segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O que você está fazendo? Esperando por milagre?

Eddie Obeng: 
Falha inteligente
 para um mundo em 
rápida evolução

O mundo está mudando muito mais rápido do que a maioria das pessoas percebe, diz o professor de negócios Eddie Obeng - e a produção criativa não consegue acompanhar. Nesta palestra espirituosa, ele destaca três importantes mudanças que precisamos entender para melhorar a produtividade, e defende uma cultura mais forte da "falha inteligente".

http://www.youtube.com/watch?v=EjSuaeVfE9I



Princesas da Disney 
em nova versão: sensualizando

Enquanto nos EUA personagens da Disney seguem encantando crianças e adultos ao ganharem roupas assinadas por estilistas para um projeto da loja Barney’s New York, parece que reinterpretação desses ícones da nossa infância – graças a Deus – não tem data pra acabar.

Como mostramos neste post, inúmeras são as releituras feitas em cima dos personagens mais femininos da terra do Mickey. De desenhos realistas, cartoons e retratos de meninas-mulheres tatuadas e mega contemporâneas, a criatividade segue em diferentes vertentes e muitos são os ilustradores que se aventuram a dar uma nova cara para desenhos tão famosos. 

Virginie Siveton, é moça responsável por estas ilustrações, deixando as moças no melhor estilo Pin-Up, que atiçarão as mentes dos jovens nerds e provocarão inveja em alguma garotas.

Alguma vez você imaginou ver a Branca de Neve fazendo poses e se despindo em plena floresta?

Então aproveite:









Fonte: Blog ESPM



Beertone


Para os que apreciam cerveja com todos os sentidos.

A escala de cores Pantone costuma ser referência em muitos projetos. Já teve gente que criou escala de tons de pele, de Angry Birds e agora, de cerveja.

Beertone é um projeto que foi idealizado através de crowdfunding, sai da cabeça mirabolante dos criadores e virou realidade.



A ideia é selecionar as melhores cervejas e criar uma escala de cores especial entre elas.

Cada lâmina da Beertone contém informações cheias de detalhes sobre a bebida, como teor alcoólico, marca, site, descrição, imagem da garrafa e a cor em RGB, CMYK e até hexadecimal. para manter um padrão, a cor de cada uma é obtida através de uma foto das mesmas utilizando mesmo copo, fundo e luz.



Os catálogos, disponíveis também em português, custam entre $39 e 59. A versão mais completa vem com uma lista de mais de 200 cervejas suíças.

Se você quiser contribuir e mandar a sugestão de alguma cerveja, é só entrar em contato com o Beertone no facebook.

Fonte: Blog ESPM



As vending machines de 
comida mais saborosas do mundo


Nem só de refrigerantes vivem as vending machines. E provamos isso nesse post com máquinas curiosas nos vendendo coisas mais curiosas ainda.

Mas que tal dar uma passeada pelo mundo das vending machines de comida? Elas também podem ser surpreendentes.

Confira:

Leite


Essa é uma excelente sugestão. A marca LandLiebe instalou sua vending machine no meio de uma escola alemã. A iniciativa é parte de um programa europeu de incentivo ao consumo saudável de alimentos. Ao invés dos alunos irem direto para os refrigerantes, optam por uma boa dose de leite.

Pizza


Let’s Pizza é o nome desta máquina de pizzas. Você insere o dinheiro, escolhe os ingredientes e pronto. A pizza é assada ali mesmo e sai quentinha, pronta para o consumo. A espera para degustar essa delícia leva só 3 minutos. A Let’s Pizza funcionou muito bem na Itália e é novidade no Reino Unido. É uma mini pizzaria fast food que funciona 24 horas.


http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=B4_C1BmT-R8

Batata Frita
Imagina sair do trabalho no meio do expediente para mergulhar no maravilhoso mundo das friturinhas? A primeira coisa que passa pela cabeça - sem dúvida - são as batatas fritas e essa vending machine é a solução.

Cupcakes


Pra os amantes de cupcakes, essa vending machine é especializada nisso. A Sprinkles Cupcake ATM (ATM é como são chamados os caixas eletrônicos em inglês), além de ser uma graça, ainda mostra na tela o caminho percorrido pelo cupcake até chegar nas mãos do consumidor em uma linda embalagem. Funciona 24 horas e aceita pagamento em cartão.

http://www.youtube.com/watch?v=jlLQbL2Rv2I&feature=player_embedded


Ovos


Só o Japão mesmo pra automatizar as galinhas. O que será que os ovos têm de tão especial para ganhar uma máquina só pra eles? Bom, vale lembrar que no Japão existe uma enorme variedade de produtos oferecidos em vending machines, como arroz, saladas, peixes e até refeições prontinhas para o consumo.

http://www.youtube.com/watch?v=yc0B_vAq8V8&feature=player_embedded

Cenoura


Lembra daquelas cenourinhas estilo coquetel? Em 2010, foram instaladas algumas vending machines de Baby-Carrots em escolas americanas, ao lado de máquinas de snacks, com o seguinte apelo: “consuma como se fosse junk food“. A campanha funcionou e o consumo das cenouras e outros alimentos saudáveis aumentou por lá. Você trocaria um chocolatinho por uma cenoura?







10 coisas que aprendi
sobre a profissão de Jornalista
Geneton Moraes Neto*


Descubro, em algum escaninho virtual, uma espécie de carta que escrevi, faz alguns anos, para um estudante de jornalismo imaginário. A carta seria parte de um manual de jornalismo que nunca foi publicado:

A primeira obrigação do jornalista é ser claro e objetivo. Aos fatos, pois:

1. Se, depois de tantos anos de convivência em redações, eu fosse convocado a dar um “conselho” a uma turma de recrutas do jornalismo, diria simplesmente: em nome de todos os santos, por favor, please, s`il vous plâit, não percam nunca a capacidade de se espantar diante dos fatos. Vejam tudo com os olhos curiosos de um menino descobrindo a maravilha do mundo. O olhar faz toda a diferença. É o que distingue um jornalista burocrata de um jornalista interessante. Não existe assunto chato: o que existe é jeito chato de tratar de um assunto.

2. Conselho número dois: não existe nada tão triste quanto a figura do velho jornalista, pretensamente “sábio”, que passa o tempo todo jogando no lixo as matérias (e o entusiasmo) dos repórteres. Cuidado com eles. Fazem mal à saúde da profissão, porque sofrem de uma doença que cataloguei como Síndrome da Frigidez Editorial (SFE). É um mal que acomete os “derrubadores de matérias”.

3. O jornalista pertence a uma categoria especialíssima: de tanto conviver com fatos extraordinários, ele corre o risco de um achar tudo “normal” e “ordinário”. Neste momento, ele se transforma naquele sujeito entediado que, para o bem do Jornalismo, deveria estar exercendo outra profissão. Cuidado para não se transformar num desses inimigos da notícia. Parece incrível, mas existem, às pencas, nas redações.

4. Quando cruzar com uma dessas Monumentos ao Tédio Profissional, faça uma oração silenciosa em louvor a Gutemberg, o Pai do Imprensa. Pode servir de exorcismo. Ou então deixe escrita uma frase, no muro de seus protestos imaginários: “Acorda, Gutemberg! Eles enlouqueceram!”. (É uma homenagem indireta ao estudante que, ao ver os tanques soviéticos invadirem a Tchecoslováquia para esmagar a Primavera de Praga, em 1968, pichou num muro: “Acorda, Lênin: eles enlouqueceram!”. O espírito ingênuo daquele estudante bem que poderia inspirar os guerrilheiros do jornalismo. Acorda, Gutemberg: eles enlouqueceram. Não deixai que os dinossauros pisem na alegria e na inocência dos que acreditam que o Jornalismo pode ser interessante, vivo, criativo e original. O importante é tentar.

5. Se eu fosse descrever os casos de matérias que foram derrubadas pelo tédio, pela cegueira, pela insensibilidade ou pela mera incompetência de editores, preencheria uma enciclopédia inteira. Pouparei vossa paciência. Mas, calouros, em verdade vos digo: preparem-se para sofrer com a insensibilidade alheia. Faz parte da profissão.

6. O grande escritor Italo Calvino disse - com outras palavras - que enfrentava um desafio: jamais deixar que o eventual azedume da vida contaminasse o texto. As palavras, as frases, os sujeitos, os verbos, os predicados - tudo precisa de vivacidade, clareza, sutileza, vida própria. A regra não vale apenas para os escritores: vale também para os jornalistas- inclusive os novatos. Nunca é cedo para aprender.

7. Seja saudavelmente pretensioso. Faça a si mesmo uma pergunta antes de resmungar porque foi escalado para entrevistar uma celebridade que já deu mil entrevistas: quem sabe se, na milésima primeira entrevista, eu não consigo arrancar uma história nova, uma declaração inédita, um detalhe que ninguém conhece? Não jogue fora a notícia antes de tentar.

8. Fazer bom jornalismo é dar, ao leitor, ouvinte ou telespectador, uma informação que ele não conhecia. Tente ser o porta-voz da novidade.

9. Ainda não inventaram uma fórmula mágica. A velha regra vale para todos os filhos de Deus: só escreve bem quem lê muito. Ponto final. Revogam-se as disposições em contrário. Cansei de ver nas redações: nem todo mundo que lê consegue ter um texto claro, límpido e atraente. Mas, invariavelmente, quem não lê não sabe escrever. Os maiores absurdos que já li foram escritos por gente que sofre de bibliofobia - horror a livro. Preferem ler revista de celebridade na sala de espera do dentista.

10. Conselho final aos recrutas: agora e sempre, espantem-se ! O jornalismo ficará cem por cento melhor se todo jornalista olhar o planeta com os olhos de um descobridor chegando ao Novo Mundo. Pedro Álvares Cabral, Cristóvão Colombo, acordai: eu, humildemente, vos nomeio nossos patronos.

*Geneton Moraes Neto é jornalista da Rede Globo

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

O que buscas?

E tem surpresa no 
M/E/C/A 
Festival

Parece que o festival mais alternativo do verão (e quem sabe do ano) dos gaúchos continua cheio de novidades.

Para quem nunca ouviu falar, o M/E/C/A Festival foi pensado em cima de um conceito bem focado: diferente dos “grandes” festivais que acontecem no Brasil, o M/E/C/A foi criado com o compromisso de ser um evento: acessível (ingressos baratos, viabilizados pelas marcas patrocinadoras), verdadeiro (curadoria criteriosa de atrações na cena “indie” global, sem misturar diferentes estilos musicais e públicos), e alto astral (o melhor clima e a melhor experiência possível para o público e também para os artistas).

Sendo assim, o que podemos esperar? Música boa, gente bacana e surpresinhas.

Uma delas é a ação misteriosa da marca de energéticos Burn. O público que for ao litoral norte de São Paulo amanhã, sábado, dia 26, conferir as atrações do M/E/C/A Festival irá se deparar com uma caixa preta bem suspeita. Isso mesmo, no último final de semana, a Burn Energy Drink deixou no estacionamento dos novíssimos Bar1 / Bar2, em Atlântida, uma espécie de “presentinho” de grandes dimensões.

Deixando um ar de mistério, a tal caixa da Burn, não contém muitas informações, apenas a mesma mensagens, escrita em vários idiomas (inglês, espanhol, Frances e italiano): “Esta caixa preta será aberta amanhã dia 26.01.13 no M/E/C/A FESTIVAL”.


Algum palpite do que se trata?
Aumente o volume e curta a playlist com as atrações da 
edição de 2013 do M/E/C/A festival.


http://www.youtube.com/watch?list=PL7e7j9hiCD0d2pNel2IOIL4QcKgw2SsnP&v=kK42LZqO0wA&feature=player_embedded#!

Fonte: Jordana Laitano



O que buscas?




Ludwick Marishane: 
Um banho sem água

Se você tivesse que andar 1,5 km para conseguir um pote de água todos os dias, como milhões de pessoas o fazem, dificilmente você usaria essa água preciosa para tomar um banho. O jovem empreendedor Ludwick Marishane conta a impressionante e engraçada estória de como ele inventou uma solução barata, limpa e conveniente: DryBath, a primeira loção substituta de banhos do mundo.

http://www.youtube.com/watch?v=MpYrJs0rX8




Os tipos na internet

Na cultura da internet, às vezes é fácil se perder em meio a tantos nomes estranhos. Cada tipo de usuário pode ser definido por meio de um termo específico - nem sempre com uma definição clara. Mesmo as descrições clássicas, como “nerd” e “hacker”, podem assumir significados diferentes com o tempo.

Alguns desses termos (todos em inglês, para serem entendidos em todo o mundo online) configuram estereótipos maldosos; outros têm sido usados pelas próprias pessoas que se identificam com eles.

Quem são os “haters”? O que caracteriza os “stalkers”?
Como se tornar um “early adopter”?
É possível se livrar dos “trolls” e não ser um “newbie” na web?
Será que você se encaixa em algum desses perfis?
Descubra vendo as definições a seguir:



Early Adoper
Esses têm sorte! E têm competência também, porque sua opinião é muito valorizada pelos inovadores e empresas que lançam novas tecnologias no mercado. Logo depois dos criadores se sentirem satisfeitos com um novo produto, precisam de alguma opinião de fora antes de coloca-lo à venda.
O early adopter é o cliente primário, o primeiro a ser ouvido. Em troca da possibilidade quase exclusiva de avaliar um produto em primeira mão, esse usuário serve como cobaia, tem que lidar com algumas falhas e dar um feedback adequado.
Nem sempre essa vantagem sai barata, mas quem não gostaria de ser a primeiro a testar o novo iPhone, por exemplo?




Geek

Apaixonado por tecnologia, o geek pode ser identificado pela quantidade de gadgets de última geração e pelas roupas e acessórios alternativos que carrega consigo.
Não é só o visual que o define, porém: os geeks costumam ter conhecimento sobre sua área de preferência e apresentam as habilidades sociais necessárias para se viver no mundo real. O geek pode ser definido, ainda, como um nerd ‘descolado’.
Apesar de utilizado de maneira pejorativa por alguns, o termo “geek” costuma ser empregado por entusiastas de informática, games, etc. para definir a si mesmos com orgulho.



Hacker

Não o confunda com o cracker! O hacker é um curioso e um investigador por natureza, buscando sempre aprender mais sobre o funcionamento de sistemas em computação, sem qualquer finalidade criminosa – ao contrário do cracker, que utiliza a tecnologia com fins delituosos.
Esses dois termos são trocados com frequência. O hacker quer o bem, constrói soluções, busca responder a perguntas e trabalhar por mais segurança, mesmo que para isso tenha que invadir sistemas para descobrir e explorar falhas de programas. O cracker quer causar dano e destruir o trabalho alheio – de preferência, ganhando dinheiro.



Hater

Nada nunca está bom o suficiente. Tudo o que acontece está errado, ou poderia ter sido feito melhor. Isso não deveria ter sido feito assim, aquele outro jeito seria mais adequado – e mesmo assim, não estaria bom.
O hater odeia a tudo e a todos. Gosta de expressar seu descontentamento com tudo o que vê online. As razões por trás desse comportamento? Ninguém sabe. Tampouco é possível ter certeza de que sua visão amarga do mundo é reproduzida na vida real.
Talvez seja só uma forma de xingar tudo de maneira espúria e inexplicável pelo simples prazer de liberar seu ódio. Um hater detestaria este texto.



Nerd

Mais introvertido que o geek, o nerd nutre o mesmo entusiasmo pelo conhecimento, porém tem menos traquejo social. Entre seus interesses estão também gibis e livros de fantasia.
São tidos como gênios, em especial nas Ciências Exatas – ou então como detentores de vasto conhecimento geral. À inteligência, no entanto, soma-se a dificuldade de interagir com outras pessoas, por vezes fazendo com que os nerds prefiram o contato virtual ao real.
É uma definição em geral depreciativa, mas também tem sido usada com orgulho à medida que mais nerds fazem sucesso e conquistam fãs ou realizações profissionais.



Newbie

Se você está começando agora, pode não ser muito bem recebido pelos veteranos. Novatos em informática, especialmente em jogos eletrônicos e outras atividades online, são detectados pela falta de experiência e logo chamados por outros usuários de “newbie” ou suas variantes (newb, noob, n00b).
O termo costuma ser utilizado com conotação pejorativa, para indicar – e, assim, talvez evitar – um principiante, um recém-chegado na área, porém também pode significar apenas uma forma de descrever um novo jogador a fim de ajudá-lo, por exemplo.



Stalker

Internauta, cuidado! Você pode estar sendo seguido. O stalker rastreia os passos online de sua “vítima” sem ser detectado.
Pode ser uma forma de assédio e intimidação, ou ainda mera curiosidade. O fato é que um stalker monitora a vida de outras pessoas para proveito próprio. Seu interesse pode se tornar uma ameaça real.
Para combater essa perseguição virtual, o ideal é proteger suas informações pessoais e ter consciência de quem pode acessá-las – afinal, nunca se sabe quando um mero conhecido pode se revelar um inimigo.



Troll

Não há quem goste deles.
Incógnitos, participam de fóruns, blogs, redes sociais, chats e outros meios de conversação com o único objetivo de provocar e incomodar os demais usuários de forma a interromper o ritmo – ou desvirtuar o assunto – do diálogo mantido online.
Sua intenção é clara: causar comportamento agressivo em algum dos envolvidos. Quanto mais for “alimentado” pelos internautas, mais o troll vai perseguir seus alvos, protegido pelo véu do anonimato.
A melhor maneira de evitá-lo, sempre, é ignorar sua existência – o que, dada sua chatice, pode às vezes ser difícil.

Fonte: TERRA
lustraçoes: Rhamnys Tertuliano/Arte Terra



Humor de sexta









quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Você e ...




Um comercial onde 
Cristiano Ronaldo 
arrasa tudo.

A Nike anunciou a nova chuteira Mercurial Vapor IX. Para o lançamento, a marca preparou um comercial que mostra o craque português Cristiano Ronaldo “devastando” o cenário com o poder do calçado. A criação é da premiada agência Wieden+Kennedy de Portland.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=uGOU8X2JZbc#!



Você é livre para 
criar o seu mundo.

Confira.

http://www.youtube.com/watch?v=j_Z4KHDqKFo&feature=player_embedded



As redes sociais do mundo




Por que pagamos 
mais caro no Brasil?
Ricardo Amorim*



A diferença de preços do Brasil com o resto do mundo é impressionante. Do restaurante aos eletrônicos, quase tudo é mais caro aqui.

Razões não faltam, começando pelos impostos. Uma das cargas tributárias mais elevadas do planeta, particularmente concentrada sobre consumo e produção, encarece tudo que é feito e comprado aqui.

Impostos não explicam todas as distorções. Também as margens de lucros são mais elevadas. A esquerda culpa a ganância dos empresários pelas gordas margens. A explicação está equivocada. Sim, empresários querem cobrar mais por seus produtos e serviços. Se você pudesse dobrar seu salário, não dobraria?

A pergunta é: por que conseguem cobrar mais aqui? Por que aceitamos pagar mais? Apesar dos avanços desde 1994, a distribuição de renda no Brasil ainda é das piores. Grande concentração gera uma valorização de status nas compras. Demarcam-se as diferenças através do consumo, mesmo que para isso tenha-se que pagar mais. Comprar determinado carro, celular ou iogurte “separa” seus consumidores das classes sociais “abaixo” deles.

A explicação mais importante, porém, não é esta. A baixa competição, a dificuldade de se fazer negócio e o risco mais elevado da atividade empresarial pesam mais.

Burocracia absurda, corrupção, carga tributária elevada, regime tributário complexo, infraestrutura ruim, mão de obra cara e despreparada dificultam a vida das empresas, aumentando o risco de seus investimentos. Com risco maior, empresários reduzem investimentos e, por consequência, a competição. Com menos competição, inclusive com importados – o Brasil é o país com menor taxa de importação de produtos e serviços no planeta – é possível subir preços e aumentar margens de lucro.

Nos últimos anos, as margens no país caíram. Em muitos setores, empresas não conseguiam repassar integralmente aumentos de custos de mão de obra e matéria primas aos preços porque uma competição crescente não permitiu.

A competição aumentou porque a crise no mundo desenvolvido estimulou as empresas a buscarem os grandes mercados emergentes. Somou-se a isso um forte crescimento do consumo no país impulsionado pelo aumento da renda e do crédito. Com mercado maior, cresceram os investimentos produtivos e a competição, reduzindo as margens de lucro. Até aí, ótimo.

Acontece que nos últimos trimestres, tal movimento se reverteu. Desvalorizar o Real encareceu importações, inclusive de máquinas e equipamentos, diminuindo a competição e reduzindo investimentos no país.

Além disso, ao atacar bancos e empresas de energia elétrica para reduzir rapidamente suas margens de lucro, o governo aumentou o risco dos negócios nesses e em outros setores, que temem medidas semelhantes. Com rentabilidade menor e riscos maiores, investimentos caíram, o que, através da redução da competição, vai aumentar margens de lucros e encarecer preços nos próximos anos. Em economia, às vezes os resultados são o inverso das intenções.

Antes de usar os bancos estatais para pressionar os demais a reduzirem juros – um objetivo louvável, buscado de forma ineficiente – a lucratividade média do setor bancário brasileiro era a segunda mais baixa das Américas, atrás apenas dos EUA, ao contrário do que supõe a maioria. Venezuela e Argentina, onde os governos mais “perseguem” bancos, eram os países com os bancos mais lucrativos.

Para reduzir margens e preços, o governo precisa eliminar a burocracia, simplificar a legislação, estimular a competição, evitar o protecionismo, reduzir impostos, inclusive sobre importados e incentivar investimentos. O benefício será dos consumidores.

*Ricardo Amorim é apresentador do Manhattan Connection da Globonews,
colunista da revista IstoÉ,presidente da Ricam Consultoria, único brasileiro
 na lista dos melhores e mais importantespalestrantes mundiais 
do Speakers Corner e economista mais influente do Brasil segundo o Klout.com.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Sintonizados

Moisés de Michelangelo 
O profeta dos 10 
mandamentos de Deus


O Moisés de Michelangelo é mais outra colossal escultura criada pelo nosso grandioso artista.

Ele é uma das quarenta e duas esculturas criadas para compor o túmulo do papa Júlio II.

Moisés é outro personagem bíblico. É o legislador dos 10 mandamentos de Deus. Segundo a bíblia, Moisés subiu ao Monte Sinai para falar com Deus, orar pelo seu povo e dele recebeu as tábuas da lei contendo os mandamentos. 

Por isso,Michelangelo retratou Moisés segurando em seus braços as tábuas da lei. 

Diz a lenda que por parecer tão real esta escultura, Michelangelo ao terminar de esculpi-la bate com o cinzel nos joelhos dela e diz: "Agora Fale!"

Moisés é a mais instigante das esculturas de Michelangelo e mede 2,35 metros.

A postura do legislador hebreu retratada por Michelangelo instiga tanto que levanta suposições em estudiosos de artes e até mesmo no pai da psicanálise Sigmund Freud despertou inquietante atenção.

Freud dizia que sempre que ia para Roma visitava a escultura do profeta. Houve um tempo em que ele ia ver a imagem todos os dias a fim de analisá-la. 

Alguns estudiosos dizem que Michelangelo retratou Moisés no momento em que ele desce do monte com as tábuas da lei nos braços e vê o povo adorando outro deus(o bezerro de ouro) e o choque da cena leva-o a quebrar as tábuas, e por isso o Moisés de Michelangelo tem o pé esquerdo levemente voltado na posição de quem estava prestes a se levantar.

De sua cabeça saem dois faixos de luz, que mais parecem ser dois chifres. Supõe-se que ao retratar Moisés com esta espécie de chifres na cabeça, Michelangelo tenha se baseado na tradução equivocada dos textos bíblicos do hebraico para o latim.

fonte: michelangeloclub.com



Conseguiremos um dia?





Coca-Cola Zero é o novo 
alvo do grupo de humor 
Porta dos Fundos

Vídeo estrelado por Fábio Porchat ironiza a ação "Descubra a Sua Coca-Cola Zero", que traz latas com nomes dos consumidores. Marcas Dolly e Sukita também são satirizadas.

A Coca-Cola se tornou alvo do programa humorístico online Porta dos Fundos. Em novo vídeo publicado no Youtube, o comediante Fábio Porchat se passa por atendente em um supermercado e zomba de uma cliente chamada "Kelen" que está procurando uma lata de Coca-Cola Zero com o seu nome. O quadro faz referência à ação "Descubra a Sua Coca-Cola Zero", que lançou latas com os nomes mais comuns dos brasileiros. As marcas Sukita e Dolly também são citadas pelo humorista, esta última sendo satirizada como o refrigerante que "fez uma promoção com nomes feios ou escritos errado, como Cráudia". Assista ao vídeo completo abaixo:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=NZb0XKHgtjo



McDonald´s muda 
suas embalagens


Novos modelos estão sendo adotados em todo o mundo e trazem informações nutricionais sobre os lanches, além de servir de plataforma para contar a história da marca.

O McDonald´s reformula as suas embalagens em todas as suas lojas. O novo formato traz informações nutricionais sobre os lanches vendidos pela rede de fast food e oferece recursos digitais interativos, como a utilização de QR Codes para que os consumidores possam acessar maiores detalhes sobre cada refeição. Além disso, a empresa pretende utilizar o espaço nas embalagens para contar a historia da marca. A novidade começa a chegar às lanchonetes nesta semana.



Antarctica cria aplicativo 
sobre blocos cariocas


Ferramenta da Boa traz agenda para ser compartilhada pelo Facebook. Usuários podem ver o percurso das festas de rua e saber o gênero, faixa etária e estado civil dos participantes

A Antarctica disponibiliza um aplicativo em sua fanpage que traz informações sobre os blocos carnavalescos do Rio de Janeiro. A ferramenta da Boa oferece a opção Agenda com o histórico das festas de rua, data e hora de realização e a visualização do percurso. Os usuários precisam se cadastrar para utilizar o serviço e o app usará os dados recebidos para mostrar aos interessados quantos homens e mulheres, faixa etária e porcentagem de solteiros estão no evento.

Outra função é a Mistura da Boa que dá a possibilidade dos participantes votarem em seus blocos preferidos. Os melhores farão parte de uma festa pós-carnaval e as pessoas que votarem na dupla de agremiações vencedoras terão direito a fazer parte da comemoração ainda sem data e local definidos. O aplicativo tem ilustrações do cartunista Ziraldo e a agenda personalizada pode ser compartilhada com os amigos pelo Facebook. Esse ano, a marca patrocina 110 blocos de rua cariocas.



Chegou a hora de revitalizar 
a marca. E agora?
Daylton Almeida*


Quando se fala em revitalização de marcas, ou rebranding, muitos gestores ficam receosos. Afinal, se chegou o momento de revitalizar, isso indica que é necessária uma revisão no plano de negócios, na relevância da marca para os seus públicos ou na sua identidade. Sendo uma decisão de caráter estratégico, ela envolve riscos, mas também traz uma série de oportunidades que, se bem trabalhadas, podem recolocar a marca na mente e no coração das pessoas.

O branding é uma ferramenta poderosa de construção e gestão de marcas e revitalizá-las é parte do processo. Fazer branding significa valorizar a individualidade da marca, explorando seus significados e competências, a fim de torná-la mais competitiva. Ao investir na estratégia de marca, a estratégia de negócios é potencializada e a comunicação ganha bases consistentes.

A revitalização pode acontecer por meio do reposicionamento ou do redesign da marca. Cabe aqui salientar que são dois processos distintos, embora visando o mesmo objetivo: gerar valor para as marcas, interferindo diretamente na decisão de escolha do consumidor.

O primeiro, envolve mudar a percepção dos consumidores em relação a uma marca, ressignificando as suas associações e aumentando a sua atratividade perante a concorrência. O reposicionamento geralmente está relacionado a fatores mercadológicos, como a perda de diferencial competitivo, mas também pode estar atrelado à mudança de comportamento do consumidor, à mudança tecnológica, à uma crise de identidade, entre outros. Havaianas e Melissa estão na lista de casos clássicos de reposicionamentos bem sucedidos, que mudaram a visão de seus públicos em relação aos seus atributos e significados. Eram produtos que haviam perdido seu apelo comercial e que através de um trabalho consistente e contínuo de branding, conseguiram reajustar as percepções nas mentes das pessoas, tornando-se únicos. 

Já o segundo processo diz respeito à reformulação da identidade visual, que é um dos principais pontos de contato entre a marca e o consumidor. É de caráter estético, mas não menos importante e nem menos estratégico que o primeiro. Consideramos o termo redesign quando há uma nova representação gráfica de uma marca existente, sendo que, o nome da marca ou parte dele é mantido no resultado final do processo. O redesign pode ser considerado nas mais diversas situações, como por exemplo, quando a aparência da marca está antiquada, quando a marca vai abrir seu capital e quer se apresentar ao mercado de uma forma mais estruturada, quando a marca torna-se global e o seu nome tem que ser adaptado para outra língua, entre outras.

Um dos casos de redesign de maior importância nos últimos anos foi, sem sombra de dúvidas, o da Starbucks, que resolveu suprimir o logotipo da sua marca, ficando apenas com o símbolo da sereia. Foi uma mudança radical, mas muito bem planejada e executada, colocando a Starbucks ao lado de marcas emblemáticas como Shell, Nike e Apple. Em branding, podemos afirmar que esse tipo de mudança só é possível para marcas com alto grau de pregnância, reconhecimento e anos de estrada.

Não é uma regra, mas a revitalização pode englobar os dois processos descritos anteriormente.O reposicionamento também pode afetar a linguagem visual, reforçando a mudança e a proposta da marca, como foi o caso da British Petroleum, multinacional do setor de energia. A BP sabiamente utilizou-se das iniciais do seu nome para estabelecer o seu reposicionamento e expressar os seus novos objetivos como empresa: “better people, better products, beyond petroleum”. Tudo isso alinhado a um rico universo visual, verbal e associativo. No Brasil, recentemente, a Pontofrio comunicou o seu reposicionamento ao direcionar sua estratégia de negócios para as classes A e B, além de mudar o visual das suas lojas e da marca, unindo as palavras “ponto” e “frio” do antigo logotipo.

Seja qual for o objetivo, vale ressaltar que a revitalização de marcas é uma excelente ocasião para reativar os laços com o público e precisa ser pensada de forma cuidadosa e, principalmente, estratégica. Mudar uma marca apenas por mudar pode ser um tremendo fracasso. Foi o caso da marca de vestuário americana GAP. Após um redesign frustrado e criticado pelos fãs da marca, a empresa desculpou-se publicamente e retornou com o seu logotipo original. Nas palavras da então presidente Marka Hansen: “Foi um erro não ter ouvido o consumidor antes de tentar mudar o logo que há 20 anos representa a marca, reconhecida ao redor do mundo. Nós aprendemos muito e hoje temos claro que não fizemos isso da maneira correta. Talvez, no futuro, chegue o momento de reformular o nosso logo, mas quando, e se isso ocorrer, nós vamos agir de uma outra maneira”.

Sempre que possível, envolver os consumidores de forma a torná-los parte integrante durante o processo de revitalização é uma forma de garantir que aceitarão o novo conceito da marca. A máxima do dialogar ao invés de empurrar ideias é cada vez mais válida em tempos de redes sociais. Fica o aprendizado.

*Daylton Almeida é diretor de Branding da agência DIA Comunicação.



Geração Y: rumo ao sucesso 
de micro-ondas ou 
receita própria?
Bruno Perin  e Caroline Padilha*


Quem não quer ficar rico o quanto antes? Quem não quer ser reconhecido? Quem não quer ter o emprego dos sonhos o mais rápido possível?

Duvido que qualquer pessoa, conscientemente, responda “não, eu não gostaria” para qualquer uma dessas três perguntas. Mas a questão primordial é o quanto essas perguntas, respondidas de forma positiva, têm perturbado os jovens hoje em dia, uma vez que a ansiedade ocupa lugar de destaque entre os problemas que a Geração Y enfrenta no mercado de trabalho.

Jovens nascidos entre a década de 80 e meados dos anos 90, identificados como a Geração Y, está tomando o mercado de trabalho brasileiro. Conhecidos por serem individualistas, imediatistas e ambiciosos, possuem grande poder de adaptação a mudanças e suportam excessivas cargas de trabalho, sob a pressão constante de seus gestores. Ao mesmo tempo, precisam lidar com a ansiedade excessiva em ascender na carreira rapidamente e receber salários tão maiores que seus sonhos.

Vamos aos fatos: A internet é um meio incrível, que disponibiliza informações de alcance mundial, as quais se espalham, por vezes, mais rápido que o nosso pensamento. Para um jovem que acaba de entrar no mercado de trabalho, a busca por informações sobre seu universo profissional nesse meio de comunicação pode atormentá-lo. A miscelânea de conteúdo pode causar uma confusão enorme no pensamento agitado do jovem, além, é claro, de péssimos aprendizados. 

O desenvolvimento de projetos inovadores requer um planejamento delicado, uma estrutura sólida e uma sintonia afinada entre as partes envolvidas. Mas essa teoria a mídia não ensina. Só a prática leva à perfeição. E neste ponto, os jovens pecam pela ambição imediata. 

O desejo pelo sucesso imediato faz com que muitos desenvolvam projetos pouco estruturados, em desarmonia com as metas da empresa. E quando mal gerenciados, levam a trabalhos desenvolvidos de modo superficial, que podem deixar clientes insatisfeitos.

Assim como aquele projeto inovador e relevante para o mercado ganha projeção rápido, um trabalho mal desenvolvido também pode ganhar proporções até maiores. 

O jovem vê, atualmente, várias pessoas tornando-se famosas e conquistando o sucesso mais rapidamente do que antes. Isso deixa a cabeça dessa geração nervosa, pois ele também quer chegar ao topo rapidamente. E são tantos casos que parecem tão fáceis!

Sucessos momentâneos, como hits de verão ou humor barato, ficam famosos rapidamente, tanto quanto desaparecem da mesma maneira. Mas são esses exemplos que você quer seguir? Ser lembrado por um projeto passageiro ou conquistar a confiança de bons parceiros no mercado de trabalho e mostrar que sua capacidade não se restringe a poucos trabalhos simplórios? 

Sejamos práticos e diretos, característica em evidência da Geração Y. Importa muito a forma como você vai ser reconhecido e pelo o quê. Essa é a diferença primordial entre ser um mero “hit de verão” ou um profissional de sucesso constante. 

O verdadeiro sucesso, conquistado através de atitudes e negócios pertinentes para a sociedade e mercado de trabalho, surge com muito esforço, coragem e determinação. Só através de sacrifícios, seja pela ausência da família e amigos, ou por horas de sono trocadas por estudo e pesquisa, haverá o alcance das metas. E acreditem, não é rápido. 

O preparo da maioria das pessoas que atingiram o tão sonhado sucesso sempre foi e sempre será muito grande. O “sucesso” instantâneo não chega a ser 1% dos casos de verdadeiros vencedores em que o jovem deve se espelhar. Então, sempre que pensar em ter êxito em sua carreira, naquilo que pode alcançar através dos seus esforços e na sensação de estar fazendo o seu melhor para atingir os resultados pretendidos, lembrem-se que existirão noites mal dormidas, problemas inesperados, contratempos por vezes insolucionáveis, muitos “nãos” a serem ouvidos, algumas perdas, enfim, muitos sacrifícios a serem enfrentados, mas a recompensa será maior que todos os pontos negativos, acredite. 

Quase ninguém que atingiu o famigerado sucesso, conquistou-o colocando dois ou três ingredientes no micro-ondas, aguardou 30 segundos e pronto, voilà, eis o sucesso! 

O segredo do sucesso, pessoal ou profissional, não tem receita pré-determinada. Não se trata, por exemplo, de um simples bolo de micro-ondas, rapidinho de ser preparado, que mata a fome e pronto. 

O que compartilhamos são experiências que servirão como ponto de partida, mas o toque especial e o ingrediente secreto são seus. Pelos seus próprios passos, com dedicação, carinho e um pouco de paciência, seu bolo terá aquele gostinho especial. 

Então, notou a diferença? Agora, analise do ponto de vista profissional. Você tem os ingredientes para a receita, então por que não manter o foco enquanto a prepara? O resultado poderá ser incrível.

Abaixo, preparamos uma lista com alguns pontos positivos e negativos na busca pelo sucesso. 

O que todo jovem precisa saber antes de correr atrás dos seus verdadeiros objetivos no mercado de trabalho:

· Deve estar disposto a engolir muito sapo;

· Aprender atividades que detesta;

· Lidar com cobranças diárias;

· Abdicar de horas de sono; 

· Estresse mental e físico;

· Manter a política da boa vizinhança mesmo quando está muito zangado;

· O lazer com amigos e namorados (as) será reduzido;

· Ler, estudar e pesquisar o tempo todo;

· Acreditar em si, principalmente quando o mundo parece te provar o contrário;

· Compreender as críticas como oportunidades e agradecê-las;

· Trocar boas experiências profissionais por alguns reais a mais;

· Investir mais em palestras e cursos;

· Ajudar os outros a atingirem seus sonhos;

· Ser reconhecido e respeitado pelo bom profissional que aprendeu a ser.

Os ingredientes estão ao seu alcance, agora é com você. Bom apetite!

* Bruno Perin - jovem empresário e idealizador do “Será que tá Certo?”, 
projeto que tem o intuito de promover e estimular atitudes
 empreendedoras mais conscientes e ousadas

* Caroline Padilha - é assessora jurídica no “Será que tá Certo?”

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