quinta-feira, 25 de abril de 2013

Até tu ó ...





Schweppes é a bebida 
gaseificada mais antiga do mundo


Você sabia que a Schweppes é a bebida gaseificada mais antiga do mundo?
Para comemorar seus 230 anos, a marca lançou embalagens
que remontam suas origens. Veja: http://adm.to/17pvqRc



Ford multada por publicidade enganosa



O Ministério da Justiça multou a Ford em R$ 165.360,00 por publicidade enganosa do veículo Ford F-250 Super Duty. A publicidade omite a informação sobre a necessidade do condutor possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria C – necessária para dirigir caminhões. A caminhonete tem 6,24 metros de comprimento por dois de largura, motor V8 de 6.7 litros de cilindrada turbodiesel de 395 cavalos, câmbio automático de seis marchas e tração integral com reduzida.



Já leu e aceitou ou termos de uso?


O que cada um de nós tem feito na internet, ou mais especificamente, nas redes sociais? Temos criado e compartilhado conteúdo. Sim, viramos agentes disseminadores de informações. E discernir o que pode ou não nesse ambiente virtual já não é tão simples.

Se as pessoas estão patinando, com o mundo corporativo não é muito diferente. A relação que tínhamos com nossos consumidores era uma relação privada, uma relação a dois: empresa x consumidor, do momento da decisão de compra até os processos de pós-venda. Agora não é bem assim. O relacionamento com o cliente virou um assunto tratado na esfera pública, pra todo mundo ver. E aí, faz parte corrermos o risco de acertar ou não. São as dores da evolução da tecnologia e da própria comunicação, do marketing, do relacionamento. Evolução do comportamento de forma geral.

Lendo sobre o Google Glass (a mais nova empreitada do Google), vi que mesmo antes de ser lançado já levantou polêmicas como a privacidade das pessoas, tal o poder de registro e compartilhamento da ferramenta, e até mesmo sobre o uso, pelo Google, de todo o conteúdo gerado pelos seus usuários.

Se estamos vivendo nesse ambiente onde tudo é compartilhado e onde cada indivíduo é mídia, nada mais justo voltarmos à discussão da privacidade, do público e do privado e da própria ética – seja a sua, ao produzir e compartilhar qualquer material, ou das empresas, que se relacionam em ambientes tão abertos. Cada vez que uma companhia traz uma discussão como essa, estamos avançando na própria redefinição desses conceitos.

Penalizar os gadgets e os avanços da tecnologia me parece não ser o caminho, pois toma o lugar de uma pauta muito mais aprofundada: a responsabilidade no conteúdo gerado e no gerenciamento de informações dos indivíduos.

A própria sociedade tem que criar meios de adaptação a essa nova realidade, onde perdemos um pouco o controle do que é privado. É uma discussão coletiva sobre nossos próprios limites, sobre nosso comportamento enquanto potenciais geradores de informação e o domínio desse mundo virtual nas nossas vidas.

João Batista Ciaco
Diretor de publicidade e marketing de relacionamento 
da Fiat e presidente da ABA.
Publicado em Meio e Mensagem



Globo muda relações com o Facebook


As novas regras implementadas pelo Facebook começam a gerar questionamentos entre as empresas que se utilizam da rede social para promover seus conteúdos. Recentemente, as Organizações Globo tomaram a decisão de não usar mais as fanpages da rede como plataformas de distribuição de conteúdo – mesma atitude que já tem em relação ao YouTube e ao Google Notícias. Daqui para frente, o grupo se utilizará da rede apenas como ferramenta promocional, sem colocar links para seus websites.

A atitude não é exatamente uma tendência, mas pode se tornar. O jornal The Guardian, por exemplo, tomou a mesma decisão. Basicamente, o que levou a Globo a assumir essa posição foi não concordar, por princípio, com o modelo agora imposto pelo Facebook: reduzir o volume de conteúdo que chega à base de fãs que recebem os posts (a menos que haja pagamento para promovê-los), ele próprio ser curador de quem recebe o que e passar a utilizar-se da base de fãs para vender para concorrentes. A mudança ocorreu, principalmente, por pressão de investidores da rede social - que fez seu IPO em 2012 e não foi bem - de que se torne mais rentável.

“O Facebook é entendido por nós como uma interessante forma de relacionamento e promoção de nossos conteúdos, programas, ações. Não é uma plataforma para dar notícias, para antecipar furos, disponibilizar conteúdos, mas instrumento para conversar sobre eles. Não entendemos que ferramentas sociais são canais de broadcast de conteúdo”, diz Sergio Valente, diretor da CGCOM. Segundo ele, a intenção da empresa é estar cada vez mais presente nas redes sociais, conversando e se relacionando com o público. Tanto que a TV Globo lançou o aplicativo social “com_vc”. No entanto, avalia e revisa permanentemente as práticas em todos os canais.

A atitude da Globo pode até parecer retrógrada, mas há quem acredite que as novas regras do Facebook são um tiro no pé. A Globo estima que o conteúdo das fan pages chegue – sem pagamento – a cerca de 5% da base de fãs. Também teme que essa base seja comercializada a concorrentes. De acordo com as novas regras, nada impede que a base de fãs do SporTV seja, por exemplo, oferecida para ações comerciais do FoxSports. Vale lembrar que a Globo tem mais de um milhão de fãs no Facebook. Pagar para promover mais amplamente os posts no Facebook não parece interessante. Segundo fontes do propmark, a audiência digital originária do Facebook hoje não tem grande relevância, nem tinha antes das mudanças.


Edelman: empresas podem chegar aos usuários sem interferência.

AMEAÇA

O americano Ben Edelman, professor-associado da Harvard Business School e especialista em web - um de seus temas de estudo é a concentração de mercado na área de buscas na internet e os riscos para anunciantes -, diz acreditar que a decisão do Facebook de passar a filtrar os conteúdos – a menos que receba pagamento em troca - ameaça os interesses do sistema. “Se um usuário espera conteúdo como notícias de uma determinada empresa, nenhum dos dois quer que o Facebook se posicione no meio dessa relação. A empresa pode encontrar outras maneiras de chegar aos usuários sem a interferência do Facebook. O que me parece é que a estratégia da rede social pode não funcionar a longo prazo. Mas, no curto prazo, muitas empresas se encontrarão presas ao modelo”. Ele denomina a estratégia do Facebook de “bait-and-switch” (atrai o anunciante e depois muda as regras).

Segundo ele, o Facebook tem um histórico de dizer algo e fazer outra coisa - o próprio mercado costuma dizer que suas regras mudam quase que semanalmente. Mas até aqui os problemas afetaram principalmente usuários no que diz respeito a práticas de privacidade, por exemplo. Agora, depois que as empresas fizeram imensos esforços para atrair fãs para suas páginas, a rede social decide mudar suas regras, beneficiando-se desses esforços.

“Não acredito que essas atitudes modifiquem os ganhos do Facebook. Sim, usuários passam muito tempo na rede. Mas até que ponto isso é sustentável? Ao mesmo tempo, usuários não se engajam em atividades comerciais. Estão, sim, conversando com seus amigos, olhando fotos, curtindo novidades. Mas não há um engajamento comercial como, por exemplo, há com o Google, que direciona decisões de consumo e me preocupa muito mais em termos de domínio”, observa.

O Facebook diz acreditar “no potencial da plataforma para gerar valor aos parceiros, assim como acontece com os grandes publishers do mundo”. No entanto, como somos uma plataforma aberta, respeitamos a decisão”, afirma a empresa em comunicado oficial.

ABRIL
Ricardo Anderáos, diretor de mídias sociais e transmídia do Grupo Abril, diz que o assunto vem sendo analisado por sua área. “Obviamente estamos o tempo todo avaliando. As redes sociais são importantes para o desenvolvimento de conversas com o público, mas também sabemos que o Facebook, por exemplo, vem capturando boa parte da audiência digital. Quando a Globo toma uma decisão dessas, é claro que não é uma bobagem. Certamente foi uma decisão pensada”, opina o executivo.

Ele chama a atenção para o fato de que há dois tipos de audiência no Facebook: o que vem do material postado pelas empresas e aquele que é orgânico, originário do público, que lê algo nos portais e replica na rede. “No fundo, a decisão da Globo não muda tanto o jogo porque as pessoas continuarão podendo postar os links para as matérias dos portais. Isso é natural. Acredito é que se está fazendo um statement contra um modelo de negócio do Facebook, que vive mudando suas regras e vem tentando monetizar os posts. Essas mudanças podem levar a divergências de interesses. E pode tornar o Facebook draconiano”, afirma Anderáos.

Segundo ele, o retorno em audiência proveniente do Facebook não é insignificante e varia de caso para caso entre as 52 marcas da Abril. Como este é um “jogo que se joga todos os dias” e os cenários se mantêm em constante transformação, Anderáos não afirma que não pagará por posts, porém não acredita em “anabolizar” a presença na rede. “Preferimos o crescimento orgânico, que vem das pessoas. Mesmo que um post apareça pouco, ele tem a chance de ter sua presença ampliada naturalmente”.

Fonte: propmark




quarta-feira, 24 de abril de 2013

Surpresa. Sou feliz dessa maneira.



Quem diria
 - Coca-Cola Happiness Truck Russia -





Retargeting



O retargeting, técnica de publicidade online que permite segmentar as campanhas de forma que os anúncios sejam mostrados a pessoas que buscam por aquela determinada oferta, é um dos conceitos em alta na internet e vem puxando o crescimento de startups como a Melt DSP (Demand-side Platform). Com tecnologia de RTB (Real Time Bidding), a empresa compra mídia por meio de leilões virtuais realizados em tempo real.

“O que a gente faz mais para o varejo é o retargeting. Imaginemos que um usuário entre no site do Walmart, por exemplo, e se interesse por uma TV específica, mas não toma a decisão de comprar naquele momento. Depois, conseguimos mostrar aquela TV ou produto semelhante em formato de anúncio para o mesmo usuário que fez a pesquisa, independentemente de onde ele estiver navegando na internet”, exemplifica o engenheiro de computação Guilherme Mamede, CEO da Melt DSP.

O executivo afirma que o modelo DSP é mais inteligente do que as tradicionais Ad Networks (rede de sites verticais comprada pelas marcas para anunciar), porque faz a oferta para a pessoa certa e no momento certo. Porém, ele diz que as agências brasileiras ainda estão se adaptando a essa mídia de performance. “Nos Estados Unidos, o RTB já corresponde a 28% de todo inventário online. No Brasil, atualmente, o índice não chega a 4%, porém está em rápido crescimento”, menciona Mamede, que fundou a Melt DSP em 2011, ao lado do também engenheiro Juliano Vidal.

A empresa se posiciona como a primeira DSP 100% brasileira com tecnologia de RTB. Tudo que for publicidade em display, como banner, vídeo ou mobile, a Melt consegue alcançar. De acordo com Mamede, as Ad Networks não têm necessariamente todo o histórico de pesquisa de um usuário na web, ao contrário de uma DSP. “Sabemos informações sobre o perfil do usuário, onde ele está acessando, se é homem ou mulher, entre outros dados. Disputamos um espaço premium, quem dar o lance mais alto ganha”, conta ele. O executivo acrescenta que um leilão virtual para compra de mídia dura em torno de 70 milissegundos. O modelo de remuneração da Melt DSP é baseado em um fee sobre o investimento em mídia.

Audiência
Em relação à audiência, a Melt DSP afirma que consegue atingir 86 milhões de perfis. “Temos o nosso fornecedor que é a Navegg, do Buscapé, que tem 86 milhões de usuários traçados – ou seja, 100% de cobertura. A internet brasileira é formada por 80 milhões de usuários. O que acontece é que eu posso ter um mesmo usuário com um perfil no trabalho, em casa e no telefone”, explica Mamede.

Uma novidade da Melt é que ela passou a fazer ofertas também no Facebook. “O Facebook tem alcance de 29,7 milhões de usuários, quase 40% da audiência brasileira. Quanto mais lugar oferecermos, mais chances teremos de encontrar essas pessoas e ter um retargeting mais eficiente.”O executivo afirma que no primeiro trimestre de 2013, a Melt faturou o mesmo que o ano inteiro de 2012. “A gente está com uma curva de crescimento que quer chegar até o final do ano com R$ 7 milhões de faturamento”, diz.

Fonte: propmark





100 anos da Shell no Brasil



Para celebrar 100 anos de atuação no Brasil, a Shell acaba de lançar este hotsite, que fornece dados sobre sua história, contada década a década desde 1910, e apresenta ao público quais serão os desafios da companhia nos próximos 100 anos.

A JWT assina campanha que comemora a data, composta por filmes para TV (assista abaixo), peças para revistas, jornais, outdoors, além de várias ações na internet.





Além das classes socioeconômicas
Diego Oliveira*



Não é novidade que o conhecimento e a compreensão dos consumidores da atualidade - o que inclui as razões e os significados de seus atos -, tem sido uma das prioridades das organizações contemporâneas e objeto de estudo de pesquisadores de diversas áreas desde o século XIX. O fato é que o consumo e seus desdobramentos tem sido a mola propulsora da nossa sociedade, descrita por diversos autores, como Baudrillard, Bauman, Featherstone e Canclini, como uma Sociedade de Consumo ou de consumidores.

Nesse cenário, o amplo conhecimento dos comportamentos individuais tem feito toda a diferença, afinal como o consumo sempre foi aspiracional, determinar potencial e interesses de consumo a partir de métricas alicerçadas apenas no poder econômico das pessoas (categorizações por classes) não tem produzido resultados completamente satisfatórios. Tão somente porque, diante da complexidade do processo de consumo, é imprescindível uma abordagem multidisciplinar acerca dos comportamentos individuais.

Uma das nossas maiores preocupações nos estudos Marplan reside, justamente, em oferecer ao mercado amplas possibilidades para a compreensão do consumidor contemporâneo a partir dos dados comportamentais que levantamos. Muito embora defendamos que só a utilização das classes socioeconômicas não é mais suficiente e ainda as tenhamos como um dos parâmetros válidos, na nossa visão, os dados comportamentais ganham um destaque importante para a determinação dos interesses e inclinações ao consumo e isso transcende o “mero” poder aquisitivo.

Pensar em aspectos como, por exemplo, organização cotidiana, interesses em inovação e tecnologia, materialismo, trabalho, liberdade, preocupação com saúde e alimentação, praticidade, percepção das marcas, empreendedorismo, religião, otimismo, relações conjugais, sustentabilidade, tradicionalismo, entre outros aspectos, tem nos ajudado a compreender o potencial de determinados grupos e que o consumo está muito mais atrelado às percepções que as pessoas têm do mundo e suas atuações nele, do que aos salários que elas ganham.

Portanto, consideramos e investigamos os fatores psicodinâmicos internos e externos que atuam sobre o consumidor como os tradicionais sócio-demográficos sim, mas também e, principalmente, fatores psicológicos (atrelados a motivações, percepções, crenças, atitudes e aprendizagens) e fatores individuais (como idade, sexualidade, estilo de vida e personalidade) - tudo isso ampliado numa dimensão cultural e com ênfases regio-nalizadas.

Dessa forma, “poder aquisitivo”, no nosso entendimento, passa a ser ancorado por novas perspectivas, que vão além das tomadas de decisão apoiadas pelo potencial econômico e pelos desejos de consumo, postulamos, na atualidade, novas perspectivas que são alicerçadas pelas experiências e influências comportamentais advindas das percepções de mundo dos novos consumidores, afinal, muitas compras são feitas a partir da necessidade do consumidor de se divertir, criar fantasias, obter emoções e sentimentos. Para tudo isso, o importante é também considerar que, além dos rendimentos que viabilizam tais aquisições, existem pessoas que adotam certos comportamentos de consumo com o objetivo de se integrar no contexto social, que precisa ser mapeado e compreendido por métodos de pesquisas quantitativas sim, mas com abordagens interpretativas.


* Diego Oliveira é Diretor de contas do Ipsos Brasil

Veiculado em Meio e Mensagem




Porcentagem de brasileiros com smartphones dobra em um ano e chega a 18% diz Ibope






O percentual de brasileiros que possuem smartphones dobrou de 2011 para 2012 e chegou a 18%, aponta estudo realizado pelo CONECTA/Ibope em parceria com Worldwide Independent Network of Market Research (WIN).

Apesar do crescimento, a média do país ainda fica atrás da mundial, que é de 48%.

Outros aparelhos também são menos disseminados no Brasil que no resto do mundo. Tablets aparecem com uma penetração de 5% entre brasileiros - contra uma média mundial de 24% -  e e-readers com 1% - contra média mundial de 12%.

Laure Castelnau, diretora-executiva do IBOPE Inteligência, diz que a média mundial é puxada para cima pelo países asiáticos e aponta que os números brasileiros são tão defasados por um certo atraso tecnológico.

“É uma questão de oferta [de aparelhos], não de demanda [dos usuários]. De quando a tecnologia chegou aqui em comparação a quando chegou nos outros países. Mas nós estamos caminhando rápido”.

Mas se o Brasil perde na disseminação de gadgets, ganha no tempo de uso dos aparelhos. A média diária de uso de celular por aqui é 59 minutos - contra 42 minutos no mundo -, enquanto a de smartphone é de 84 minutos - contra 74 minutos no mundo -, a de tablet é 79 minutos - contra 74 minutos no mundo - e a de e-reader 63 minutos - contra 54 minutos no mundo.
Segundo Castelnau, os números corroboram outras pesquisas que retratam que mostram um uso intenso da internet e dos aparelhos eletrônicos pelos brasileiros. “Tem a questão das redes sociais e dos aplicativos, que o brasileiro usa mais que a média dos outros países, mas ele não é só ‘heavy user’ da internet pelo celular, é também pelo computador.”




Publicitar já está nas bancas
- não deixe de comprar -
vale mais do que pesa



“Publicitar - Muito, muito mais do que só criar e veicular anúncios” é o título do livro que o publicitário, jornalista e relações públicas João José Werzzbitzki, está lançando, pela Qualitymark, no mercado brasileiro.

JJ foi o primeiro publicitário, jornalista e RP  a concluir o Master of Arts/Communications, nos Estados Unidos, atua no mercado há 40 anos, como profissional destas áreas e professor concursado da Universidade Federal do Paraná e convidado da Universidade Positivo (onde foi paraninfo da primeira turma de Publicidade a se formar naquela instituição).

O livro, que foi editado pela Qualitymark, uma das melhores editoras de business books do Brasil, está com lançamentos sendo programados em livrarias, mas já está sendo vendido pela web.

No livro, João José se dedica a explicar a comunicação de marketing moderna como uma orquestração, que utiliza os mais diversos instrumentos (publicidade, promoção, marketing direto, patrocínio, assessoria de imprensa, merchandising, feiras e exposições, eventos, relações públicas, marketing de aromas, marketing cultural/educacional/ ambiental e esportivo, iluminática, design e vitrinismo, entre outros), de acordo com a partitura do planejamento de comunicação.

Como maestro, João José é mestre em planejamento em comunicação e conhece bem o que pode render cada um dos instrumentos da sua orquestração, de acordo com cada público e situação.

“O futuro pertencerá - comenta João José - a duas categorias de profissionais de comunicação: os especialistas em cada instrumento ou em mais de um, e os generalistas, que como maestros, irão compor a sinfonia da comunicação, que poderá conter solos, duetos, vários instrumentos ao mesmo tempo e apoteoses com a orquestra toda”, comenta JJ.

JJ inicou sua carreira profissional em 73, no Diário do Paraná, como repórter. Como jornalista, atuou na TV Paraná e na TV Coroados (esta de Londrina), na Rádio Universo e no Correio de Notícias, além da revista Placar (como free-lancer, atuou na Europa, inclusive – onde fez um Curso de História da Arte Italiana). Em RP, foi assessor de imprensa do Governador Jayme Canet Jr, e assessor de comunicação dos Secretários de Estado Belmiro Castor, Véspero Mendes e Luis Eduardo Veiga Lopes. Como publicitário trabalhou na Geminni (do saudoso amigo Dulcídio Caldeira Jr.), na Propeg e na sua JJ Comunicação, que chegou a ser uma das maiores agências paranaenses (nos anos 80 e 90), até o baque da falência da Encol. que prejudicou em muito a vida da agência.

Foi bolsista da Fundação Rotária (do Rotary Club International), concorrendo com 470 candidatos do mundo todo, por uma das 20 vagas que havia. Fez seu mestrado em Michigan (na Siena University), graduando-se com 6 notas 9 e 6 notas 10.

Como palestrante e conferencista, JJ realizou 12 conferências no exterior e centenas no Brasil. Foi também vice-presidente da INBA (International Network of Business Adversiting Agencies) e hoje atua como consultor de comunicação de marketing, como blogueiro e cozinheiro para os amigos, às vezes. Casado com Eliane, tem dois filhos publicitários (Valéria, que hoje trabalha em O Boticário, e João Bruno, que está na Casa, da JWT).

Nos planos do JJ, com o lançamento do livro neste ano, está o desenvolvimento de conferências e aulas sobre a sua especialidade, no Brasil e no exterior, nos próximos anos. Mas já há outros livros em construção: dois sobre publicidade, um sobre culinária (com receitas dele, da família e de amigos) e um chamado de “Mambojambo”, que contém causos, contos, poemas, sonhos e estórias engraçadas da vida deste leonino.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Quando a lua formosa no céu ...




O mercado da TV no Brasil


Os hardwares (TV, DVD e Home Theater) tiveram, entre 2010 e 2012, uma queda de preço três vezes maior do que a observada nos softwares (filmes/mídias) vendidos no Brasil. Essa é uma das conclusões do estudo realizado pela GfK – quarta maior empresa de pesquisa de mercado do mundo – que foi divulgado na segunda etapa da 9ª Conferência Anual GfK Consumer Choice “Tecnologia e Entretenimento no Brasil – O que Busca o Consumidor Brasileiro?”.

A auditoria mostra que, para viver a experiência da tecnologia 3D em 2010, o consumidor brasileiro precisava desembolsar R$ 6.000 com TV 42’’ 3D, Blu-Ray 3D e um filme 3D. O valor desse pacote caiu pela metade em 2012: R$ 3.000. “Quando analisamos a erosão de preços de cada um desses itens, fica claro que quem está puxando o preço para baixo é principalmente o televisor – com erosão de 57% – e o Blu-Ray – com queda de 54%. O valor da mídia caiu apenas 17%”, explica Gisela Pougy, Diretora de Unidade deNegócio da GfK.

Segundo ela, a limitação de títulos disponíveis também provoca um avanço menos acelerado das mídias no Brasil em relação aos equipamentos. Para se ter uma ideia, dos 3 mil títulos Blu-Ray disponíveis, apenas 129 são 3D. Já os títulos para DVD convencional somam 27 mil.

Hardware X Software
A análise da GfK revela que os filmes destinados a Blu-Ray 3D (que tiveram erosão de -17% entre 2010 e 2012), passaram de R$ 99 a R$ 82. Para migrar de uma mídia convencional (o DVD convencional que hoje custa em média R$ 22) para o Blu-Ray, o consumidor precisa desembolsar 145% a mais ou R$ 30. Porém, se ele quiser adquirir um Blu-Ray 3D, o custo será de 270% a mais ou R$ 60. Em países da Europa, como França, Espanha e Alemanha, a diferença de preço entre um DVD comum e um Blu-Ray não passa de 60%.

Nas TVs de Tela Fina a erosão no preço entre 2010 e 2012 foi de -57% para modelos LED 3D 42’’(principal tamanho de tela do mercado), com custo médio atual de R$ 2.049. Para adquirir uma TV desse tipo e abandonar a TV LED convencional o consumidor precisa pagar 20% a mais ou R$ 300.

Entre 2010 e 2012 é possível constatar a forte erosão no preço do DVD Player (-54% custando R$ 119); Blu-Ray Player (-49% sendo vendido por R$ 299); e Blu-Ray Player 3D (-54% a um preço médio de R$ 479). O valor incremental de um DVD Player para um Blu-Ray Player, caso o consumidor queira fazer essa troca, é de 300% ou R$ 360.

A erosão muito mais acentuada nos equipamentos se repete nos Home Theater: entre 2010 e 2012 houve queda de -35% nos preços do HT convencional; -73% no HT Blu-Ray; e -49% no HT Blu-Ray 3D. Para migrar de um HT convencional para um 3D é preciso pagar mais 150% ou R$ 780. O estudo mostra ainda que 32% do faturamento com as vendas de Home Theater no Brasil foi pela tecnologia 3D. “O consumidor quer ter a melhor experiência de áudio e vídeo quando procura um Home Theater, por isso investe em uma tecnologia mais elaborada”, explica Gisela.

No acumulado de vendas entre dezembro de 2009 até dezembro de 2012, o país já soma 1,7 milhão de televisores 3D sendo apenas 400 mil Blu-Ray Players 3D , 280 mil Home Theaters 3D e 330 mil filmes 3D.

TVs Conectadas: 21% das vendas
A auditoria da GfK mostra que de todas as TVs vendidas hoje no Brasil, 21% têm acesso àinternet. Para migrar de uma TV LED para uma LED com acesso à internet 42’’ o consumidor desembolsa apenas 10% a mais ou R$ 170, o que facilita a expansão das TVs conectadas.

Hábitos de compra
Em outubro de 2012, a GfK realizou uma pesquisa com o consumidor que revelou os produtos mais presentes nas residências: televisão, celular e computador. Os itens que predominavam nas intenções de compra para os próximos 6 meses eram tablet,notebook e televisores. Home Theater e Blu-Ray, além de terem baixa penetração entre os consumidores, não figuraram entre os itens mais desejados.

“A pesquisa mostrou que, na hora da compra do televisor, o consumidor desejava, em primeiro lugar, aquele com melhor resolução de imagem. No home theater, o consumidor desejava como principal atributo de compra ter entrada USB apareceu como fator essencial na decisão de compra, o que mostra a intenção de baixar conteúdos da internet para conectar à TV ou ao computador. Já para comprar o Blu-Ray o consumidor exigia que o aparelho lesse todos os formatos de vídeo, o que indica também a intenção de praticar a pirataria”, avalia Gisela.

Fonte: ADnews 




Campanha da Dove mostra
 a diferença entre como 
mulheres se vêem e são vistas


Com a ajuda de Gia Zamora, artista do FBI responsável por criar mais de 3.000 retratos falados, a empresa resolveu desenhar sete mulheres com base na sua autodescrição e na descrição feita por desconhecidos.

Como parte da campanha pela valorização da beleza natural, a Dove produziu um documentário chamado ‘Retratos da Real Beleza’. O objetivo do filme é mostrar como as mulheres se tornaram suas piores críticas e enxergam sempre o pior em si.

Com a ajuda de Gia Zamora, artista do FBI responsável por criar mais de 3.000 retratos falados ao longo de sua carreira, a empresa resolveu elaborar o retrato de sete mulheres. Enquanto as voluntárias se escondiam atrás de uma cortina, Zamora desenhava com base na autodescrição delas.

Em seguida, a artista criou outro retrato falado das mulheres com base na descrição de pessoas desconhecidas. O resultado, é que os desenhos feitos com a partir do ponto de vista dos outros apresentaram imagens mais bonitas.

Veja ao vídeo abaixo:




Quanto vale o seu futuro?
Fábio Zugman*

Abrir mão de um prazer hoje para uma recompensa futura é uma das melhores habilidades que você pode desenvolver e ensinar aos seus filhos. Em algum tempo as coisas vão começar a acontecer.

Imagine que você está em uma sala, entra uma criança e você oferece a ela um delicioso doce. Como você precisa sair um pouco e deixar a criança sozinha, você faz um trato: ela pode comer o doce enquanto espera ou, se aguardar a sua volta, você dará a ela outro doce como recompensa pela espera.

Além de resultar em alguns vídeos divertidos (abaixo), essa experiência, feita pela primeira vez em 1970 em Stanford, mostrou um efeito colateral surpreendente: é um dos únicos testes a mostrar uma correlação real de crianças com o desempenho futuro dessas pessoas.




Trocando em miúdos: as crianças que esperavam um pouco a mais para ganhar dois doces, em vez de caírem na tentação e comerem um logo de cara, tinham notas melhores 10 anos mais tarde. Também tinham menos chance de apresentarem problemas com drogas e eram consideradas mais bem ajustadas socialmente. As crianças que conseguiam esperar por um doce e resistir à tentação, em média, tornaram-se adultos mais bem sucedidos e ajustados socialmente.

Se isso parece pouco, deixe-me contar sobre a importância disso. Como alguém que escreve sobre criatividade e sucesso profissional, posso dizer que há uma infinidade de estudos buscando identificar causas de sucesso futuro. Alguns óbvios, como o QI, notas escolares e outras coisas que à primeira vista seriam um sinal de promessa (como a idade ao começar a falar ou escrever) tendem a não ter muito valor – uma criança prodígio nem sempre se torna um adulto prodígio.

Outros estudos encontram relações fortes, mas dificilmente alguém gostaria de aplicar à sua própria vida ou filhos. Perder o pai quando criança, por exemplo, parece estar associado ao sucesso futuro, talvez pela necessidade da criança crescer e assumir responsabilidades antes do tempo. Condições difíceis como pobreza, mudança de país e até guerras também mostram uma correlação com o sucesso futuro, mas não imagino alguém vivendo na pobreza ou mudando de país de propósito só para mostrar ao filho como a vida é dura.

E aqui está a importância do experimento de Stanford: apesar de não estar muito claro como a coisa acontece, muitos pesquisadores concordam que a habilidade de esperar por uma recompensa pode ser treinada.

Esperar por uma recompensa, afinal, é o que fazemos quando deixamos de gastar dinheiro no shopping para investir em algo, trabalhamos como loucos em nossas próprias empresas para construirmos um empreendimento de futuro, estudamos noite adentro, em vez de sentarmos na poltrona e vermos televisão. Abrir mão de um prazer hoje para uma recompensa futura é uma das melhores habilidades que você pode desenvolver e ensinar aos seus filhos.

Como todo exercício, comece devagar: escolha pequenas tarefas e objetivos em troca de alguma recompensa atraente. Com o passar do tempo, você pode tornar o jogo mais interessante, aumentando a dificuldade das tarefas e valores das recompensas. Em algum tempo as coisas vão começar a acontecer.


* Fábio Zugman: consultor de empresas, é autor de diversos livros, 
entre os quais "Empreendedores esquecidos" e "Administração para 
profissionais liberais".  Veja também: www.zugman.com




A coisa tá ruim ou somos ruins: 
empresas, concorrentes e mercados
Sérgio Dal Sasso*


Nacionalidade empresarial: pensar, integrar e unir forças pelos resultados rumo à conquistas de mercado, que antes pareciam desertos.

Para toda análise que fazemos dependemos de informações, e com o mundo é competitivo, de parcerias e enriquecimento para a superação das dificuldades. Nesse caso tudo que some deve ser obtido e concluído para que esteja em tempo real no balcão das nossas atividades.

1 - O esforço pelas buscas de respostas sobre as nossas atividades dependem da forma do como estamos próximos, da afetividade e relacionamento junto aos nossos clientes e concorrentes. Digo concorrentes, com certa reserva, pois não devemos pensar que quem atua no mesmo mercado é o obstáculo que impede nossos avanços, pelo contrário erramos muito por aqui pelo fato de acharmos que quem está no nosso lado brigando pelas mesmas coisas é o principal alvo. O alvo a ser vencido é o mercado e a forma do como podemos amplia-lo para que todos conquistem sua fatia, dando sustentabilidade ao grupo e representatividade a região que forma o conjunto qualificado de operações similares.

2 - Na verdade nos mercados maduros, muitas pessoas e empresas do mesmo segmento procuram se unir para que juntos pensem no que fazer para ampliar as suas possibilidades e assim criarem referências em seus negócios, formando parcerias e engrossando em forma de forças para ganhar escalas, e por tabela aumentando suas presenças em regiões onde não possuem estrutura suficiente para agirem isoladamente.

3 - A vaidade individual de querer superar o vizinho é sempre menos importante do que a humildade de querer agregar mais consistência na forma do como pensamos e fazemos o nosso dia a dia para conquistar coisas, onde em um primeiro momento aparentavam serem desertas.

Sérgio Dal Sasso, destacado entre os melhores palestrantes do Brasil em temas ligados a Administração, Educação Corporativa e Empreendedorismo. Administrador empresarial formado pela FEA-USP, pós-graduado em gestão financeira e MBA varejo, ambos pela USP.  Autoria nos Livros: Gigantes das Vendas (Landscape e Quantum – Agosto de 2006), MBA EXECUTIVO (Saraiva – Junho 2008) e Os trinta mais em Vendas e Atendimento (ThreeC Comunicação Empresarial – Setembro 2008) e “Gente, Gestores e Empreendedores” (ThreeC Comunicação Empresarial – Novembro 2008). www.sergiodalsasso.com.br



Paródia de campanha da 
Dove mostra que os homens 
são mais feios do que pensam

No comercial original, uma artista forense criava dois retratos das mulheres, um baseado na descrição fornecida por elas e outro por um desconhecido.


O grupo de humor New Feelings Time Comedy criou uma paródia da campanha pela Real Beleza feita pela Dove. Satirizando o comercial produzido pela Ogilvy & Mather Brasil, onde o objetivo era mostrar como as mulheres podem ser duras com si mesmas, os comediantes resolveram comprovar o quantos os homens tem uma auto-estima exacerbada.

No original, uma artista forense criava dois retratos das mulheres, um baseado na descrição fornecida por elas e outro por um desconhecido. A paródia segue a mesma ideia, mas mostra que os homens se vêem mais bonitos do que realmente são.

Veja o resultado da brincadeira:


segunda-feira, 22 de abril de 2013

Minha vida era um palco iluminado



Audi aposta em anuncio no 
iPad para promover modelo R8

Usuários terão que utilizar a função screenshot para conseguir fotografar o novo modelo.


Audi aposta em anuncio no iPad para promover modelo R8

A velocidade do novo modelo da Audi, o R8, é a base da ação da companhia voltada para iPad. Com criação da AlmapBBDO e produção da The Goodfellas, a montadora apostou em um anúncio interativo, no qual a função de screenshot do iOS permite aos usuários capturar imagens do carro, enquanto ele passa, em alta velocidade, na tela do dispositivo móvel.





Ficha técnica -- Campanha on-line

Anunciante: Audi Brasil Distribuidora de Veículos LTDA
Produto: Audi R8
Título: Screenshot Ad
Diretor Geral de Criação: Marcello Serpa, Luiz Sanches
Diretor de Criação: Marcos Medeiros, André Kassu, Bruno Prosperi, Renato Simões
Diretor de Arte: Andre Sallowicz, Denis Peralta
Redator: Filipe Medici, Rodrigo Resende
Programação: The Goodfellas
Diretor de Tecnologia: Fernando Boniotti
Atendimento: Fernanda Antonelli, Carol Derra, Isabela Filippi, Lucas Nunes
Mídia: Paulo Camossa, Flavio de Pauw, Isabela Albero, Renan Magri
Aprovação: Leandro Radomile




TV Globo perde share na verba federal


Em 13 anos, queda do aporte público na emissora foi de 11 pontos percentuais e ocorreu em função da redistribuição e regionalização dos investimentos publicitários.

Nos últimos 13 anos (2000, inclusive, a 2012), a TV Globo, maior destinatária das verbas publicitárias federais, perdeu 11 pontos percentuais do total destinado à mídia e passou de uma participação de 54,96% em 2000 (ano em que foi investido R$ 1,239 bilhão) para 43,98% no ano passado (quando o investimento foi de R$ 1,797 bilhão), conforme dados da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), com informações geradas pelo Instituto de Acompanhamento da Publicidade (IAP). Nesse período, as verbas foram assim distribuídas:

No ano passado, por exemplo, a redistribuição das verbas chegou a quase 5 mil veículos. “Em 2012, 62% da verba foram programados para o meio televisão. Desse total, 43% foram investidos na emissora líder (a TV Globo), após ter caído a 41% em 2011, nível mais baixo já registrado. Este índice chegou a ser de mais de 60% em 2003”, recorda o secretário executivo da Secom, Roberto Bocorny Messias. Apenas no meio TV, para exemplificar essa desconcentração dos investimentos publicitários, a participação nos demais canais ­ abertos, emissoras regionais e de TV fechada ­ subiu de 39% para 57% nos últimos nove anos. Ainda assim, o meio TV continua a receber a maior parte das verbas e passou de 54,40% em 2000 para 62,6% em 2012 na participação total.


Internet

De 2000 para 2012, os investimentos em internet passaram de R$ 16,497 milhões para R$ 95,614 milhões, evolução de 580%. Expansão que se justifica pelo crescimento da própria web no País e a força do meio digital. Mas, ressalva Messias, “a quantidade de veículos programados na web ainda está abaixo de meios como jornal e rádio”. Também no ambiente online se expande a desconcentração e regionalização da destinação das verbas: em 2011, a participação dos sites menores (excluídos os cinco maiores portais em audiência no Brasil) chegou a um dos seus maiores índices históricos: 61% do total investido no meio e, no ano passado, esse índice caiu para 52%, em virtude também das restrições do período eleitoral.

A íntegra dessa reportagem foi publicada hoje na edição 1556, de 22 de abril no Meio & Mensagem.



Os bebês de Evian estão de volta


Alguns anos após o comercial com os bebês patinadores, agência BETC cria novo filme divertido para a marca francesa.

Criado pela BETC, o comercial “Baby&Me”, teve como produtora a Iconoclast & Mikros, com direção do coletivo We are From LA. A música, parte essencial do filme, é “Here comes the Hotstepper”, um remix especial de Yulsek para Evian.

Criado pela BETC, o comercial “Baby&Me”, teve como produtora a Iconoclast & Mikros, com direção do coletivo We are From LA. A música, parte essencial do filme, é “Here comes the Hotstepper”, um remix especial de Yulsek para Evian.

Há quase quatro anos, um comercial dizia às pessoas que mostraria o efeito de Evian em seus corpos. Na sequência, iniciava-se um dos grandes cases da publicidade mundiais nos últimos anos, com a dança dos bebês patinadores, os “Rollerbabies”. Nesta sexta-feira, 19, a marca de água lança um novo comercial com o mesmo conceito, mas com execução diferente.

Desta vez, a peça mostra adultos dançando, enquanto veem em um vidro espelhado sua versão “bebê” imitando seus gestos. 






Vídeo: StartUp.doc vai mapear empreendedorismo brasileiro

Vídeo: StartUp.doc vai mapear empreendedorismo brasileiro

Trailer do documentário foi produzido com a participação de Marcelo Lacerda, fundador do ZAZ/Terra, Marco Gomes, fundador da boo-box, e Bel Pesce, da FazInova.

A Flag.cx, holding de comunicação da Cubocc, está produzindo um documentário sobre a nascente cena brasileira de empreendedorismo e startups, com direção de Roberto Martini, CEO da Flag. O material também divulga o prêmio ProXXIma StartUp, que acontece no palco do evento ProXXIma, no dia 8 de maio, em São Paulo. O objetivo do prêmio é identificar um projeto embrionário de negócio com potencial de sucesso. Para participar é preciso fazer a inscrição até o dia 28 de abril, de forma gratuita, no www.proxxima.com.br/startup.

O teaser do documentário, veja aqui, foi produzido com a participação de Marcelo Lacerda, fundador do ZAZ/Terra, Marco Gomes, fundador da boo-box, e Bel Pesce, da FazInova. “É preciso fazer esforços e ações de inovação aberta com ideias novas enquanto essas companhias ainda estão no estágio de iniciantes, pequenas, carentes e emergentes agregam muito ao mercado e devem estar no planejamento de grandes portais como ProXXIma”, define Bob Wollheim, CEO na S_Kull , que estará no palco do evento comandando o prêmio.



6 fatores que consomem 
seu tempo no trabalho e 
6 dicas para derrotá-los

Tempo é dinheiro e agilidade é uma exigência do mercado




Cada vez mais, o tempo vale dinheiro e as empresas vêm tratando como grande diferencial de um colaborador a capacidade de organizar bem o tempo de serviço, produzindo adequadamente dentro dos horários de trabalho, evitando horas extras e dando os retornos necessários.

"O ritmo alucinante das mudanças, a avalanche de dados e informações, a pressão do mercado para se produzir mais, com menor custo e tempo possíveis, reforçam a necessidade de gestão compartilhada e produtiva do tempo para garantir lucratividade, empregos bons e estáveis com a qualidade devida", explica o diretor executivo da Innovia Training & Consulting, Ricardo Barbosa.

Porém, as dificuldades para um profissional se adequar a essa demanda de mercado é muito grande. Ricardo detalha pontos que potencializam essas dificuldades:

Ausência de foco - O colaborador acumula várias obrigações e deseja resolver tudo ao mesmo tempo, o resultado é que nenhuma das obrigações é feita;

Falta de concentração na tarefa em execução - o colaborador leva para empresa problemas pessoais, além de conversas paralelas que faz com que o resultado fique prejudicado;

Ausência de planejamento - Não sabendo se planejar ocorre confusão e não se estabelece prioridades;

Acomodação que gera desmotivação - Muitos colaboradores não buscam fazer um trabalho diferenciado, criando um ciclo vicioso na relação acomodação e desmotivação;

Procrastinação - deixar tudo que se pode fazer hoje para o amanhã;

Refém de ferramentas tecnológicas - as pessoas ficam apegadas ao celular e ao uso de e-mail de forma errada (checar caixa de correspondência toda hora).

Por outro lado, Ricardo Barbosa reforça que isso não significa que o colaborador não tem direito de descansar e que o chefe deve ser carrasco. "O descanso é fundamental para que se possa ser produtivo. Nenhum profissional pode trabalhar 100% do seu tempo, temos que cada vez mais exercer o famoso ócio criativo. Assim, são necessárias relações balanceadas. Uma forma eficaz é utilizar o quadrante do tempo, onde você irá separar suas atividades em Crises (importante e urgente), Urgências (urgente mas não importante), Planejamento (importante mas não urgente) e Rotina (nem importante e nem urgente)", sugere.

Veja as principais dicas de Ricardo para que um colaborador otimize seu tempo:

Estabelecer prioridades
Disciplinar reuniões
Disciplinar horários para conversas
Estabelecer código de conduta telefônica e para eletrônicos
Classificar ativas que são importantes e urgentes
Evitar acumular funções que não sejam suas.



A gente anda esquecendo ...

- ontem, lá pelo ano de 1792 aconteceu


- e hoje, lá pelo ano de 1500 aconteceu



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