quinta-feira, 21 de agosto de 2014

L'arroganza dei giovani di oggi non porterà a nulla.

Programa permitirá aos anunciantes saberem como 
os internautas avaliam seus comerciais

Chega ao mercado nacional uma ferramenta pioneira voltada para o mundo publicitário. Desenvolvido em parceria entre as equipes do Contplay e IBOPE Inteligência, o programa AdScore permite às marcas saberem como seus comerciais são recebidos pelos consumidores. Por meio de um questionário simples, serão avaliados o impacto dos filmes publicitários, sua facilidade de compreensão, credibilidade e persuasão (se despertou o desejo de consumo em quem assistiu).

Composto por sete perguntas, o questionário gera indicadores para o filme avaliado -- individualmente e na comparação com patamares médios dos filmes veiculados no período -- da mesma categoria ou ainda de um determinado concorrente. “Disponibilizaremos o AdScore para avaliação dos principais vídeos de cada setor que estiverem sendo veiculados nas TVs aberta e paga ou na Internet”, afirma Silvia Cervellini, diretora executiva de negócios do IBOPE Inteligência. De acordo com a executiva, antes de chegar ao mercado, foram realizadas avaliações por mais de 20 mil pessoas, para calibrar os indicadores e construir o padrão de referência.

A necessidade dos anunciantes e do mercado publicitário de mensurar com agilidade a percepção dos comerciais foi o que motivou as duas empresas a criarem o AdScore, segundo Pedro Cabral, CEO do Contplay. “Seguimos alguns conceitos básicos do que é importante avaliar. A ferramenta consegue medir como os internautas reagem ao comercial e a partir disso mensurar o impacto, entendimento, persuasão e mobilização, que são métricas chave para avaliação de comunicação”, ressalta o executivo. “Com o AdScore, a marca terá uma avaliação eficiente de seus filmes e visualizará as possíveis mudanças necessárias. Também é possível comparar a avaliação com a concorrência ou com média da categoria e, assim, afirmar o quanto essa propaganda se destaca”, completa.

Para avaliar um comercial, o internauta precisa acessar o site do Contplay – www.contplay.com - e assistir ao vídeo. No fim da exposição, poderá aparecer uma mensagem perguntando se deseja participar da pesquisa. Basta aceitar e responder ao questionário. Como os consumidores estarão previamente “logados” no Contplay, seus perfis já serão identificados – faixa etária, gênero e nível de escolaridade – e proporcionarão ao anunciante um retrato com mais detalhes sobre quem teve a percepção de seu comercial. 

Os anunciantes poderão optar por adquirir apenas o relatório das métricas referentes ao próprio comercial, todos os vídeos da categoria ou até mesmo avaliações de vídeos de outros setores. Também haverá a possibilidade de solicitar uma pesquisa customizada com questões adicionais, como por exemplo, com a inserção da avaliação específica de algum elemento, personagem ou sentimentos despertados nos internautas ao assistir o comercial. “Continuamos avaliando comerciais constantemente para formar padrões ou referências em diversas categorias: automóveis, eletrônicos, alimentos, bebidas, entre outras. Por isso, sempre podemos comparar a avaliação de um determinado comercial com a referência média de sua categoria e afirmar se é melhor, igual ou pior que os demais comerciais do setor”, conclui Silvia. A média de participantes por avaliação é de, no mínimo, 200 internautas.

Para os executivos do Contplay e do IBOPE Inteligência, a expectativa é de que o AdScore se transforme em referência de qualidade dos comerciais, o que, segundo eles, contribuirá para o aprimoramento do mercado publicitário.


Publicação faz parte das Comemorações 
dos 100 anos da profissão

Em comemoração ao centenário das Relações Públicas no Brasil, o Conselho Regional dos Profissionais de Relações Públicas São Paulo e Paraná lança a Revista Relações Públicas. 

O início da história da profissão no país se deu em 1914 quando a empresa The São Paulo Trainway Light and Power Company (atual AES) instituiu em sua estrutura organizacional o primeiro departamento de Relações Públicas, sob a direção de Eduardo Pinheiro Lobo. Desde então, a profissão evoluiu e aos poucos conquistou um espaço mais estratégico dentro das organizações.

Para discutir as transformações sofridas neste período e analisar o atual cenário do mercado e perspectivas futuras, foi realizada uma mesa redonda com a presença de vários profissionais de diferentes campos de atuação, se tornando a matéria principal dessa edição de lançamento.

Neste número, é possível conferir as datas dos principais eventos e cursos na área de comunicação, entrevista, artigo, informações sobre POP 2014 entre outros assuntos. 

Os objetivos centrais da publicação incluem divulgar as atividades desenvolvidas pelo conselho, aproximar os registrados e atualizá-los e, principalmente, promover e discutir a importância da profissão nos vários setores de atuação.

A revista será enviada a partir da primeira semana de agosto às agências e profissionais registrados no Conrerp 2ª Região, associações da área, universidades que possuem o curso de RP (São Paulo e Paraná) e empresas de grande expressividade no mercado nacional. Em um primeiro momento a publicação será semestral, com planos para que se torne trimestral em 2015.


Alimentação, pagamento do aluguel e prestação da casa lideram 
a lista de prioridades. Prioridades no orçamento familiar 
variam de acordo com o rendimento mensal.

A alimentação e a moradia devoram um terço da renda dos brasileiros todos os meses, independentemente da classe social, como mostra a pesquisa “Como Gastam os Brasileiros”, desenvolvida pelo Mundo do Marketing em parceria com a eCGlobal e a eCMetrics. O que é considerado importante ou supérfluo varia de acordo com o potencial financeiro do consumidor, mas as despesas fixas ainda são responsáveis pela maior fatia do salário da população, que volta, gradativamente, a viver a inflação.

A alta dos preços já pode ser percebida no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que nos últimos 12 meses acumulou alta de 6,52%, acima do teto da meta de inflação do Banco Central, que é de 6,5%. Na prática, a população sente os efeitos no saldo bancário: metade do que se ganha vai para o pagamento do combo alimentação, moradia, transporte, luz, água e gás.

A casa se torna uma despesa ainda mais pesada para os consumidores das classes B e C, já que a maioria paga aluguel ou parcelas de um imóvel. Já nos grupos mais abastados a cota mais puxada fica por conta da educação dos filhos. “Para a classe A, a etapa de compra da moradia, em geral, já foi superada. Eles são os que mais gastam com educação por escolherem escolas mais caras”, comenta Adriana Rocha, CEO e Co-founder da eCGlobal, em entrevista à TV Mundo do Marketing.

Quem gasta com o quê?
As prestações do carro, os seguros e os consórcios, além dos gastos com lazer e roupas, são liderados pelas classes B1 e A, que possuem renda média bruta familiar de R$ 6.006,00 e R$ 11.037,00 respectivamente, segundo o Critério de Classificação Econômica Brasil, da Associação Brasileira de Pesquisa (Abep). Esses dois grupos possuem comportamento financeiro semelhante. Já os empréstimos e as prestações diversas, presentes em ambos, também atingem os emergentes da classe C1, com renda média bruta de R$ 1.865,00. 

A classe C como um todo prioriza a compra de roupas e cosméticos, bem como serviços de beleza. Existem, contudo, variações entre as preferências das famílias compreendidas na classe C1 e aqueles que se enquadram na camada C2, com rendimentos médio de R$ 1.277,00, segundo os cálculos da Abep.

Os primeiros priorizam gastos com saúde, como planos de saúde e farmácia, e o pagamento de crediários. Já os últimos valorizam as despesas com moradia, prestação do carro, mensalidade escolar e celular. Aqueles que emergiram recentemente para a chamada “Nova Classe Média” são os que mais se preocupam em poupar dinheiro para emergências. “Os emergentes guardam dinheiro para os momentos difíceis. Mas, quando a grana fica curta, é a poupança que eles cortam primeiro”, comenta Adriana Rocha. 

E quando falta dinheiro?
Na lista do que é deixado de lado em tempos de recessão, só a moradia e o abastecimento de comida do lar estão a salvo. Os fundos para emergências e as consultas, exames, planos de saúde são os primeiros a saírem do orçamento da maioria das pessoas. O mesmo acontece com os crediários e cartões. Em casos mais extremos, até as contas de luz, água e gás são postergadas. “É um pouco da cultura do brasileiro, de que aquilo que pode ser negociado e pago depois fica de lado quando se passa por uma dificuldade financeira”, avalia a CEO da eCGlobal.

Quando a conta não fecha, a Classe A corta ou reduz primeiro a TV a cabo e a gasolina, mas também mostra-se disposta a sacrificar investimentos e até os custos da moradia. “Nesse grupo, não são os supérfluos os primeiros a serem afetados. Antes, faz reduções em outras áreas”, analisa Adriana Rocha.

Já a classe B aponta como primeiros cortes a mensalidade escolar, a conta de telefone e a internet. Na classe C, além das contas, ainda são eliminados o lazer fora de casa e a compra de livros, CDs, DVDs e roupas. “Para a classe C2, especialmente, acaba sendo mais fácil abrir mão do entretenimento externo ao lar, pois é a que menos gasta com este tipo de programação. O tempo livre costuma ser aproveitado dentro da própria casa”, comenta Adriana Rocha.

A percepção do que deve sair da lista de gastos também muda de acordo com o sexo. Os homens deixam de pagar primeiro as mensalidades escolares e também de poupar para eventualidades. Já as mulheres abrem mão de presentes e gastos relacionados à saúde e estão dispostas, inclusive, a reduzir a conta do supermercado. “O homem poupa mais, enquanto as mulheres gastam com saúde, roupas e beleza. Por outro lado, os homens gastam mais com prestação de carros. É uma questão de prioridades, e isto interfere diretamente na hora de resumir o orçamento”, pontua a CEO da eCGlobal. 

Para onde vai o dinheiro que sobra
Abrir mão do consumo a que se está habituado não é agradável para ninguém. À medida que as finanças começam a se estabilizar e sobra algum dinheiro, a primeira ação é retomar aquilo que considera importante e precisou ser cancelado por falta de verba. “Ninguém quer ficar sem internet ou baixar sua qualidade de vida. Assim que sobra algum dinheiro, a tendência é de recuperar o equilíbrio que foi perdido”, diz Adriana Rocha.

A preocupação em restabelecer um fundo de emergência é unanimidade entre as classes, assim como retomar consumo de cultura por meio de livros, DVDs e a compra de mimos, como presentes. Para a Classe A1, o lazer e as contas da internet são os primeiros a voltarem para a lista de gastos mensais. Já as classes A2, B e C1 priorizam a regularização das contas que ficaram atrasadas. Os componentes da camada C2, por sua vez, voltam a investir em beleza e lazer, prioritariamente.

Fonte: Mundo do Marketing


“Tendência de interação entre comunicadores empresariais e jornalísticos já é uma necessidade”, explica a comunicadora Moema Zuccherelli

O Jornalismo moderno não perdoa os atrasados. Mais do que nunca, a vitória cabe ao veículo que puder dar o furo de notícia primeiro. A qualidade do texto ou seu autor ficam em segundo plano, dando lugar ao caráter instantâneo e a possibilidade de estabelecer um diálogo dinâmico com as partes envolvidas em determinada notícia. Nesse contexto, o público se torna o verdadeiro “pauteiro” das redações e as mídias sociais são o seu microfone.

Exemplo emblemático dos últimos anos, a morte do cantor Michael Jackson não foi um furo de notícia de nenhum grande veículo como a CNN ou a BBC. Coube ao TMZ – à época um site ainda pouco relevante – oficializar a morte do rei do pop. O ano era 2009, e cinco anos depois muita coisa mudou. 

“Hoje, quem quer informação em tempo procura por hashtags no Twitter”, diz Moema Zuccherelli, sócia-proprietária da Agência Lide Multimídia, de Curitiba, que baseia o seu trabalho na convergência de mídias em comunicação empresarial. “Apesar do Facebook ser a rede social mais popular, o Twitter ainda é o preferido dos jornalistas pela velocidade e a possibilidade de estabelecer diálogo com a audiência em tempo real.”

Segundo a comunicadora, a interação nas redes permite ao jornalista transformar o cidadão comum em um emissor de notícias. “Exemplos tradicionais disso hoje em dia são as rádios de trânsito, que estimulam seus ouvintes a mandarem tuites ou mensagens via WhatsApp para detalhar a situação em avenidas e rodovias”, explica Moema. “Em um contexto como esse, a fonte da notícia passar a ser diretamente envolvida com o assunto na hora em que ele está acontecendo. A mensagem direta e crua passa a ser o ponto-chave deste estilo de jornalismo, com a qualidade da informação ficando em segundo plano. No caso do Twitter, por exemplo, cada tuite é limitado a 140 caracteres. Isso representa a desconstrução do jornalismo como conhecíamos anteriormente – a notícia elaborada, com diversas fontes e detalhes dos acontecimentos – para algo cuja qualidade ainda é questionável por diversos profissionais do ramo.”

Usuários fornecerem informações a veículos através das redes sociais já se tornou uma prática comum
No entanto, um dos grandes problemas desse novo estilo de se produzir notícias é a fragmentação da informação. Na internet, se perde a noção da importância das manchetes: em um grande portal a manchete pode ser o fato mais recente do dia – uma celebridade que se expôs na internet – e uma notícia do início da manhã está em segundo plano – um avião com 300 passageiros que caiu no Oceano Atlântico. “As tendências a serem observadas em contextos como esse é que hoje o público online é muito maior do que o impresso – e, consequentemente, a publicidade que sustenta o jornalismo também já está migrando para estas plataformas”, observa Moema. “A meu ver, é improvável que o jornalismo impresso seja extinto como acreditam alguns pessimistas. Mas no futuro será primordial rever o modelo de negócios e rentabilidade destas plataformas.”

Hoje, o Twitter abriga pessoas que podem ser consideradas formadoras de opinião, tendo em vista sua colaboração no desenvolvimento de conteúdo jornalístico. Na área de comunicação empresarial, é importante prestar atenção a isso. Uma das maiores tendências para os próximos anos é a inclusão de anúncios publicitários nas redes sociais, forma de merchandising que despontou de vez em 2014 e promete ser trabalhada ainda mais a fundo, com a utilização de informações privadas para vender produtos para um tipo específico de consumidor online. 

“Cada vez mais, empresas que não atentarem às mídias sociais como uma ferramenta de comunicação corporativa irão ficar para trás”, prevê Moema Zuccherelli. “Outra observação é a necessidade constante de acompanhar dados dos analytics, responsáveis pela contagem de acessos nas redes sociais e sites. Só assim é possível ter noção das respostas do público às campanhas e conteúdos trabalhados mensalmente.”

Marketing online pelas redes sociais foi muito utilizado durante a Copa do Mundo
De acordo com a publicação norte-americana AdAge, a propaganda de internet móvel terá um crescimento vertiginoso em 2014, constituindo 50% da renda do Facebook. O mesmo deve acontecer com o Twitter, com “tuites-propaganda” intercalando o feed de notícias pessoal de cada usuário. A previsão é que o investimento nesse tipo de publicidade chegue a US$ 11,8 bilhões apenas nos Estados Unidos.


o
Marcos Moraes, do grupo Votorantim, fala sobre os desafios de organizar a maior prova off-road do país.

Confira aqui a entrevista.

Fonte: Valor Econômico



quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Não podemos esperar

o
As grandes redes varejistas reduziram seus investimentos neste ano. Levantamento feito pelo Valor com base nos balanços de 17 varejistas e grupos de shopping centers mostrou investimentos totais de R$ 2,54 bilhões de janeiro a junho. Esse montante indica uma queda de 20,1% na comparação com igual período do ano passado. Entre as empresas analisadas, dez cortaram investimentos e sete ampliaram.


A tendência se explica pela queda do consumo, que desestimulou a abertura de novas lojas. Algumas adiaram planos para o segundo semestre para sentir melhor o "pulso da economia". Corte de desembolsos por empresas em reestruturação e fim de ciclos de investimento iniciados alguns anos atrás também compõem o cenário.

Fonte: Valor Econômico


o
Um projeto supercriativo e bem planejado nem sempre traz o resultado esperado. Logomarcas, produtos, embalagens e estampas, todas arruinadas por falta de atenção. Já viu no que uma distraçãozinha pode resultar? 

É assustador e ao mesmo tempo tão engraçado… Aquele breve momento de distração que gerou um erro catastrófico pode ter causado demissões, mas chorar o leite o leite derramado nunca adiantou, mesmo. 

Então, vamos às risadas:



Adair Turner*

O encolhimento da população é sempre algo ruim? A julgar pelas lamentações de alguns economistas e autoridades em economias avançadas, onde as pessoas passaram a viver mais e as taxas de natalidade caíram abaixo do nível de substituição, certamente seria de se pensar que sim. Na verdade, os benefícios da estabilidade demográfica - ou mesmo de um ligeiro declínio - superam quaisquer efeitos adversos.

Sem dúvida, o envelhecimento da população traz óbvios desafios para os sistemas previdenciários. E, como sugerido por economistas, entre os quais Paul Krugman, também pode significar que as economias avançadas enfrentem não apenas uma recuperação lenta, mas também o risco de uma "estagnação secular".

Com o menor crescimento populacional, diminui a necessidade de investir em estoque de capital. Paralelamente, as pessoas que planejam ter aposentadorias mais longas podem querer poupar mais para assegurar pensões mais adequadas. Se essa poupança exceder a necessidade de investimento, pode levar a uma demanda agregada inadequada, deprimindo o crescimento econômico.

Mas os desafios às políticas econômicas relacionados a essas mudanças demográficas são administráveis. E, talvez ainda mais importante, os benefícios de uma maior longevidade e de uma menor fertilidade são consideráveis.

Elevar a expectativa de vida é um resultado bem-vindo dos progressos econômicos e médicos e é quase certo que os avanços continuarão. De fato, a expectativa média de vida para as crianças nascidas em países prósperos poderia em breve superar os cem anos.

Isso implica uma proporção cada vez maior de pessoas com mais de 65 anos em relação aos mais jovens. No entanto, enquanto a idade média de aposentadoria subir e mantiver estável a proporção de tempo de trabalho e de aposentadoria, o fato de os anos de trabalho e os anos de aposentadoria estarem crescendo em ritmos iguais não tem efeito econômico adverso. Além disso, há fortes evidências de que o aumento na longevidade pode significar mais anos de vida ativa saudável, em vez de uma vida sem saúde e dependente.

Apenas políticas ruins, como o recente compromisso alemão em reduzir a idade de aposentadoria, podem tornar as vidas mais longas um problema econômico.

O declínio na fertilidade, inclusive em alguns países de renda média ou baixa, como o Brasil e Irã, também reflete desenvolvimentos sociais imensamente positivos - em particular, a maior influência das mulheres. Sempre que as mulheres tiveram direito à educação e a escolher quantos filhos querem ter, os índices de fertilidade caíram para os níveis de substituição ou para algo ligeiramente abaixo disso.

A queda nas taxas de nascimentos é um desafio maior para os sistemas previdenciários do que o aumento na longevidade, porque implica um aumento na taxa de dependência na terceira idade, mesmo se a idade de aposentadoria aumentar acompanhando a expectativa de vida. Mas enquanto as taxas de nascimento estiverem apenas um pouco abaixo do nível de substituição, a sustentabilidade dos sistemas previdenciários pode ser assegurada por meio de aumentos acessíveis nas contribuições. E taxas menores de nascimentos trazem o benefício compensatório de taxas menores de filhos dependentes, reduzindo os custos de educação ou permitindo mais investimentos por criança em educação.

A queda no crescimento populacional também pode reduzir o aumento na proporção de posses em relação à renda, assim como também conter o resultante aumento na desigualdade que Thomas Piketty recentemente destacou. Em muitos países, o aumento na proporção decorre principalmente da elevação do preço dos imóveis em comparação à renda, já que as pessoas mais prósperas dedicam uma parte cada vez maior de sua renda para comprar propriedades em locais desejáveis.

Para as economias avançadas de hoje, uma população estável ou com leve declínio provavelmente seria ótima para o bem-estar humano. Para o mundo como um todo, é uma meta desejável.

É também, entretanto, uma meta distante. Na verdade, o declínio da população nos países avançados é um problema bem menor do que o alto crescimento populacional em muitos países em desenvolvimento. O cenário intermediário de fertilidade da Organização das Nações Unidas (ONU) projeta que a população mundial vai aumentar dos atuais 7 bilhões para 10 bilhões de pessoas em 2050.

Altas taxas de fertilidade em muitos países são consequência, em parte, da baixa renda. A relação causal, contudo, também funciona na outra direção. Altas taxas de fertilidade limitam as perspectivas de crescimento econômico, porque o aumento excessivo da população torna impossível acumular estoques per capita de capital físico e humano no ritmo necessário para sustentar altos ganhos de renda.

Comentários superficiais muitas vezes sugerem o contrário: países com altas taxas de fertilidade supostamente gozam de dividendos demográficos de uma população jovem e de alto crescimento. Analisando além do crescimento populacional, entretanto, não é possível criar empregos com a rapidez suficiente para absorver uma mão de obra cada vez maior.

Quase todos os países com índices de fertilidade muito superiores aos níveis de substituição deparam-se com índices de desemprego entre os jovens altos a ponto de serem social e economicamente nocivos. A instabilidade política no Oriente Médio tem muitas causas, entre elas, a falta de empregos para os jovens, em especial homens.

Sim, a desaceleração demográfica pode, como Krugman e outros argumentam, aumentar o risco de deficiências na demanda e de crescimento abaixo do potencial. Mas se o problema é uma demanda inadequada, o risco pode ser evitado. Governos e bancos centrais sempre podem criar demanda nominal adicional, se estiverem dispostos a usar todas suas ferramentas disponíveis, como investimentos públicos financiados por dívidas ou dinheiro.

Se o envelhecimento das populações levar a uma estagnação secular, as causas serão políticas falhas. Em contraste, os problemas criados pelo crescimento excessivo da população estão enraizados em limitadores reais e inevitáveis. Não deve permitir-se que os desafios administráveis criados pelo aumento na expectativa de vida e pelo menor índice de nascimentos obscureçam os imensos benefícios de uma maior longevidade e de estabilização da população. E, certamente, esses desafios administráveis não deveriam nos cegar para as consequências econômicas e sociais adversas do rápido crescimento (Tradução de Sabino Ahumada).

* Adair Turner, ex-presidente da Autoridade de Serviços Financeiros (FSA, órgão regulador 
do mercado financeiro britânico), é membro do Comitê de Política Financeira do 
Reino Unido e da Câmara dos Lordes.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Non plus. Nous espérions un miracle pour changer notre pays.

Pesquisa Global AdView Pulse Lite aponta que os investimentos 
globais de publicidade cresceram 4,8% no primeiro trimestre de 2014

Seguindo a tendência dos últimos trimestres, a América Latina apresentou a maior taxa de crescimento e novamente seguiu na liderança do ranking mundial da pesquisa Global AdView Pulse, feita pela Nielsen, com a cooperação do IBOPE Media, e a parceria de institutos de pesquisa de vários países. A pesquisa levantou dados globais de investimento publicitário no primeiro trimestre de 2014 e o IBOPE Media cooperou com os resultados de investimentos feitos no Brasil e Argentina.

Depois de registrar um crescimento de 3,7% no consolidado de 2013, os investimentos globais em publicidade seguiram em ascensão e registraram 4,8% no primeiro trimestre de 2014, somando 74,2 bilhões de dólares. Segundo a pesquisa, em âmbito global, o pico de investimento publicitário se deu em fevereiro (8,4%) e pode ter sido influenciado pela realização dos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, na Rússia.

A região da América Latina fechou o primeiro trimestre de 2014 com o melhor resultado entre todos os mercados e atingiu um crescimento de 19%, seguido pelo Oriente Médio e África (8,5%), América do Norte (6,9%), Ásia-Pacífico (2,1%), enquanto a Europa apresentou uma queda de 2,1%.



A Adidas foi a marca, dentre as patrocinadoras da Copa, que mais gerou tráfego através da busca orgânica para seus portais globalmente durante o Mundial, segundo o SEM Rush – ferramenta de rastreamento de dados orgânicos nos buscadores que mensura a visibilidade de uma marca por meio do posicionamento de palavras-chaves. De acordo com os dados para o cenário brasileiro, o site adidas.com.br conquistou 23% a mais de visitas através das buscas orgânicas que o segundo do ranking, e 45% de suas palavras-chaves ficaram entre as três primeiras posições nos resultados no Google. Para Gustavo Macedo, gerente de SEO da iProspect, agência global da marca para serviços de SEO e Mídia de Performance, conhecer os hábitos de comportamento e de busca dos consumidores é fundamental para a escolha das estratégias certeiras para o fortalecimento da comunicação entre marca e público final.


Estudo do Zoom e Consumoteca revela que ter uma boa experiência de compra na loja online, confiar na entrega do produto e preço são os fatores mais importantes para os e-consumidores.

Na edição anterior da pesquisa, a preocupação com o valor do produto aparecia como último critério dos internautas. Agora, com o objetivo de traçar o perfil e conhecer possíveis mudanças de comportamento e preferências das pessoas que compram pela internet, o Zoom, em parceria com a Consumoteca, consultoria especializada em estudos sobre o mercado online, realizou uma pesquisa exclusiva sobre esses consumidores. As principais informações levantadas neste estudo são o aumento da adesão do público masculino às compras online, predominância da classe B (representada por 53%), concentração da maior parte dos e-consumidores na região Sudeste (56%), bem como o crescimento do número de pessoas que possuem smartphone e/ou tablet (67% dos entrevistados).

A pesquisa, realizada pelo segundo ano consecutivo, revela que a principal mudança de comportamento dos e-consumidores é com o aumento da preocupação com o preço, mas ter tido uma boa experiência de compra e ter certeza de que receberá o produto comprado são os fatores primordiais para realizar uma compra pela internet. Dos entrevistados, 37% priorizam as lojas que já proporcionaram uma boa experiência, 33% estão mais preocupados com a confiança na entrega e 32% buscam pelo melhor preço. Na edição do ano passado (2013), preço aparecia em último lugar, representado por apenas 19%, como critério para decisão da compra online. 

Indo ao encontro aos dados da pesquisa, o Zoom lançou no final do ano passado o Zoom Garante com o objetivo de reafirmar sua preocupação com a confiabilidade das lojas parceiras. O serviço gratuito, que assegura ao cliente o recebimento do produto comprado nas lojas parceiras ou o dinheiro de volta (até R$ 3.000,00), já foi utilizado por 1 milhão de pessoas. “Percebemos que os consumidores estão cada vez mais conscientes sobre a importância de se proteger para comprar apenas em lojas confiáveis. Serviços que garantem a entrega e sites que oferecem vantagens para que o cliente volte a comprar são algumas das ferramentas que melhoram a confiança dos internautas”, comenta Thiago Flores, diretor executivo do Zoom. 

O estudo revela ainda que 62% dos entrevistados possuem smartphones e/ou tablets e desses 62% usam esses aparelhos para pesquisar preços ou comprar produtos. Apesar do crescimento da adesão a dispositivo móveis, apenas 31% finalizam a compra pelo aparelho. A maioria das pessoas (45%) compra usando PCs, 22% apenas pesquisam preços e 2% preferem ir à loja física para comprar o item pesquisado. Segundo a pesquisa, 39% preferem comprar por sites ao invés de aplicativos por serem mais fáceis e simples de navegar e 60% acham que os sites fornecem mais informações sobre o produto. Em contrapartida, 48% das pessoas preferem os aplicativos para suas compras online por esses apresentarem menos publicidade que os sites. 

Perfil das pessoas que compram pela internet
Uma das principais mudanças do perfil das pessoas que compram pela internet diz respeito ao crescimento da adesão do público masculino pelas compras online (57% homem x 43% mulheres). Em relação à faixa etária, constata-se que comprar pela internet faz parte da realidade de todas as faixas etárias, mas a maior concentração desse público, representada por 17%, está na faixa dos 18 a 24 anos. Nota-se também um aumento significativo da presença da classe B (53%) e queda na representatividade da classe A: apenas 9%. Já os consumidores da classe C/D são os segundos mais adeptos ao comércio eletrônico, representados por 37%. A região que concentra maior número de e-consumidores (56%) é a Sudeste, seguida pelo Nordeste (19%) e Sul, com 14%. Para esta pesquisa foram entrevistadas cerca de 5,5 mil pessoas por meio de questionários quantitativos estruturados online. 

Confira abaixo o resultado completo da pesquisa realizada pelo Zoom, em parceria com a Consumoteca:

Distribuição por faixa etária
Menor de 17 anos  | 6%
18 a 24 anos | 17%
25 a 29 anos | 13%
35 a 39 anos  | 13%
30 a 34 anos  | 12%
40 a 44 anos |11%
45 a 49 anos | 10%
50 a 60 anos | 15%
Maior de 60 anos | 4%

Sexo
Masculino | 57%
Feminino  | 43%

Região 
Sudeste | 56%
Nordeste | 19%
Sul | 14%
Centro-Oeste | 7%
Norte | 5%

Classe Social 
Classe A | 9%
Classe B | 53%
Classe C/D | 37%

Como você seleciona a loja online que vai comprar?
Priorizo as lojas que já tive boa experiência | 37%
Confiança na entrega | 33%
Pelo preço | 32%
Priorizo as grandes lojas | 32%
Vejo se tem reclamações em sites como o Reclame Aqui | 29%
Avaliação de outros consumidores | 21%

Fonte: Zoom/Consumoteca– 2014


A Unidade de Inteligência Comercial da Apex-Brasil definiu os países com maior potencial de negócios com produtores independentes brasileiros. Primeira ação de aproximação de produtores brasileiros e australianos acontece durante o Mipcom.

A Unidade de Inteligência Comercial da Apex-Brasil definiu os mercados-alvos para o Brazilian TV Producers (BTVP), programa da agência de exportação em parceria com a Associação Brasileira de Produtoras Independentes de Televisão (ABPITV), que tem o propósito de estimular negócios entre empresas brasileiras e estrangeiras. A novidade no ranking desse ano é a Austrália. O país tem algumas características culturais parecidas às do Brasil e o inglês como idioma, o que facilita a exportação de produções.

A primeira aproximação entre produtores brasileiros e australianos deve acontecer durante o Mipcom 2014, o maior evento de conteúdo de entretenimento, que acontece em Cannes, na França, de 13 a 16 de outubro e deve contar com representantes de 50 produtoras brasileiras. O BTVP incluiu na agenda de atividades da delegação brasileira uma rodada de negócios com produtores australianos no dia 14 de outubro. Os demais mercados-alvos segundo o ranking mais recente são: África do Sul, Alemanha, Argentina (bloco que inclui o Chile e Colômbia também), China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Canadá.

A única coprodução para televisão realizada entre Brasil e Austrália é a série de animação infantil Princesas do Mar, da Flamma Films, de São Paulo. A coprodução internacional conta ainda com um terceiro país, a Espanha, e já foi exportada para mais de 128 territórios. No Brasil, foi exibida entre 2008 e 2013 no Discovery Kids, além de ter sido transmitida também pela TV Cultura. Atualmente, está na Netflix.


Fábio Bernardi*

Imagine uma pessoa pesando 150 quilos. Sempre sonhou em ser magra. Ambiciona chegar a 85 quilos e, a cada visão desse futuro esbelto, inicia uma ação imediata em busca do objetivo de se reformatar. Uma dieta aqui, uns exercícios ali, um pouco menos de cerveja acolá. Mas, apesar de um botão a menos no cinto de vez em quando, rapidamente ele descobre que um spa sozinho não faz verão. E o excesso de peso e de imobilidade continuam visíveis.

Até um dia, ainda que tenham havido sinais anteriores, soa o alarme da saúde. Infarto, diabetes, alguma coisa mais séria. E aquilo que era apenas uma meta, um sonho para algum dia, vira necessidade vital. Ou emagrece e muda de vida, ou continua igual e morre.

Pois bem: essa pessoa é uma agência de propaganda. Os alarmes são o big data, a internet das coisas, a tecnologia, o conteúdo transmídia e os novos modelos de negócio. Todos conspirando como se fossem donuts ou pastéis de rodoviária contra a boa vida das agências que ainda têm palpitações diante da mídia tradicional. Sinto muito, mas para enfrentar o que vem por aí não vai adiantar reduzir o açúcar; cortar a lactose ou caminhar na esteira cinco vezes por semana. As empresas vão precisar fazer algo mais radical do que isso.

Vão ter de partir para uma operação bariátrica, reduzindo drasticamente as formas antigas e adotando um novo corpo para enfrentar a velocidade dos novos tempos. Vão ter de iniciar uma nova vida, mais leve, arejada, rápida, flexível e atlética. E nunca mais deixarão de se preocupar com o peso que carregam. E, para sempre, terão de malhar o principal músculo do corpo: o cérebro. Falar é fácil, dizer que está fazendo, também, mas como recriar o modelo de negócio? Tudo vai mudar; mas, pense bem, essa é a tradição do mundo. Não tenha medo, mas tenha pressa.

* Fábio Bernardi é presidente da ARP e sócio-diretor da Morya Comunicação, de Porto Alegre.



segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Nos semper sustentare reativos.A causam saepissime amandatur

Modelo de negócio de franquia "Nosso Bar" integra o conjunto de projetos que fazem parte do novo posicionamento institucional da companhia.

Confira aqui.


A maioria das empresas no Brasil recompensa seus empregados levando em conta os resultados mensuráveis que efetivamente proporcionam ao negócio. Ao menos essa é a conclusão de uma pesquisa realizada pela empresa de recrutamento Robert Half com cem gestores de finanças do país.

Para 60% dos entrevistados, a meritocracia é muito importante na organização em que trabalham. A percepção de 38% é de que é um pouco importante, e 2% disseram que os méritos do desempenho não têm importância alguma.

A cultura meritocrática, de acordo com Fábio Saad, gerente sênior da Robert Half, em geral está alinhada às práticas empresariais americanas. Nas companhias europeias, aspectos relacionais são mais considerados que nos Estados Unidos. “Nas asiáticas, o que determina é o tempo de casa”, diz Saad.

Empresas adeptas da meritocracia tendem a focar mais no curto e no médio prazo, segundo Saad. Esse tipo de gestão funciona bem em áreas como a comercial, cujos resultados são mais facilmente medidos em termos numéricos. Em outras, como a de recursos humanos e a jurídica, a eficiência nem sempre passa pela planilha de contas.

Estratégias menos meritocráticas, por sua vez, podem resultar em um comprometimento maior e um tempo de permanência mais extenso das pessoas na companhia, na avaliação de Saad. O risco, no caso, é se abrir espaço para distorções como o “puxa-saquismo” de funcionários em relação aos líderes.

A pesquisa apurou ainda as políticas mais eficientes de meritocracia. O plano de carreira foi o mais citado, por 40% dos gestores ouvidos. Em seguida aparecem os bônus pela performance individual, com 33%, o aumento de salário, com 12%, e o trabalho flexível, com 6%.

Fonte: Valor Econômico


Criada pela DM9DDB, campanha inclui anúncios interativos na revista impressa, desenvolvidos em parceria com Microsoft e Tim

Leitoras da revista Contigo poderão dar ‘likes’ na própria revista. Trata-se da nova campanha da C&A, criada pela DM9DDB e desenvolvida em parceria com Microsoft e Tim, com o intuito de estreitar relacionamento com as clientes conectadas da varejista.

Para viabilizar o Anúncio Like, foram inseridas placas eletrônicas com componentes específicos e um chip da Tim nas revistas, com informações armazenadas das pessoas cadastradas. Então, cada usuária que interagir com o anúncio verá uma publicação em sua timeline do Facebook.

Todas as consumidoras com cadastro na rede social receberão em casa um exemplar do título com o anúncio personalizado, que exibe dois looks. Quando a consumidora curtir o visual preferido, uma luz acenderá como indicação do voto computado. Para completar, os likes serão enviados para displays instalados nas lojas do Shopping Morumbi, em São Paulo, e Ipanema, no Rio de Janeiro, que exibirão os looks mais populares.


A mais avançada máquina de pensar feita pelo homem, 
mais especificamente, pelo pessoal da IBM, vai desembarcar no Brasil 
no último trimestre deste ano

Sabíamos que ele estava a caminho, mas as aulas de Português precisavam terminar. Terminaram. E Watson, a mais avançada máquina de pensar feita pelo homem, mais especificamente, pelo pessoal da IBM, para variar, passou com louvor nos testes. Palavrões ele talvez aprimore depois de desembarcar no Brasil, no último trimestre deste ano.

A excitação entre os envolvidos nessa chegada histórica na sede da corporação em São Paulo é mais que evidente. É contagiante. Tudo é novo. Nunca houve um lançamento assim aqui. Também, nunca um Watson antes.

"Estamos aprendendo ao fazer. Dá um certo frio no estômago. Estamos ficando meio loucos por aqui. Mas entusiasmados como nunca.", revela Mauro Segura, Diretor de Marketing da companhia no Brasil.

Watson não é um daqueles mainframes clássicos, que tanto marcaram a imagem da companhia em sua origem, décadas atrás. Na verdade, toda sua sabedoria está na nuvem. Watson, em certa medida, é mais virtual que físico.

É sobre-humano também, já que com seus avançados processadores de inteligência artificial, base da sua computação cognitiva, aprende mais rápido, melhor e armazena mais dados e conhecimentos que qualquer um de nós. Foi assim que aprendeu português. Provavelmente, rindo.

Watson vai fazer por aqui diagnósticos médicos, auxiliar o varejo na interação com seus consumidores com análises de comportamento, a indústria de viagens com guias informativos sobre rotas e dados dos destinos, o mercado financeiro com dicas de investimento e análise de performance dos correntistas, o mercado de empregos com dados e informações para empresas e desempregados, além de toda uma série de informações para uso em marketing sobre hábitos de consumo e desempenho de negócios.

Quer dizer, isso por enquanto. Watson não para de aprender.

A IBM deverá fazer um lançamento impactante no Brasil de seu mais nobre pensador. Elementar.

fonte: Proxxima

Os sites das cem maiores empresas brasileiras têm 
pouco conteúdo em área exclusiva da imprensa

As empresas no Brasil que mantêm uma sala própria de notícias bem atualizada e aberta aos consumidores e clientes representam uma minoria. Embora exista um investimento grande em conteúdos para redes sociais e ações de marketing, o mesmo não acontece em relação às chamadas “salas de imprensa” das 100 maiores corporações com atuação nacional.

A pesquisa exclusiva da agência Imagem Corporativa em parceria com a europeia MyNewsDesk, líder em plataformas digitais de PR, aponta que apenas 3% dessas empresas atualizam a sala de notícias duas vezes ao dia e quase metade não publica nada sequer uma vez por mês. Além disso, somente 16% das companhias mantêm atualizadas suas informações institucionais – como fact sheets e biografias de executivos.

“Existe hoje uma tendência das empresas criarem cada vez mais seus próprios conteúdos de qualidade. Percebemos, porém, que ainda não existem salas de notícias que reúnem tudo isso sem serem exclusivas para jornalistas”, explica Ciro Dias Reis, presidente da Imagem Corporativa. “Com base nesse diagnóstico é que oferecemos no Brasil soluções da Mynewsdesk que facilitam a busca de informações e interação com qualquer pessoa, como se fosse o próprio portal de notícias da empresa, uma evolução do que já foram as salas de imprensa”, completa.

O que mostra a pesquisa
Das empresas analisadas, 94% possuem um espaço em seu site destinado à sala de imprensa ou notícias, porém o conteúdo é quase sempre restrito a releases para jornalistas e contato de assessores.

A frequência mensal de postagem de novos conteúdos na sala de imprensa é, na média, de 5,38. Das 100 companhias analisadas, 44% postam menos de uma atualização por mês; 23% o fazem de uma a três vezes por mês; 29% colocam novos conteúdos no mínimo uma vez por semana; e apenas 4% postam atualizações uma ou mais vezes por dia.

Apenas 28% possuem uma biblioteca de imagens, e só 27% oferecem vídeos. A integração com o que está nos canais e perfis em redes sociais da empresa também pode melhorar, visto que apenas 62% fazem link entre as atualizações. A pesquisa pontuou as 100 empresas analisadas de acordo com dezenas de critérios: a maior pontuação obtida foi de 107, enquanto a média das 100 ficou em 18,4.

Clique aqui e confira a pesquisa completa.




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