quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Vérité



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Adidas decidiu mostrar o que resta a um atleta quando ele perde “tudo”. No anúncio, Derrick Rose, atleta do Chicago Bulls, declara o que irá acontecer se alguém lhe tirar o dinheiro, a fama , o estilo de vida da ostentação e os flashs das câmeras.

“O que sobraria?”, pergunta Rose após imagens de sua rotina de celebridade esportiva serem substituídas por cenas dele numa quadra vazia. “Tudo”, esta é a resposta proferida pelo atleta para depois ser exibida na tela contextualizada na frase: “Basketball é tudo”.

O comercial é embalado pela abençoada “Sarabande”, de Handel, canção que já foi trilha de “Odyssey”, anúncio premiado com um Leão de Ouro em Cannes 2002, criado pela BBH para a Levi’s (veja aqui).

O filme da Adidas ainda conta com a participação dos rappers Big Sean, 2 Chainz, Common, Dom Kennedy e do joalheiro das celebridades, Ben Baller.

A criação é da 180LA e o objetivo principal é a promoção do modelo de tênis D Rose 4.


Fonte: Adnews


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A Oi e a Portugal Telecom assinaram memorando de entendimento para unir suas atividades, informou a operadora brasileira em fato relevante. 

Com a fusão, será criada uma companhia chamada CorpCo, com as duas empresas atuando como suas subsidiárias. A união combinará as atividades e negócios desenvolvidos pela Oi no Brasil e pela Portugal Telecom em Portugal e na África.

A previsão é que o novo grupo tenha sinergias de aproximadamente R$ 5,5 bilhões. 

Segundo o documento, essa economia virá do aumento de escala das atividades e dos ganhos advindos da união das duas grandes empresas de telecomunicações. A operação será finalizada no primeiro semestre de 2014.

A intenção das duas é listar a CorpCo no Novo Mercado da BM&FBovespa, na bolsa de Nova York e na Nyse Euronext Lisbon, que é a bolsa de Lisboa. O fato relevante diz que o capital da nova companhia será pulverizado e não haverá um acionista ou grupo de acionistas com maioria do capital.

Oi e Portugal Telecom serão incorporadas pela nova operadora. A relação de troca entre suas ações será de 1 para 1 da CorpCo no caso da portuguesa e dos papéis ordinários da brasileira; e cada 1,0857 ação preferencial da Oi dará direito a uma nova da CorpCo.

Com relação à estrutura administrativa, a CorpCo terá como presidente Zeinal Bava. O executivo já comandou o grupo português e atualmente ocupava a presidência da brasileira e das operações da Portugal Telecom em seu mercado natal.

O conselho de administração da nova empresa será formado por 11 membros titulares e 11 suplentes. Para sua primeira formação, foi escolhido José Mauro Mettrau da Cunha como presidente e Henrique Manuel Fusco Granadeiro como vice. Mettrau chefiou a Oi logo após a saída de Francisco Valim, enquanto Granadeiro presidia o conselho da Portug al Telecom.

Segundo o fato relevante da Oi, serão mais de 100 milhões de clientes conjuntamente. “A operação permitirá que a CorpCo se beneficie da presença única da Oi no Brasil e a experiência da Portugal Telecom no mercado português, permitindo-lhe, assim, cristalizar oportunidade de crescimento em convergência e mobilidade no Brasil.”

Em meio à reorganização societária dos sócios controladores da Oi para a criação da CorpCo, a Portugal Telecom deixará de ser acionista da empresa de call center Contax.


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Conversando com amigos empreendedores, clientes ou mesmo participando de eventos, sempre ouvimos uma mesma reclamação: a guerra de preços com a concorrência.

Em diversos tipos de mercados dá pra notar em empreendedores/gestores algum desânimo em frases como “Não dá, nosso mercado está muito prostituído” ou “A gente faz um excelente trabalho, mas o cliente não se importa e acaba querendo só o que é mais barato. O que ele quer é preço”.

O problema é que começar uma empresa hoje está cada vez mais acessível e a competição (e a guerra de preços) só tende a ficar maior ao longo do tempo. O cenário é irreversível e não há outra saída viável a não ser criar mecanismos para lidar melhor com isso.

Um trabalho bem feito em Marketing Digital tende a ajudar muito sua empresa. Vamos falar nesse post sobre quatro frentes de ataque que mais podem fazer a diferença:

Educar o cliente para que ele possa julgar adequadamente
O que faz o cliente escolher a opção mais barata, em boa parte das vezes, é justamente a falta de conhecimento sobre o tema e o mercado.

Eu não me importo em pagar um pouco mais para ter um bom computador, já que gosto e conheço um pouco do assunto. Para o meu pai, que não entende quase nada, qualquer opção está de ótimo tamanho. Por esse motivo, a tendência é que ele escolha o mais barato.

Se um empresário quer contratar uma empresa ou agência para fazer seu site e não entende a importância do design orientado à conversão ou não conhece as boas práticas de arquitetura e código em um site, é provável que ele não compre a melhor opção. Ele analisa apenas o aspecto que conhece (uma boa estética, por exemplo), muitas vezes optando por um serviço menos profissional e mais barato, justamente por não saber julgar ou não ver o valor das opções mais caras.

Não adianta desenvolver produtos ou serviços incríveis se sua empresa não capacitar os clientes, não prepará-los para perceber o valor daquilo que sua empresa oferece.

O Marketing Digital é uma ótima forma de fazer essa educação. O conteúdo de um blog ou materiais gratuitos como eBooks e Webinars, por exemplo, podem ficar disponíveis continuamente, sem limite de tempo ou espaço para quantidade de informações, a custos extremamente baixos.

Além disso, com as ferramentas de busca e as mídias sociais, é muito mais fácil espalhar a mensagem e fazer com que novas pessoas continuem chegando até esse conteúdo e aprendendo cada vez mais.

Conquistar a posição de autoridade no mercado
Há outros fatores, além do conhecimento de mercado que acabei de mencionar, que podem fazer o seu cliente pagar mais pelo produto/serviço.

Se sua empresa for vista como uma grande autoridade no mercado, acaba recebendo um valor extra. Há uma brincadeira no meio corporativo que diz que “nunca ninguém foi demitido por contratar a IBM”. É esse o status que recebe uma empresa que se torna autoridade. Ela recebe o “direito” de cobrar um pouco mais, em troca de uma efetividade vista como garantida e de apresentar um risco baixo.

A Apple tem preços notadamente maiores que a concorrência e, ainda assim, vende o suficiente para ser considerada a empresa mais valiosa do mundo.

Novamente, o conteúdo educativo pode te ajudar muito. Se sua empresa estiver o tempo todo se colocando à prova, mostrando o quanto conhece do assunto e do problema, são grandes as chances de ser encarado pelo potencial cliente como a referência, como um verdadeiro professor do assunto.

Manter um relacionamento próximo dos potenciais clientes
Mesmo que sua empresa não consiga ser “A referência”, ela pode, através de um bom relacionamento, mostrar que é boa o suficiente.

Seja por ganhar confiança ou até mesmo por comodidade, é mais comum fazemos negócios com empresas ou pessoas com as quais já temos algum relacionamento.

Por meio de estratégias inteligentes de Email Marketing e de uma presença ativa em mídias sociais, é possível conquistar essa proximidade.

O mais interessante é que esse relacionamento, se feito com muito conteúdo educativo, vai contribuir também nos dois itens que mencionamos anteriormente.

Diminuir o custo de aquisição de clientes
Por fim, além das opções acima ajudarem o seu cliente a ver mais valor no seu produto/ serviço, há um benefício extra de uma boa estratégia online.

Diversas pesquisas já indicaram que a geração de Leads inbound (os Leads gerados a partir de produção de conteúdo, otimização para ferramentas de busca e mídias sociais) custa em média 60% a menos do que os Leads gerados por meios tradicionais.

Com um custo menor na aquisição de clientes, sua empresa ganha a opção de ter uma margem de lucros maior ou, ainda, de diminuir o preço e ficar mais próximo da concorrência, facilitando a contratação.

Dedicação para superar a concorrência
Como você pôde perceber, uma boa estratégia de Marketing Digital pode ajudar sua empresa tanto a diminuir o preço quanto como manter-se na mente do consumidor entre as principais opções de compra, ainda que o preço de seus produtos e serviços não esteja entre os mais baratos do mercado.

Além de investir na produção de conteúdo relevante, de qualidade e com uma boa frequência, é importante dedicar-se à interação com os Leads e clientes que sua empresa já conseguiu atrair. Esse relacionamento em médio e longo prazo é que será a base para suas futuras vendas.

Fonte| http://resultadosdigitais.com.br



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Os profissionais de marketing adoram uma sigla, ainda tenho minhas dúvidas se preferem mais siglas ou termos em outro idioma. AIDA vem do inglês Attention, Interest, Desire e Action e que também tem uma tradução que não muda a estrutura da sigla, que seria Atenção, Interesse, Desejo e Ação.

Este principio é visto em forma de linha temporal, que segue a seguinte lógica:


A: Você chama a atenção do usuário;
I: Você faz o usuário se interessar no que você tem;
D: Você faz o usuário querer adquirir/comprar aquilo;
A: Você convoca o usuário a comprar o item.

Este principio também é utilizado por muitos como uma pirâmide invertida. Esta forma de visualizar o principio de AIDA se assemelha muito à pirâmide da geração de leads (também chamado de funil de leads), onde o usuário passa do topo e afunila para a base.

O AIDA pode ser utilizado em diversos contextos dentro das ferramentas digitais, mas é conhecido principalmente por quem trabalha com a criação de landing pages e email marketing. 

Vamos analisar melhor cada um dos quatro pontos dentro destes dois contextos:

A – Atenção
Nesta primeira etapa o objetivo é fazer com que o usuário ao menos preste atenção em você. Isto pode ser feito de diversas formas e vai depender do objetivo de sua marca e do meio em que você está aplicando a técnica.

Email Marketing
  • No email, esta parte começa pelo o assunto. Ele precisa justificar o fato de clicar na sua mensagem e não em outra;
  • Após aberta a mensagem, você terá o mesmo processo acontecendo ao ver a sua mensagem. Você precisa chamar a atenção para que ele veja o resto do conteúdo.

Landing Page
  • Na página de pouso, a parte da atenção também passa por dois pontos: O anúncio que o trouxe até aqui e a mensagem da página;
  • O anúncio que leva até a landing page deve convencer a pessoa de que ela deve visitar o link.

 I – Interesse
Após ter chamado atenção da pessoa, você precisa garantir que ela tenha interesse pelo que você está oferecendo. Nesta etapa uma boa parte das pessoas já “cai fora”, pois você levou ela até a mensagem, mas não vai ser tão fácil assim prender o interesse da pessoa. Ao longo da sua mensagem você deve mostrar o que está oferecendo e porque a pessoa deve adquirir aquilo.

Email Marketing
  • Dentro do email, você deve trabalhar com conteúdo e visual de forma que a pessoa se interesse pelo resto da mensagem.

Landing Page
  • Dentro da landing page você pode trabalhar com textos em destaque, como destacar as principais vantagens do produto;
  • Pense em conteúdos de consumo rápido, como imagens e frases de efeito, deixe o conteúdo mais longo e complexo para despertar o desejo.

 D – Desejo
Depois de ter despertado o interesse na pessoa, no momento em que ela realmente está pensando em adquirir o que você está oferecendo, você deve mostrar conteúdo que vá definir se aquela pessoa vai tomar a ação ou não.

Email Marketing
  • Dentro do email as mensagens em geral são curtas e objetivas, portanto a etapa de interesse e desejo pode se confundir.

 Landing Page
  • Já dentro da landing page, onde você geralmente tem mais espaço, você pode usar vídeos e depoimentos de clientes para convencer o usuário de que aquilo é o que ele precisa.

 A – Ação
O usuário já foi transformado em um potencial cliente. Agora que você chamou a sua atenção, despertou o interesse e transformou este interesse em desejo, está na hora de convocar esta pessoa a comprar/adquirir o que você está oferecendo. Você deve utilizar um CTA (call to action) que realmente convença a pessoa a tomar aquela ação.

Email Marketing
  • Mostre que o preço está atrativo;
  • Faça a pessoa se sentir valorizada por ter recebido aquele email.

 Landing Page
  • Aproveite a página para trabalhar com o sentido de urgência, mostrando que a pessoa não deve perder a oportunidade, seja porque há poucas unidades ou pouco tempo para adquirir.

Fonte | http://www.midiatismo.com.br


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Algumas fotografias realmente falam muito mais do que palavras. E a seleção abaixo reúne esse time com a característica especial de terem se tornado registros curiosos e muito interessantes sobre a história da humanidade. De Elvis Presley no exército a construção do Muro de Berlim, as imagens são impressionantes:




quarta-feira, 2 de outubro de 2013

The Evolution



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Boca a boca virtual e serviços on-demand foram decisivos para sucesso da história de Walter White

Qualidade em primeiro lugar
O destino de Walter White, só assistindo para conhecer. Mas o da série, enquanto produto, já está aí para quem quiser saber.

O destino de Walter White, só assistindo para conhecer. Mas o da série, enquanto produto, já está aí para quem quiser saber.

Coroada com o Emmy de melhor série dramática uma semana antes de seu último episódio, Breaking Bad chega ao fim neste domingo (29) em alta. O desfecho da história, no entanto, (embora aguardado por milhões de fãs, claro) passou a ser quase um mero detalhe. A forma como a produção se tornou uma febre mundial e se converteu em uma espécie de símbolo da “era de ouro” das séries televisivas é a grande manchete. Está na capa de grandes jornais e revistas norte-americanos e na boca (real e virtual) de espectadores de todo o mundo.

Depois de uma estreia modesta em 2008, a série embarcou em uma trajetória ascendente que impressionou a crítica e o mercado. E, na contramão das teses antipirataria defendidas pela indústria cinematográfica, o burburinho gerado na internet (boca a boca positivo espalhado por quem assistiu via streaming ou download ilegal) foi fator decisivo, como tem sido importante para várias outras séries contemporâneas.

Consolidada, Breaking Bad conseguiu atrair no meio do caminho muita gente que não acompanhou suas primeiras temporadas. Isso ela deve aos serviços de vídeo on-demand, como Netflix, e à pirataria, claro, que tem sido muito mais uma aliada do que uma concorrente da TV, que registrou audiências recordes a cada episódio. O penúltimo, por exemplo, teve mais de 6,5 milhões de espectadores, apenas na televisão, nos EUA (no canal AMC, responsável pela série).

Tanta engenharia para administrar uma fórmula de sucesso como essa não teria o mesmo efeito se a série não fosse boa. A produção arriscou quebrar o modelo padrão e engessado de protagonistas que Hollywood e a TV americana quase sempre preferiram (um herói bonzinho de caráter inquestionável) e apostaram em um anti-herói nem completamente bom, nem completamente mau. Uma espécie de vilão pelo qual todo o público torce. E deu certo.

Sua estética também foi ousada. Pouco popular entre séries, sua estrutura de enqua-dramentos, movimentos de câmera, fotografia fogem do lugar comum e remetem bastante à dinâmica do cinema.

A base de tudo (e o que foi elemento central para o sucesso de crítica), no entanto, foi mesmo a história. E isso é emblemático do momento que o mercado televisivo vive nos EUA. Com roteiristas descontentes com o cinema, grandes profissionais têm migrado para a TV, onde vêm redefinindo padrões e, ao mesmo tempo, conseguindo maior reconhecimento. Se nos filmes, por um bom tempo, eles sequer tinham seus nomes incluídos nos cartazes, agora eles são astros. Senão os donos da festa, amigos muito íntimos deles.

Fonte: Adm.Com e colaboração de Daslei Ribeiro e Marcela Agra



Para evoluir como empresa, deve-se procurar sempre pela qualidade, mas por muitas vezes aqui no Brasil isso não é prioridade. Andrea Vilar, auditora líder da Bureau Veritas, mostra como ainda é um grande desafio a implantação de políticas de qualidade.

O programa
Entrevistas, bate-papos descontraídos e muita troca de conhecimento. O ADM Talks é o canal da TV Administradores que traz conversas com especialistas, professores, executivos e quem mais tiver boas histórias, informação e experiências para compartilhar com todos nós que fazemos o mundo da Administração.





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Entre 2008 e 2013, lançamento de produtos e remodelagem de embalagens para diabético, alérgico ou vegetariano cresceu uma média de 50%. Estudo é do Mundo do Marketing com a Mintel.

Das quatro tendências de alimentação encontradas no Brasil, três são similares às globais: as pessoas não têm tempo para cozinhar em casa, com 34%; a marca é o mais importante na escolha do alimento, com 23%; e a opção pelo mais gostoso quando comparado ao mais saudável, também com 22%.  A quarta tendência nacional, com 21%, é uma fusão entre a decisão de comprar um produto saudável mesmo que ele seja mais caro e a preferência por itens fabricados por empresas que protegem o meio ambiente ou desenvolvem ações sociais. Os dados são do Brasil Food Trends 2020.

A conexão entre bem-estar e a sustentabilidade foi observada pelo site de autoconhecimento Personare, agora reposicionado como Grupo Personare. O Grupo investiu R$ 600 mil na startup Shopping Holis, o primeiro shopping online de bem viver do país, tornando-se um agregador de produtos, serviços e profissionais com foco em bem-estar, autoconhecimento e qualidade de vida. “Vimos que a sustentabilidade é a base do bem-estar. O quanto você liga para ações sustentáveis desenvolvidas a sua volta se estiver estressado? Queremos trabalhar o interior das pessoas, porque, quando estamos em equilíbrio, tendemos a consumir menos”, diz Carolina Senna, Diretora do Grupo Personare em entrevista ao Mundo do Marketing.

A conexão entre bem-estar e a sustentabilidade foi observada pelo site de autoconhecimento Personare, agora reposicionado como Grupo Personare. O Grupo investiu R$ 600 mil na startup Shopping Holis, o primeiro shopping online de bem viver do país, tornando-se um agregador de produtos, serviços e profissionais com foco em bem-estar, autoconhecimento e qualidade de vida. “Vimos que a sustentabilidade é a base do bem-estar. O quanto você liga para ações sustentáveis desenvolvidas a sua volta se estiver estressado? Queremos trabalhar o interior das pessoas, porque, quando estamos em equilíbrio, tendemos a consumir menos”, diz Carolina Senna, Diretora do Grupo Personare em entrevista ao Mundo do Marketing.

Seguindo a tendência internacional, o mercado de saudabilidade e bem-estar cresce no país. Empresas lançam novos produtos mais saudáveis e até uma nova categoria foi criada nos últimos anos, a dos aliméticos, que são os alimentos com propriedades cosméticas. Entre 2008 e 2013, a média de crescimento de lançamentos e de remodelagem de embalagens foi de 50% para itens voltados a diabéticos, alérgicos, veganos ou vegetarianos de acordo com estudo encomendado pelo Mundo do Marketing ao Instituto Mintel.

A busca das pessoas por mais equilíbrio abre oportunidades no setor como a criação de e-commerces voltados para quem procura qualidade de vida. Em agosto de 2013, pela primeira vez, o índice de sobrepeso no Brasil atingiu mais da metade da população, alcançando 51% segundo levantamento da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) baseado no ano passado. Em 2006, primeiro ano da pesquisa, o índice era de 43%.

Apesar do resultado, cerca de 70% dos consumidores leem sempre os rótulos das embalagens, sendo que 52% deles procuram informações sobre calorias, 39% sobre gordura, 29% sobre colesterol e 27% sobre açúcar. Para 40% dos brasileiros, a televisão é a principal fonte de informação sobre a importância dos alimentos. Em segundo lugar, aparecem praticamente empatados os médicos e os nutricionistas com 20% e 19%. Os números são do projeto Brasil Food Trends 2020, desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Tendências nacionais
A ideia surgiu a partir de pesquisas que mostraram a existência de varejistas no setor de saúde e bem-estar que não conseguiam vender seus produtos online, porque, muitas vezes, o consumidor não tinha confiança nos sites. “O público queria comprar, mas não sabia onde e não tinha confiança. Do lado dos varejistas, alguns ficaram empolgados com a oportunidade de falar com a nossa base de dados, mas outros ficaram com medo e aí entrou a nossa parte educacional”, comenta a Carolina. Lançado em julho de 2013, o próximo passo do Holis será investir em varejistas que não têm nenhuma presença na web. “Não queremos ser só intermediários, queremos atuar também na organização do setor”, antecipa Carolina Senna.

Qualidade da informação
Atento ao potencial dos produtos que fizessem algo a mais pela saúde, Edson Mazzeto Jr criou a marca de sucos funcionais Juxx  em 2006. Naquela época, os consumidores já se interessavam por esses itens, mas hoje eles estão mais imbuídos do conceito. Um dos motivos para isso é a facilidade de acesso a informações via internet. Cerca de 60% dos brasileiros se consideram informados sobre a importância da alimentação. No entanto, em relação a produtos funcionais, 40% das pessoas não sabem do que se trata e 30% só conhecem de ouvir falar, de acordo com o estudo Brasil Food Trends 2020.

A consultora de meio ambiente Karla Macedo, de 33 anos, costuma pesquisar na web novidades nas áreas de alimentação e de exercício físico. Desde a adolescência, ela se preocupa com o que come e esse ano resolveu adotar a nutrição funcional. “Não são todas as pessoas que conseguem seguir a dieta, mas isso depende do objetivo de cada um. Tinha enxaqueca, cortei a lactose da minha alimentação e melhorei. Quero envelhecer bem e magreza não necessariamente é sinônimo de saúde. Se meu organismo está equilibrado, não tem motivo para eu estar acima do peso”, diz Karla Macedo, em entrevista ao portal.

A Juxx vem trabalhando em conjunto com profissionais de saúde desde a sua entrada no mercado brasileiro. “A minha primeira ação foi buscar uma junta de médicos que dessem parâmetros para a formulação do produto no laboratório. Não adianta uma fruta ser benéfica para a saúde se, na hora de produzir o suco, a qualidade nutricional não for mantida”, explica Edson Mazzeto Jr., Diretor da Juxx, em entrevista ao Mundo do Marketing. Para 2014, a previsão é que seja lançada uma linha de produtos sem açúcar para as crianças.

Além de saúde, os brasileiros também demonstram interesse por alimentos com propriedades cosméticas, os chamados aliméticos, que são uma nova categoria de produto criada pela marca Beauty’In em 2010. Inspirada nos shots de colágeno japoneses, a empresária Cristiana Arcangeli apostou em balas, barras de cereais, chocolates e bebidas com colágeno e vitaminas que pudessem ser facilmente incorporados no dia a dia dos brasileiros e que não fossem caros.

A nova funcionalidade foi rapidamente compreendida pelos consumidores. “Isso foi uma surpresa para mim, acho que o conceito já devia estar no inconsciente coletivo dos brasileiros. Começamos em 2010 com oito produtos, passamos para 12, depois para 35 e, no final do ano, chegaremos a 135 itens”, diz a CEO da Beauty’In e a imortal da Academia Brasileira de Marketing, Cristiana Arcangeli, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Os aliméticos estão à venda na Inglaterra desde outubro do ano passado e, em setembro, o beauty drink, com zero conservante e zero açúcar, fez sua estreia como a bebida oficial da London Fashion Week numa parceria que durará três anos. “Londres é um berço de lançamentos e de tendências. Eles nos chamaram porque gostaram muito da ideia de um produto mais saudável ligado à beleza e ao bem-estar. É uma grande honra e uma grande responsabilidade”, comenta. No início de 2014, a Beauty’In chega aos mercados dos Estados Unidos e do México.

Veja abaixo o gráfico com base no levantamento da Mintel, que monitorou alimentos para bebês, pães, cereais para café da manhã, laticínios, sobremesas e sorvetes, balas e chicletes, molhos de mesa e temperos, chocolates e sopas em cinco categorias: funcional; menos; natural; plus; e indicados para.




Fonte: Mundo do Marketing




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A cerveja mexicana Corona é a marca mais valiosa da América Latina, de acordo com a segunda edição do ranking BrandZTM Top 50 marcas latino-americanas, desenvolvido pela BrandAnalytics, empresa da Millward Brown Optimor.

A Corona aumentou seu valor de marca em 29%, passando a US$6,6 bilhões no ultimo ano, o que segundo os analistas da Millward Brown, se deve a excelente performance financeira da empresa e o sólido posicionamento de marca que a torna bastante popular entre consumidores do mundo todo.

No segundo lugar do ranking aparece mais uma marca mexicana, a Tecel, empresa da área de telecomunicações, com valor aproximado de U$$6,57 bilhões. 

Na sequência, a terceira posição do BrandZTM Top 50 Marcas Latino-americanas é ocupada novamente por uma marca de cerveja: a brasileira Skol, que atingiu U$$6,5 bilhões.

Já a gigante brasileira da área de energia, Petrobras, aparece na quarta posição avaliada em US$5,8 bilhões. O total representa uma queda de 45% valor da marca em relação ao ano anterior, quando a empresa ocupava o primeiro lugar do ranking.

O BrandZTM Top 50 Marcas Latino-americanas mais valiosas analisou marcas da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e México. Juntos, estes países representam cerca de US$4,75 trilhões em produto interno bruto (PIB), o equivalente a quarta maior economia do mundo depois do Japão. O ranking é o único que considera a percepção dos atuais e potenciais compradores da marca, além dos dados financeiros para calcular o valor das marcas.

Em 2013, o valor total das marcas no Top 50 chega a US$135,3 bilhões, similar ao valor de 2012 que era de US$135,7 bilhões.

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Visão geral sobre as categorias
A categoria de consumo de massa como um todo (cervejas, pães, cosméticos e alimentos) cresceu 73%, devido a habilidade das marcas de consumo de massa sustentarem seu valor mesmo em épocas e crise financeira. A maior contribuição para este crescimento vem do segmento de cerveja, que teve seu valor aumentado em  96%.

As marcas de cerveja dominam as 10 maiores e a lista das 10 que mais cresceram, como Modelo (México) e Brahma (Brasil) atingindo o maior crescimento de 85% e 61% respectivamente, enquanto Skol, a marca mais valiosa do Brasil, cresceu 39%. Águila (Colômbia) entrou pela primeira vez no ranking como o número 10. O segmento foi beneficiado pelo nível de emprego, que trouxe crescimento no consumo pessoal. Novos entrantes Águila e Póker (Colômbia) e Cristal (Peru) mostram como a lealdade a marcas locais de cerveja ajudam as marcas a ganhar força contra a concorrência global.

A categoria com a maior queda em valor de marca no geral foi serviços (telecomunicações e empresas aéreas) com 31%, em consequência do declínio da indústria de telecomunicações em toda a região. Telcel (México) foi das marcas que mais contribuiu para esta queda, caindo 22% em valor.

Marcas do setor de energia, óleo, mineração e cimento caíram em valor em cerca de 25%, influenciada pela performance da Petrobras, YPF e Vale, a queda dos preços de commodities e o câmbio desfavorável. Apesar da queda de 8% comparado com o ano anterior, as instituições financeiras ainda perfazem 25% do valor total das Top 50.

Fonte: Ibope Inteligência





O crescimento da oferta de crédito para o setor imobiliário aliado ao aumento real da renda do trabalhador brasileiro nos últimos anos levou o faturamento do varejo de material de construção a apresentar resultados acima da média. Entre 2007 e 2013, esse setor cresceu 153%, ficando acima do aumento nominal do Produto Interno Bruto (PIB) (70% no mesmo período).

Neste ano, a estimativa do IBOPE Inteligência é que o setor irá disputar um mercado potencial de R$ 119,2 bilhões. 

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O segmento da população que representa o maior volume de consumo e vendas para o setor é a classe B. De acordo com o Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do IBOPE Inteligência, as famílias dessa classe serão responsáveis por 41% do faturamento do setor, o que representa R$ 49 bilhões. Essas famílias têm renda média mensal de R$ 3.900 e representam 25% do total de domicílios urbanos do país.

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Para atender esse mercado, o varejo de material de construção conta atualmente com 138 mil estabelecimentos comerciais, segundo a Relação Anual de Informações Sociais, do Ministério do Trabalho e Emprego (RAIS/MTE), dos quais a maioria (61%) é de pequenos estabelecimentos com quatro funcionários ou menos. “Isso mostra quão pulverizado ainda é esse setor”, diz a diretora de geonegócios do IBOPE Inteligência, Márcia Sola.

Por região, a maior parte do mercado varejista de material de construção está no Sudeste, que concentra 51% do potencial de consumo do país (R$ 61,3 bilhões) e 49% dos estabelecimentos comerciais. Além de ser um mercado de volume, também é um mercado qualificado, onde a renda média das famílias é 17% superior à média nacional. “Não por acaso, é nesta região que estão instaladas a maior parte das lojas no formato home center existentes no país”, afirma Márcia Sola.

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Já o Centro-Oeste é um mercado promissor para o setor. É a região onde o perfil de renda da população é o mais alto do Brasil e que apresenta a maior taxa de crescimento de novos domicílios do país, além de ser um mercado de média concorrência, onde a relação entre demanda e oferta está próxima da média nacional. Porém, do ponto de vista de volume, a região central do país ainda é um mercado de pequeno porte, já que somente 9% do potencial de consumo (R$ 10,7 bilhões) para material de construção do país provêm dessa região.

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Na região Sul, que possui um potencial de consumo para material de construção de R$ 21 bilhões, o mercado é caracterizado por uma forte concorrência. São 27 mil estabelecimentos comerciais, o que resulta em uma produtividade de R$ 781 mil para cada loja, valor 10% abaixo da média nacional, de R$ 864 mil para cada estabelecimento.

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As regiões Norte e Nordeste contam com uma população de 70 milhões de habitantes (36% da população do país), mas possuem apenas 22% do potencial de consumo de material de construção. “É um mercado em desenvolvimento, com muito espaço para crescimento, mas que ainda apresenta mais oportunidades para  produtos que têm foco no consumidor de baixa renda”, lembra a diretora do IBOPE Inteligência. 

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Apesar dos bons resultados, o setor ainda apresenta alguns desafios, como a profissio-nalização das empresas desse mercado. “Há alguns anos havia a expectativa de que o varejo de material de construção seguisse os passos do ramo supermercadista, passando por um processo de profissionalização que resultaria no surgimento de grandes operadores de atuação nacional. Isso não aconteceu e o mercado ainda é dominado por pequenas empresas, das quais muitas ainda operam na informalidade”, lembra Márcia Sola.

O potencial de consumo citado neste material refere-se apenas ao consumo domiciliar, ou seja, às compras de pessoa física junto a varejistas do ramo e inclui compra de tintas e acessórios para pintura, material elétrico, material hidráulico, material básico, ferragens, madeiras, esquadrias, portas e batentes, pisos e revestimentos, metais para banheiro, luminárias e outros produtos para construção e reforma. 

Fonte: Ibope

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Vivace

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Uma verdadeira obra de arte em forma de desenho animado foi iniciada em 1945, por Walt Disney e o pintor surrealista espanhol, Salvador Dalí. 

Trata-se do curta-metragem Destino. Do seu projeto ao seu lançamento, quase seis décadas de demora. E o motivo desse tempo todo de espera seria difícil presumir: falta de verba, meus senhores. O período pós-guerra fez o estúdio de Walt Disney enfrentar sérios problemas financeiros e, além de tudo, o vídeo não teria potencial comercial naquela época.

Iniciada em segredo, a obra animada Destino foi guardada nos arquivos dos Estúdios Disney e encontrada muitos anos depois – em 1999 – pelo neto de Walt, Roy Edward Disney. 

Com o material em mãos, Roy convidou o estúdio parisiense da Disney a terminar o trabalho sob a direção de Dominique Monfréy. 

A continuação contou com mais 25 animadores, todos com a missão de decifrar os storyboards de Dali e John Hench. O próprio John Hench, ainda vivo, participou da equipe de trabalho como orientador para o vídeo, o qual conhecia muito bem, tendo sido desenhista àquela época em que tudo começou. 

O resultado foi esse vídeo belíssimo e comovente com animação feia por computador, imagens originais de Hench e cenários inspirados nas pinturas de Dalí: 


O curta-metragem, com seis minutos, ainda possui a cena originária de 1945, com 17 segundos: a sequência com duas tartarugas. 

Quase sessenta anos se passaram desde o início até a finalização deste trabalho, lançado em 7 de junho de 2003 no Festival de Cinema Annecy International Animated, na França. 

O trabalho concorreu também ao Oscar de melhor animação no mesmo ano. 

A história de Destino são personagens lutando contra o tempo e o gigantesco relógio solar que emerge da face de pedra de Júpiter determina o destino de todos os romances humanos. 

O filme não tem diálogo e é todo construído em cima da música do mexicano Armando Dominguez.

Fonte: Jordana Postano

E por falar em animação, confiram (A Ilha Brasil) que é brasileira e é de primeiríssima.

Foi eleita o:
Melhor Curta no Brazilian Film Festival of Vancouver 2009
Melhor Curta Digital no Cine PE 2009
Prêmio Especial da Crítica no Cine PE 2009
Melhor Animação em Vídeo no FAM - Florianópolis 2009
Grande Prêmio Festival do Júri Popular no Festival do Juri Popular 2010
Melhor Filme no Festival do Juri Popular 2010
Prêmio Aquisição Porta Curtas no Festival do Juri Popular 2010

Participou dos festivais:
Anima Mundi 2009
CineSul 2009
Festival Cinema com Farinha - Festival Audiovisual do Sertão Paraibano 2009
Cine Ceará 2009
Curta-se - Festival Luso-Brasileiro de Curtas Metragens de Sergipe 2009
Festival de Cinema de Maringá 2009
Mosca - Mostra audiovisual de Cambuquira 2009
Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis 2009
Mostra SESC Cariri de Cultura 2009
CinePel - Festival Internacional de Cinema da Cidade de Pelotas 2009

Muito boa mesma.

Confira.




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A empresa de tecnologia Apple foi considerada a marca mais valiosa do mundo, avaliada em US$ 93,3 bilhões. 

É a primeira vez em treze anos que a Coca-Cola não lidera o ranking. A empresa de bebidas caiu para a terceira colocação (avaliada em US$ 79,2 bilhões).

O ranking, elaborado pela Interbrand, existe há treze anos. Em 2000, no ano de lançamento do ranking, o Google ocupava a 36ª colocação, atrás da Kodak, por exemplo.

Segundo a empresa que elabora o ranking, a popularização da Apple ocorreu após o sucesso comercial do iPhone, do iPod e do iPad.

As empresas de tecnologia lideram o ranking. O Google ficou na segunda colocação da lista, (avaliado em US$ 93,2 bilhões). Além do serviço de buscas na internet, principal produto da empresa, o Google promete lançamentos revolucionários, como o carro sem motorista, por exemplo.

A IBM e a Microsoft ocupam a quarta e quinta colocações, avaliadas em US$ 78,8 bi e US$ 59,5 bilhões, respectivamente.

A GE foi avaliada em US$ 46,9 bilhões e ficou na sexta colocação do ranking.

A rede de fast-food McDonald's foi avaliada em US$ 42 bilhões, ocupando a sétima colocação do ranking da Interbrands.

A empresa de tecnologia Samsung, maior concorrente da Apple, ficou na oitava colocação (avaliada em US$ 39,6 bilhões).

Avaliada em US$ 37,6 bilhões, a marca Intel ficou na nona colocação.

A montadora Toyota fecha a lista das 10 marcas mais valiosas do mundo (avaliada em US$ 35,3 bilhões).



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Boa parte dos usuários que curtem as páginas afirma valorizar esse tipo de conteúdo, lendo um post ou atualização nova como se fosse de um amigo.


Um estudo recente, produzido pela UPS e comScore, mostrou que a grande maioria dos usuários que curtiram a página de uma empresa no Facebook presta pouca atenção às atualizações daquela marca (52%), dando apenas uma breve lida nas novas informações que recebem. Em contraponto, 34% dos usuários afirmaram realmente valorizar esse tipo de conteúdo, lendo um post ou atualização nova da página como se adviesse de um amigo. O restante dos entrevistados na pesquisa declarou pular novos updates dessas empresas (8%) ou simplesmente não notar que eles existem (6%).

A pesquisa foi conduzida com mais de 3 mil consumidores online, em fevereiro deste ano. Foram consideradas apenas pessoas que realizaram ao menos duas compras online em um período de três meses. Dentre os entrevistados, 41% indicaram ter realizado 2-3 aquisições nesse período; 33% concretizaram de 4-6; e 27% fizeram 7 ou mais compras.

Facebook e outras redes
O relatório também apontou que 66% dos inquiridos revelaram ter curtido a página de alguma marca no Facebook. Dentre as dez razões mais citadas para fazer isso, 60% curtem páginas que ocasionalmente oferecem promoções especiais para seus fãs; e 47% porque o varejista os incentivou a curtir a sua página/aplicativo no Facebook.

Embora o Facebook mantenha consistentemente o posto de rede social mais popular entre os consumidores online da pesquisa, usado por 77% dos usuários, alguns revelaram que também utilizam o Twitter (26%), Linkedin (22%), Pinterest (18%) e Google+ (17%). 84% dos participantes disseram que usam, ao menos, uma rede social.

Mobile
Entre os usuários de tablets entrevistados, 59% afirmaram fazer compras com o gadget, em média, a cada três meses. Já em smartphones, o mesmo hábito cai para 49% dos usuários. A satisfação com as compras online é mais alta quando aquisição é feita via tablet (92%), do que com computadores (86%) ou smartphones (66%).

Uma grande parte dos entrevistados (49%) utiliza serviços sociais/negócios baseados em localização, sendo que 60% afirmaram que gostariam que os varejistas utilizassem a localização e o histórico de transações para levá-los ofertas e promoções de acordo com seus interesses.

 
Via E-commerce News



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A terceira LEGO Store do mercado nacional abriu as portas no Shopping Pátio Batel, no Paraná, e pretende estimular o varejo local.

Graças à diversidade que o famoso brinquedo de pecinhas coloridas propõe para diferentes idades, a marca anuncia a chegada de mais uma loja conceito ao mercado brasileiro. Já presente em São Paulo e Rio de Janeiro, a LEGO Store chegou em 27 de setembro a Curitiba, no Shopping Pátio Batel, inaugurado este mês.

“A abertura da loja conceito no Paraná é uma importante etapa da nossa estratégia de crescimento regional e chega com o objetivo de criar uma referência de grife no mercado local e, assim, contribuir para estimular o varejo”, conta Robério Esteves, diretor de operações da LEGO no Brasil, onde a marca estima crescer 50% mais em relação ao ano passado, com foco em lançamentos constantes para renovação das suas linhas. “Apenas para o Dia das Crianças, por exemplo, a LEGO traz mais de 90 produtos novos para o público brasileiro”, conta o executivo.

Na LEGO Store de Curitiba, assim como suas antecessoras, os consumidores poderão encontrar as novidades e lançamentos, itens exclusivos de colecionadores e os famosos acessórios que fazem a cabeça de todo o público: chaveiros, canetas, borrachas, lápis, relógios, entre outros. Nas playtables, os visitantes, principalmente as crianças, poderão se divertir e dar vazão à criatividade com as infinitas possibilidades de construção das peças LEGO.

Além de suas lojas conceito, a empresa que fabrica os tijolos mais famosos do mundo é um grande exemplo de engajamento nas redes sociais, com sua própria network Rebrick, e de crowdsourcing, com o LEGO Cuusoo. Confira na matéria.

Enquanto isso, em Belo Horizonte, todos ficam ...



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Ex-motorista de ônibus virou microempresário depois de criar modelo inusitado de calçado e a marca Kuatro Kantos.

Atualmente, 40% dos postos de trabalho no Brasil são gerados por pequenos empreendimentos.

De acordo com estudo divulgado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República, intitulado “Vozes da Classe Média”, esse montante também corresponde a 40% da massa de remuneração da força de trabalho brasileira.

Isso quer dizer que, dos 92 milhões de trabalhadores do país, 22 milhões são pequenos empreendedores e, destes, 3 milhões empregam até 10 funcionários.

No decorrer da última década, esses profissionais acabaram criando 6 milhões de postos de trabalho, sendo 95% deles empregos formais.

Moisés Dias, cearense nascido em Fortaleza, é uma dessas pessoas. “Sempre sonhei em ter meu próprio negócio, queria abrir uma lanchonete, algo comum que todo mundo tem. Não deu certo...desisti”, diz ele.

Mas isso foi momentâneo. Na época que teve sua “inspiração divina” (como ele mesmo classifica), ele já trabalhava há 18 anos como motorista de ônibus na cidade de São Paulo. Um dia, quando se encontrava parado num semáforo da Av. Ibirapuera, observou uma mulher atravessar a rua e, segundo ele, ouviu uma voz dentro de sua cabeça. “Já pensou se nos pés daquela moça tivesse um chinelo quadrado? Não estariam seus pés totalmente protegidos? Além de que é bem bonito!”, conta Dias.

O então motorista começou a desenvolver sua ideia e tomar algumas atitudes para coloca-la em prática. Depois de 8 meses de investimento em criação, patente e comercialização, Moisés foi mandado embora de seu emprego. Segundo ele, uma das coisas que mais pesaram no início de seu negócio foi o entendimento de toda a burocracia envolvida, além da própria parte financeira. Depois de 4 meses após a abertura da empresa, a Kuatro Kantos começou a ter suas sandálias vendidas em lojas. “Este processo foi lento, pois se tratava de algo muito novo e diferente. Encontrei bastante resistência de lojistas de calçados. Por outro lado, lojas de acessórios e boutiques aceitaram o desafio e se deram muito bem na aposta”, relata o microempresário.

Mas, segundo ele, o verdadeiro aval para continuar foi o feedback do consumidor. Atualmente, a empresa comercializa cerca de mil pares de sandálias por mês (a preços que vão de R$ 45 a R$ 120) e possui 6 funcionários. Moisés Dias diz que no começo ninguém acreditou nele, mas ele levou adiante o sonho do negócio próprio. “Criar algo a partir de uma necessidade nos dias de hoje é uma das chaves do sucesso”, conclui o empreendedor.

Fonte: No Varejo






Só para movimentar

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