sexta-feira, 25 de abril de 2014

Somos o que somos, nada mais.

Muito além dos caça-níqueis “Candy Crush” e similares

Está chegando ao fim a era dos Candy Crushes e City Villes, aqueles jogos que não cobravam dinheiro na entrada, mas depois exploravam a sua alma na forma de mecânicas de espera e spam terríveis. 

Jogos como “Hearthstone”, “Warface”, “League of Legends” e o novo “Rusty’s Real Deal Baseball” mostram que o modelo dos jogos free-to-play está começando a ficar mais criativo e diversificado.

Publicamos no Save Game uma ótima matéria do Fabio Bracht sobre toda essa evolução que está acontecendo pelo bem da nossa jogatina - e das nossas carteiras. Confira clicando aqui.

Fonte: B9



O design gráfico é uma atividade em que o resultado pode até passar despercebido, apesar de nos cercar por todos os lados. A maioria das pessoas sabe muito pouco sobre o que fazem os designers desse ramo, por isso Ben Barrett-Forest teve uma bela ideia. Ele criou um baralho sobre o assunto, uma espécie de guia do design gráfico.
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Intitulado The Design Deck,o brinquedo é uma maneira divertida e fácil de aprender sobre os conceitos básicos e também melhorar as suas habilidades como designer. Cada uma das 52 cartas coloridas tem uma peça de informação útil de um projeto com um exemplo visual, combinados para criar uma análise mais técnica do assunto. As cartas são lindas! 



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Durante o século 18, em meio à miséria e à opressão promovidas pelas monarquias abso lutistas da Europa, um filósofo levantou questões de grande contribuição para compreensão de conceitos políticos, econômicos, sobre o Estado e o Direito: afinal, qual seria o sistema de governo mais legítimo e mais justo socialmente?

A partir da análise da natureza do homem e das relações humanas, Rousseau propôs um tra tado. Assim, nasceu seu maior sucesso como escritor: a obra O Contrato Social não só sig nificou uma proposta de novo modelo de organização da sociedade, como foi um dos estopins para as revoltas que, a partir da Revolução Francesa, agitariam o continente. Agora o clássico escrito por Rousseau, lançado originalmente em 1762 ganhou uma versão em mangá. 

Traduzida por Drik Sada e com ilustrações da Equipe East Press, a edição especial é publica da pela editora L&PM. 

O livro pocket em quadrinhos japoneses custa apenas R$ 17,90 e pode ser adquirido no site da editora.


A coleção conta até agora com edições em mangá de A Metamorfose (Franz Kafka), O Manifesto do Partido Comunista (Marx & Engels), O Grande Gatsby (F. Scott Fitzgerald), Hamlet (William Shakespeare), Assim Falou Zaratustra (Friedrich Nietzsche) e A Arte da Guerra (Sun Tzu).



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Existem algumas perguntas que estou cansado de ouvir: “O Facebook vai acabar? O Twitter ainda é bom? O Google+ vai virar?”. Independente da resposta que eu daria e do fato dessa pergunta ser feita por publicitários e empresários que querem saber onde devem investir o seu dinheiro, essas são perguntas erradas se pensarmos no médio prazo e estão tratando Redes Sociais como um canal apenas e não como um comportamento. Redes sociais não vão acabar.

No futuro, podemos não ter Facebook, Twitter etc mas o comportamento de se conectar com outros continuará como sempre aconteceu. Devemos mudar o foco de canais para assuntos. Sendo assim, temos que mudar a maneira de pensar comunicação nesse cenário. Está ficando cada vez mais claro que o formato que vem sendo usado talvez não seja o melhor.

Há alguns anos eu escrevi um post aqui do B9 em que perguntava onde, em uma agência de publicidade, a área de Social Media deveria ficar. Na época o debate ficou ao redor de Planejamento, Criação ou uma área separada. Acho que hoje eu tenho uma noção melhor de onde a área de Social Media deveria ficar em uma agência de publicidade e a resposta é simples: Em todo lugar.

Explico. Talvez tenha chegado a hora que Social Media não deva mais ser vista como uma disciplina ou departamento. Social Media, na minha opinião, deve ser vista como uma maneira de pensar. É uma maneira de pensar em que tudo pode ser assunto, em que todo formato é válido se gerar conversas e em que toda interação é uma oportunidade de gerar um assunto novo.

Talvez tenhamos que sair da fase em que tudo é anúncio e entrarmos em que tudo é assunto. Em que o mais importante é ter um assunto bom, que gere conversas em qualquer rede social. E por rede social entenda qualquer ambiente que junte um grupo de pessoas com algum interesse em comum e isso pode acontecer no clube, futebol das terças feiras, na praia e claro, no Facebook, Twitter, Google+ e Whatsapp. Por que no final das contas, redes sociais sem comunidade e conteúdo/assunto não existem.

E com certeza, temos que evoluir da fase em que “tudo é curto prazo”. Seja corrida por fãs, corrida por likes, corrida por acessos e por aí vai. Do jeito que as coisas estão indo, falar em crescimento orgânico é quase um palavrão. Tudo é apenas aquisição. Somos todos colonizadores. Chegamos numa terra nova e saqueamos as riquezas desse local até esgota-las. Somos uma nuvem de gafanhotos e destruímos tudo que vimos pela frente. Raramente vemos uma estratégia baseada em branding, marca ou relacionamento. Médio ou longo prazo são termos usados quase sempre em situações ruins. Ninguém tem tempo para esperar.

Nesse cenário de pensar Social Media como disciplina, tudo muda. As vezes eu tenho a impressão que Social Media nas agências é exatamente o que Digital era 10 anos atrás quando comparado com Offline. Há um desinteresse generalizado para fazer esse tipo de trabalho. O que é curioso é notar que muitas vezes, quem tem a postura de resistência são as pessoas de digital e que sofreram isso no passado. Agora para e pensa se a mesma coisa também não acontece com o “pessoal de Mobile”. É amigo, não está fácil para ninguém.

Naquela época, quem era de áreas offline, não se metia em online. E tinha essa divisão muito clara. “Ele é de online” vs “Ele é de offline”. Ao invés de pensar a comunicação como um todo, pensávamos em nichos e isso acabava gerando buracos na estratégia e na execução. Online era apenas o apêndice das campanhas. E aí hoje eu vejo isso acontecendo com Social Media. “Fulano é de Social” e, por ser de Social, essa pessoa tem a obrigação de saber fazer tudo relacionado a esse mundo.

Primeiro por que isso não existe, cada pessoa terá a sua especialidade e segundo por que o grande motivo de “Fulano é de Social” e tem que fazer tudo é um argumento bem próximo do que acontecia 10 anos atrás nas agências tradicionais: preguiça e medo de ter que aprender algo novo. E por causa disso, ainda acontece algo que até hoje eu vejo em agências maiores. Já vi isso acontecer em planejamento que é falar que o trabalho feito por tal planner é nível de offline. Isso só aconteceu porque não estão pensando na comunicação mas sim em disciplinas e quem entrega o que.

Na minha opinião, a maneira de combater isso é não tratar Social Media como uma disciplina mas sim como uma maneira de pensar. Ou seja, se pensarmos como disciplina, a única coisa que teremos é uma agência dentro de outra agência e isso dificilmente vai ser rentável principalmente por conta da sobreposição de funções e tarefas.

Se pensarmos nas áreas de uma agência, vemos que quase todas as funções existentes numa agência tradicional já poderiam ter capacidade de entregar qualquer job de digital, social media ou o que quiser. Basta ter profissionais para isso dispostos a sair da zona de conforto, se adaptar e aprender algo novo. E isso serve para os dois lados. Tanto para quem originalmente veio de offline quanto para quem originalmente veio de Digital/Social Media.

Basicamente, se as áreas da agência começarem a pensar em como aquele briefing poderá se tornar um assunto que as pessoas irão falar a respeito e não em que espaços ele deve preencher, tudo muda e podemos passar para a próxima fase.

E o que precisamos, e vou repetir o que escrevi antes, é ter profissionais dispostos a sair da zona de conforto, se adaptar e aprender algo novo. E aí é onde está a grande barreira hoje. A zona de conforto é tão… confortável.

Mas se a agência tem um departamento de Social Media a função que não está em nenhum lugar da agência e que as vezes acham que é o que define Social Media é a parte de interações e gestão da comunidade (ou Community Manager). Nesse cenário, vemos de novo que o SAC não deve estar na agência e que a função de Community Manager deixa de ser operacional e passa a ser estratégica e tática.

É detectar padrões e alimentar BI, Planejamento e Criação com insights sobre o que está acontecendo na comunidade numa versão mais Qualitativa e a Mídia sobre o que está funcionando e que merece investimento para amplificar o alcance daquele conteúdo. Ou seja, o Community Manager acaba funcionando também como um consultor para as áreas da agência que ele se relaciona. Mas acho que isso merece um post só sobre o assunto.

Claro que ainda vão existir as agências especializadas em Digital, em Social Media e etc. E a entrega delas será completa com todas as áreas pensando apenas nesse prisma e focado no que deve ser feito em canais digitais e Social media. O que quero dizer é que não há nada extremamente técnico nas entregas de Social Media que não possa ser entregue pelas áreas que já existem na agência.

Para confirmar o que estou falando, pense em uma agência de conteúdo. A entrega dela é baseada nos melhores canais em que aquele conteúdo deve estar. Uma parte na TV, outra parte na internet, outra em print, rádio, etc. Claro que existem restrições de orçamento, relacionamento com outras agências e etc. Mas deixar um conteúdo solitário numa mídia só pode ser uma miopia sem tamanho no negócio delas.

Então, para finalizar, o que quero dizer é o seguinte: estamos falando de comunicação. Temos que pensar em soluções de comunicação e não de quem entrega o que e onde. Falar hoje de comunicação 360º, Transmídia e etc nunca foi tão verdadeiro.

O momento que vivemos é claro: ou soma ou some.

Fonte: B9



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Dentro de cada um de nós há dois egos, sugere David Brooks nesta curta palestra meditativa: o ego que almeja pelo sucesso, que constrói um currículo, e o ego que busca conexão, comu nidade, amor, os valores que compões um grande elogio fúnebre. (Joseph Soloveitchik cha mou esses egos de "Adam I" e "Adam II".) 

Brooks pergunta: será que conseguimos equilibrar esses dois egos? 








quinta-feira, 24 de abril de 2014

Quem aqui chegou - Quem aqui chegar

24 candidatos foram testados para a vaga, 
mas nenhum aceitou os termos. 
Você aceitaria?

Quem iria querer um trabalho desses? Full time, sem hora para descanso, 135 horas por semana, que exige o máximo do funcionário, conhecimentos em medicina, finanças e culinária, sem férias nem feriados (incluindo Natal e Ano Novo), sem hora para dormir e o pior: sem nenhuma remuneração, apenas por amor.

Provavelmente, você achará essas exigências insanas e ilegais. Os 24 candidatos entrevis tados para o posto também acharam. Mas milhões de pessoas exercem esse emprego sem sequer reclamar: as mães.

A campanha, em homenagem ao Dia das Mães, foi realizada pela agência Mullen. Foram publicados anúncios reais na internet e em jornais. Nenhum dos candidatos conhecia o pro pósito real da campanha. O Dia das Mães neste ano será comemorado no dia 11 de maio.

Confira abaixo o vídeo e veja as reações dos candidatos. Realmente é um trabalho pesado, mas extremamente compensador. 




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O jornal britânico The Guardian prestou uma homenagem bem criativa a diversas capas de álbuns icônicas na semana passada. 

O periódico divulgou imagens na quais as capas dos discos estavam sobrepostas no exato local onde foram fotografadas. 

Tudo com a ajuda do Google Street View. Led Zeppelin, Pink Floyd, Beatles, Oasis, Beastie Boys, Creedence Clearwater Revival, Bob Dylan, Rush e mais uma porção de bandas clássicas foram homenageadas pelo jornal. 

Alguns dos lugares escolhidos para virar capa de disco continuam praticamente os mesmos, como na icônica capa do The Freewheelin’ do Bob Dylan, em Nova York, ou do (What’s the Story) Morning Glory, do Oasis, produzidos nas ruas de Londres. 

Veja: 

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Confira a matéria original do jornal The Guardian aqui. Com o sucesso da matéria, a organização #POA Digital resolveu fazer uma versão porto-alegrense das capas de discos sobrepostas no Google Street View. Veja a versão com bandas gaúchas.



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Cada indústria tem sua lista de jargões. No mundo do empreendedorismo são vários os termos que você vai encontrar pela frente ao longo de sua jornada. Como empreendedor, é importante que você esteja familiarizado com eles. Conheça uma lista com 25 termos que todo empreendedor precisa saber:

Aceleradora: é o nome 'moderno' para as incubadoras. Enquanto as incubadoras estão mais ligadas a universidades e a projetos governamentais, as aceleradoras são financiadas com capital privado e apoiam startups, empresas de alto potencial de crescimento. A acele ração pode incluir apoio financeiro, mas está baseada principalmente no suporte à criação e ao desenvolvimento do negócio, com sessões de coaching e mentoring durante um período.

Break-even: em português, um 'ponto de equilíbrio'. É quando os custos da empresa são iguais às suas receitas. Como tudo que a empresa recebe paga somente as despesas, o lucro (ou resultado do período), acaba sendo 0, nesse caso.

Capital de giro: são os recursos financeiros utilizados para cobrir os custos do dia a dia da empresa e para sustentá-la entre o pagamento de despesas e o recebimento da receita de clientes.

Captação de recursos: obter investimentos, o que pode ser feito por meio de emprés timos bancários, agências de fomento, fundos de investimentos ou investidores-anjos. Des cubra como captar recursos no curso online da Endeavor de Acesso a Capital.

Co-working: espaço de trabalho compartilhado por diversas empresas, que passam a poder se relacionar e a trocar conhecimentos.

Crowdfunding: obtenção de capital através de financiamento coletivo, em geral de pessoas físicas interessadas na iniciativa. Existem plataformas on-line especializadas nisso.

Crowdsourcing: forma de conseguir serviços/ajuda de forma colaborativa para geração de conteúdos, solução de problemas, desenvolvimento de novas tecnologias, geração de fluxo de informação e afins.

Early stage: são consideradas empresas em early stage (estágio inicial) as que possuem até três anos de existência.

Elevator pitch: apresentação da ideia do negócio em aproximadamente 30 segundos (o tempo que uma pessoa passaria no elevador).

Empreendedorismo corporativo ou intraempreendedorismo: significa empreen der dentro da organização na qual se trabalha. O intraempreendedor enxerga nos problemas do dia a dia oportunidades de crescimento para a empresa, sendo capaz de inovar sistêmica e constantemente. Descubra como implementar uma cultura intraempreendedora em sua empresa no curso online da Endeavor sobre Cultura.

Empreendedorismo social: o empreendedor social cria negócios com fins lucrativos, mas que propõem soluções inovadoras para problemas sociais ou ambientais, como lixo, educação e saúde. Ele está focado em mobilizar pessoas e trabalhar por uma causa para realizar verdadeiras transformações na sociedade.

Escalabilidade: capacidade de replicar o produto/serviço com facilidade atendendo a um grande público ou abrangendo um grande mercado consumidor. Aprenda a escalar o seu negócio para se tornar um empreendedor de alto impacto no curso online da Endeavor sobre como Escalar e Inovar.

Incubadora: as incubadoras têm um perfil mais adequado para quem precisa de tempo e muito conhecimento para estruturar seu negócio. Depende de subsídios governamentais e provavelmente vai precisar de uma quantidade relativamente grande de investimentos para acontecer.

Investidor-anjo: os angels são profissionais experientes que têm capital disponível para investir em novos empreendimentos. Em troca desse capital, esperam um percentual da empresa investida.

MEI: sigla para 'Micro Empreendedor Individual', é a pessoa que trabalha por conta própria e se legaliza como empresário.

Mergers and Acquisitions (M&A): termo em inglês para 'Fusões e Aquisições' (abre viado M&A), é tanto um aspecto da estratégia corporativa e finanças corporativas quanto compra, venda, divisão e combinação de diferentes empresas.

Networking: ter ou estabelecer uma rede de contatos. 'Fazer networking', como é em pregado, costuma ser uma ótima forma de ampliar a qualidade de seus relacionamentos e transformá-los em benefício mútuo no meio profissional.

PME: é a sigla para pequenas e médias empresas. Uma pequena empresa possui de dez a 49 funcionários. Já uma empresa de médio porte possui entre 50 e 249 funcionários.

ROI: sigla da tradução de 'Retorno sobre Investimento', corresponde a um percentual da quantidade de dinheiro ganho em relação à quantidade de dinheiro investido.

Seed capital: capital 'semente', aquele capital que se capta quando o negócio está em sua fase inicial, para que ele possa dar seus primeiros passos no mercado.

Spin-off: criação de uma nova empresa de produtos ou serviços inovadores, criados inicialmente a partir de um projeto em uma 'empresa-mãe'. Geralmente, os empreendedores do novo negócio trabalharam antes no desenvolvimento desse projeto na empresa-mãe, que gerou o spin-off.

Stakeholders: stakeholders são todos os impactados pelo negócio, sejam eles sócios, acio nistas, funcionários, clientes ou segmentos da sociedade.

Startups: uma empresa projetada desde o início para ser grande! Eric Ries, autor do livro 'Lean startup', define startup como 'um grupo de pessoas à procura de um modelo de ne gócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza'. Descubra ferramentas para começar o seu negócio no curso online da Endeavor para Startups.

Validação: ter alguém validando sua ideia, ou seja, se tornando um cliente, usuário, ou estando engajado de qualquer forma ativa em seu negócio, é o sinal verde de que ele pode dar certo. Mas a validação é um exercício constante, um processo que exige flexibilidade, agilidade e resiliência para recomeçar diversas vezes e não desistir.

VC (Venture Capital): traduzido como 'capital de risco', os VCs apoiam empresas de pequeno e médio porte já estabelecidas e com potencial de crescimento. Com duração média de 5 a 7 anos, os recursos investidos financiam as primeiras expansões, levando o negócio a novos patamares no mercado.

Artigo publicado originalmente no site da Endeavor Brasil 



Dados do Direct Marketing Association apontam que o Facebook 
é o melhor canal de social media, segundo executivos do Reino Unido

O Facebook é a melhor plataforma de social media segundo os profissionais de marketing, diz um estudo do Direct Marketing Association. Realizada com 171 executivos no Reino Unido, a pesquisa avalia as redes sociais nos quesitos planejamento, execução e otimização das estratégias de marketing.

O segundo lugar é ocupado pela rede profissional LinkedIn, enquanto a terceira posição é do Twitter. YouTube e Google+ vêm em quarto e quinto lugar, respectivamente.

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Com informações do Media Bistro



Dados da Experian Marketing Services comprovam 
que empresas fornecedoras de conteúdo de vídeo online 
ameaçam operadoras de canais por assinatura

Serviços de conteúdo de vídeo online, como o Netflix, podem estar afastando as pessoas da TV a cabo, segundo relatório divulgado pela Experian Marketing Services. Depois de entre vistar mais de 24 mil norte-americanos, a companhia descobriu que famílias que assinam o Netflix ou Hulu são quase quatro vezes mais propensas a não contratar TV paga.

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Canais tradicionais, como NBC e CBS, recebem taxas de licenciamento para que seu conteúdo seja exibido nos serviços online. Entretanto, essas taxas e a receita de publicidade online ainda são muito baixas quando comparadas ao valor cobrado pela distribuição em operadoras de canais a cabo.

O mesmo estudo revela que 42% dos adultos assistem vídeos em smartphones durante a se mana. A ameaça às companhias de TV por assinatura acontece quando os assinantes passam a exibir esses vídeos na tela da TV, o que aumenta em mais de três vezes a probabilidade de eles não contratarem o serviço. Já os usuários que afirmam acessar esse tipo de mídia em smartphones e tablets são apenas 1,5 vezes mais propensos a não ter TV a cabo.

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Com informações do Business Insider e Meio e Mensagem 




Leo Cid Ferreira*

Quando se ouve ou se lê que algumas operações de comércio eletrônico estão no vermelho, em primeiro lugar é necessário observar alguns fatores importantes: a empresa em questão possui uma marca forte, consolidada? Seu posicionamento de mercado é claro?

O comércio eletrônico é um dos segmentos de maior destaque no mercado digital brasileiro, seja pelo ritmo de expansão das vendas ao consumidor, seja pela atração de investimentos por parte de fundos nacionais e internacionais. Recentemente, no entanto, o setor tem moti vado alguns comentários de especialistas - ou mesmo reportagens - sobre o fato de muitas lojas virtuais ainda operarem no vermelho. Segundo essa visão, isso seria um sinal de que não se ganha dinheiro com varejo eletrônico no Brasil. Em minha avaliação, a história não é bem assim.

Antes de entrar propriamente no mérito da questão, proponho uma brincadeira a você, leitor. Complete as seguintes frases: “De mulher para mulher...”, “É fresquinho porque vende mais ou vende mais...” e “O tempo passa, o tempo voa, e a poupança...”. Tenho certeza absoluta de que você conseguiu, sem pensar muito, completar as três frases acima. Por quê? É simples. Em diversos momentos da sua vida você ouviu e gravou em sua memória essas frases. Isso no mundo do marketing tem um nome: branding, ou simplesmente marca.

Quando se ouve ou se lê que algumas operações de comércio eletrônico estão no vermelho, em primeiro lugar é necessário observar alguns fatores importantes: a empresa em questão possui uma marca forte, consolidada? Seu posicionamento de mercado é claro? As com panhias que enfrentam dificuldades para gerar retorno no setor certamente ainda não equacionaram bem esses pontos.

Até aí, é possível argumentar que há competidores nascidos no comércio eletrônico que têm bala na agulha para campanhas de TV milionárias. Sim, é fato, mas televisão é meio, não o fim. Pura e simplesmente fazer campanha na TV não significa poder para criar uma marca ou definir um posicionamento.

Eu mesmo tenho dificuldades para identificar qual o posicionamento de algumas lojas virtuais bem conhecidas no mercado. Com que tipo de consumidor desejam dialogar? Vendem o quê exatamente e para quem? Essas são dúvidas que pairam no ar em certos casos e atrapalham os negócios.

Sobre o atual cenário do comércio eletrônico no Brasil, o investidor Paulo Humberg - pessoa que admiro muito - disse noutra oportunidade que “muita gente vai ficar pelo caminho”. Concordo. A verdade é que e-commerce sem marca não para de pé (exceto raríssimas exceções). Comércio eletrônico não é um silo separado; é varejo. E precisa de marca. Ima gine, por exemplo, que eu lance a Léo Aerolinhas, compre 15 aeronaves para fazer só a ponte aérea Rio-SP e crie um site no ar para vender passagens. Será que conseguirei vender bem? É óbvio que não.

Seria plausível então chegar à conclusão de que a plataforma e-commerce da Léo Aerolinhas não traz resultados? Acompanho de perto esse mercado e posso garantir que os investi mentos em e-commerce e marketing digital de TODAS as companhias áreas crescem a dois dígitos. Isso acontece porque elas sabem que o canal digital eleva as vendas de passagens. Sim, o comércio eletrônico, neste caso, dá bastante lucro. Mas não para a Léo Aerolinhas, mas sim para as marcas mais fortes e tradicionais do mercado de aviação.

O mesmo raciocínio é válido para o varejo. Se tivesse de comprar uma calça jeans da Sawary (considerando que o preço fosse igual), aonde você preferiria comprar? Na loja virtual de uma marca reconhecida e consolidada do varejo ou em um site criado há pouco tempo e sem recall de marca? É bem provável que você – e a maioria dos consumidores – opte pela pri meira opção. Qual o motivo? Porque a empresa do varejo tradicional, por já ter uma marca consolidada, inspira maior confiança ao cliente – além do fato de que seu posicionamento é claro e definido na cabeça do consumidor.

Agora, se essa mesma companhia do varejo não tiver uma boa grade de produtos em seu site, se sua operação virtual não for competente ou se o preço não for adequado, certamente o competidor que já nasceu no comércio eletrônico e tem esses itens bem resolvidos levará a melhor na Internet.

“A rentabilidade do e-commerce segue o mesmo racional da rentabilidade de qualquer negócio. É uma questão de equação entre o quanto buscamos crescer e o quanto queremos lucrar”, diz Thiago Pereira, gerente geral da divisão de E-Commerce da Marisa. “Nossa operação de comércio eletrônico é rentável desde o primeiro dia de operação”, afirma Roney Almeida, Diretor de E-commerce da Camisaria Colombo.

Cito os dois executivos porque eles representam companhias que construíram marca durante anos e que, por isso, têm a possibilidade de terem operações virtuais rentáveis, sim. E se ainda não forem de fato rentáveis, é simplesmente por uma questão estratégia e crescimento. O mesmo é valido para empresas como Kalunga, Arezzo, Ultrafarma e Sephora. E não nos esqueçamos de empresas fortes do mundo off-line - como Accor, Porto Seguro, Gol, TAM, só para citar alguns exemplos – que mantêm operações muito bem-sucedidas na internet. Para empresas desse tipo, aliás, ter uma operação eficiente de comércio eletrônico é uma questão quase de sobrevivência, visto que, em seus canais online, suas margens praticamente dobram.

É por essas e outras que a ideia de que “comércio não dá dinheiro no Brasil” é equivocada. Significa olhar apenas para um lado da moeda, aquele que remete às empresas sem um bom trabalho de marca, sem posicionamento bem definido e sem histórico sólido de presença nacional ou regional de varejo – exceto alguns raríssimos casos. 

*Leo Cid Ferreira é Sócio e CEO da AD Dialeto




quarta-feira, 23 de abril de 2014

Vou vencer pelo cansaço até você ...

Populações de 65 países também citam questões econômicas 
e desigualdade social como preocupações globais 

A corrupção é um problema comum a todos os países. Uma pesquisa feita pelo IBOPE Inte ligência em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN), realizada em 65 países, com 66.806 entrevistados, mostra que 21% citam a corrupção como o principal problema do mundo. No Brasil, esse índice é ainda maior: 29% consideram a corrup ção como o problema mundial mais grave. 

Os maiores índices, entretanto, estão no continente asiático: 50% nas Filipinas e 40% na In donésia. Por outro lado, apenas 2% dos japoneses veem a corrupção como o principal pro blema do mundo. Na média, 26% dos moradores da região citam a corrupção como principal problema do mundo.

As Américas aparecem em segundo lugar, com 19% da população colocando a corrupção no topo da lista de problemas. Além do Brasil, Peru e México também registram 29% da popu lação preocupada com corrupção.

Na parte ocidental da Europa, onde a média é de apenas 8%, a exceção é a Espanha: 20% dos espanhóis consideram a corrupção o problema mais grave do mundo, enquanto na França, Alemanha e Reino Unido os percentuais são de 4%, 6% e 8%, respectivamente.
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Economia - As questões econômicas aparecem em segundo lugar na lista dos principais pro blemas mundiais, citadas por 14% da população global. Os países africanos lideram a lista, com média de 21%, seguida das Américas (16%) e da Europa Ocidental (14%). 

Isoladamente, por país, os índices mais altos foram identificados na Malásia (47%) e na Gré cia (43%). Nos Estados Unidos, esse é o principal problema, mencionado por 26% dos norte-americanos, enquanto no Brasil ele é citado por apenas 6% da população.
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Desigualdade social - A distância existente entre ricos e pobres é, segundo a população mun dial, o terceiro principal problema do mundo, citado por 12% dos entrevistados da pesquisa. No entanto, para os habitantes da Europa Ocidental esse é o principal problema do mundo. Lá a média é o dobro da média global (24%). Em alguns países o índice é ainda maior, como na Alemanha (34%), Áustria (32%), Espanha (27%) e França (25%). A menor média é a do Reino Unido, de 16%. Por outro lado, as menores citações aparecem na Indonésia (5%), Tai lândia (3%) e Malásia (1%). No Brasil, apenas 9% consideram o desequilíbrio social o principal problema do mundo.
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Em quarto lugar na lista dos principais problemas mundiais aparece o desemprego, men cionado por 10% dos entrevistados. As nações que mais citam a falta de emprego como problema mundial são Itália (34%), Bósnia (32%) e África do Sul (30%). No Brasil, desem prego é o principal problema mundial apenas para 8% da população e na Argentina, para 2%.
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De acordo com estudo global, no Brasil, 48% afirmam 
pedir conselhos a outras pessoas antes de comprar coisas novas 

De acordo com o estudo global “O que motiva os consumidores do mundo” que tem com base a pesquisa Target Group Index, desenvolvida pela Kantar Media e difundida pelo IBOPE Media no Brasil e na América Latina, 48% dos brasileiros afirmam que pedem conselhos a outras pessoas antes de comprar coisas novas. Percentual maior que a média mundial, que é de 43%.

Consumidores no Vietnã (64%), Marrocos (63%) e Filipinas (61%) estão entre os que mais pedem conselhos no mundo. Já as pessoas que menos declaram pedir conselhos antes de comprar estão na França (18%), Espanha (19%) e Finlândia (20%).

A mesma tendência é percebida quando a situação se inverte, pois 40% dos entrevistados afirmam que as pessoas pedem seus conselhos antes de ir às compras. No Catar (53%), Equador (52%), Arábia Saudita e Venezuela (51%) o índice é maior. Na França (11%), Espanha e Hungria (16%) estão os entrevistados que menos pedem conselhos antes de comprar.

Sobre a pesquisa
A partir do levantamento regular do TGIndex, mais de 20 mil pessoas foram entrevistas em nove regiões metropolitanas do país e, para esse estudo especial, mais de 800 mil pessoas no mundo. 

Fonte: Ibope



Motor de buscas possibilita o uso de ferramentas chamadas 
operadores, que refinam os resultados

Bilhões de pessoas utilizam o Google todos os dias. A maioria, no entanto, sem tirar proveito sequer da metade do potencial da ferramenta de buscas. O motor da companhia possibilita o uso de ferramentas chamadas operadores de buscas, que refinam os resultados e podem ser combinados para especificar ainda mais o assunto.

Os esforços da companhia nos últimos anos são direcionados para tornar a busca mais intuitiva e menos técnica, tendência irreversível da Web semântica. Porém ainda existem operadores que podem facilitar muito sua vida e poupar tempo. Por exemplo: sabia que é possível refinar a pesquisa por tipo de arquivo, especificando apenas para PDF ou PPT?

Confira abaixo uma lista com alguns dos operadores de pesquisa mais úteis para você. Não incluímos palavras com funções restritas ou as que já fazem parte do vocabulário do motor de buscas (como o OR, por exemplo). Se você sabe de mais algum, diga nos comentários.

Aspas - Uma palavra ou termo entre aspas deverá aparecer integralmente, na ordem exata nos resultados. É uma mão na roda para pesquisar palavras-chave compostas omitindo resultados inúteis, como "Administração Estratégica em Micro e Pequenas Empresas", por exemplo.

- (exclusão) - Às vezes uma pesquisa de um termo vem com outro agregado, porém indesejado. O booleano "-" (sinal de 'menos') evita essa incidência. Quer testar? Digite Apple -iPad no Google (com o sinal colado na segunda palavra).

Procurar em site - Permite procurar um termo em um site específico sem precisar usar a busca interna (às vezes inexistente). Digite www.administradores.com:planejamento e veja a mágica acontecer. O browser Chrome oferece essa função automaticamente para alguns sites. Se você começar a digitar www.administradores.com.br no endereço, ele irá sugerir que você pressione a tecla "tab" para fazer a busca interna no site direto pela barra de URL.

Tipo de arquivo - Você quer uma fonte fiel para utilizar no seu TCC? Esse operador pode ser útil para procurar livros e textos em PDF, formato utilizado em livros digitalizados e artigos publicados em bases de dados. É só digitar o termo desejado seguido de filetype:pdf. Também vale para outros tipos de arquivo, como DOC e PPT.

Em cache - Quando uma página está indisponível ou foi retirada do ar, às vezes é possível ver o seu conteúdo pelo cache do próprio Google. A página não é exibida integralmente, mas o conteúdo sim. Cache é uma aplicação web para acesso rápido às informações sem ir ao local original onde a informação está armazenada. É como deixar um livro que você está lendo na cabeceira em vez de colocá-lo na estante cada vez que terminar um capítulo. Quando a página original é deletada ou tem acesso restrito, suas informações podem ficar salvas no cache.

É preciso lembrar que mais importante do que conhecer os operadores de busca é saber quando usá-los para obter melhores resultados. Esses são apenas alguns operadores. Qual deles você mais usa?



Entre elas estão a Boeing, General Electric, Priceline.com e Verizon,
 que juntas chegam a lucrar U$ 170 bilhões

Um relatório publicado pela Citzens for Tax Justice apontou, entre as empresas presentes na lista Fortune 500, quais estão fugindo dos impostos nos Estados Unidos. De acordo com o relatório, 111 companhias não pagaram um centavo sequer nos últimos cinco anos. Entre elas estão a Boeing, General Electric, Priceline.com e Verizon, que juntas chegam a lucrar U$ 170 bilhões.

De acordo com o documento, que contou também com o Instituto de Tributação e Políticas Econômicas, foram analisados arquivos referentes a 288 empresas lucrativas. Em média, elas pagaram uma taxa de 19,4% entre 2008 e 2012 (um valor que na verdade, deveria ser próximo à 35%). Inclusive, as multinacionais pagaram mais impostos fora dos Estados Unidos, que no próprio país.

Os valores baixos podem ser explicados em parte pelos benefícios ficais. As 288 companhias possuem subsídios que chegam a U$ 362 bilhões. Para saber quanto uma determinada empresa pagou de impostos, você pode utilizar a ferramenta Corporate Tax Explorer





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Anthony Portigliatti, reitor da Florida Christian University, ressalta que o conhecimento é o ponto de partida de tudo, mas o segredo do sucesso não está apenas nesse bem e sim em saber como usá-lo.

O programa ADM Talks traz conversas, entrevistas, bate-papos descontraídos e muita troca de conhecimento com especialistas, professores, executivos e quem mais tiver boas histórias, informação e experiências para compartilhar com todos nós que fazemos o mundo da Administração. Veja outros vídeos em www.administradores.com.br/tv




terça-feira, 22 de abril de 2014

Um momento novo vem devastando ...

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As inscrições para a edição de 2014 do Young Lions Brazil estão abertas e podem ser realiza das pelo site www.younglions.com.brNo endereço eletrônico também é possível encontrar o regulamento do programa desenvolvido no País pelo Estadão, representante oficial do Cannes Lions. As categorias são Art Director/Copywriter (AD/CW), Cyber, Film, Planning, Marketer (Young Clients), Media, Design, PR, voltadas para diretores de arte, redatores, designers, webdesigners, ilustradores, desenvolvedores, diretores de cinema publicitário, planejadores, pesquisadores, mídias, relações públicas e profissionais da área de marketing, com até 28 anos.




Imagens foram adquiridas por cerca de um milhão de 
clientes ativos em todo o mundo

A Shutterstock, líder global no fornecimento de imagens digitais comerciais, anunciou hoje que já vendeu mais de 400 milhões de licenças de imagem desde a sua fundação em 2003. Este marco destaca o papel crescente da empresa em capacitar empresas de todo o mundo. Hoje, cerca de um milhão de clientes ativos licenciam e baixam fotos, vetores e ilustrações de alta qualidade a uma velocidade de mais de três licenças de imagens por segundo.

“Empresas de todo o mundo estão se comunicando por meio de um número cada vez maior de canais,” afirmou o presidente da Shutterstock, Thilo Semmelbauer. “A Shutterstock torna mais fácil a tarefa de empresas de obter imagens de qualidade e livres de direitos autorais”, acrescentou. 

A Shutterstock possui uma das maiores bibliotecas de imagens de conteúdo licenciável do mundo, sendo que 35 milhões são imagens e 1,5 milhões são vídeos. Atualmente, 55 mil artistas são contribuintes ativos da Shutterstock. 

Além disso, mais de 30.000 imagens são adicionadas à coleção da Shutterstock diariamente, garantindo um fluxo constante de novos conteúdos. A biblioteca possui ainda mais de dois milhões de imagens editoriais de celebridades no tapete vermelho e em diversos eventos. 

Para ler mais sobre este marco e navegar por coleções de imagens, visite o blog da Shutterstock.

Fonte: Financial Time



O setor deve ultrapassar os R$ 7 bilhões no país, 
aproximando-se de mercados mais consolidados se 
transformando no segundo maior meio para a publicidade

O Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), principal órgão representativo do segmento digital interativo brasileiro, apresentou os dados consolidados de 2013 e projeções de faturamento e crescimento da publicidade digital para 2014, comprovando que o crescimento digital é um caminho sem volta.

No Brasil, o mercado publicitário na Internet em 2013 atingiu 25.9% de crescimento e obteve aproximadamente R$ 5,75 bilhões, consolidando-se como o segundo maior meio em participação no bolo publicitário, ultrapassando jornais e ficando atrás apenas da TV. “O Digital oferece aos anunciantes alta efetividade aliada a ferramentas de mensuração muito poderosas”, afirma Rafael Davini, presidente do IAB Brasil.

As estimativas da entidade apontam que o investimento em publicidade online deve crescer ao menos 25% em 2014 (número que considera display, social media, search e classificados), enquanto no mundo a expectativa é de 27,9%, ou seja, 137,53 bilhões, segundo dados do e-marketer. No Brasil este crescimento deverá movimentar mais de R$ 7 bilhões em compra de mídia projetada.

O IAB já vem observando atentamente o crescente aumento do consumo de internet em toda população brasileira, resultando em profundas mudanças nos hábitos de utilização dos diversos meios. Segundo dados apresentados, 73% das pessoas utiliza regularmente a internet enquanto vê TV, revelando a atualidade do conceito “Second Screen”, e 43% passa pelo menos 2 horas por dia navegando por diferentes canais.

Os dados foram apresentados pelo presidente do IAB, Rafael Davini, junto com os membros da diretoria da entidade: Marcelo Lobianco (VP Executivo), Enor Paiano (VP Executivo Consultivo), Roberto Eckersdorff (VP Executivo Consultivo) e Edgar Aguiar Rosa (VP Financeiro), além de André Zimmermann e Marcos Swarowsky. Na ocasião, a diretoria do IAB também apresentou a metodologia da empresa comScore, líder em tecnologia de internet que mede o que as pessoas fazem enquanto elas navegam pelo universo digital e utiliza estas informações para auxiliar o investimento das empresas no mercado digital.

“O nível de conhecimento produzido pelos comitês do IAB é muito alto. Nossos mais de 200 associados, divididos entre agências, fornecedores e veículos, são as pessoas que estão construindo o mercado digital. Vamos aproveitar cada vez mais esse conteúdo, criando cursos presenciais, e-learning, eventos e ações in company. Duas grandes conquistas já neste ano foram dois novos comitês, o de Anunciantes para discutir dúvidas do setor e o do Rio de Janeiro com a missão de expansão de fronteiras”. afirma Marcelo Lobianco, VP do IAB.

Fonte: IAB Brasil



Pesquisa lança projeto jornalístico de inovação social

Para descobrir quem melhor simboliza o espírito inovador brasileiro, o blog QI (Quem Inova), do jornalista Gilberto Dimenstein, em parceria com o site Catraca Livre, lançou uma pesquisa sobre quem seria essa personalidade. Selecionada por um grupo de jornalistas e empreendedores, a lista inclui 25 nomes das mais diferentes áreas tendo como critério es sencial à capacidade de criar e realizar novas ações para a sociedade brasileira. A votação é feita via internet pelo Ibope (Conecta).

Fazem parte da lista Ronaldo Fraga (estilista), Nelson Freire (músico), Nizan Guanaes (publicitário), Vic Muniz (artista plástico), Miguel Nicolelis (neurocientista), Alex Atala (chef de cozinha), Tom Zé (cantor e compositor), Cláudio Sassaki (empreendedor), Mike Krieger (um dos criadores do Instagram), Bernando Paz (idealizador do museu de Inhotim), Eduardo Saverin (co-fundador do Facebook), Marcos Gomes (fundador da Boo-Box), Carlos Saldanha (diretor cinematográfico), Silvio Meira (fundador do Porto Digital), Fábio Porchat (humo rista), Danilo de Miranda (diretor do Sesc), José Junior (criador do Afro Reaggae), Luciano Huck (apresentador de TV), Ricardo Paes de Barros (economista), Gilberto Gil (cantor e compositor), Carla Schmitzberger (executiva), Márcio Kumruian (criador da Netshoes), Zica Assis (empresária), Otávio e Gustavo Pandolfo, Os Gêmeos (grafiteiros) e Mauro Munhoz (idealizador da Flip e do Museus do Futebol).

Blog Quem Inova
A pesquisa marca o lançamento do blog QI (Quem Inova), com foco principal em inovações de impacto social nas mais diversas áreas: da publicidade, passando pelas artes, negócios até saúde e educação.

Comandado pelo jornalista Márcio Diniz (ex-editor do site da Folha), o QI conta com uma equipe de colaboradores especializados em educação, inovação e empreendorismo social, co mo as jornalistas Patrícia Trudes da Veiga, Paula Lago e Raquel Bocato (fundadoras da QSocial, agência de comunicação para negócios sociais), Fernanda Kalena (repórter do Por vir), Tatiane Ribeiro (blog Mural) e Talitha Adde (estudante de jornalismo da ESPM).

Ganhador dos principais prêmios destinados a jornalistas e escritores, Dimenstein ganhou reconhecimento internacional não só por suas reportagens, mas pela idealização de projetos sociais. Ele integrou a incubadora de projetos sociais de Harvard.

O projeto é realizado em parceria com o Catraca Livre, portal que, no final de ano passado, foi considerado por um júri composto por especialistas em tecnologia da informação da Uni versidade de Oxford, BBC e Financial Times, como uma das 100 mais importantes inovações digitais que produzem mudança social.



O ranking é liderado pelo Grupo Pão de Açúcar, seguido pelo Carrefour e pelo Walmart

Segundo dados da Abras (Associação Brasileira de Supermercados), o setor faturou 272,2 bilhões de reais no Brasil em 2013, gerando um crescimento de 5,5% na comparação com 2012. 

Para 2014, a Abras espera que o faturamento chegue a casa dos R$288 bilhões. Ainda segundo a associação, as cinco maiores redes desse segmento registraram vendas superiores a 140 bilhões de reais no país.

1º - Grupo Pão de Açúcar
Faturamento bruto em 2013: R$ 64,4 bilhões
Número de lojas: 1.999 unidades
Bandeiras: Pão de Açúcar, Pão de Açúcar Delivery, Extra Supermercado, 
Extra Hiper, Minimercado Extra e Assaí
Sede: São Paulo

2º - Carrefour
Faturamento bruto em 2013: R$ 34 bilhões
Número de lojas: 241 unidades
Bandeiras: Carrefour, Carrefour Bairro e Atacadão
Sede: São Paulo

3º - Walmart
Faturamento bruto em 2013: R$ 28,4 bilhões
Número de lojas: 544 unidades
Bandeiras: Walmart, Big, Hiper Bom Preço, Bom Preço, Mercadorama,
Nacional,  Maxi atacado, Todo Dia, Sam's Club e Walmart.com
Sede: São Paulo

4º - Cencosud Brasil
Faturamento bruto em 2013: R$ 9,8 bilhões
Número de lojas: 221 unidades
Bandeiras: G Barbosa, Bretas, Prezunic, Perini e Mercantil Rodrigues
Sede: Sergipe

5º - Companhia Zaffari
Faturamento bruto em 2013: R$ 3,7 bilhões
Número de lojas: 30 unidades
Bandeiras: Supermercado Zaffari e Bourbon Shopping
Sede: Rio Grande do Sul

6º - Condor Super Center
Faturamento bruto em 2013: R$ 3,19 bilhões
Número de lojas: 36 unidades
Bandeiras: Supermercados Condor
Sede: Paraná

7º - Irmãos Muffato & Cia
Faturamento bruto em 2013: R$ 3,11 bilhões
Número de lojas: 40 unidades
Bandeiras: Super Muffato
Sede: Paraná

8º - Supermercados BH
Faturamento bruto em 2013: R$ 2,8 bilhões
Número de lojas: 127 unidades
Bandeiras: Supermercados BH
Sede:Minas Gerais

9º - Sonda Supermercados
Faturamento bruto em 2013: R$ 2,6 bilhões
Número de lojas: 36 unidades
Bandeiras: Sonda Supermercados
Sede: São Paulo

10º - A. Angeloni Cia
Faturamento bruto em 2013: R$ 2,364 bilhões
Número de lojas: 27 unidades
Bandeiras: Angeloni
Sede: Santa Catarina

11º - SDB Comércio de Alimentos
Faturamento bruto em 2013: R$ 2,362 bilhões
Número de lojas: 49 unidades
Bandeiras: Comper
Sede: São Paulo

12º - DMA Distribuidora
Faturamento bruto em 2013: R$ 2,2 bilhões
Número de lojas: 93 unidades
Bandeiras: EPA, Mart Plus e Via Brasil
Sede: Minas Gerais

13º - Coop - Cooperativa de Consumo
Faturamento bruto em 2013: R$ 1,9 bilhão
Número de lojas: 33 unidades
Bandeiras: Coop, Zapt Coop e coopemcasa.com.br
Sede: São Paulo

14º - Y. Yamada
Faturamento bruto em 2013: R$ 1,8 bilhão
Número de lojas: 36 unidades
Bandeiras: Lojas Yamada e Yamada Plaza Castanhal
Sede: Pará

15º - Savegnago
Faturamento bruto em 2013: R$ 1,7 bilhão
Número de lojas: 35 unidades
Bandeiras: Savegnago Supermercados
Sede: São Paulo


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Sua estreia no SBT no dia 10 de março foi em grande estilo: dividiu a liderança de audiência com o “Programa do Jô” da TV Globo, e na primeira semana bateu três vezes a principal estrela do horário. “The Noite”, nome “horrível” até para o dono da emissora, é apresentado por Danilo Gentili, 34 anos, formado em publicidade pela Universidade do ABC. Passou pelo programa humorístico CQC da Band, a produção o mandou para Brasília onde fazia perguntas incômodas para os deputados e senadores. Chegou a cair, foi xingado de tudo que é palavrão.

O apresentador foi entrevistado e ganhou capa da revista Imprensa, nas bancas. Fez por três anos o programa “Agora é tarde” na Band, que Silvio Santos viu e levou para sua emissora de TV: “Cresci assistindo ao Jô. Queria fazer igual. Não tinha TV a cabo e eu era moleque, nem internet. Na minha cabeça, quem inventou isso (talk show) foi o Jô. Depois a gente descobre que, na verdade, não foi. Os caras já fazem isso há 60 anos nos Estados Unidos. Mas quando eu era criança achava que Jô era o programa mais legal do mundo. É por isso que ganhar dele na audiência será tão legal”.

Danilo Gentili afirma que a natureza do late show é receber do padre ao ator pornô. Do Jean Wyllys ao Jair Bolsonaro. Gente de todo credo, ideologia, anônimo e famoso. Sua meta é conseguir ser divertido: “Meu sonho de entrevistado é aquele que renda uma entrevista engraçada, que seja legal, anônima ou não. Esses dias, gravando, tinha um cara na plateia que estava com uma sacola estranha. O chamei no palco e ele contou que era vendedor de filme pornô e estava com os DVDs ali na hora. Foi uma das entrevistas mais legais que eu fiz”. Finalizou dizendo que não tinha a pretensão de informar, e que sua intenção é apenas fazer rir. Um humor anárquico.

* Rivaldo Chinem é autor vários livros, como “Terror Policial” com Tim Lopes (Global), Sentença - Padres e Posseiros do Araguaia” (Paz e Terra), “Imprensa Alternativa - Jornalismo de Oposição e Inovação” (Ática), “Comunicação Corporativa” (Escala com prefácio de Heródoto Barbeiro), “Marketing e Divulgação da Pequena Empresa” (Senac) na 5ª. edição, “Assessoria de Imprensa - como fazer” (Summus) na 3ª.  Edição, “Jornalismo de Guerrilha - a imprensa alternativa brasileira da censura à Internet” editora Disal, , “Comunicação empresarial - teoria e o dia-a-dia das Assessorias de Comunicação” , editora Horizonte, “Introdução à comunicação empresarial”, editora Saraiva, “Comunicação Corporatia” editora Escala com prefácio de Heródoto Barbeiro ; e "Comunicação empresarial - uma nova visão da empresa moderna" (Discovery Publicações).




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