terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Baixa santo salvador

Um britânico descobriu a razão de seu talento obsessivo para o desenho depois de ser diagnosticado com Síndrome de Asperger.


Aos 38 anos, Raj Singh Tattal estava desempregado e deprimido e até chegou a beber para tentar se encaixar na sociedade.

"As pessoas pensavam que eu estava deprimido porque me trancava no quarto, mas, na verdade, o que me deprimia era sair", disse o artista à jornalista da BBC Emma Tracey.

Depois do diagnóstico, ele finalmente entendeu sua tendência obsessiva de desenhar durante horas.

As pessoas com Síndrome de Asperger, que faz parte de uma série de transtornos conhecidos como desordens do espectro autista, têm altas capacidades intelectuais e de raciocínio superiores à media. Mas têm dificuldades para a interação social e comunicação.

Mas, agora, o artista se empenha em produzir seus desenhos, todos em preto e branco com um estilo de história em quadrinhos.

"Tive amigos no passado, mas no momento, não tenho nenhum. Não bebo mais, apenas desenho e estou mais feliz do que nunca". disse.

Confira abaixo:


Fonte: BBC Brasil



o
Estreou na última semana a primeira campanha de marketing de Del Valle Reserva, linha de néctares da Coca-Cola Brasil, à base de superfrutas. 

Com o mote “Com Del Valle Reserva o que começa bem fica ainda melhor”, a campanha será composta de um filme de 30 segundos veiculado em canais fechados e mídias sociais. 

O vídeo, assinado pela agência Widen+Kennedy, mostra o processo de extração do açaí da Amazônia até a mesa do consumidor com Del Valle Reserva Açaí + Banana. 

A campanha também possui vinhetas, mini documentário em plataformas digitais, peças em revistas, mobiliário urbano, mídias digitais e outdoors.

Del Valle Reserva Açaí + Banana, oferecido pela Coca-Cola Brasil, é um néctar que alia os benefícios nutricionais das superfrutas a um projeto inovador para desenvolver a cadeia de valor do açaí produzido por comunidades extrativistas do Amazonas por meio do Coletivo Floresta. O programa desenvolve, com os extratores do açaí utilizado no néctar, ações geradoras de renda, com foco no bem-estar social e cultural da comunidade, e na conservação da biodiversidade da Floresta Amazônica.

Del Valle Reserva é oferecido em Del Valle Reserva Açaí + Banana e Del Valle Reserva Cranberry + Maçã, em embalagens Tetra Pak de 1 litro e de 250 ml.

Veja vídeo:


FICHA TÉCNICA DO FILME
Titulo: Começar bem
Duração: 30'
Cliente: Coca-Cola
Produto: Dv Reserva
Ano de Produção: 2013
Agência: Weiden + Kennedy
Diretores Executivos de Criação: Icaro Doria, Guillermo Vega
Diretores de Criação: Marco Martins, Adriano Matos
Redator: Carolina Velloso
Diretor de Arte: Juliana Leal
RTV: Gabriel Dagostini, Tais Olhiara, Estela Pereira
Atendimento: Flavia Cortes, Mariana Marchi, Ana Carolina Franklin
Planejamento: Anne Heuer
Mídia: Renata Valio e Stephanie Campbel
Aprovação Cliente: Gian Martinez, Bianca Rosenberg e Erika Wolthers
Produtora: Sentimental Filmes
Diretor: Vellas
Diretor de Fotografia: André Faccioli
Montador: Rami
Produtora de Som: BIG FOOTE BR
Trilha – Criação: KARI STEINERT E CHRIS JORDÃO
Trilha – Produção: EQUIPE BIG FOOTE BR
Atendimento Produtora de Som: XANNA D'AGUIAR E LUCIANA FERNANDES
Locutor: CHRIS JORDÃO
Pós-Produtora: Sentimental Filmes



Especialistas apontam oportunidades e desafios para otimizar
campanhas nos dispositivos móveis

Houve um tempo, sim, em que o amigo inseparável de quem assistia TV era o controle remoto. Nem faz tanto tempo, você deve se lembrar. Agora, pense na última vez em que você viu seu programa favorito na telona. Podemos apostar que o bom e velho controle remoto perdeu seu reinado para o seu smartphone (ou tablet). Pois é exatamente isso o que vem ocorrendo em grande parte das casas do Brasil e do mundo.

E a telona - mesmo com todo aquele tamanho e a sua clássica habilidade de sedução - tem agora de disputar a atenção das pessoas com as telinhas - pequenas, sim, mas muito mais interativas e capazes de trazer para perto pessoas que fisicamente estão longe. É o tal fenômeno chamado "segunda tela" (ou second screen), que já é assunto há algum tempo, mas, de acordo com muita gente boa, de "segunda" não tem nada. "Ela é a primeira na atenção do usuário", garante Rafael Davini, diretor geral do Terra no Brasil, citando pesquisa da Ipsos encomendada pelo portal que mostrou que 64% dos internautas brasileiros assistem a TV conectados à web e, entre eles, apenas 7% têm mais foco no televisor. 

Casamento ideal
Deixando de lado a disputa entre a primeira e a segunda colocada na preferência nacional, é fato que, hoje em dia, falar sobre segunda tela é praticamente sinônimo de falar em Twitter. Como muito bem definiu Adam Bain, presidente de revenue da empresa, os dois meios são muito simbióticos. “Cerca de 66% de nossos usuários tuitam enquanto veem TV”, afirma ele.

Marco Gomes, fundador da boo-box, concorda e acrescenta que o casamento é prefeito porque a timeline da rede é a experiência mais em tempo real que existe. "Sua organizaçao é temporal, o que está no topo é sempre o mais recente", explica. Diferentemente do Facebook, por exemplo, se você comemorar um gol que aconteceu agora, o tweet estará com certeza no topo da timeline dos seus seguidores, enquanto o post precisará de outros quesitos para despontar, com número de comentários e curtidas. "O adversário pode fazer dois gols até que o primeiro post do Facebook apareça no topo da timeline dos amigos", explica.

Indo às compras durante a novela
Gomes cita como exemplo do que pode ser feito sem segunda tela a ação que Magazine Luiza veiculou com seeding no Twitter durante a novela Salve Jorge, da TV Globo, que impactou cinco milhões de pessoas em apenas um dia.

"O objetivo era de divulgar uma promoção de redução dos preços de smartphone", conta Gomes. Para isso, ao mesmo tempo em que o comercial era exibido na TV, a ação de seeding era veiculada pela rede da boo-box, que conta com 22 mil perfis no Twitter. Foram mais de 1.500 tweets que apoiaram a veiculação da campanha na TV. "A pessoa está lá vendo a Morena, pega o celular pra comentar isso no Twitter e, quando vê, alguém está lá recomendando um produto da loja ao mesmo tempo em que o comercial é exibido na tv", diz Gomes. E os tweets ainda tinham uma vantagem sobre o comerical de tv - eles direcionavam os usuários para a página do e-commerce do Magazine Luiza com apenas um clique. "A tv é um meio de mão única, a internet não", lembra Gomes.

Outro case muito lembrado pelo mercado é o da Oreo, que aproveitou o blecaute durante o Superbowl, em fevereiro, para publicar tweets e gerar muita conversa durante a interrupçao da transmissão da tv.

Além das redes sociais
Claro que, embora o casamento entre Twitter e TV seja perfeito, isso não significa que a relação seja monogâmica. Há muitas outras possibilidades de proveitar a segunda tela além da rede social. No Terra, por exemplo, a estratégia para angariar e fidelizar audiência é oferecer cnteúdo relevante relacionado ao que passa na telona. O portal, por exemplo, não tem o direito de transmitir o Campeonato Brasileiro, mas explora o evento como segunda tela. " Nos pacotes de futebol, temos conteúdo, principais gols, fofocas, coisas que as pessoas podem ir comentando enquanto assistem aos jogos ou até depois", explica.

Para a Copa do Mundo, ele conta que o portal vai oferecer o pacote "Além dos 90 minutos", também com vários tipos de conteúdo distribuído por diversos canais, desde esportes e economia até moda e estilo, tudo relacionado ao esporte e aos países que estiverem na disputa. "Vinte por cento da nossa audiência está no mobile e uma cobertura desse tipo pode gerar até mais audiência que os próprios jogos."

Essa estratégia não é propriamente novidade. Algo semelhante ocorreu durante a transmissão do Big Brother Brasil 13, da TV Globo, quando o Terra disponibilizou um canal para comentar o que acontecia na casa. "Geramos audiência para o BBB, ok, mas também ganhamos muita audiência de quem acompanhava o reality e vinha comentar aqui", explica Davini.

Mas cadê a grana?
Da forma como se vem falando em segunda tela, não há dúvidas de que o mercado esteja empolgado com suas possibilidades seja grande. Monetizar essa empolgação, no entanto, ainda é um desafio. "Por inércia, muita verba ainda vai direto para as mídias tradicionais", afirma Davini. Com isso, possibilidades inovadoras ainda ficam em segundo plano. "Ainda não estamos faturando um monte de dinheiro em mobile, mas isso deve mudar porque logo todo mundo vai usar smartphone", aposta Davini.

"Vamos chegar a 100% de penetração de smartphone, issso é inevitável", afirma Peter Fernandez, especialista em soluções de publicidade mobile do Google para América Latina. Segundo ele, como a segunda tela existe basicamente pelo mobile e o engajamento das pessoas com esses dispositivos é sem precedentes, as implicaçoes disso para a publicidade serão enormes.

Gomes concorda que essa fatia de mercado ainda esteja no início. "Que eu saiba, a ação de Magazine Luiza foi a primeira que integrou tv e Twitter em tempo real", diz. "Os produtores de conteúdo já perceberam que essa integração funciona,The Voice Brasil e Encontro com Fátima Bernardes, ambos da TV Globo, já colocam tweets na tela", afirma.

Publicado no Portal Proxxima 



Confira no vídeo abaixo.




Famoso na década de 90, o brinquedo manterá o design original 
e promete interação entre os usuários

Nos anos 90, você alimentou, brincou e deixou morrer seu Tamagotchi. 17 anos depois do sucesso do lançamento original, a Bandai, fabricante do brinquedo, decidiu lançar a nova geração do bichinho virtual. A empresa apresentou o Tamagotchi Friends (U$19.99) na Feira Americana de Brinquedos, dando às crianças a oportunidade de experimentar o aparelho.

Em 1996, a Bandai vendeu mais de 80 milhões de unidades para crianças de todo mundo. O novo modelo mantém o design original, inclusive a tela preta e branca. Entretanto, agora os donos dos Tamagotchis poderão interagir, enviando presentes virtuais e mensagens virtuais, sem a necessidade de uma conexão Wi-Fi. Isto por que, o aparelho contém sensores que fazem a troca de informações entre os usuários, com isso será possível enviar um personagem de um aparelho para outro para que eles possam brincar juntos.

Além disso, será lançado um aplicativo para iOS e Android amanhã, 26 de fevereiro, chamado Life Angel, como uma forma de introduzir a marca para crianças. “O objetivo continua o mesmo: cuidar do seu amigo, mas você também poderá usufruir de jogos que vão te fazer ganhar um dinheiro virtual”, afirmou um porta-voz da companhia ao site Mashable.



Infográfico mostra resultados globais de estudo que 
ouviu usuários da rede social em 26 países 

O LinkedIn acabou de divulgar um estudo que mostra os principais motivadores dos brasileiros em relação às suas carreiras. A pesquisa foi feita em 26 países e entrevistou 18.000 profissionais. Entre os 26 países pesquisados, o Brasil é o segundo (61%) que mais se preocupa com a reputação da empresa como um bom lugar para se trabalhar no momento de mudar de emprego.

O estudo afirma ainda que 51% dos brasileiros dizem estar satisfeitos com seu trabalho atual, enquanto 23% estão muito satisfeitos. Os principais motivadores para um profissional aceitar uma nova chance de trabalho são: melhor salário e benefícios, oportunidade para crescimento na profissão e melhor equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

Dos entrevistados brasileiros, 45% não estão à procura de um emprego, mas falariam com um recrutador para descobrir se a oportunidade vale a pena. Além disso, o levantamento mostra que alguns benefícios são mais valorizados do que outros, de acordo com o país.

Se no Brasil, a oportunidade de crescimento é mais importante, nos EUA, a preocupação é com o salário maior.

No infográfico abaixo, você pode conferir os resultados globais do estudo:




Aos 79 anos, Julio Ribeiro, fundador e presidente da agência de publicidade Talent, 
tem tempo para pintar, aprender jazz ao piano e participar, ativamente, da 
criação de campanhas para seus (poucos) clientes

Também escreve livros sobre sua grande paixão. O mais recente (Marketing de Atitude – Como Fazer Suas Equipes e Seus Clientes Gostarem de Você).

O segredo? “Faço o que gosto!” – desde que começou, em 1958, quando foi trabalhar na McCann Erickson. Depois, passou por Denison, Alcântara Machado e MPM. Em 1967, fundou sua primeira agência: Julio Ribeiro Mihanovich Publicidade, juntamente com Armando Mihanovich. E, em 1980, criou a Talent.

Após mais um dia de trabalho – quando foi informado de que a agência havia ganhado o Grand Prix na categoria rádio em Cannes (além de outros três leões) –, ele recebeu a coluna e falou sobre novas mídias, responsabilidade social, coisas que fazem mal à saúde, toalhas e, claro, vida.

A seguir, os melhores momentos da conversa com este Jerry Maguire brasileiro.

É preciso mesmo que o cliente goste de você?
Ninguém tem de fazer nada (risos). Mas interação é fundamental, sim. Você sabe que a Talent não perde um cliente há cinco anos? Tem a ver com isso, com certeza. O mais importante, claro, é que você goste de você. Eu, por exemplo, gosto de mim (risos). Quem não gosta de si mesmo não vai a lugar nenhum. E um ambiente de trabalho saudável é essencial – para que as pessoas possam fazer o que tem de ser feito com tranquilidade. Isso tem de ser passado para fora, para o cliente. Escrevi o livro por acreditar, piamente, nessa forma de trabalhar. Nós temos um cliente, um laboratório de exames médicos. Você entra e tem a impressão de que todos ali gostam de você. Essa experiência faz diferença. Por exemplo: você vai comprar uma bicicleta para seu filho. Ninguém sai procurando em dez lojas. Geralmente, vai a duas ou três. Ou seja, existe um filtro. E esse filtro está ligado à experiência que o comprador tem quando chega à loja.

Não tem a ver com preço?
Nem sempre. Pesquisas mostram que preço não é o fator mais importante. A interação com os atendentes e a experiência positiva da compra são essenciais. A Apple não me deixa mentir. Sempre que anuncia um produto novo, a fila na porta das lojas se forma uma semana antes do lançamento.
Às vezes, a empresa não ajuda.
Estava lendo um livro sobre gestão, estes dias, e um exemplo me chamou a atenção. Uma empresa americana especializada em limpeza de banheiros de estádios de futebol. Ninguém gostava de trabalhar lá, a rotatividade anual de funcionários beirava 100%. Um dia, um novo chefe de RH resolveu saber por que o turnover era tão alto. Sabe o que ele descobriu depois de uma pesquisa com os empregados? Que a maioria não gostava de trabalhar lá porque precisava pegar três conduções para ir de casa até a sede da companhia. O que a empresa fez? Criou uma linha de ônibus fretado. O turnover caiu para 40%.

Conhecer quem trabalha com você ainda é a alma do negócio?
As pessoas passam o horário nobre de suas vidas no escritório. Imagina: o funcionário tem um dia a dia horrível, chega em casa dizendo “eu vou acabar pedindo demissão” ou “eu não aguento mais aquele lugar, aquelas pessoas” e ouve da mulher que ele tem de pensar nas contas, na escola das crianças… Uma pessoa que vive assim não consegue brincar com os filhos, com o cachorro, não consegue ser atencioso com a esposa. Porque não existe a cabine do super-homem. Agora, quando você trabalha numa empresa em que as pessoas gostam de você, te respeitam, fica tudo mais fácil. São vantagens que mudam uma companhia. A criação desses links afetivos é o objetivo do meu livro.

É mais fácil estabelecer links afetivos em tempos de internet e redes sociais?
A internet dificilmente cria links afetivos. Eles só se estabelecem com relação pessoal.

A Talent nunca fez campanha para cigarro, bebidas destiladas e para o governo. Por quê?
Porque os três fazem mal à saúde (risos). Desde o início da Talent, em 1980, decidimos que não aceitaríamos – o que nos custa dinheiro, porque são clientes muito ricos. No que diz respeito à política, eu sigo um lema: “Quem dorme com cachorro acorda com pulga” (risos).

Qual foi seu primeiro cliente?
A Grendene. E, na época, o Alexandre (Grendene, fundador da empresa) estava com um problema. As sandálias de plástico eram consideradas coisa de pobre – ele não conseguia mudar esse conceito. Eu fiz uma pesquisa e descobri que o problema não era o produto, mas as pessoas. E as pessoas achavam o produto de baixo nível. O que não condizia com a realidade. Então, disse a ele: “Existem duas verdades: a primeira é o que os olhos veem; a segunda, a tela da TV Globo” (risos). A estratégia que adotamos? Fazer com que atrizes de novela usassem a sandália. Isso mudaria o conceito. Outra estratégia: convencer as mais influentes colunistas de moda de que o produto tinha charme. E conseguimos.

Atualmente, se critica muito as campanhas de TV. Elas estariam ficando menos inteligentes?
Acho que propaganda idiota sempre existiu. O que há, hoje, é mais mídia, mais formatos. O marketing dos dias atuais nasceu de três invenções simultâneas: o computador, o avião a jato e o satélite. Isso mudou tudo. Aproximou as pessoas, diminuiu as distâncias. Novas formas de se comunicar foram criadas. E vão se tornando nativas das gerações. O computador, por exemplo: eu ainda apanho, já meus netos aprenderam a mexer nele na escola. Agora, independentemente da mídia, o conteúdo não muda.

O meio é a mensagem?
Com certeza. Veja o exemplo deste filme que ganhou o Oscar, O Artista. Em tempos de cinema digital, 3D, venceu uma produção muda, em preto e branco. E por quê? Porque as aspirações são as mesmas, as formas é que mudam.

O que acha da proibição de publicidade voltada às crianças?
Toda vez que o governo mete a mão em alguma coisa, piora. Crianças gostam de brinquedos, sabem o que querem e não querem as mesmas coisas.

O politicamente correto atrapalha a vida da agência?
A gente se policia. Algumas vezes, nos antecipamos: “Ah, isso não vai passar pelo Conar”. Faz parte do processo social, a sociedade vai mudando. Deve fazer uns quatro anos que eu não recebo reclamação do Conar. Todo mundo sabe o que é socialmente incorreto. Mas somos contra intervenção do governo, de proibir propaganda para crianças ou de produtos que engordem. O cara come porque gosta, você não pode proibir o sujeito de comer. Agora, campanhas educativas ao estilo “coma de forma mais saudável”, isso a gente gosta. Quando comecei na carreira, durante as reuniões de criação, cortava-se a fumaça do cigarro com uma faca (risos). Hoje, não existe mais esse problema, ninguém fuma em ambiente fechado. E o processo foi, essencialmente, educativo. Outro exemplo: um dia, estava em casa fazendo a barba. Com a torneira aberta. Meu neto chegou e me deu bronca: “Você está desperdiçando a água do planeta, vovô!” Fechei a torneira na hora (risos).

O seu jeito low profile é um estilo criado ou é inerente a sua personalidade?
Tem gente que adora brilhar, aparecer na TV, badalar, sair em jornal e revista. Mas eu… não gosto. Uma vez fui escolhido para ser jurado em Cannes. Declinei. Ninguém acreditou! (risos) Não tenho vocação para board de empresa. Meu negócio é fazer planejamento e criação, é disso que eu gosto. É para isso que me pagam.

Você sempre trabalhou com poucos clientes. Num mundo voltado para o “quanto mais melhor”, isso é um problema?
A gente rejeita clientes com alguma frequência. E somos muito prósperos. Acho impossível ter uma boa agência e não ter limite de clientes. Porque, se você começa a pegar todos os que aparecem, acaba com um monte de coelhos numa sala (risos), não dá. Sempre fomos assim.

Acredita que a internet vai comer as outras mídias?
Não, porque a internet tem um problema: ninguém descobriu como ganhar dinheiro com ela. É uma obrigação das agências nos dias de hoje, você precisa investir nela, mas a verdade é que não dá dinheiro. Tem-se falado muito no iPad, mas também não o vejo como substituto de jornais e revistas. E os números mostram que os jornais têm crescido, apesar das mídias digitais. As revistas estão estáveis. O Bill Gates disse, há mais de uma década, que o papel iria desaparecer. Mas fez a biografia dele em papel (risos).

Tem Facebook, Twitter?
Tenho tudo (risos). Mas minhas paixões são outras. Sou pintor, voltei a pintar. E estou estudando piano, jazz, porque gosto de improviso. Além disso, hoje fico mais com a família, cultivo mais os laços.

A que horas costuma chegar à agência?
Agora, estou mais moderado (risos). Costumava chegar às 7h30 e sair às 19h. Agora, chego umas 9h, saio às 18h30.

Vida pessoal e profissional convivem em harmonia?
Eu me casei com minha primeira namorada. Tive meus filhos, tenho meus netos, escrevo meus livros, gosto do que faço. Acho que tudo pode conviver, sim, em harmonia. Mas depende, claro, de você. Tem gente que está no paraíso e reclama da qualidade das toalhas(risos).



Só para relaxar

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

A energia que emana de todo o prazer

o
A Friboi estreiou na noite deste domingo um comercial no qual o seu famoso garoto-propaganda, Tony Ramos, ganhou a companhia do cantor Roberto Carlos como embaixador da marca.

A nova fase da campanha que lançou um dos bordões mais populares da publicidade no ano passado promoverá sua mudança de hábito alimentar como mote das ações.

O anúncio pegou muita gente de surpresa - Roberto era um notório vegetariano, e teria passado 30 anos longe de carnes. Também não é dos garotos-propaganda mais acessíveis. Seu currículo tem apenas a campanha de 90 anos da Nestlé do Brasil em 2011, à qual emprestou sua imagem, sem atuar diante das câmeras.

De acordo com Wesley Batista, presidente do Grupo JBS, a ideia de escolher o cantor surgiu quando o próprio Roberto Carlos revelou publicamente, em 2013, que voltou a consumir carne.”Ele fala diretamente às donas de casa. Essas mulheres cozinham ouvindo suas músicas. Além disso, é sinônimo de confiança. Para nós é o casamento perfeito”, explicou Batista no lançamento da campanha.

É mais um capítulo da estratégia agressiva da JBS, que tem a meta de criar o hábito no consumidor de pedir carne com marca, e não só pelo corte do boi. Batista não detalha números, mas afirma que a expectativa é que a nova fase da campanha aumente em 20% a receita líquida da Friboi até o fim do ano, mesmo resultado conquistado em 2013 com a mania ao redor de Tony Ramos. 

O comercial
No filme, Roberto Carlos aparece em um restaurante, acompanhado de amigos, quando o garçom entrega dois pratos: uma massa, para ele, e outro de carne, para um dos convidados. O cantor então pede para comer o de carne, para susto do garçom.

Até o fim do vídeo haverá tempo para o bordão da marca (É Friboi?) e para a música-tema, um trecho de O Portão (Eu voltei, e agora é pra ficar). A campanha foi criada pela agência Lew Lara\TBWA. Assista ao filme completo abaixo.

Além do comercial para a TV, o contrato, de cachê não revelado, inclui ativações em shows de Roberto Carlos e patrocínio do cruzeiro Emoções.



Heineken leva clientes para experiências internacionais

Consumidores que enviarem um vídeo mostrando seu talento e participarem de um jogo de perguntas e respostas no site da marca concorrem a uma viagem com tudo pago

A Heineken lança a promoção “Você está pronto para virar uma lenda?”. A marca convida os consumidores a participarem de um jogo de perguntas e respostas, enviar um vídeo que demostre seu talento e se cadastrar no hotsite da ação, www.heineken.com.br/lenda

Os participantes poderão escolher quais prêmios gostariam de ganhar: uma viagem para a final da UEFA Champions League 2014, em Lisboa; uma ida ao Festival de Música Mysteryland, na cidade de Haarlemmermeer, na Holanda; ou acompanhar um dia de filmagem do próximo filme da franquia “007”, em Londres, na Inglaterra.

Serão selecionados 12 produções e dois vencedores para cada prêmio, os quais terão a viagem, hospedagem e o direito de levar um acompanhante pagos pela marca.



Bruce Zaccagnino é o criador da maior estrada de ferro em miniatura 
do mundo, algo que a ostentação de ter ou ter tido um Ferrorama 
jamais vai superar. 
o
Sabendo disso, a Sony resolveu encontrar com ele e com a estrada chamada Northlandz para testar a nova câmera, a Qx100. 

Como a união faz a força, a empresa chamou também Matt Albanese, fotógrafo especializado em miniaturas para explorar com tudo o que tem direito a nova engenhoca da Sony, que também pode ser integrada com o smartphone e ainda é controlada por wi-fi. 

O resultado desse encontro foi o vídeo “Separate Together”, parte da campanha Be Moved da marca. 

Com criação da agência Wieden+Kennedy de Portland, o filme mostra o mundo em miniatura construído por Zaccanigno que, pasmem, ocupa uma área de quase 16 mil metros quadrados localizada em Flamington, Nova Jersey. 

O mais curioso de tudo é que pelas imagens captadas por Albanese, a estrada perde totalmente a impressão de miniatura. 

Assista ao vídeo da campanha e explore Nothlandz pela câmera SONY Qx100 no site Separate Together.







o
E aí turma, vocês lembram dos disquetes? Disquetes, aqueles quadrados que colocávamos no computador para gravar arquivos e programas… Pois bem. Depois de sua inutilidade decretada alguém os salvou da obsolescência absoluta.

Nick Gentry é um artista britânico conhecido por sua produção artística feita a partir de materiais e artefatos doados, fora de uso. Porém, seu trabalho mais famoso são pinturas artísticas feitas em cima de disquetes. Enfim, uma utilidade perfeita para as peças esquecidas. Ao ser questionado sobre seu sigamos gosto por disquetes, Gentry já descarta que eles sejam parte de sua nostalgia. 

Apesar de ter nascido em 1980, quando os artefatos surgiram e começaram a se popularizar, o artista afirma que a utilização deles em suas obras é uma espécie de manifesto sobre o comunismo e a rapidez cada vez maior com que descartamos as coisas. 

O resultado é o belo trabalho que tem sido destaque no Reino Unido e pelo mundo afora. 



Professor da USP defende que empresas desloquem verbas antes comprometidas
com ações nas mídias tradicionais para as alternativas, em especial o Youtube
o O mantra repetido por muitos executivos de que as marcas ainda não sabem como lidar com o consumidor contemporâneo, altamente conectado, não convence mais. Ou ao menos não deveria. Smartphones e redes sociais já deixaram de ser novidade há algum tempo. Por isso, os departamentos de Marketing precisam deixar de se colocar como surpreendidos pela era da internet e avaliar se o discurso não esconde certa acomodação.

Enquanto profissionais insistem em se dizer perdidos, consumidores mais do que nunca sabem o que querem, quando querem e de que forma. Se até recentemente um comercial de televisão permeado de humor e com a celebridade do momento já seria suficiente para conquistar a empatia do público-alvo, agora já não é mais o único e melhor canal para alcançá-lo. No entanto, deixar tradições de lado e mergulhar de cabeça nas tendências e paradigmas atuais ainda geram receio em grande parte do setor.

Luli Radfahrer, Professor-doutor da ECA-USP e autor de livros sobre comunicação, tecnologia e empreendedorismo, é duro em sua avaliação de profissionais que insistem em destinar grandes montantes dos recursos de publicidade para fórmulas tradicionais. “É muito ilusório, é muito cômodo, coisa de profissional preguiçoso, dizer que a marca não sabe para onde ir. Na verdade, você que é incompetente e ignorante e não faz a menor ideia de como vai conduzir a sua ação de marca. Até bem pouco tempo atrás, era fazer uns xiszinhos, dar uma verba para uma empresa de propaganda e esquecer o assunto”, dispara em entrevista concedida à TV Mundo do Marketing.

De olho nas métricas
Se trocar o modelo de trabalho gera incertezas, por outro lado há inúmeras vantagens nas novas ferramentas. A televisão é muda e surda, nos termos de Luli Radfahrer, enquanto a internet propicia interação com o consumidor. “Acho que uma palavra só resume tudo isso: feedback. Pela primeira vez, você fala com o público e escuta o outro lado. Esse enorme sucesso das mídias sociais é só o começo de uma grande mudança na comunicação”, aponta.

A internet é capaz de fornecer diversos dados, e os profissionais de Marketing devem estar atentos a eles. Hoje é possível saber quando o consumidor acessou o site de uma empresa, o que chamou a atenção dele, de onde veio, para onde foi e de quais redes sociais participa. Por isso, Luli Radfahrer é enfático: os profissionais de Marketing não podem tirar os olhos das métricas, pois elas revelarão segredos valiosos do público-alvo.

Há diversos canais de interação com o consumidor e “Se a marca não utilizar isso ela está desperdiçando uma ótima oportunidade de melhorar seu produto”, afirma o especialista. Nas mídias sociais também é fundamental entender como conversar com os compradores dos produtos. “Não adianta tentar fazer tudo que ele manda. Não adianta tentar patrocinar um blogueiro famoso, se você não se comporta direito”, ressalta Luli Radfahrer.

Não tem desculpa
Não há fórmulas prontas nas estratégias de Marketing neste novo contexto. “Não é tão difícil assim, mas também não tem fórmula mágica, sete hábitos ou 10 recomendações”, diz Radfahrer. Se o público não compra mais aquilo que vê na televisão ou nos classificados, é importante lançar mão da criatividade e deixar de lado a preguiça. É proibitivo se manter preso a tradições, como fizeram Varig e Vasp, no setor aéreo, e faliram.

O profissional de Marketing que diz não saber o que fazer nos novos canais, quando chega a sua casa, se torna consumidor e não tem dúvidas sobre o que deseja das marcas que consome. “Esse cara, quando quer comprar qualquer coisa, vai pesquisar na internet. Por que ele se julga diferente de seu público? As pessoas estão olhando na internet, nos smartphones. Dentro da sua loja, elas estão vendo se seu produto é barato ou se seu concorrente é melhor, enquanto você fica ali, esperando atendê-las sem liberar o wifi”, diz Luli Radfahrer.

Muitas vezes, uma verba originalmente destinada a uma agência de publicidade ou a uma ação na grande mídia pode ser deslocada para uma análise de business intelligence. “Pouquíssimas empresas têm uma análise real de quem é seu consumidor, quanto tempo o produto passa na loja, qual é o turn over do seu produto e qual é a aceitação dele pelo consumidor, se comparado a outras marcas”, analisa o especialista.

Youtube é o canal
Ao diversificar as ações de interação da marca com seu público-alvo, os departamentos de Marketing precisam estar atualizados em relação aos canais. Alguns são mais eficientes que outros. Há aqueles que surgiram há relativamente pouco tempo e já começam a se tornar obsoletos. O Facebook, por exemplo, já se comporta de modo semelhante à televisão. “A timeline do Facebook proporciona a mesma experiência da televisão aberta. Você liga e vê um monte de bobagens, uma não ligada à outra”, resume Luli Radfahrer.

Um dos canais mais importantes para a divulgação de uma marca é o Youtube ou outros sites de vídeo. Os podcasts também se tornaram bastante interessantes, já que todos estão sempre com os fones ligados a seus smartphones no caminho do trabalho e de casa. “Qualquer empresa foi criada para resolver um problema. Em vez de pensar em como vender o seu produto, deve tentar resolver o problema do seu consumidor. Depois, a empresa deve entrar no Youtube com tudo, contando como pode propiciar isso a ele”, diz o especialista.

Jovens e executivos seniores precisam se aliar na missão de descobrir o melhor caminho para conversar com o consumidor. O primeiro tem grande potencial, pois já não acredita mais num mundo regido pela televisão, e o segundo conta com a experiência para conduzir as ações da melhor forma. “É possível combinar o talento dos dois, desde que nenhum deles seja teimoso. Quando o jovem achar que é a solução e o velho achar que as coisas devem continuar como sempre foram feitas, os dois estarão errados”, analisa Luli Radfahrer.

Confira algumas características desse professor aqui que são imperdíveis.



Mercado busca entender perfis de uso e desejos de homens e mulheres 
para gerar produtos inovadores. Ponto de venda também pode 
ser melhor trabalhado para estimular compra
o
O consumo de moda íntima é muito baseado em praticidade e usabilidade, mas isso não significa que ele tenha que ser “comoditizado”. Para fugir deste efeito, o mercado busca entender os diferentes perfis de uso e desejos de homens e mulheres para gerar produtos inovadores. As marcas também podem melhorar a sua atuação no ponto de venda, trabalhando diferentes elementos para estimular a compra destes itens.

As empresas de moda íntima também podem se associar a conceitos bem mais presentes na indústria de moda tradicional para com isso criar valor para o seu público. Estas marcas devem se tornar aspiracionais, sendo consumidas não só quando há necessidade de renovar peças, mas pelo desejo do novo e por aquilo que simbolizam. A mulher brasileira, por exemplo, está mais inclinada a adquirir produtos dessa categoria por conta de uma situação específica, como um encontro com o novo namorado, ou pelo simples desejo de comprar uma novidade. Já os homens brasileiros compram unicamente por necessidade, quando as peças que eles possuem se mostram desgastadas.

Para fazer com que o consumo destes produtos se torne mais emocional e menos racional, as empresas precisam educar o consumidor. “A mulher brasileira tem um senso estético, mas ainda não sabe muito bem o que está fazendo. Já estão aprendendo essa nova forma de consumir quando se pensa em moda praia e 'outwear', mas ainda não fazem isso com lingerie. Não entendem muito as possibilidades que a lingerie permite. Se uma consumidora pode ter até 100 pares de sapato, deveria ter pelo menos 10 sutiãs”, explica Guido Campello, CEO da grife de lingerie Cosabella, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Expectativas glocais na moda íntima
Existem pontos que são comuns no comportamento de compra de moda íntima no mundo, mas há também muitas peculiaridades locais. Em países como os Estados Unidos, as mulheres são levadas ao consumo pela necessidade de trocar peças consideradas desgastadas. Situação que é diferente entre as consumidoras brasileiras ou inglesas, que são mais interessadas em novidades e produtos que tragam algum elemento diferenciado. Entre o público masculino, o brasileiro é indicado como um comprador de moda íntima levado unicamente pela necessidade. Já os chineses compram baseados em um calendário, seguindo períodos do ano específicos para a renovação das peças.

Os números são do último levantamento da Invista, empresa detentora de marcas como Lycra, CoolMax, Cordura, Stainmaster e Antron, que ouviu homens e mulheres entre 18 e 49 anos de sete países: Brasil, EUA, China, Reino Unido, Alemanha, Itália e França. A companhia produz análises periódicas sobre o comportamento de compra na categoria, utilizando estes dados para orientar outras empresas que utilizam as suas matérias primas em suas coleções. “Somos uma fiação e não chegamos diretamente até o consumidor final. Por isso estas pesquisas são muito importantes, pois temos uma preocupação grande em trabalhar este conhecimento com todos os elos da nossa cadeia produtiva”, avalia Silvana Eva, Gerente de Moda Íntima da Lycra, em entrevista ao portal.

Um caminho para transformar a relação do consumidor com estes produtos em algo mais emocional é a associação com valores, comportamentos, estilos e também com o luxo. A Cosabella ganhou destaque no cenário internacional após inserir estes elementos em sua estratégia de Marketing. “As marcas de lingerie precisam entender mais de moda, pois ela é um elemento importante: 30% da marca precisa ser pura moda. Podemos ter estilos e peças que durem apenas três meses, peças 'statements' que depois nunca mais serão feitas. Com essas ações, a empresa cria uma 'sensação', se torna aspiracional, o que consequentemente eleva também a venda de suas linhas básicas”, afirma Guido Campello.

Decifrar motivação de consumo é o desafio
Em relação à qualidade, a média entre os países avaliados é de consumidores satisfeitos com os produtos que consomem. O Brasil aparece em destaque, com o maior índice de satisfação entre todos os públicos estudados: a taxa é de 44%, contra 33% nas demais regiões. Se a qualidade já é percebida como alta, as marcas precisam pensar em novos caminhos para chamar a atenção e se diferenciar. “As empresas precisam ouvir mais. Falar com a mulher. Perceber do que estão sentindo falta. Pensar em novidades e deixar de lado o conceito de que se precisa fazer muito dinheiro com todas as coleções. Existem produtos que são feitos para 30 ou 300 pessoas, mas que vão fazer que elas amem a sua marca”, complementa Guido Campello.

Trabalhar bem as ações e exposição dos produtos no ponto de venda é outro caminho para impulsionar o consumo e criar o desejo no shopper. “Para melhorarmos o resultado, temos que dar maior acesso aos produtos, e isso se reflete nas estratégias adotadas dentro do varejo. O ponto de venda deve ser trabalhado para estimular a consumidora a consumir mais, mostrando mais opções de itens, destacando e diferenciando as coleções”, argumenta Silvana Eva, Gerente de Moda Íntima da Lycra.

A Cosabella é usada como exemplo também pelas suas ações de varejo. A marca possui lojas próprias e flagships em Atlanta, Miami e Nova York, além de estar em algumas lojas de departamento de luxo como a La Rinascente, em Milão; Galleries La Fayette, em Paris e Shinsegae, em Seoul, Coréia do Sul. “Quando a marca de lingerie passa a trabalhar com a criação de desejo, mesmo que apenas em algumas de suas linhas, o valor percebido se eleva também para os demais produtos, pois torna-os especiais”, diz Guido Campello.

Fonte: Mundo do Marketing


João José Werzbitzki*
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Evidenciando a confusão que fazem entre Publicidade e Propaganda, o Sinapro-SP (Sindicato das Agências de Propaganda de S.Paulo) está promovendo um curso sobre “A publicidade pública em ano eleitoral”, tem como objetivo levar às agências e profissionais do mercado publicitário informações sobre as restrições e limites da propaganda eleitoral – e que será ministrado por advogados, ao invés de publicitários.

Bem…deveria ser: o Sindicato das Agências de Publicidade de S.Paulo promove curso sobre “a propaganda pública em ano eleitoral”…pois trata de propaganda (eleitoral, política).

Publicidade é comunicação de vendas.

Propaganda em comunicação doutrinária ou ideológica.

No mundo todo, amigos! Menos no Brasil, onde publicitários não admitem ser chamados de propagandistas, mas dizem – equivocadamente – que trabalham com propaganda.

Até podem, em campanhas e contas de governo atuar com propaganda.

Mas nosso negócio é gerar vendas para os anunciantes, com PU -BLI- CI – DA – DE!

Como é difícil isto ser entendido, num país onde sobre a Abap se corrigiu, há alguns anos, sob a presidência do Flávio Corrêa, que a transformou em ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE. Era de Propaganda.

O Conar, há mais de 31 anos, é CONSELHO NACIONAL DE AUTORREGULAMENTAÇÃO PUBLICITÁRIA.

O Cenp é Conselho das Normas Padrão de PUBLICIDADE.

A legislação e os cursos tratam de Publicidade E Propaganda. O “E” determina que não são a mesma coisa.

Os Sinapros deveriam se transportar em Sinaplus (gostei do nome) e deveríamos colocar ordem na casa, o quanto antes, junto a nós mesmos, publicitários, assim como junto aos jornalistas especializados, professores universitários e editores e escritores de livros sobre Publicidade.

Propaganda pode tratar de Goebbles e da propaganda nazista, de Mao e da propaganda comunista chinesa, ou tratar da propaganda comunista soviética, cubana ou bolivariana, como da Venezuela e, às vezes, do Brasil. Ou a propaganda na Igreja. Afinal, foi a Igreja católica que a inventou e cunhou o nome propaganda, devido aos ministros da propagação da fé, na Idade Média. Propagare…

Publicidade trata da criação e da distribuição de mensagens de vendas eficientes para públicos selecionados. É isso que fazemos, em quase 100% do nosso tempo.

Até quando vamos ver persistir o erro?

Bem…tem professor que ainda ensina, na faculdade, que publicidade é gratuita…contundido-a com Publicity (que é assessoria de imprensa, em Relações Públicas, em língua inglesa, onde publicidade é Adversiting).

* João José Werzbitzki atua como consultor de comunicação de marketing, blogueiro, conferencista (no Brasil e em outros 11 países) e escritor. É também publicitário, jornalista e relações públicas formado pela Universidade Católica do Paraná e Master of Arts/Communications pela Siena University (EUA), com especializações em Publicidade, Relações Públicas , Jornalismo, Fotografia e Produção e Direção de TV. Professor de Planejamento de Comunicação e Publicidade, na Universidade Positivo, e de Relações Públicas e de Turismo, na Universidade Federal do Paraná. Cursou Historia Della Arte Italiana na Itália, entre dezenas de cursos e de especializações. Autor do livro “PUBLICITAR – Muito, muito mais do que só criar e veicular anúncios”.



sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Quero ver se tem coragem

Arthur Bender, autor do livro Paixão e Significado da Marca, defende que as organizações devem olhar para os paradoxos do mundo atual e transformá-los em oportunidades

As marcas precisam deixar claro para o consumidor aquilo que significam e as causas que defendem. Em uma sociedade cada vez mais complexa e com muitas opções de produtos e serviços comoditizados, os problemas sociais e até mesmo a grande quantidade de opções existentes no mercado podem servir de janelas de oportunidade para que as empresas se associem a ideias e projetos que criem valor além dos seus negócios. 

O volume de estímulos aos quais os consumidores são submetidos obriga as empresas a olharem para as estratégias de branding de maneira a extrapolar os produtos e serviços que são oferecidos ao mercado. Se associar a símbolos, ideais e ideologias pode ajudar as companhias a escaparem do “efeito teflon” que atinge boa parte das pessoas: bombardeadas pelo excesso de informação, elas ignoram a maior parte das mensagens que chegam até elas e não conseguem mais criar um diferencial da marca nas suas mentes.

Esta tese é o ponto de partida para o livro Paixão e Significado da Marca, que explora a importância do branding como ferramenta para que as empresas se associem a causas e propósitos. “Estamos em uma era de excessos. Diante dessa realidade, as pessoas buscam justamente aquilo que se mostra escasso. O indivíduo tem cada vez menos tempo para tomar decisões. Na realidade, o consumidor não consegue escolher com tranquilidade e o significado que a marca constrói faz uma enorme diferença. Ele passa a olhar para empresas que compartilham das mesmas crenças e do mesmo espírito”, explica Arthur Bender, autor do livro.



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Com criação da adam&eveDDB e produção da Outsider, a Volkswagen resolveu ensinar uma pequena lição de economia para o público, lembrando que o barato pode sair muito caro para quem tenta economizar a qualquer custo, enquanto que um investimento maior pode ajudar a garantir mais segurança e conforto.

Para ilustrar o argumento, o filme Rope mostra dois alpinistas se preparando para iniciar uma escalada. Um deles questiona o outro sobre a corda a ser utilizada, que apesar de ser relativamente nova, parece ser bastante frágil. Enquanto isso, o dono da corda parece ignorar o perigo oferecido pelo equipamento, contando vantagem sobre o preço pago.

Tudo isso para mostrar que, apesar de ser mais caro, o Tiguan vale o investimento.




E-commerce reformula sua identidade visual presente 
na loja virtual, embalagens, anúncios, e-mails e redes sociais. 
Linguagem adotada será mais objetiva e esportiva
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A Netshoes adota um novo posicionamento e uma nova identidade de marca. A empresa quer ser vista como global, dinâmica e democrática. As mudanças serão percebidas pelos clientes da empresa na loja virtual, nas embalagens, nos anúncios, e-mails e nas redes sociais. 

A Central de Relacionamento também passa a adotar uma linguagem mais objetiva e esportiva. As mudanças são resultados de um ano de estudo de branding realizado em parceria com a consultoria Interbrand. A pesquisa mostrou considerou a opinião de clientes, colaboradores e parceiros para a construção da nova marca. Um dos objetivos da mudança é transmitir o movimento e a energia do esporte aos consumidores.



Para atender a demanda em dispositivos móveis, o canal abrirá 
novo pacote para os anunciantes, principalmente em relação à 
Copa do Mundo que o Brasil será país-sede

O Adnews abriu o ano de 2014 com mais de três milhões de visualizações no portal, um aumento de 218% em relação a janeiro de 2013. Além disso, há o destaque na versão mobile, próximo a um milhão de acessos. E para atender a demanda dos dispositivos móveis, o canal abrirá um novo pacote para a publicidade que tem interesse neste espaço, ao disponibilizar quatro formatos especiais.

Hoje, os formatos de banners para o site mobile estão espalhados pelo canal de uma forma que não atrapalhe a leitura de quem acessa o conteúdo. Esses modelos estão disponíveis por todo o portal, como na seção “Marketing Esportivo”, que surgiu em outubro do último ano para acompanhar e noticiar as ações de várias empresas que utilizam a Copa do Mundo 2014 como tema de campanhas.

Há 15 anos no ar, o Adnews trabalha com notícias do mercado da comunicação, no segmento da propaganda e publicidade, mídia, marketing esportivo, internet, tecnologia, out of home, games, negócios, rádio, TV e produtoras, além do Adnews na TV e o Adnews em Revista.

Parte do público também integra a Newsletter, que mantém 50 mil assinantes, e os canais oficiais no Facebook e no Twitter, totalizando mais de 57 mil likes e mais de 23 mil seguidores, respectivamente.



Eficácia do modelo tradicional de concorrência é discutida por agências de publicidade, que defendem processos alternativos para contratação, como teste de três meses e ‘chemistry meetings’ 

“Chemistry meetings”, teste de três meses, análise de histórico e portfólio, jobs remunerados. 

Enquanto modelos alternativos de escolha de agência publicitária ganham timidamente espaço no mercado brasileiro, as próprias agências questionam a eficácia do sistema mais popular – a concorrência tradicional.

O modelo favorito dos anunciantes é artificial e nada sadio, na visão de Marcelo Tripoli, CEO da SapientNitro. “As condições do processo são diferentes do dia-a-dia de trabalho. Algumas agências chegam a contratar só para a concorrência equipes que não cuidarão do atendimento daquele cliente.”

Ele acredita que a expansão de modelos diferentes é uma tendência, sobretudo no exterior. Recentemente, participou de um deles com a Boehringer Ingelheim, que detém a marca Buscopan. A empresa fez uma pesquisa inicial de agências com o perfil buscado; depois, marcou reuniões que envolviam diferentes profissionais. Estes encontros são chamados de “chemistry meetings” – a ideia é ver se bate a tal da química.

O método é usado pelo anunciante em outros mercados. Cada reunião aborda temas específicos, como social e mídia, para verificar quesitos técnicos e o grau de compatibilidade entre os times. Em janeiro, a SapientNitro iniciou um trabalho-teste de três meses com outro cliente, no modelo “try before buy”. Se a avaliação dos resultados ao final do período for positiva, ganhará a conta.

Para Tripoli, processos não-convencionais de contratação vão ganhar força no Brasil porque as agências não suportam mais os custos das concorrências. “Elas limitam os candidatos a quem tem calibre financeiro. É um cenário que beira a insustentabilidade e um tema de interesse da indústria”, diz.

CEO da Ogilvy & Mather, Fernando Musa acrescenta que os processos de concorrência sérios tomam tempo e dinheiro dos dois lados. “Este modelo de decisão é arcaico, não retrata a realidade. Você apresenta o trabalho para ganhar, que pode não ser o melhor, e não tem o cliente ao seu lado para trabalhar.”

A agência já participou de processos “mais saudáveis” de escolha, baseados em reuniões de química e na exposição de opiniões sobre determinados tópicos, ele lembra. “Não sei se há um modelo ideal, mas é interessante conviver com os profissionais do dia-a-dia, fazer um ou dois trabalhos para conhecer nuances das agências, propor um teste remunerado.”

Musa sugere mais experimentação e discussão. “Precisamos debater o assunto nos fóruns, com os clientes, com a ABA [Associação Brasileira de Anunciantes], e encontrar processos que sejam mais verdadeiros.”

Relacionamento de longo prazo
O mercado de agências tem se esforçado para desbravar caminhos alternativos à concorrência, que já virou até tema de reality-show na TV americana (“The Pitch”, da AMC). A Agência CASA, do Grupo JWT, conquistou contas mostrando credenciais, participando de reuniões de química e criando uma primeira campanha-teste que gerou bons resultados.

“Há alguns meses, participamos de um processo diferente porque um cliente global queria conhecer os times ao redor do mundo e entender a senioridade das equipes”, diz o CEO Guilherme Gomide, lembrando que a publicidade brasileira tem a tradição de agência personalizada, centrada no dono. “Se não houver empatia, não rola.”

Iniciativas alternativas ainda são isoladas no Brasil, mas “chemistry meetings” e períodos de teste de trabalho estão ficando mais comuns, ele conta. “A Nextel, por exemplo, nos deixou operando por três meses com a mesma verba de sua agência no momento.”

Modelos que não envolviam concorrência, voltados a processos de conhecimento mútuo e início de trabalho, também renderam clientes à LOV. O CEO João Muniz ressalta que não se trata apenas da questão da química. “A proposta também é entender as necessidades do parceiro. Estas reuniões podem gerar um projeto remunerado e, se você se sair bem, um relacionamento de longo prazo.”

Para ele, a adesão a processos diferentes está ligada à maturidade de anunciantes e agências. “A concorrência é calcada num dia falso, de pirotecnia, que não mostra a agência na sua rotina normal. E, no mercado brasileiro, ela virou uma coisa prostituída, com empresas fazendo leilão de preço e escolhendo quem cobrar menos.”

‘Vamos namorar primeiro?’
Diretor executivo de negócios da AgênciaClick Isobar, José Melchert defende que o processo de seleção seja baseado no histórico da agência, portfólio e no conhecimento da equipe que vai trabalhar com o cliente. “Isso é mais saudável para o anunciante, porque ele vai fazer uma escolha fundamentada em critérios verdadeiros.”

Alguns anunciantes começam a adotar uma postura diferente, investindo em propostas na linha do “Vamos namorar primeiro?”, ele aponta. “Já pegamos jobs iniciais, fizemos reuniões e entrevistas, passamos por processo de análise de histórico. A concorrência está desgastada, é fundamental que ocorra uma mudança.”

Melchert propõe ainda que as agências apresentem alternativas ao cliente quando receberem convite para uma concorrência. “Se cedermos sempre, não valorizaremos o nosso trabalho”, resume.

O modelo de remuneração atrelada à performance é uma das apostas de Tiago Ritter, CEO da W3haus. “Isso deve crescer porque, no digital, o que entregamos pode ser mensurado.” Ele observa que a cultura do departamento de compras é forte nos anunciantes de grande porte. “Eles geralmente lideram um processo de concorrência, mas contratar uma agência é diferente de comprar parafusos.”

A tal da química
Mudanças nas próprias concorrências também podem ser um caminho, como oferecer remuneração aos participantes, na opinião de gestores de agências. “Quando ganhamos a conta da Natura, os seis classificados receberam um fee do cliente”, lembra Márcio Oliveira, presidente e sócio da Lew’Lara.

Em outra ocasião, a agência colocou como condição para participar de uma concorrência tradicional que o anunciante participasse de um workshop conjunto sobre o seu setor. “É preciso sentir se vocês têm química, se pensam parecido, se trabalham bem juntos, se a dinâmica encaixa.”

No exterior, ele sente uma “mudança clara” nas concorrências, com maior abertura a experimentações. “Muitos clientes estão orientando as agências durante o processo de criação. Acho importante reproduzir o que as duas empresas vão viver dali para a frente, porque elas estão procurando um casamento, não a melhor campanha para o próximo mês”, diz.

Fonte: Meio&Mensagem



Por que as pessoas se sentem tão infelizes e 
descomprometidas com o ambiente de trabalho? 

A resposta é que, hoje em dia, a complexidade dos negócios é cada vez maior e mais estonteante. 

Além disso, os pilares tradicionais da gestão estão obsoletos, de acordo com Yves Morieux. Com isso, ele afirma que cabe aos funcionários se desdobrarem para dar conta das interdependências. 

Nesta palestra dinâmica, Morieux apresenta as seis regras da "simplicidade inteligente". (Regra número um: entenda qual é a verdadeira função dos seus colegas.) 




Ao longo de quase 20 anos do Plano Real, a inflação acumulada desde 1/07/1994 até 1/2/2014, medida pelo IPCA, foi de 347,51%. Assim, um produto que custava R$ 1,00 em 1994 custa hoje R$ 4,47.

O matemático financeiro José Dutra Vieira Sobrinho afirma que, em decorrência desse fato, a cédula de R$ 100,00 perdeu 77,65% do seu poder de compra desde o dia em que passou a circular. Com isso, o poder aquisitivo da nota de R$ 100,00 é hoje de apenas R$ 22,35.

A perda desse poder aquisitivo é calculada por uma fórmula matemática na qual se divide o valor nominal da moeda pela taxa de inflação somada a 1. Quem quiser aprender a calcular a perda do poder aquisitivo da moeda pode acompanhar a explicação do professor Dutra no seu blog.

"O real foi reduzido a quase um quinto do valor em 20 anos", diz o professor. "Mas isso ainda é uma vitória. Porque mesmo passados 20 anos, ela ainda mantém um certo poder aquisitivo. O histórico anterior era de uma inflação que chegava a 5.000% ao ano."

A garoupa virou lambari
"Com essa desvalorização, se o indivíduo ganhava R$ 100 em 1994 agora precisa de R$ 400 para poder atender aos seus desejos", diz o professor de Economia do Insper Oto Nogami. "A garoupa virou um lambari", referindo-se ao peixe que estampa a nota de R$ 100.

A onça também virou um gatinho –a nota de R$ 50 hoje tem o poder de compra de R$ 11,17. Em 20 anos, o valor da moeda de R$ 0,01 praticamente desapareceu.

Isso se deve por conta do efeito da inflação sobre o poder de compra. "A inflação é o termômetro que mede a diferença entre o desejo de consumir e a capacidade de produzir", diz Nogami.

Quando o desejo de consumir é maior do que a capacidade de produção, os preços sobem.

Inflação é problema crônico no Brasil
O crônico problema brasileiro com a inflação está, portanto, na incapacidade de o país produzir o suficiente para atender à demanda reprimida, ou seja, àqueles que querem consumir e pagam por isso.

"Há também um incentivo inconveniente e imprudente por parte do governo de estimular compras sendo que não há a produção necessária para atender o consumo.

Outro fator que estimulou a inflação foi a queda abrupta da taxa de juros até 2012. A oferta de crédito fez com que as pessoas se sentissem mais "ricas". "O brasileiro partiu para o consumo desenfreado, se endividou, se tornou inadimplente. E a conta para pagar veio.

Como sair dessa situação?
É simples, diz o professor Nogami. A primeira providência é investir no setor produtivo para adequar as necessidades de produção ao consumo.

O segundo item importante é o investimento em educação. Incluir na grade curricular conceitos fundamentais de finanças pessoais. Ensinar a importância de poupar.

"Sonhos de consumo podem e devem ser realizados, mas mediante um planejamento. Primeiro economizar para realizar o sonho e não antecipar o sonho usando empréstimos e financiamentos que no médio prazo reduzem sua capacidade de consumir", diz.

E, quando o produto estiver caro demais, deixe-o na prateleira. Afinal, quando o produto sobra, as liquidações aparecem.

 
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Fonte: Folha|Uol







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