máximo, 40 peças por empresa. A avaliação será responsabilidade de um corpo de jurados formado por cerca de 20 profissionais, criativos de renome nacional de todas as regiões do País.

As inscrições já estão abertas para agências do Estado do Espírito Santo. Podem ser feitas diretamente no hotsite do Show Up (http://showup.meioemensagem.com.br/). As demais localidades seguem o cronograma abaixo.

"O modelo do Show Up é muito interessante por não se tratar de um prêmio, mas de uma certificação, responsável por proporcionar visibilidade nacional aos trabalhos desenvolvidos por agências de todo o Brasil. Essa iniciativa valoriza e estimula o mercado publicitário em todo o País, gerando, inclusive, novos negócios", diz José Carlos de Salles Gomes Neto, presidente do Grupo Meio & Mensagem.

As peças certificadas pelo Show Up 2014 serão divulgadas na plataforma Meio & Mensagem, com matérias especiais no jornal impresso e site, nas redes sociais e hotsite do projeto. Além disso, as agências com trabalhos selecionados em cada categoria participarão gratuitamente, por um período de três meses, do Portfólio de Agências do grupo, considerada no segmento uma das maiores vitrines do Brasil. 

Inscrições Show Up 2014
Espírito Santo – até 07/03 – resultados em 21/04
Norte – de 19/03 a 12/04 – resultado 26/05
Minas Gerais – de 16/04 a 10/05 – resultados 23/06
Centro-Oeste – de 04/06 a 28/06 – resultado 11/08
Rio de Janeiro – de 09/07 a 02/08 – resultado 15/09
Nordeste – de 06/08 a 30/08 – resultado 13/10
Interior e Litoral (SP) – de 03/09 a 27/09 – resultado 10/11
Sul – de 30/09 a 24/10 – resultado 08/12


Novo serviço irá aproximar os geradores de conteúdo dos profissionais 
de marketing que precisam de conteúdos qualificados e personalizados 
para seus canais digitais

Sites, blogs, redes sociais, newsletters... encontrar informações relevantes para abastecer tantas fontes é um dos grandes desafios das organizações em todo o mundo. Apesar disso, a verba destinada ao conteúdo digital deverá representar 30% do budget de marketing, segundo pesquisa* recente sobre content marketing realizada nos Estados Unidos. E o estudo ainda aponta que 65% das empresas darão prioridade a conteúdos próprios, já que gerar novos negócios e engajar clientes e influenciadores são os principais objetivos das estratégias digitais.

É justamente para atender essa demanda que o Teckler (www.teckler.com) lança o Marketplace Corporativo, um serviço global para que empresas de qualquer segmento possam encomendar e comprar conteúdos criados pelos usuários da plataforma nos idiomas português e inglês.

 “Na internet encontramos materiais de muita qualidade, elaborados por pessoas que possuem o know how de um determinado assunto. Precisamos proteger os créditos de quem é especialista e estreitar o laço com as empresas que precisam dessa mão de obra”, explica Claudio Gandelman, fundador e CEO do Teckler.

O Marketplace Corporativo oferece benefícios para todos os envolvidos. As empresas poderão realizar uma competição para encontrar o conteúdo desejado, com total controle do processo, desde a definição do briefing (tema, tamanho, tipo de material), até o valor a ser pago, prazo de entrega e escolha do vencedor. A competição pode durar de 1 a 30 dias, dependendo da quantidade de participantes que se deseja alcançar. A remuneração é paga via PayPal, sendo 70% para o autor, e 30% para o Teckler.

Para os geradores de conteúdo que estão no Teckler a vantagem é a garantia de remuneração: pela nova oportunidade de renda com a criação personalizada para as empresas ou, se não for o escolhido, pelas visualizações geradas no site, que repassa 70% da arrecadação dos anúncios publicitários aos seus usuários.

O Marketplace Corporativo começa a funcionar para conteúdos de texto. Em breve as empresas também poderão realizar competições para solicitar fotos, vídeos, música, infográficos, desenhos, memes e outros tipos de materiais.

*Pesquisa realizada pela Curata, Inc: 2014 Content Marketing Tactics Planner.


Um exercício de reflexão que você deve fazer
Flávio Augusto da Silva*

1. Que tal não querer ouvir apenas coisas agradáveis?

2. Que tal aprender com humildade?

3. Que tal reconhecer que não é o sabichão?

4 Que tal não resistir a dar o braço a torcer apenas por orgulho?

5. Que tal respeitar os resultados de quem deve se tornar seu referencial?

6. Que tal ouvir, refletir e se desarmar em vez de ficar se defendendo?

7. Será que o que você acha que é grande coisa realmente é grande coisa ou você foi condicionado a adotar referenciais muito baixos?

8. Que tal rever seus valores quando perceber que seus resultados estão, na melhor das hipóteses, na média – em outras palavras, no máximo na mediocridade?

9. Que tal ousar a acreditar que você pode mudar, ou melhor, revolucionar sua forma de pensar e, por consequência, revolucionar seus resultados?

10. Que tal enxergar o mundo por um outro ângulo?

11. Que tal seguir caminhos diferente das grandes massas a fim de conquistar resultados diferentes?

12. Que tal perguntar mais em vez de querer ficar sustentando o mundinho que lhe apresentaram?

*Flávio Augusto da Silva - É um dos principais ícones do empreendedorismo no Brasil. Fundou a Wise Up e, mais tarde, o Ometz Group, que englobou uma série de empresas fundadas por ele e em 2013 foi vendido para a Abril Educação, da qual passou a ser sócio. No mesmo ano, adquiriu o Orlando City, clube da principal liga norte-americana de futebol. É também o idealizador do Geração de Valor, projeto focado em inspirar jovens que estão iniciando a carreira e desejam chegar mais longe, aprendendo com a experiência de um empreendedor de sucesso. Entre em contato diretamente com o Flávio no Geração de Valor.


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