quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Me levar por você

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Lembra do fantasma no espelho para promover “O Último Exorcismo: Parte II”? A Sony Pictures repetiu a fórmula de pegadinha assustadora, dessa vez como parte da campanha de “Carrie, a Estranha”, remake do clássico de 1976.

Em uma cafeteria de NY, clientes são surpreendidos por uma mulher raivosa, que com telecinésia “levanta” uma vítima pela parede. Ensaiado ou não, deve fazer sucesso no YouTube.

A nova versão de “Carrie, a Estranha” estreia no Brasil no próximo dia 15 de novembro.

Fonte: B9



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Metade das famílias brasileiras continua com o bolso comprometido, segundo pesquisa da consultoria Kantar Worldpanel. De acordo com os dados divulgados hoje, 51% das famílias tiveram despesas maiores que seus ganhos em 2012.

Segundo o estudo, o quadro acontece mesmo depois do crescimento da renda dos consumidores entre 2010 e 2012 - que ocorreu em taxa maior do que o aumento dos gastos.

Apesar disso, os números mostram uma evolução do cenário em relação aos anos anteriores. "Houve uma melhora no perfil do endividamento das famílias", disse a diretora-comercial da Kantar, Christine Pereira.

Segundo a pesquisa da consultoria, em 2010, a renda média das famílias brasileiras foi 1% menor do que os gastos. Em 2011, essa relação se inverteu, e a renda superou os gastos em 1%. No ano passado, a renda média superou os gastos em 2%.

"Em 2011, 52% das famílias estavam com o orçamento comprometido", afirmou a executiva. "Essa relação caiu para 51% no ano passado, mas ainda tem muita gente gastando mais do que ganha."

Entre 2009 e 2010, a renda média mensal nacional cresceu 13,6%, para R$ 2.146, enquanto o gasto médio subiu 16,5%, para R$ 2.171.

Em 2011, a renda avançou 10,6%, para R$ 2.373, e os gastos cresceram 8,2%, para R$ 2.350.

No ano passado, o ritmo da expansão da renda foi menor e o das despesas se manteve: a renda aumentou 9,7%, para R$ 2.603; e o gasto subiu 8,1%, para R$ 2.542. Os dados referem-se a valores nominais e foram coletados em pesquisa com 8,2 mil domicílios no país.

Fonte: Valor Econômico



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Cultura em Decadência #3 apresenta uma nova doença epidêmica que está se espalhando rapidamente pelo mundo: "Transtorno de Consumo-Vaidade".

Essa doença não se espalha através da mutação de vírus ou predisposição genética, mas através de 'Memes' culturais, transformando o mundo em uma fossa de mini-shoppings, distúrbios de auto-imagem, materialismo extravagante, peitos falsos e transgressões sociais beligerantes.

Convidado Especial: Lee Camp




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Nós sabemos que não parece, mas esta gola da foto acima é um capacete para ciclistas. A criatividade imensa de dois estudantes suecos resultou nesta maravilha: um capacete para bicicletas invisível chamado Hövding. Ele infla apenas em casos de necessidade. 
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Anna Haupt e Terese Alstin contaram que a ideia surgiu da resistência dos suecos ao uso de capacetes causa da estética desfavorável e, pasmem, porque o equipamento estraga o penteado. Então, durante as aulas de design, Anna e Terese fizeram o projeto e os professores, incrédulos, acharam impossível executar. O princípio do capacete é o mesmo de um airbag de carro, mas serve para quem gosta de pedalar. Ele aciona a proteção em volta da cabeça em menos de um segundo e ao menor sinal de impacto, infla. Para completar a inovação bombástica, ele ainda vem com caixa preta: uma câmera que captura os últimos dez segundos do acidente para conferir depois. Um projeto realmente inovador. 
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Um projeto engenhoso destes, precisou, é claro, de muito estudo. A partir da ideia apresentada, os estudantes passaram mais sete anos desenvolvendo o projeto, aperfeiçoando e fazendo testes com o equipamento para deixá-lo em perfeitas condições, com a segurança e conforto necessários. E além destas duas essenciais características, ele ainda possui o diferencial de ser um equipamento belo e que deixa a sua cabeça livre para sentir o toque da brisa em suas felizes pedaladas. O que mais poderíamos querer? 

Veja o vídeo de teste do produto: 



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Quem nunca se perguntou o que um par de tênis faz pendurado pelos cadarços a um fio de luz na rua? 

As histórias em torno deste mistério são inúmeras: tráfico de drogas, morte no local, domínio de território ou apenas um registro de presença, uma memória. 

Ninguém sabe ao certo no que acreditar, mas o fato é que este fenômeno acontece em todo o mundo e se você experimentar andar pelas ruas olhando para os fios elétricos, vai perceber o quanto ele é presente na cidade. 

O documentário “The Mistery of Flying Kicks”, escrito e dirigido por Matthew Bate, vai atrás das respostas para saber por que as pessoas penduram pares de tênis em fios mundo afora.

Para solucionar o mistério dos tênis voadores, Bate criou uma linha telefônica e um correio de voz online e através destes canais de comunicação, reuniu depoimentos de várias partes do mundo. Sinistras ou engraçadas, as teorias mudam bastante de lugar para lugar. 

Assista o pequeno documentário completo aqui e descubra, ou se preferir, confira uma parte dele  abaixo.


Fonte: Jordana Postano



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A “nova geração” de idosos está mais ativa, mais preocupada com a saúde e mais rica do que nunca. Poucos varejistas têm notado o que isso significa para suas vendas.

Não há dúvidas de que o número de idosos no mundo está aumentando rapidamente. Um dos indicadores é a estimativa das Nações Unidas de que cerca de 800 milhões de pessoas com mais de 60 anos estavam iniciando os preparativos para a aposentadoria ou já estavam contemplando a possibilidade em 2012. A previsão é de que esse número pule para 2,03 bilhões até 2050. Não é diferente no Brasil. Recente pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontou que a expectativa de vida do brasileiro aumenta quatro meses a cada ano. Subiu de 62,5 anos, em 1980, para 73,7, em 2010.

Enquanto o impacto desse crescimento sobre os orçamentos governamentais está sendo discutido de maneira intensa, um número muito pequeno de varejistas e fabricantes tem notado que essa mudança etária pode gerar incrementos às suas receitas. Essa “nova geração” de idosos está mais ativa, mais preocupada com a saúde e mais rica do que nunca. No Reino Unido, por exemplo, as pessoas com mais de 50 anos são responsáveis por 80% das compras de automóveis “top de linha”.

O poder de consumo dessas pessoas representa uma grande oportunidade. As estimativas do censo de 2012 dos Estados Unidos mostram que famílias chefiadas por pessoas de 55 a 64 anos de idade possuem uma renda mediana de US$ 55.748 em comparação com a renda de US$ 49.659 daquelas famílias chefiadas por pessoas de 25 a 34 anos de idade.

Um dos focos da terceira idade é gastar seu dinheiro com alimentos e bebidas. Outro levantamento no Reino Unido indica que as pessoas entre 50 e 64 anos gastam 50% mais com produtos alimentícios do que aquelas com menos de 30 anos. À medida que os consumidores vão ficando mais velhos, eles mudam sua abordagem em relação aos alimentos que consomem, e para prolongar um estilo de vida ativo, focam em produtos mais saudáveis. Deste modo, a atitude mais sensata dos fabricantes e dos varejistas é tratar esse segmento do mercado como uma dos pontos primordiais em suas estratégias de negócio.

A criação de um produto direcionado é somente o início. Com algumas grandes marcar percebendo o crescimento dessa classe, é provável que em breve encontremos, no mercado local, lançamentos de produtos alimentícios com quantidade de acidez reduzida, fórmulas nutricionais que colaborem para um envelhecimento saudável, texturas fáceis de ingerir e embalagens leves, como já acontece no Japão, por exemplo.

Entretanto, a maneira de se comunicar com esse público é tão ou mais importante do que a criação de um produto. Os fabricantes precisam reconhecer que os consumidores mais velhos se comportam de maneira diferente dos consumidores mais jovens. Não se trata somente do fato de que eles gastam menos com roupas e mais com alimentos e produtos saudáveis, mas eles têm o tempo e a vontade de pesquisar produtos específicos. Eles são menos influenciados pelas propagandas, buscam produtos de qualidade e são fiéis às marcas que representam valor.

Torna-se, portanto, de extrema importância oferecer o maior número de informações possíveis aos consumidores. Nos dias atuais, não se pode esquecer a utilização da internet para esse fim. Grande parte do aumento do acesso à internet está sendo impulsionada por grupos de pessoas com idade mais avançada. As mídias sociais também têm papel fundamental na troca de informações sobre determinado produto. Para as redes varejistas, os focos são priorizar o desenvolvimento de uma navegação fácil em suas páginas da Web e oferecer serviços de entrega convenientes.

Outro ponto que também deve ser observado é a estrutura física oferecida. Vagas especiais, caixas exclusivos, escadas rolantes adaptadas são itens básicos, mas que não devem ser os únicos. Redes de supermercados na Europa, por exemplo, oferecem aos idosos carrinhos de compra equipados com lupas. Características atraentes aos olhos de consumidores mais velhos serão diferenciais no momento de escolha do local onde fazer compras.

O aumento de consumidores idosos não é uma moda passageira, trata-se de um fato da vida. Hoje vivemos uma mudança da estrutura populacional, com o aumento da expectativa de vida e os jovens dividindo com os idosos a base da pirâmide demográfica. Os executivos e as empresas que já estiverem prontas para atender essa nova demanda serão as que conseguirão mais destaque no mercado.

Carlos Pires é sócio-líder de Mercados de Consumo da KPMG no Brasil

Fonte: Exame



Com relação aos desejos
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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Sinta-se livre e voe

Com bom-humor e sarcasmo, uma ação da cerveja Steinlager, da Nova Zelândia, lançada nesta semana faz um alerta para as pessoas que exageram no consumo de bebidas. A ideia da marca é conscientizar os fãs da bebida a consumirem o produto com moderação.

No comercial a Steinlager mostra as consequências para as pessoas que abusam do consumo de álcool. A criação do filme intitulado “Be the artist, not the canvas” é da agência DDB.




Os jovens brasileiros nunca estiveram tão conectados aos dispositivos móveis. Mais do que isso, a maioria deles já não consegue separar o ambiente online do universo off-line, sendo que este comportamento reflete naturalmente nos hábitos de consumo. Essa realidade é o tema central pesquisa “Jovem Mobile.BR”, criada pela E.life a pedido da empresa de pagamentos móveis Pagtel.

O estudo foi realizado entre os meses de maio e junho deste ano, com cerca de 530 jovens brasileiros de 18 a 30 anos. A ideia da pesquisa é entender como este público se relaciona com as ferramentas dos dispositivos móveis e como os jovens se comportam perante o mercado que se estabeleceu em torno destes aparelhos, como m-commerce, consumo de mídia e mobile payment.

Em números absolutos, o estudo revelou que 95,6% dos participantes já possuem smartphones e 51,7% têm seus próprios tablets. Além disso, 48,7% dos jovens já concretizaram uma transação financeira por meio de tablet e 27,4% por celular.

Segundo Thais Bento, analista de mercado da E.life, o consenso geral obtido pela pesquisa mostra que os jovens estão em busca de integração. “Eles já são usuários multi-telas, e não diferenciam mais o online do off-line. Esse comportamento é uma oportunidade para que as marcasse aproxime deste público”, explica.

Barreiras para crescer
Apesar do lado positivo, quanto a utilização de mobile para consumo apontado na pesquisa, o estudo revela que os jovens ainda enxergam algumas barreiras para utilizarem ainda mais os dispositivos móveis como meio de consumo. Dentre os principais entraves apontados para a realização de uma compra pelo celular estão fatores como insegurança, falta de usabilidade e falta de integração entre as plataformas.

Segundo 38% das pessoas entrevistadas, as plataformas não possuem usabilidade adequada para celular. Além disso, 25% dos jovens disseram que a falta de segurança ainda incomoda na hora da compra. Para Thais, os jovens estão prontos para consumir, mas as plataformas ainda precisam melhorar. “O comportamento mostra que a adesão ao mobile continua crescendo e isso com certeza vai fazer parte de um cenário futuro. Portanto as empresas precisam ficar atentas a isso”, comenta.

Fonte: Proxxima



Os marcantes arcos dourados, que formam o símbolo da maior rede de fast food do mundo, estão presentes em 188 países. Por isso, as estratégias de marketing do McDonald’s sempre precisaram ser pensadas globalmente incluindo calendários, culturas e características diferentes. O desafio da empresa de passar uma mensagem coesa em todo o mundo migrou institivamente para o ambiente digital. E adicionando o ingrediente das redes sociais, a narrativa da comunicação da marca precisa se ágil o suficiente para produzir conteúdo relevante para todos os consumidores.

As dificuldades e as estratégias da empresa foram reveladas em uma entrevista de Sosti Ropaitis, diretor global de mídia digital do McDonald’s, ao AdAge. O executivo falou sobre desafios e oportunidades com marketing digital em tempo real e sobre métricas de comunicação utilizando storytelling e outras táticas do universos digital

Confira a entrevista abaixo:

Ad Age - Como storytelling pode ser eficaz em uma campanha de marketing digital?
Ropaitis - Hoje, nós damos muita importância para o verdadeiro compromisso, e se você tiver que atribuir uma fórmula ou uma maneira de definir o engajamento dos consumidores, com certeza a métrica de conquista passaria por conteúdo, contexto e oportunidades. Há múltiplas variáveis presentes na mídia social e principalmente nas estratégias de storytelling. Mas essa estratégia é uma maneira para obter rapidamente uma conexão verdadeira com o público.
Obviamente, o contexto e agilidade são as duas variáveis principais. O conteúdo é algo que todo mundo está se esforçando para produzir, mas a agilidade é a parte mais difícil para uma marca controlar, porque todos nós sabemos que não é fácil ter essa conexão, ter uma conversa oportuna e relevante.
Então, a estratégia é colocar muito valor em conteúdo em tempo real. Com isso, queremos ser fiéis ao nosso público, e para ser fiel precisamos contar histórias únicas, que se conectam com os consumidores e sejam transparentes o suficiente. O segredo nas redes social não se trata de uma grande campanha multi- variável, mas sim é sobre os esforços menores e detalhes que irão conquistar os usuários.

Ad Age - Quando você fala em esforços menores, a nível local, não foge um pouco das estratégias globais em conjunto?
Ropaitis - É sobre estratégias locais, mas também não é. Somos uma marca descentralizada global, e justamente por isso queremos impactar nosso público local, só assim atingiremos as pessoas que fazem a decisão para os seus mercados. Mas para as nossas ativações maiores, como patrocínios esportivos, podemos ver o que está acontecendo durante o evento e executar ações em mídia digital, em tempo real, que impactem o mundo inteiro. Com isso conseguimos impactar todas as localidades e transmitir essa sensação de vibração anexada à diversão e à nostalgia da marca.

Ad Age - Quais são os cuidados e como monitorar o que está acontecendo na mídia digital?
Ropaitis - Nós queremos sempre ser muito conscientes sobre o que está acontecendo com a nossa marca em todo o mundo. É de extrema importância saber como os consumidores interagem, e o que eles falam sobre a marca. Então, nós usamos nossas ferramentas de monitoramento para identificar oportunidades de conteúdo e obter uma melhor compreensão de como as nossas comunidades online se envolvem com a nossa marca.
O grande desafio é humanizar a marca. Muitas vezes, por conta da cultura da empresa, você pode correr o risco de soar muito corporativa e muito rígida, o que não é bom no ambiente social. Somos uma marca que já existe há muito tempo e nós somos parte da cultura pop. As pessoas associam o McDonalds com diversão, e isso está valendo a pena, porque nos conecta ainda mais com os consumidores.
Porém, outro risco para marcas como a nossa, é não ser oportuno o suficiente. Quando se trabalha para uma grande marca, há um monte de processos e procedimentos que devem ser seguidos para ser capaz de se comunicar com o mercado. Se você não planejar com precisão, acaba correndo o risco de ir ao mercado em um momento completamente irrelevante e, em seguida, o seu conteúdo acaba se perdendo.

Veja dois exemplos de ações de storytelling do McDonald’s no ambiente digital

Fonte: Advertising Age



Todas as ações de marketing de sucesso no ambiente online partem de uma boa estrutura de planejamento. Com essa ideia em mente, a IInterativa divulgou nesta semana um infográfico com o intuito de mostrar as métricas para otimizar a presença de uma marca dentro de blogs, redes sociais, apps e portais.

Confira o infográfico abaixo. 




É senso comum no mercado que a Coca-Cola sempre foi a rainha do Marketing. Não apenas na ponta do iceberg da comunicação, mas em sua orientação de negócio calcada no Marketing, gerando uma rica construção de marca, passando pela sua onipresença nos pontos de venda mundo a fora até a relação afetiva com seus consumidores construída ao longo de 127 anos. Tudo isso e muito mais fez da empresa de bebidas a marca mais valiosa do mundo por 13 anos consecutivos.

Até que chegamos a setembro de 2013 e a Coca-Cola, que no Brasil viveu duas semanas de tensão por conta do suposto rato encontrado em uma garrafa do refrigerante, se vê ultrapassada pela Apple e pelo Google de uma só vez entre as marcas de maior valor do mundo. Este fato histórico deixa claro o momento que estamos vivendo hoje, desenhado pelo menos desde 2005, quando o Google estreou na lista da Interbrand: as marcas de maior valor são aquelas capazes de transformar o mundo. Saímos da Era do Papai Noel para entrar na de Bits e Bytes.

O fato de as duas primeiras colocadas entre as mais valiosas serem do setor de tecnologia, incluindo mais três no Top 10, ou seja, a metade, chama atenção por outro recado dado pela lista: a transformação do mundo se dará pelas companhias mais inovadoras. Apple e Google têm feito o trabalho de casa nos últimos anos muito bem feito. Suas invenções transformaram mercados, principalmente o de comunicação, algo que está diretamente ligado às pessoas.

Tanto Apple como Google criaram categorias e seus produtos estão inseridos no dia a dia de bilhões de pessoas no mundo todo, direta ou indiretamente. Smartphones como os atuais são filhos do iPhone. Os tablets todos seguiram o iPad. Quem não utiliza nenhum dos serviços do Google? O buscador, por exemplo, está de tal forma inserido no cotidiano das pessoas que ninguém se imagina vivendo sem ele.

E a Coca-Cola? Há substitutos, embora o número de fieis à marca seja numeroso. A própria companhia sabe que uma bebida com gás é muito pouco para se manter de pé. É preciso transformar. Por isso sua plataforma de comunicação atual prega o compartilhamento, a participação das pessoas como autoras de gestos transformadores e, em última análise, felizes.

A Coca-Cola continua sendo uma das maiores marcas do mundo, enfatiza o relatório da Interbrand. Sua consistência e visão de longo prazo podem sustentar não apenas o terceiro lugar, mas, quem sabe, um dia voltar ao primeiro, uma vez que empresas como Apple e Google que têm como matéria-prima a inovação sabem que não é todo dia que se transforma o mundo. A posição que Apple e Google atingiram só será mantida à custa de mais inovações disruptivas que, infelizmente, não acontecem toda hora.




segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Sei lá. Tem dias que a gente ...


Parece que a LG tomou gosto pela trollagem. Depois de dar susto no elevador, botar  mulheres para espiar banheiro masculino e até simular o fim do mundo (confira os vídeos abaixo) , a marca resolveu “destruir” o smartphone alheio para divulgar o G2.




Para atrair as “vítimas”, foi instalada em uma das ruas da França uma cabine que pedia o aparelho da pessoa com objetivo de melhorar o desempenho dele. Quando o aparelho estava dentro, surgia um cara para destruir totalmente o smartphone da pessoa. Assista às reações delas.

Claro que a LG não seria doida de destruir os aparelhos e dar um G2 para cada um parece uma boa depois de tamanho susto. Você é a favor deste tipo de pegadinha para ganhar muitos views no YouTube?




Um site cheio de mistérios causou alvoroço no final da semana passada, ao se apresentar como sendo da Nasa e anunciar que o dia 13 de novembro um anúncio histórico será feito perla agência. 

É o Remember The 13th. Desde que entrou o ar, as especulações tomaram conta da internet e foram repercutidas por diversos sites de tecnologia do Brasil.


Embora contenha a logo da Nasa, contenha links para as redes sociais da agência e se apresente com autoridade para falar em nome dela, o site deixa várias lacunas questionáveis. A primeira delas é o fato de ter sido lançado em meio à paralisação do governo norte-americano, que deixou suspensas as atividades da instituição.

Não existe nenhuma menção ao projeto nos canais oficiais da Nasa e o site tem um domínio comum do tipo “.com”, em vez de “.gov”. Além disso, nenhum grande veículo de notícias dos EUA noticiou o caso. E, para reforçar ainda mais as suspeitas, a página pede para os usuários cadastrarem seus e-mails para serem notificados quando o anúncio for feito, o que parece ter a intenção de montar um banco de contatos, possivelmente para fins publicitários.

Atualização 4.10.2013, 9h29
O anúncio foi antecipado para o dia 6 de outubro (domingo), sem motivos aparentes, conforme anúncio no site: "Devido a mudanças de planos, iremos anunciar a descoberta mais cedo do que esperado anteriormente. Fique ligado no dia 6 de outubro para ver sobre o que todos estarão falando", informa o comunicado.



oO Novo Brasil continua e será ainda mais heterogêneo. 

Quem explica é André Torretta, sócio-diretor da Ponte Estratégica.




oA psicóloga clinica Meg Jay tem um recado audacioso para os de 20 e poucos anos: ao contrário da crença popular, os seus 20 anos não é uma década perdida. Nesta apresentação provocativa, Jay aponta que não é porque o casamento, trabalho e filhos acontecem mais tarde, que não se pode começar a planejar agora. Ela dá três conselhos de como as pessoas de 20 e poucos anos podem reivindicar sua vida adulta na década decisiva de suas vidas.




Márcio Oliveira*
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Escutando um comentarista numa rádio, ouvi uma afirmação dizendo que quem está na Internet publicando seus dados, não importa como e onde, não pode querer tanta privacidade, já que a Internet é pública. Em tempos de discussão em toda parte sobre o controle ao acesso de informações, me pareceu muito estranho escutar isso, pois coloca em risco o poder de escolha consciente das pessoas sobre quem e quando seus dados são acessados.

E acredito que este seja o ponto principal de toda esta discussão sobre Privacidade de Informações, a Consciência sobre as consequências tanto das pessoas que fornecem informações como de quem usa estas informações nas empresas.

Mas onde isso se liga com o BIG DATA? 

Termo da moda no marketing atual, conceitualmente o BIG DATA não traz nada de novo, a não ser que hoje temos muitos mais dados disponíveis, principalmente os dados comportamentais na Web.

Sim, temos muitos mais dados para analisar (em não apenas na web) mas será que devemos realmente usar todos eles? Ou, pelo menos, será que devemos utilizá-los como muitas empresas estão querendo? E vamos focar esta discussão apenas no uso comercial para alavancar vendas ou “estratégias” de marketing, já que sabemos que governos também se aproveitam disso para outras finalidades. 

Você deve ter, provavelmente, centenas de cookies instalados em seu computador, tablet ou smartphone. Um usuário com um nível razoável de esclarecimento sobre o mundo Web sabe o que significa isso, mas a grande massa das pessoas, não. E acredito que é nesta falta de consciência que está baseado todo este discurso de BIG DATA, ou o que na visão como consumidor, chamo de BIG BROTHER de dados. 

A pergunta é simples. Se você disser para uma pessoa que vai rastrear tudo o que ela faz na Web, para depois usar estas informações para analisá-la e fazer mais ofertas de vendas para ela, qual você acha que seria a resposta? Qual seria a sua resposta se a pergunta fosse feita a você? 

Talvez muitos não se importassem, mas acredito que uma parcela significativa das pessoas não aprovaria este uso se tivesse a real consciência. Mais do que isso, eu acredito que o uso indiscriminado destas informações para “enriquecer” as bases de dados e “turbinar” o marketing das empresas, acaba muitas vezes ultrapassando uma barreira ética.

E a mesma coisa acontece quando juntamos todos os dados do mundo off-line ao mundo on-line. 

Ah, mas fazer “enriquecimento de dados” é uma técnica usada desde os primórdios do Marketing Direto, alguns podem dizer. Sim, é verdade, mas o problema é o tipo e a profundidade de informações pessoais que conseguimos ter acesso hoje.

Meu chamado com este artigo é o de alertar e trazer à consciência os profissionais das empresas que pensam em usar BIG DATA ou mesmo fazer um simples enriquecimento de sua base de dados. Faça, mas com critérios. Se coloque verdadeiramente no lugar do seu público-alvo e pense o que de fato você gostaria que uma empresa soubesse de você e por que.

Depois disso, monte uma estratégia verdadeira, transparente e sustentável para RELACIONAMENTO com seus clientes, que eles darão conscientemente seus dados para sua empresa utilizar. Construa o seu próprio “BIG DATA”. Pode demorar, eu sei. E pode dar muito trabalho também. Mas ninguém faz relacionamento com clientes de verdade de maneira rápida e sem trabalho.

E, para ficarmos mais conscientes, trago aqui três fatos que mostram movimentos do mercado e que vejo como consequência de mau uso dos dados pelas empresas:

1|Recentemente, o Google falou na imprensa que os usuários do Gmail não têm o que ele chamou de “expectativa razoável” de que seus emails sejam confidenciais. Este fato causou um tremendo mal-estar nem tanto pelo fato em si, mas pela consciência que ele trouxe de algo que se imaginava, mas não se dava muita importância.

2| Acompanhamos a repercussão do caso dos dados cedidos pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de todos os eleitores para uma empresa privada, para uso comercial por ela. A repercussão negativa foi tanta que o TSE teve que voltar atrás na decisão.

3| Está em discussão na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 4060/2012, sobre proteção de dados, que regulamenta e restringe o uso das informações de consumidores pelas empresas e que se mal entendido e redigido, pode basicamente acabar com o uso do Database Marketing como conhecemos.

*Márcio Oliveira e especialista em Planejamento Estratégico de Marketing, CRM/DBM, Marketing para Relacionamento, Fidelidade e Incentivo. Autor do livro 49 Reflexões sobre Marketing & Negócios. Sócio e VP de Planejamento na agência youDb Marketing para Relacionamento (www.youdb.com.br). Professor convidado de Marketing de Relacionamento B2C e B2B na pós-graduação da FIA/USP, no curso de Marketing de Relacionamento Avançado da Madia Marketing School e Miyashita Consulting e Consultor Associado na Kantu Educação Executiva, atuando com análises e estudos de comportamento, conflito de gerações no meio empresarial e Geração Y.





sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Seca

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Versões em filme de obras clássicas da literatura são sempre muito bem-vindas. Aliás, esta que vamos falar é grande conhecida por ser leitura obrigatória para ensino médio e vestibulares. Trata-se do livro de João Cabral de Melo Neto: Morte e Vida Severina. A trajetória de Severino por uma vida melhor no litoral pernambucano é o cenário da triste e bela narrativa adaptada em filme que manteve o texto integral do consagrado Auto de Natal do escritor. O diretor Afonso Serpa assina o curta-metragem produzido pela TV Escola, canal educativo do Ministério da Educação com o mesmo nome da obra literária original. 

Adaptado de desenhos em quadrinhos, o peso do drama ganha forma na versão filme em traços fortes, ásperos e em preto e branco, combinando com a tocante jornada de Severino. Desenhado pelas mãos do cartunista Miguel Falcão, Morte e Vida Severina lembra, às vezes, a técnica de xilogravura ao mesmo tempo em que dá vida em 3D ao personagem. Vida e Morte Severina é um livro que fomenta debates até hoje. A reforma agrária, a fome, a miséria, todos tratados nesta obra publicada em 1955. “E se somos Severinos iguais em tudo na vida, morremos de morte igual, mesma morte severina: que é a morte de que se morre de velhice antes dos trinta, de emboscada antes dos vinte de fome um pouco por dia (de fraqueza e de doença é que a morte severina ataca em qualquer idade, e até gente não nascida).” – João Cabral de Melo Neto 

Confira o filme: 




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O investimento em publicidade no mercado brasileiro cresceu 3,11% no acumulado de janeiro a julho de 2013 e 7,11% na comparação mensal (julho de 2012/julho de 2013), segundo o Projeto Inter-Meios. Os números, divulgados nesta quarta 2, aquecem a expectativa de crescimento do mercado após um baixo desempenho semestral, de 2,4%.

Este é também o primeiro relatório a separar investimentos digitais segundo Internet Pura, com veículos essencialmente digitais, e Internet – Outras Mídias, com números de receitas digitais de meios tradicionais, como jornal, revista e TV. A novidade, que procura dar maior precisão aos dados referentes a áreas cujo aporte publicitário opera de maneira distinta, foi decidida após a reunião semestral do projeto, com aprovação de seus coordenadores, dirigentes do Interactive Advertising Bureau do Brasil (IAB) e da PricewaterhouseCoopers, responsável pela auditoria dos dados.

Esse levantamento mostra que a Internet Pura recebeu, em julho, aporte 3,5 vezes maior que outras mídias: R$ 89,11 milhões contra R$ 25,9 mi. No acumulado do ano, o setor recebeu investimentos de R$ 579 milhões, enquanto o digital de outras mídias recebeu R$ 162,95 mi. Por ser o primeiro mês desse tipo de medição, ainda não há dados comparativos entre períodos. A internet como um todo, porém, caiu 2,82% na comparação entre meses e 13,41 entre períodos janeiro-julho.

Outros meios que tiveram desempenho decrescente foram Guias e Listas, com decréscimo de 29,54%, fechando o período janeiro-julho em R$ 107,83 milhões; Revista, com -7,68% e R$ 931,193 mi; Jornal, com -5,4% e R$ 1,823 bilhão; e Cinema que, apesar de ter fechado o período estável (com +0,97% e R$ 55,33 milhões), teve íngreme queda na comparação julho/julho, perdendo 41,63% de investimentos publicitários (veja o comparativo mensal na tabela abaixo). A perda é ainda mais representativa se considerado que julho, mês de férias escolares, costuma receber grandes estreias em cinemas.

Por outro lado, apresentaram crescimento Mídia Exterior, com alta de 12,97%, fechando o período janeiro-julho em R$ 579,39 milhões; Rádio, com +9,54% e R$ 723,68 mi; TV por Assinatura, com +9,64% e R$ 750,21 mi; e TV Aberta, com +6,15% e R$ 11,48 bilhões. Esta permanece como a mídia com maior fatia do mercado, com 67,3%, crescimento também na comparação com julho de 2012, quando tinha 65,2%.

Fonte: Projeto Inter-Meios Crédito: Arte/Meio&Mensagem



Para promover suas ofertas de seguro, a Europ Assistance Italia fez um submarino emergir no meio da rua, na aprazível Milão. Muita gente achou divertido, menos o fictício dono do carro estacionado no local, que teve seu veículo danificado por russos saídos do chão.

É o velho conceito de “o inesperado pode acontecer com qualquer um”, tão utilizado pelas companhias do segmento, mas aqui com uma abordagem mais criativa e impactante. A encenação ainda incluiu policiais, bombeiros e tripulantes russos.

A ação criada pela M&C Saatchi chamou atenção dos italianos, e se espalhou pelas redes sociais através da tag #L1F3. O site protectyourlife.it traz fotos das pessoas no Instagram e reações via Twitter e Facebook.

Fonte: Adnews|B9


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Um terço do mundo assistiu ao vivo ao World Trade Center ruir em 11 de setembro de 2001; outro terço escutou sobre o ocorrido em 24 horas. 

(Você lembra onde você estava?) 

Exposições Museu e Memorial 11 de Setembro, prestes a inaugurar, irão refletir sobre a diversidade de experiências ao redor do mundo, naquele dia. 

Em uma palestra comovente, o designer Jake Barton mostra algumas dessas instalações, bem como vários outros projetos que visam transformar o observador em participante ativo da exposição.



Miguel do Rosário*
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Se por acaso o tédio se aproxima, sempre haverá Merval Pereira para afastá-lo. O mordomo oficial da Globo voltou a atacar os blogs.

Em sua coluna, Merval especula que há “um bem montado esquema de blogs pagos por verba oficial para elogiar o governo petista e tentar desqualificar os críticos, sejam eles políticos, jornalistas independentes ou cidadãos que não se vêem representados pelo governo que está aí.”

Merval na verdade descreveu com apavorante precisão como se portava o jornal O Globo durante a ditadura. Basta trocar “governo petista” por ditadura. Blogs por jornais. Merval por Mariguella.

Em sua coluna de hoje, Mariguella especula que há “um bem montado esquema de jornais pagos por verba oficial para elogiar a ditadura e tentar desqualificar os críticos, sejam eles políticos, jornalistas independentes ou cidadãos que não se vêem representados pelo governo que está aí.”

Com uma diferença, a ditadura existiu. Os jornalistas e políticos desqualificados pela imprensa chapa-branca eram presos e torturados.

Já a “conspiração blogueira” de Merval é o delírio de um louco.

A Globo está apostando na tática do shoot the messenger, para fugir ao debate?

Merval não pode conceber que exista militância real e virtual junto aos partidos, trabalhando por prazer e convicção.

Ele não consegue pensar fora de seus próprios parâmetros.

Sobre a reação às viúvas da Globo, Merval atribui a uma sofisticada e clandestina organização blogueira patrocinada pelo governo? Ou seja, alguém do Planalto pagou dois milhões de pessoas para elaborarem memes, curtirem e inventarem piadas sobre o tema?

É muita falta de noção.

Entretanto, sem querer, o colunista apresenta bons argumentos para se defender uma reforma da mídia.

É necessário uma lei de mídia para que os meios alternativos tenham financiamento republicano e transparente, e com isso sejam protegidos contra esse tipo de infâmias e ofensas dos grandes veículos de comunicação, que representam interesses obscuros e antinacionais.

A Globo é inimiga do pluralismo, da diferença, da divergência. Para ela, todo mundo deveria pensar igual. Quem não pensa igual a ela faz parte de um “esquema”.

É incrível o cinismo. O sujeito trabalha num jornal que foi o chapa branca mais babaca da história da república, que sempre esteve do lado dos Estados Unidos e da ditadura, sempre mamou nas tetas dos governos, do Brasil e dos EUA, e agora ele vem tentar criminalizar os blogs, 99,9% dos quais não recebem um centavo de verba pública?

Quem participou de “esquema” foi a Globo, bancada pela Time Life, primeiro, e pelo regime militar, mais tarde!

A análise de Merval é a de um surtado. Eu não deveria dar bola se não tivesse que admitir para mim mesmo, com eterna perplexidade, que esse cafumango tem poder, por causa da empresa para qual trabalha, e que os juízes do supremo ligam para ele para “explicar” porque votaram assim ou assado.

Mas os loucos às vezes tem ideias boas. Em seu delírio sobre “bem montado esquema de blogs pagos com verba oficial”, Merval deu uma excelente sugestão.

O governo, ou melhor, os governos (federal, estadual, municipal), assim como os poderes legislativos e judiciários, deveriam patrocinar blogs que produzissem uma visão diferenciada da política, da economia, das decisões judiciais e da mídia. Seria uma maneira de seguir um dos princípios da nossa Constituição, que é buscar o “pluralismo político”.

O farisaísmo cínico de Merval, contudo, apenas revela que a Globo está com medo de perder a mamata.

Está com medo de que alguém resolva mudar as regras na distribuição das verbas oficiais.

Então antes que haja qualquer ação pública para reduzir as verbas destinadas à Globo e aumentar aquelas destinadas à internet, os platinados, de antemão, já tentam constranger e criminalizar os futuros beneficiados.

Só a Globo tem direitos, só ela pode receber bilhões do Estado… O fato de sonegar impostos, editar debates para beneficiar candidatos, dar 8 minutos para ex-presidiários caluniarem o BNDES no Jornal Nacional, tratarem uma bolinha de papel como um bólide de chumbo radioativo, além do famigerado apoio ao golpe, isso faz parte do jogo.

Fazer meme de humor contra a hipocrisia, aí não pode, aí é coisa de bandido, de “esquema”.

Tudo bem, Merval, vá em frente. O choro é livre.

*Miguel do Rosário é blogueiro há mais de dez anos. 
Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, cidade onde ainda amarra seu cavalo



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