segunda-feira, 29 de setembro de 2014

5 lemas para retenção de clientes

Alcançar novos públicos faz parte da dinâmica das empresas. Entretanto, é importante atentar-se a uma questão: a retenção de clientes é indispensável para o sucesso de um negócio.



Segundo Luísa Barwinski, consultora de conteúdo da MOT/ marketing digital, negligenciar clientes pode gerar uma imagem negativa para qualquer empresa: “Um cliente bem cuidado pode recomendar a sua empresa e os seus produtos para mais pessoas e isso faz muita diferença para os negócios”.
A analista pontua 5 formas de usar o marketing de conteúdo para reter clientes. Confira:

1. Não prometa demais


Toda marca possui uma promessa, uma proposta de valor. Precisamos fazer com que essas duas coisas sejam realistas. Se prometermos o mundo e as estrelas para o seu consumidor ele vai nos pedir exatamente o que foi dito. Por isso, é melhor mantermos os pés no chão e evitar frustrações. Nada é pior do que um cliente frustrado na hora da entrega da expectativa que foi gerada.

2. Crie uma comunidade


Quando seus clientes entram para a sua base, você precisa mantê-los próximos, unidos. Fazemos isso criando comunidades. Elas podem ser geridas através de boas ações de newsletters, redes sociais (páginas, perfis e grupos), fóruns e até mesmo a boa e velha mídia offline com suas cartas, ligações, revistas etc.

3. Ative os inativos


Como anda a participação dos seus clientes? Eles ainda se relacionam com a sua marca? É fácil saber isso. Basta consultar o seu CRM ou gestor de e-mail marketing (eu uso o Mailchimp) e direcionar campanhas para aquelas pessoas que já não interagem com você há algum tempo. Crie ações especiais, cupons de descontos ou então pergunte como elas estão usando o seu produto e se ele ainda é bom para elas. Isso mostra que você está preocupado com o que elas pensam.

4. Atendimento de primeira


Atendimento, suporte, ou qualquer outro nome que você queira dar, é um dos principais pontos da estratégia para reter clientes. É o atendimento que você dá a eles que faz toda a diferença.

5. Mude com frequência


Crie motivos para as pessoas procurarem a sua empresa. A mudança constante também é parte das estratégias para reter clientes. Ter sempre novidades interessantes é algo que gera curiosidade nas pessoas. Dê algo bom a elas! Mostre que você é capaz de se renovar e verá que as pessoas seguirão.  
 

Fonte : motdigital.com

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Rede social segue por um caminho diferente do facebook e começa a se popularizar

Enquanto o Facebook estabelece um padrão de negócios para redes sociais baseado em publicidade direcionada aos gostos dos usuários, a Ello, uma rede social ainda pequena, está começando a fazer sucesso tentando fazer um caminho oposto, oferecendo um serviço grátis e livre de publicidade.

Neste momento, essa rede social está ganhando muitos usuários, o serviço está recebendo cerca de 4 mil novos registros por hora, embora ninguém saiba o motivo ao certo.
 

Existindo desde março desse ano, a Ello começou a ganhar força recentemente. Um dos fatores que pode ter contribuído para a chegada de um novo público é ser livre de publicidade, gerando uma experiência mais fluida de uso. Além de outros motivos, como o criador garantir que a Ello nunca irá vetar pornografia na página, aceitação de nomes alternativos, entre outros.

 
Quanto à questão de lucro, o objetivo dos responsáveis ainda é ganhar dinheiro, mas eles pretendem fazer de outras formas, sendo a principal, vender produtos extras, já que o modo gratuito de uso é muito simples. Mesmo assim, a empresa promete melhorar recursos de privacidade para os usuários não-pagantes, além de outras ferramentas que estão para chegar.

Por enquanto, a rede social depende de convites para novos cadastros. Para conferir, clique aqui.

Fonte: Olhar Digital

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Acquíssima lança águas saborizadas

A Acquíssima, uma das primeiras empresas a lançar água mineral em embalagem Pet Premium no País, está inovando para atender aos consumidores que tem se mostrado cada vez mais exigentes e que buscam opções de bebidas refrescantes alinhadas ao bem-estar e qualidade de vida.
Por isso, a empresa oferece ao mercado sua linha de águas saborizadas, Acquíssima Sabor. Segundo Rosana Hazan, Diretora de Marketing do Grupo Comexim, este segmento tem despertado o interesse dos consumidores e já é uma forte tendência no mercado europeu.“Temos investido fortemente neste novo nicho de bebidas já que as águas saborizadas passaram a concorrer com os refrigerantes pelo seu apelo mais natural. Na Europa, esse setor já corresponde a 30% de toda água envasada”, comenta a executiva.
“Acquíssima Sabor” conta com as versões Maçã Verde, Pera e Lichia. O produto utiliza água mineral de fontes próprias da companhia, localizadas em Águas de Lindóia, no interior de São Paulo, e é adoçado com sucralose que é considerado o mais moderno adoçante do mercado, sendo o único derivado da cana de açúcar. A novidade é vendida em embalagens plásticas de 310 ml.
 
Fonte: Mundo do Marketing

 
 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Relações Públicas: Como organizar grandes eventos

O Brasil encontra-se num crescente mercado de eventos. Estes acontecimentos originados por empresas, organizações e grupos sociais, demandam profissionalismo e capacidade em seu preparo.

Os eventos ganharam força e grandiosidade no Brasil, ao longo da última década, movimentando cinco vezes mais recursos do que há 12 anos, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Eventos (Abeoc Brasil). Em 2013, foram R$ 209,2 bilhões, o que representa uma participação do setor de 4,32% no PIB da economia brasileira. Já em 2001, a renda anual da indústria foi de R$ 37 bilhões.
Evento, feira, congresso, Associação Brasileira de Empresas de Eventos
 
Só no ano passado, o Brasil sediou 590 mil eventos, 95% deles nacionais e metade realizada na região Sudeste. Ao todo, eles tiveram a participação de 202,2 milhões de pessoas que gastaram, em média, R$ 161,80 por dia (o que somou gastos de R$ 99,3 bilhões). A realização depende de infraestrutura, que vem se desenvolvendo. O país tem 9.445 espaços para feiras e congressos, que totalizam 10,2 milhões de metros quadrados e 9,2 milhões de assentos.
A locação desses espaços gerou, em 2013, mais de R$ 37 bilhões. O aluguel de cada assento para reuniões e afins custa, em média, R$ 9,90 por dia. O preço da locação diária do metro quadrado para feiras e afins é R$ 11,26. Os meses de setembro, outubro, novembro e dezembro são os mais procurados para o aluguel de espaços.

Tânia Trevisan é dona da TEN, organização que se dedica a produção de eventos empresariais no Brasil, e ressalta que é necessário que um evento seja programado para gerar resultados para o cliente. 
Fidelizar clientes, vender produtos e trazer conhecimento, são alguns dos principais objetivos para organização de eventos, afirma Trevisan.
Confira mais dicas da gestora de eventos:






Cresce número de eventos internacionais


A receita das empresas organizadoras de eventos aumentou 18 vezes, em 2013, se comparada a 2001. Ano passado, as mais de 60 mil empresas que organizam feiras, congressos e exposições lucraram R$ 59 bilhões e, em 2002, a receita delas não chegava a R$ 4 bilhões.



Desde 2009, o Brasil está entre os 10 países do mundo que mais sediam eventos internacionais, de acordo com o indicador do International Congress and Convention (ICCA). Em 10 anos, o número de congressos e convenções de negócios internacionais realizados no Brasil cresceu 408%. Entre 2003 e 2013, o total de eventos internacionais passou de 62 para 315. No mesmo período, o número de cidades que sediaram eventos internacionais subiu 145%, passando de 22 para 54 e ainda há muito espaço para o crescimento do setor.


Fonte: Administradores e Mundo Marketing

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Seguradora Líder chamando atenção nas Autoescolas


Através de uma pegadinha com os alunos das aulas práticas de autoescolas, a seguradora Líder faz campanha. Enquanto instrutor orienta os futuros motoristas a realizar condução agressiva, uma câmera escondida capta a reação deles.
 
No final a frase: “se não é assim que você aprendeu, por que é assim que você faz?”, mostra o objetivo da seguradora, questionando as atitudes de muitos motoristas no trânsito durante o dia-a-dia. A campanha é uma das ações da Semana Nacional do Trânsito, promovida pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que ocorre de 18 a 25 de setembro.

 
 
Fonte: meio&mensagem

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

A ação The Dancing Traffic coloca pedestres para dançar no farol vermelho

A convivência pacífica entre pedestres e motoristas muitas vezes é mantida por um simples sinal verde ou vermelho, que sugere o melhor momento para atravessar um cruzamento. E esperar o sinal verde abrir para pedestres é um exercício de extrema paciência.

Mas… e se eles estivessem distraídos enquanto esperam?

Pensando nisso a Smart promoveu uma ação totalmente inovadora em Portugal. A ação The Dancing Traffic basicamente transforma o homenzinho vermelho em dançarino, entretendo os pedestres com seus passos de dança. O mais legal disso tudo? O bonequinho imitava os movimentos reais de pessoas que dançavam em uma cabine próxima da sinaleira. O dançarino tinha câmeras que mostravam o quanto às pessoas estavam entretidas com seus movimentos, o que o incentivava a ser ainda mais criativo nos seus passos, e quem estava na calçada acabava entrando no ritmo, fazendo a espera para atravessar a rua parecer menos tediosa.

A criação é da BBDO da Alemanha.
 


Fonte: Blue bus e Brainstorm9

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Empresas vão reforçar o uso de mídias sociais para negócios

Segundo estudo realizado pela IDG Connect, compradores de TI passarão a encarar mídias sociais como fontes relevantes para decisões de compra.



Quando comparado com conteúdo editorial e conteúdo pago, a social media é a fonte de informação menos crítica para os compradores de TI, diz o estudo. Mas, em dois anos, os compradores esperam que essa equação mude, dando à social media um aumento de 31% para 37% por influenciar decisões de investimento. No mesmo período, o peso para conteúdo editorial e pago cairá em 31% e 32%, respectivamente.

O social já está desempenhando um papel entre a grande maioria dos compradores de TI. De acordo com a pesquisa, 86% deles usam a social media para o processo de decisão de compra. Há alguns anos, a mídia social tinha um peso de cerca de 20% nas decisões; hoje, as conversações que antes se davam off-line estão migrando para redes sociais como Facebook, Twitter e Google +.

Os compradores estão colocando mais peso nessas conversações, ao mesmo tempo em que engajam os vendedores no processo de compra, afirma Bob Johnson, VP e analista da IDG Connect. Ele observa que os vendedores vão precisar oferecer aos compradores um caminho claro para a informação certa através dos canais sociais.

O estudo também constatou que os compradores engajados nas redes sociais estão muito mais interessados em conteúdo educacional do que conteúdo promocional ou transacional. Isso sugere que, embora a importância da social media esteja crescendo, ainda não é o local para fechar negócios.


Fonte: ProXXima
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