quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Essa coisa de fazer o mundo acreditar


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Se voltar pra cama é a primeira coisa que pensamos quando estamos com sono, certamente café é a segunda.

Foi pensando nisso que a Douwe Egberts, empresa especializada nessa bebida tão querida, bolou a ação “Bye Bye red eye”. 

O lugar para isso não poderia ser mais original: um aeroporto. 

Afinal, nada melhor do que instalar vending machines com um plus de legalzisse em um espaço com grande circulação de pessoas que muitas vezes passam horas esperando seus vôos, certo? 

Bom, a função toda rolou no Aeroporto Internacional Oliver Tambo, em Joanesburgo (Africa do Sul) e rolou assim: utilizando a tecnologia de reconhecimento facial, a pessoa que parasse em frente a máquina e bocejasse - sem querer - ganhava um café totalmente grátis. Isso mesmo, café quentinho na faixa! 

Assista: 


Pra ter uma ideia de quantos dorminhocos passaram por ali, foram distribuídos mais de 200 cafézinhos. 

A campanha “Bye bye red eye” foi criada pela agência sul-africana Joe Public

Imagine uma dessas em jornais e agências de comunicação? 

Fonte: Age


Ao contrário do que muitos podem pensar, nem só de refrigerantes vivem as vending machines. Para quem não sabe, vending machines são máquinas automáticas de venda de produtos. 

Elas foram inventadas no século passado (mais precisamente em 1888) para vender gomas de mascar, mas se tornaram febre na década de 70, principalmente nos Estados Unidos. 

No Brasil, infelizmente elas chegaram com atraso devido a nossa constante troca de moeda, ocasionada pela inflação galopante que vivíamos no passado. 

Mesmo com pouca cultura de utilização, as vending machines possuem alto potencial, pois são máquinas que não necessitam de mão de obra e estão à disposição de clientes 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Elas são sim famosas pela venda de refrigerantes e guloseimas (balas e biscoitos), mas ao redor do mundo a criatividade não tem limites. 

Tem gente ganhando dinheiro com vending machines das mais diversas formas!

 Conheça as 30 vending machines mais curiosas que encontramos por aí: 

1.Vending Machine bafômetro

2.Vending Machine de tênis

3.Vending Machine de peças de bicicleta

4.Vending Machine de chips pré-pagos de celular

5. Vending Machine de cosméticos

6.Vending Machines de cigarros

7.Vending Machines de camisinhas

8.Vending Machine de locação de DVDs

9.Vending Machine de iscas vivas (para pescar)

10.Vending Machine de bolas de golfe

11.Vending Machine de artigos de pet shop

12.Vending Machine de pilhas e baterias

13.Vending Machine de gravatas

14.Vending Machines de flores

15.Vending Machine de guarda-chuva

16.Vending Machine de gelo filtrado

17.Vending Machine de carro (Smart)

18.Vending Machine de calça jeans

19.Vending Machine de livros

20.Vending Machines de bermudas de praia

21.Vending Machine de jogos de tabuleiro

22.Vending Machine de sapatilhas (em boates)

23.Vending Machine para liberar a raiva (quebrar pratos)

24.Vending Machine de barras de ouro

25.Vending Machine de iPods

26.Vending Machine de Havaianas

27.Vending Machine de produtos para grafiteiros

28.Vending Machine de obras de arte

29.Vending Machine de óculos escuros

30.Vending Machine de Pulseira de Diamantes 


O processo pode ser doloroso, sofrido, mas a tentativa não pode ser barrada pela rotina e a pressão.

Muitas pessoas acham que não são criativas e que a criatividade é algo geneticamente adquirido. Um dom que o sujeito possui (ou não). Para muitos, aliás, falar em criatividade logo desperta associações com a imagem de artistas ou empreendedores famosos. Gente especial que habita o "olimpo criativo", um lugar celestial reservado para pessoas privilegiadas. Se você pensa assim, tenha cuidado! Essa postura é equivocada e pode estar debilitando ainda mais o seu poder criativo.

"Toda criança é um artista. O problema é manter-se artista uma vez que nos tornamos adultos". Com essas palavras Pablo Picasso nos lembra que, de alguma forma, nascemos criativos, mas vemos nossa capacidade minguar diante de anos de repressão e conflitos. Conflitos com o sistema educacional, com nossos pais e, sobretudo, com um ego cheio de medo e vergonha.

O positivo, no entanto, é saber que podemos readquirir parte de nossa criatividade perdida. Mas, para recuperar a criatividade perdida, não basta despertar a criança dentro de nós. Precisamos estar dispostos a encarar o verdadeiro trabalho de parto que o nascimento de uma boa ideia exige. Um trabalho que começa ao estabelecer conexões passando pelos processos de fecundação, gestação e nascimento. Um processo intenso, muitas vezes divertido, mas que também pode ser excruciante.

Estabelecendo conexões
A criatividade, assim como o relacionamento entre pessoas, precisa de interações para poder brotar. Em outras palavras, precisamos nos expor e buscar sinergias, já que é nas sinergias que encontraremos matéria-prima para boas ideias. David Birne, líder do grupo Talking Heads, dá um bom exemplo disso. Segundo ele, muitas conexões criativas surgem dos seus passeios de bicicleta pela cidade de Nova Iorque. Para Birne, as cores, sons, cheiros e o contato com as pessoas constituem um verdadeiro ponto de partida para muitos projetos. Outro exemplo, também vindo de Nova Iorque, ocorreu com Milton Glaser, famoso designer gráfico. Ele criou o logotipo mais copiado do mundo, o símbolo "Eu amo Nova Iorque", dentro de um taxi, enquanto olhava pela janela.

Ou seja, assim com um quebra-cabeças, nossa interação com o mundo pode disponibilizar as partes, que, juntas, ajudarão a obter algo coerente. Por isso é recomendável andar "antenados" e adquirir uma postura ativa diante da avalanche de informações que passa cotidianamente à sua frente.

O processo de fecundação
Para gerar uma solução inovadora, é preciso, antes de tudo, deixar que o desafio em questão (ou problema determinado) tenha acesso à nossa psiquê. E, ao permitirmos acesso a um lugar tão fecundo, estaremos promovendo um processo de gestação. Processo esse que é nutrido pela reação do problema ou desafio com nossas experiências, sonhos e fantasias.

Fantasias como as de Keith Richards, o guitarrista dos Rolling Stones, que criou a música "I can't get no (satisfaction)" enquanto dormia. Chapado como sempre, Keith conta que acordou pela manhã no quarto de seu hotel e reparou que a fita do gravador portátil estava no final. Curioso, rebobinou a fita e ao apertar o botão play escuto como ele mesmo pegava a guitarra e tocava os primeiros acordes do que viria a ser a famosa música. E depois dos acordes… 40 minutos do seu próprio ronco.

Gestação
A gestação de uma boa ideia exige a participação de ambos os lados de nosso cérebro. Isso significa a observação e análise sistemática do lado esquerdo combinado com a sensibilidade inspiradora do lado direito. Sendo importante lembrar que esse processo, muitas vezes, é também alimentado por conceitos transversais e diferentes do assunto no qual estamos trabalhando. Como na criação do slogan “Just do it” para a marca de artigos esportivos Nike, por exemplo. Neste caso, o marketeiro Dan Wieden utilizou as últimas palavras de Garry Gilmore, um assassino condenado à pena de morte momentos antes de ser executado por fuzilamento em 1976.

O nascimento de uma boa ideia
Assim como numa gravidez, o nascimento de uma ideia pode ser doloroso. Isso ocorre, especialmente, quando a necessidade de criar reage de forma negativa com nossa psiquê ou colide com outros problemas ali existentes. A pressão por resultados, por exemplo, pode dificultar o parto de ideias ou até diminuir o desejo de seguir trabalhando, como no caso de Bob Dylan em um dado momento de sua carreira.

Exausto, depois de uma turnê pela Inglaterra, Dylan prometeu ao seu empresário que deixaria o mundo da música. Disse que já não suportava as expectativas de todos sobre sua criatividade. Desolado, mudou-se para uma casa no interior do Estado de Nova Iorque deixando para traz seu passado e seu violão. O tempo se passou e a solidão, ao invés de calar sua criatividade, trouxe à tona o texto do que viria a ser uma de suas canções mais emblemáticas. "Like a Rolling Stone" nasce expondo a dor e a angústia de ter que criar. Tim Maia também reforça esse argumento com uma de suas frases célebres: "para fazer boa música é preciso a dor de trair e de ser traído".

Mas o nascimento de uma boa ideia nem sempre é doloroso. Muitas ideias nascem como bebês em táxi, ou seja, de forma inusitada. Afinal, quem já não teve uma boa ideia no chuveiro ou na cama? Arquimedes, o matemático grego, teve uma de suas melhores ideias dentro de uma banheira. E de tão animado, saiu pelas ruas, nu, gritando "Eureka, Eureka!" Tudo isso sem falar nas ideias que surgiram por acidente como a descoberta da penicilina, do plástico, do Viagra, microondas e as batatas chips.

Seja como for, o nascimento de uma ideia é um momento especial. Rápido ou lento, doloroso ou não, é importante perceber os diferentes estágios e curtir cada momento sem deixar que a boa ideia escape.

A criatividade constitui uma faceta importantíssima de nosso perfil e, desde um ponto de vista corporativo, demonstra ser a chave para mudar as regras do jogo quando o assunto é a sobrevivência no mundo dos negócios. Empresas como a Samsung, Hyundai, Apple ou a produtora Pixar deram um bom exemplo ao desbancar concorrentes aparentemente inabaláveis. Mas o que ocorre na perspetiva corporativa tem sua gênese no indivíduo. No indivíduo que pensa, que sonha e que, sobretudo, faz nascer boas ideias.

*Adriano Morozini de Lira é Global Executive MBA pelo IESE Business School com pós graduação em empreendedorismo pela Harvard Business School. Com 27 anos de experiência em engenharia experimental, atua como especialista em segurança veicular no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Porsche (Alemanha).



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Ativar os sentidos do shopper durante a jornada de compra estimula o cérebro e cria um vínculo emocional e de memória entre ele e o produto. Os cinco sentidos são as portas de entrada para os estímulos externos e, como nossas lembranças são geradas juntamente com os sentidos, a experiência sensorial é muito importante no processo de compra.

Sabe-se que nem tudo o que enxergamos o cérebro captura. Algumas imagens têm mais apelo ao cérebro do que outras. Em estudos de neuromarketing recentes, pesquisadores mostraram que as imagens de rostos humanos têm muito mais apelo emocional e, portanto, maior atratividade para o shopper, do que cenas impessoais e, é claro, palavras. Além destes elementos, o movimento e o contraste de luz também são notados com facilidade, embora não produzam conexão emocional.

A audição tem sido usada para influenciar shoppers há décadas. Em um experimento construído por Martin Lindstrom o ritmo da música mostra ser um influenciador da velocidade com que o cliente compra roupas.

Enquanto a visão e a audição podem em muitos casos ser seletivas, o olfato não oferece essa possibilidade. O olfato é uma via rápida para o cérebro, ele traz credibilidade para o que vemos ou ouvimos. Imagine que o alarme de incêndio do seu escritório toque. Poucos se levantam e saem imediatamente, mas se o som do alarme for associado ao cheiro de plástico queimado, certamente todos correrão! Isso é credibilidade.

Provavelmente em todas as culturas comida é sinônimo de afeto. No varejo, as triviais degustações fazem com frequência esse papel. O cuidado em oferecer um tratamento especial ao paladar dos clientes - através de restaurantes e cafés dentro de supermercado - é uma fórmula de sucesso da Eataly de Nova Iorque.

Estimular os shoppers a pegar o produto aumenta as chances de vendê-lo. As embalagens de brinquedo atuais já vêm com aberturas que permitem o toque. Estas sensações são muito convincentes até mesmo em bancas de jornal. As  que permitem folhear as revistas vendem muito mais unidades do que aquelas onde há o tradicional aviso “não folhear as revistas”.

Algumas marcas criam assinaturas sensoriais que vão além do logo e das palavras. Imagine o que seria da Intel sem a sua música característica? E a Harley Davison sem o barulho peculiar de seus motores? Como seria a experiência de compra na Le Lis Blanc sem a sua fragrância específica? Certamente boa parte do sucesso da Whole Foods americana está em permitir que degustemos produtos frescos. Enfim, os desafios dos estímulos abrem uma nova fronteira para nós da área de shopper marketing.

Por último e não menos importante, é possível explorar os sentidos do shopper também na web. Profissionais de marketing digital e redatores podem criar textos que levem o shopper a imaginar estímulos sensoriais… Pelo menos até o dia em que a internet seja capaz de entregar aromas e sabores.

* Rafael DAndrea é Diretor da ShopperAge e sócio diretor da Toolbox - Consulting & Metrics
Erika Amigo é  sócia-proprietária da Design Divino (www.designdivino.com.br)

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Você não escutou e nem acreditou

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De Lego, passando por personalidades da música e da cultura pop em geral, esse post é dedicado a alguns dos melhores e mais criativos Google Doodles dos últimos anos. 

É fato: certamente a galera responsável por essa atividade, que sempre surpreende parabenizando ícones e celebrando ocasiões especiais, deve ser um grupo agradável de se trabalhar. E fervilhante. Afinal, haja criatividade para criar e compartilhar imagens tão inspiradoras quase que diariamente. 

Desde que começou, em meados de 1998, o Google Doodle segue de vento em popa, progredindo de ilustrações para animações e até mesmo, jogos interativos. A medida que mais gente vai adicionando a barras de busca do Google aos seus navegadores, por outro lado, os Doodles são um grande incentivo para dar aquela passadinha pela página inicial do buscador e ver qual é a novidade. 

1| Les Paul
Para homenagear ao ícone da música Les Paul, o Google criou sua própria guitarra tocável. No dia em que o criador de um dos mais conhecidos modelos de guitarra faria 96 anos, qualquer um que entrasse na página do site de busca poderia tocar sua própria guitarra de 10 cordas e até mesmo gravar seus sons. Em 48 horas, apenas nos EUA, foram gravadas 40 milhões de músicas, o equivalente a 5,1 anos! 

2| Valentine’s Day 
No Brasil o dia é comemorado apenas em junho, mas em muitos outros países a festa acontece em fevereiro, no dia de São Valentim. Por isso, este Doodle não apareceu na homepage do Google brasileiro. Ainda assim, por apresentar uma história muito bonitinha, se espalhou pelas redes sociais e fez sucesso por aqui. 

3| PAC MAN
Um dos dias menos produtivos em todo mundo, com certeza… Em 22 de Maio de 2010, logo uma sexta-feira, Google celebrou o 30º. aniversário do grande e clássico jogo do come-come, colocando uma versão jogável em sua página. Em todo o mundo, o prejuízo causado pelas horas jogadas chegou a 120 milhões de dólares. 

4| Aniversário de 46 anos da primeira transmissão de Jornada nas Estrelas 
Uma das maiores franquias de ficção científica, Star Trek também recebeu uma homenagem interativa do Google em 2012. 

5| 122º aniversário de Charlie Chaplin 
O Comediante mais famoso do mundo também foi homenageado em um Doodle comemorativo do Google. No dia 16 de Abril de 2011, 122 anos depois do nascimento de Charlie Chaplin, a página principal do Google exibiu um divertido vídeo do dançarino, diretor, roteirista, ator, e músico britânico. 

6| Aniversário de Freddy Mercury 
Em 5 de setembro de 2011, no ano em que o front-man da banda Queen faria 65 anos, um Doodle com um video (que me lembrou muito dos comerciais da VH1) ao som de “Don’t Stop Me Now”. A dedicatória na página desse Doodle é de ninguém menos que Brian May, o guitarrista do Queen. 

7| 50 anos da posse de JFK 
A equipe do Doodle Google criou esta ilustração brilhante em memória a posse de John F. Kennedy em 1961 Em 20 de janeiro de 2011,a página inicial do Google estava com uma incrível ilustração tipográfica para marcar o 50 º aniversário do discurso do Presidente John F. Kennedy, que contou com a frase imortal: “E assim, meus companheiros americanos: não pergunte o que seu país pode fazer por você, pergunte o que você pode fazer por seu país “. A equipe do Doodle Google habilmente tirou as palavras do discurso de Kennedy e reorganizaou de forma a soletrar o logotipo, com o segundo “G”, com um desenho do ex-presidente. 

8| LEGO 
Simples mas eficaz, esse Doodle foi criado para marcar os 50 anos do pequeno tijolinho de brinquedo, amado por gente de todas as idades.



No mínimo, uma ideia com nota 10 em execução e 100 em criatividade. É o que se pode falar do trabalho criado pela galera da agência TBWA de Sydney, em parceria com a fotógrafa Natalie Boog. Para promover o Sydney International Food Festival,- evento ao ar livre que reúne os melhores chefs do mundo, almoços e jantares, tudo regado com o melhor da gastronomia -, a agência desenvolveu incríveis composições com alimentos típicos dos países participantes, que formam bandeira de cada lugar.
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O mais impressionante de tudo é perceber como as bandeiras ganham formas inteligentes, desde as mais simples até as mais complexas. Afinal, quem pensaria em usar mostarda para criar as estrelas da bandeira dos Estados Unidos? Ou raminhos de ervas para o centro da bandeira libanesa? 
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Mais alguém com água na boca?



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 IMPORTANTE SABER....
Mesmo quem não tem carro, vale ler, pois as vezes andamos de carona..
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Preste atenção!!!! Isto é importante!
Um carro estacionado na sombra durante um dia com as janelas fechadas pode conter de 400-800 mg. de Benzeno. Se está no sol a uma temperatura superior a 16º C, o nível de Benzeno subirá a 2000-4000 mg, 40 vezes maior do que o nível aceitável...
A pessoa que entra no carro mantendo as janelas fechadas inevitavelmente aspirará em rápida sucessão, excessivas quantidades desta toxina.

O Benzeno é uma toxina que afeta o rim e o fígado. E o que é pior, é extremamente difícil para o organismo expulsar esta substância tóxica.

Ar condicionado ou ar simples dos Automóveis

O manual do condutor indica que antes de ligar o ar condicionado, deve-se primeiramente abrir as janelas e deixá-las assim por um tempo de dois minutos, porém não especificam "o porquê", só deixam entender que é para seu "melhor funcionamento".

Aqui vem a razão médica:
De acordo com um estudo realizado, o ar refrescante antes de sair frio, manda todo o ar do plástico quente o qual libera Benzeno, que causa câncer (leva-se um tempo para dar-se conta do odor do plástico quente no carro). Por isto é a importância de manter os vidros abertos uns minutos.

"Por favor não ligar o ar condicionado ou simplesmente o ar, imediatamente ao se entrar no carro.
Primeiramente deve-se abrir as janelas e depois de um momento, ligar o ar e manter as janelas abertas uns 2 (dois) minutos".


Além de causar câncer, o Benzeno envenena os ossos, causa anemia e reduz as células brancas do sangue.
Uma exposição prolongada pode causar Leucemia, incrementando o risco de câncer.
Também pode causar um aborto. O nível apropriado de Benzeno em lugares fechados é de 50 mg/929 cm².

Assim amigos, por favor, antes de entrar no carro, abrir as janelas e a porta para assim dar tempo a que o ar interior saia e disperse esta toxina mortal.

"Quando alguém recebe uma informação valiosa e se beneficia dela, tem obrigação moral de partilhar com todos".


Que tal as montadoras informarem 
a todos sobre isto e nós da comunicação também?


Entre 2043 e 2060, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) prevê uma diminuição cada vez mais acentuada da população brasileira. Dados divulgados na última quinta-feira (29) mostram que, de 2042, quando o contingente populacional atingirá seu ápice, com 228 milhões de pessoas, até 2060, ano em que haverá 218,1 milhões de habitantes no Brasil, o país perderá 10,1 milhões de habitantes. O número chega próximo à perda de uma cidade de São Paulo. Segundo o Censo de 2010, a capital paulista tem 11,2 milhões de habitantes. É bom lembrar que hoje somos mais de 201 milhões de habitantes.
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Em 2060, as mortes serão 62% superiores aos nascimentos, o que significa que, para cada 100 mortes no Brasil, apenas 62 pessoas irão nascer. O último ano em que os nascimentos vão superar as mortes será 2042. Já no ano seguinte, em 2043, as mortes superarão os partos em 2%, aumentando esse percentual gradualmente até 2060.

Segundo o IBGE, a projeção para a população total do Brasil, em 2013, é de 201 milhões de habitantes. Os números atingirão 212,1 milhões de pessoas, em 2020, até alcançarem o máximo de 228,4 em 2042. A partir de então, os números entram em um processo de redução, atingindo o valor de 218,2 em 2060, o mesmo projetado para 2025.

"Os gastos com idosos, com a previdência, vão aumentar. Isso terá que ser repensado pelo governo. As políticas públicas vão precisar ser formuladas novamente", diz o pesquisador Gabriel Borges, um dos responsáveis pela projeção.

Segundo o estudo, o fator mais importante para a redução do nível de crescimento da população é a queda da fecundidade, que vem diminuindo desde a década de 1970. Em 2013, o índice de filhos por mulher foi projetado em 1,77. A taxa deve cair para 1,61 filho em 2020, até atingir 1,5 filho em 2030.

O estudo do IBGE projeta ainda o adiamento da idade média em que as mulheres têm filhos, que em 2013, foi de 26,9 anos. Segundo a pesquisa, a idade será de 28 anos em 2020 e 29,3 anos em 2030.

Expectativa de vida
Os dados do IBGE apontam que os idosos no Brasil deverão representar 26,7% da população (25,6 milhões de idosos para uma população de 106 milhões de pessoas), em 2060. O estudo projeta o percentual em 2013 para 7,4% de idosos (6,3 milhões de idosos em um população de 99,3 milhões de pessoas).

"O envelhecimento da população acima dos 65 anos tem a ver com a diminuição da fecundidade. Você diminui o número de jovens e tem o aumento relativo dos idosos. Mesmo sem o avanço da expectativa de vida, os idosos aumentariam", explica o pesquisador Gabriel Borges.
O envelhecimento da população também será afetado pela queda da mortalidade, que está diminuindo desde a primeira metade do século 20. A esperança de vida para cada criança brasileira nascida em 2013 foi projetada para 71,2 anos para homens e 74,8 para mulheres. Em 2060, sobe para 78 para homens e 84,4 anos para as mulheres, um aumento de 6,8 anos para os homens e 5,9 para as mulheres.

Migração
Segundo a projeção, as maiores perdas de população, em 2030, serão na Bahia e no Maranhão. Por outro lado, os maiores ganhos populacionais serão de Santa Catarina, São Paulo e Goiás, seguindo a tendência observada nos últimos anos.

Para o pesquisador Gabriel Borges, um dos responsáveis pelo estudo de projeção populacional, mesmo com a diminuição do fluxo em determinados estados, os números continuam importantes.

"Há muitos fatores para as pessoas migrarem, mas de forma geral, a maior parte dos fluxos se dá pelo aspecto de desenvolvimento econômico. As pessoas vão em busca de oportunidades de trabalho", explica ele.

De acordo com as projeções para a migração internacional, o percentual de pessoas que sairá do país vai aumentar até 2020, quando atingirá 0,001 da população. A partir de então, a taxa vai cair até 2035, quando o percentual será o mais baixo desde o ano 2000, em torno de 0,0002.





Ricardo Gulko*


Você acha que confiança leva tempo? Isso é um mito! Pense  no momento que você entra no consultório do seu dentista: o casaco branco, a máscara, os aparelhos, a conversa e principalmente as perguntas…

Quanto tempo você leva para estabelecer a credibilidade com o dentista que trata do seu dente em um momento que você está com dor? E depois que ele resolve em 30-45 minutos seu problema que estava causando desconforto?

Ele tirou você daquela dorzinha ou desconforto chato… Ele vendeu a você, revisou, analisou, perguntou e mais importante: executou a solução conjunta entre vocês. Ele eliminou a sua dor e o seu desconforto. Criou credibilidade, confiança e autoridade. Você chega à conclusão: ele é um bom profissional, solucionou meu problema em pouco tempo e de forma eficaz.

Confiar rapidamente é um comportamento natural e  profundamente comum. Todos nós tomamos decisões rápidas baseadas em uma variedade de fatores, alguns dos quais se resumem ao tipo de análise rigorosa “que gostamos de acreditar que seguimos”.

Na verdade, entre as variáveis confiabilidade, credibilidade, intimidade, autoridade e a nossa auto-orientação, somente confiabilidade e autoridade realmente levam mais tempo para se estabelecer. Por definição, confiabilidade exige coerência ao longo do tempo por ser demonstrada com atos e execução na área de vendas seja serviços ou consultoria.

E mesmo a confiabilidade pode ser acelerada.

Porque eu devo me preocupar com confiança?
Confiança não importa para o meu negócio? Confiar é crucial porque as relações são fundamentais para a condução e realização dos negócios. Alguns níveis básicos de confiança são necessários apenas para ter contratos de trabalho ou se envolver em transações comerciais com alguém, sem isso nada acontece. A confiança é um fator chave, eu diria essencial para o sucesso de qualquer negócio.

O nível de confiança nas relações comerciais
Você quer fazer as coisas com eficiência, sucesso e facilidade? Construir a confiança com colegas e clientes devem ser prioridade. Saiba que sempre os clientes devem ser seu foco e se você ainda não faz  isso, você deve mudar o mais rápido possível. Analise os benefícios com cuidado.

Para ajudar você a atingir seus objetivos nos negócios, estou dando algumas dicas de alto impacto e sugerindo ações que geram retorno rápido. Ações que você pode adotar já com seus clientes para construir a confiança, organizado pelas variáveis ​​de confiabilidade que citei acima.

Cada uma delas leva alguns minutos, senão segundos… Escolha uma combinação de ações com base em seu mercado alvo e seus próprios pontos fortes e fracos. Atue agora. São todas medidas de fácil adoção.

Eu também incluí, logo abaixo, algumas sugestões e ideias práticas para ser mais concreto. Tenha em mente que as palavras que você escolhe devem refletir o seu próprio estilo e personalidade. Ser genuíno é uma necessidade absoluta para o aumento da confiança.

Lembre-se: a minha personalidade é diferente da sua e vice-versa. Então adote minhas palavras se gostar, porém utilize o seu toque pessoal.

O nível de confiança nas relações comerciais é a maior determinante do sucesso do que qualquer outra coisa, incluindo o conteúdo, excelência ou qualquer coisa que possa pensar. É como no casamento! Confiança é tudo ou parte crucial do todo.

Maneiras rápidas para construir credibilidade como provedor de serviços e consultoria com seus clientes: mostre que você tem feito a sua lição de casa.
Envolva-se através da partilha de algo de valor para o seu potencial cliente como o conhecimento ou outro. Deixe o seu cliente saber que você é alguém que poderá ajudar-lhe a encontrar uma ou várias soluções para os  problemas específicos de sua empresa.

Pense nessa fala: “Paulo, entendo sua preocupação, o que está lhe incomodando em relação à cadeia de suprimentos de sua empresa! Eu tenho esse direito?.

Tome um ponto de vista
O vendedor de serviços e consultoria, como autoridade em sua área, exige que você coloque sua opinião aberta, compartilhando suas ideias, opiniões e perspectivas. Mesmo se o que você diz acaba sendo rejeitado ou errado, isso vai estimular uma reação e ajudar a visualizar problemas: o que é valioso em si.

Na verdade, o ideal é que sua assertividade funcione bem e que você esteja certo, porém  já vi muitos casos que as pessoas falam coisas eradas e a partir dali as coisas se clarificam, para você e principalmente para seu cliente potencial. Eu diria que seu ponto de vista é um catalisador, uma forma de ajudar o seu cliente pensar e se envolver com você.

Exemplo: “Roberto, eu acredito que o call center vai se recuperar ou quebrar este projeto, ele tem sido o gargalo… e é aí que devemos concentrar nossa atenção em primeiro lugar. Como fazer, você vê isso assim também?”.

Fale a verdade. Sempre. Sempre seja transparente. Credibilidade é  ligada diretamente  à honestidade, assim como sobre o conhecimento. Ter a coragem de dizer algo desconfortável, difícil ou impopular numa perspectiva de preocupação real com o seu cliente cria uma relação de confiança praticamente instantânea.

É natural pensar que você não pode tomar este tipo de risco até que a confiança seja estabelecida, mas, paradoxalmente, este é exatamente o tipo de tomada de risco que aumenta a confiança rapidamente, também para minha surpresa! Eu aprendi isso na prática, errando muitas vezes e lendo muito.

Quando o Marcelo faz uma pergunta difícil, a verdade é que você não sabe a resposta que dará, digamos assim. E se você está envergonhado com isso… uma resposta honesta e potencial para quando não sabemos pode ser:

Marcelo, está é  uma grande questão e eu tenho vergonha de dizer que eu não sei a resposta, mas vou verificar isso e retornarei a vocês nas próximas 48 horas ou 4 dias com a resposta”. Desde de que você cumpra isso, não afetará em nada suas chances de fechar um futuro contrato, negócio ou sua credibilidade.

Siga estas dicas de forma consistente, adaptando a sua personalidade, e você vai construir a confiança na velocidade recorde e ficará surpreso com o impacto em seus objetivos e resultados na área de serviços e consultoria.

Ricardo Gulko - MBA pela Kellogg Graduate School of Management, Evanston IL USA. Bacharel em Informações de Sistemas e Engenheiro Industrial em Israel. Brasileiro, mora em Munich na Alemanha. Executivo global trabalhou na Ericsson, Oracle, Comverse Technology INC, Amdocs, Inttra, Orga Systems entre outras, onde criou portfólios de serviços e consultoria inovadores gerando milhões de euros em rentabilidade e alto valor agregado aos clientes. Ricardo é autoridade na área de criação de serviços e estratégia de vendas para companhias globais focando em trazer a seus clientes serviços de alto valor agregado e de grande rentabilidade resultando em altos índices de satisfação por parte dos clientes dessas empresas. Fundador da Eglobalis, consultoria em vendas onde auxilia empresas globalmente a gerarem liderança através de melhoria de métodos, estratégias de vendas, criação e entrega de serviços através de consultoria estratégica, workshops, trainings e palestras. Em Dezembro 2013 seu livro será lançado nos países de língua inglesa e em 2014 no Brasil. 
Sobre o autor: www.ricardogulko.com. Para conectar-se use o Linkedin (clique aqui), o Twitter - @RicardoSGulko - ou curta o Facebook da Eglobalis (clique aqui).

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Inspire-se e saia dessa inutilidade ...

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Um bom design tem ótima aparência, sim - mas por que não pode também ter ótimo toque, cheiro e som? 

O designer Jinsop Lee (vencedor do TED Talent Search) compartilha sua teoria de "design dos cinco sentidos", com um gráfico útil e alguns exemplos. 

A esperança dele: inspirar você a ter grandes experiências multi-sensoriais.








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Será que as empresas 
realmente agem conforme afirmam? 
Faça este teste aqui e veja se isto 
acontece realmente sobre o prisma de sua opinião.
Muito bacana mesmo.
Aproveite.


« La publicité est la fleur de la vie contemporaine(...)
c’est la plus chalereuse manifestation de la vitalité
des hommes d’aujourd-hui. »
Blaise Cendrars
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Até parece que o autor dessa ótima frase, que é uma verdadeira ode à propaganda, era publicitário. Não, não era. Blaise Cendrars, grande poeta e romancista francês (1887-1961) era, certamente, um daqueles muitos fãs que a nossa atividade sempre teve entre as grandes celebridades, como o presidente americano F.D. Roosewelt, que certa vez disse: “se eu não fosse político gostaria de ser publicitário...” e muitos outros grandes lideres da humanidade.

Cendrars, expressando seu entendimento sobre a publicidade, se ainda sabemos alguma coisa de francês, vamos tentar traduzir assim: 

“a publicidade é a flor da vida contemporânea e a mais calorosa manifestação de vitalidade dos homens de hoje em dia”.

Se grandes nomes com esses aí de cima falaram tão bem de nossa atividade, por que nós, que tiramos dela o nosso ganha pão, nos empenhamos em falar tão mal? Digo isso, porque ainda ontem, num almoço que reuniu uma grande plêiade de publicitários, ouvi gente dizendo que "não aguenta mais os clientes, os veículos, os colegas de profissão, que esse maldito negócio só lhes traz dor de cabeça e prejuízo financeiro, além de ser hoje uma atividade nada séria" e outras diatribes, próprias dos pessimistas de plantão.

Companheiros de ofício, nossa atividade é séria, honesta, ética, e não teve, como não tem, a menor parcela de culpa em acidentes de percurso como valeriodutos, mensalões, etc.

Vamos refletir sobre os nossos valores, profissionais, éticos, e morais e procurar valorizar ainda mais a atividade de onde tiramos o pão nosso de cada dia?      


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O DigitalWeek ESPM, evento focado nas tendências do marketing digital e e-commerce, ocorreu entre os dias 7 e 9 de agosto. Preparamos aqui um resumo para você do que aconteceu de interessante por lá.

Dia 7
O primeiro dia abrangeu o marketing digital como um todo e dois convidados internacionais marcaram presença: Yulia Smirnova, CEO do CommerceBrain e Pinny Gniwisch, da Sabi. Além deles, estavam presentes Léo Xavier, da Ponto Mobi; Andiara Petterle, da e.Bricks; Renato Blum, da Opice Blum Advogados; Rodrigo Prates, da ADBAT/Tesla; nosso CIO, Leonardo Naressi; Fernando Kimura, da Oracle; e Edmardo Galli, da Ignition One – empresa com a qual a dp6 é parceira. Para maiores informações sobre nossa parceria, entre em contato conosco aqui.

Foram abordados temas relevantes para o mercado, como comportamento do consumidor, estratégias em social media e mobile, usos e práticas em Big Data e alguns cases de modelos de negócios. Além disso, a parte jurídica também teve seu espaço com Renato Blum, da Opice Blum Advogados, e o assunto principal foi a mudança das regras para promoções e concursos culturais. A apresentação dele está disponível neste link.

Na apresentação sobre métricas online do Leonardo Naressi, ele lembrou sobre o papel de olhar as métricas com a inteligência de um analista. Também houve uma demonstração das potencialidades da ferramenta da Ignition One e uma explicação sobre o que é marketing de atribuição pelo Edmardo Galli, além do encerramento com uma boa reflexão sobre inovação com o Fernando Kimura.

Dia 8
O dia 8 girou em torno do Black Friday, onde os palestrantes apresentaram diversos cases e insights para este dia.
Esta data promove o maior evento de vendas na Internet Brasileira. Em 2012, foi o dia de maior faturamento do e-commerce no Brasil, com um total de R$ 217 milhões faturados em 24 horas, valor 117% maior em relação ao ano anterior. A expectativa é que neste ano o faturamento seja de R$ 297 milhões no dia.

Subiram ao palco Pedro Eugênio, CEO da Leadmedia; Francisco Assis, gestor de novos canais da TAM; Alexandre Soncini, Diretor de Vendas e Marketing da Vtex; Arnaldo Borim, gerente de operações de e-commerce das lojas Marisa; Maurício Vargas, presidente do ReclameAqui; Priscila Erthal, da Netshoes; Marina Parmera e Lourival Junior, do Wal.Mart; Wellington Anacleto, da Tiguana; Rubem Razoes, da Hering; Patrícia Soderi, Diretora Comercial da LeadMedia; Mauro Segura, da IBM; Guto Rocha, da Responsys; Eduardo Cereto, do Google; e André Faure, da GameHouse.

Reforçaram e falaram sobre coisas como: a necessidade da organização para evitar a maquiagem dos preços para que essa data não “morra” e que será lançada neste ano uma parceria com o ReclameAqui como canal oficial de reclamações para este dia. Abordaram questões importantes como os desafios encontrados para o dia, como inventário fixo e lucratividade,  e a importância de se preparar para picos de acesso e sobrecarga do sistema. Francisco Assis, da TAM, também comentou sobre os obstáculos que uma empresa de aviação enfrenta para o Black Friday, citando que criam uma série de ações, como antecipação de voos e descontos em serviços, como benefícios para a data.

Outro fato interessante levantado foi que a Amazon aumenta seu faturamento em 1% a cada 100ms de diminuição no carregamento da página. Também lembraram a questão do pagamento, sendo essencial oferecer diversas opções de pagamento para não perder vendas, até como pagar com mais de um cartão, no caso do cliente não ter limite suficiente naquele que utilizou na compra. Além disso, lembraram que o bom atendimento é essencial para aumentar a taxa de recompra após o Black Friday e que a reputação da empresa é um fator mais importante de consideração de compra para o consumidor do que os preços. Dentre as dicas dadas,  citaram que a data é um excelente momento para aumentar a base de cadastrados e que facilitar a compra do cliente, como um pré-cadastro para oferecer compras com apenas 1 clique no dia, ajuda a gerar mais vendas.

Também foi falado sobre o futuro do marketing, onde o budget de tecnologia será maior dentro do marketing do que em própria TI em 2017, mostrando uma tendência de proximidade entre as duas áreas. Comentaram sobre a questão da aquisição, em que se deve pensar ir além da simples conversão e buscar o relacionamento e engajamento do cliente, além de citarem sobre as novas possibilidades de análise do Google Analytics, como o Cost Data Upload em que você pode subir o investimento de campanhas, assim como utilizar dados off-line com o Universal Analytics.

Dia 9
No último dia, deram sequência às palestras Barry Koot, CEO da Digisales; João Pastore, do Facebook; Sandra Turchi, da Digitalents e organizadora do evento; e Beto Tercette, da Agência Social Tag.

Falaram bastante sobre problemas do e-commerce, como a falta de gerenciamento e a relação distante entre a equipe de TI do comercial. Além disso, levantaram a necessidade de se manter um diálogo com todos os stakeholders, como, por exemplo, os atendentes das lojas físicas. Também comentaram sobre o fenômeno do unboxing, em que usuários gravam o momento de se abrir a embalagem de um produto, e da atuação dos showroomers, que pesquisam os preços de produtos no online e nos pontos de venda.

Apresentações
Algumas das apresentações estão disponíveis em http://www2.espm.br/digitalweek.

Fonte: dp6


Lígia Fascioni*

Se uma empresa quer competir de verdade, tudo tem que ter dedo de um designer.

Se você nunca ouviu (ou leu) a expressão “gestão do design”, prepare-se para esbarrar nela freqüentemente nos próximos anos. É que, segundo o filósofo alemão Wolfgang Welsch, “assim como o século XX foi o século da arte, o século XXI será o século do design“.

O termo foi usado pela primeira vez em 1965, quando o governo britânico instituiu uma premiação para empresas que aplicassem uma abordagem integrada para as atividades de design de maneira a contribuir com a qualidade e fosse percebida por todo mundo. Como o prêmio se chamava Presidential Awards for Design Management, a definição ficou valendo. Se bem que uma coisa que nunca entendi é o nome “presidential” num país parlamentarista como a Inglaterra (provavelmente o presidencial em questão era relativo às sociedades promotoras, a Britains´s Royal Society of Arts e o UK´s Design Council).

Aos poucos, com a popularização nas corporações, a gestão do design passou também a denominar um instrumento que auxilia os gestores da empresa a trabalharem com a abordagem de resolução de problemas própria do design: valorizar o projeto, o conceito e a estética. Em outras palavras, trata-se de inserir a cultura do design na empresa e descobrir como essa ferramenta pode torná-la mais competitiva.

Tudo bem, mas como é que isso funciona na prática? Como é que o design pode ajudar a empresa a se diferenciar no mercado? Aha, você deve estar pensando em marcas inovadoras ou linhas arrojadas. Beleza, essa é a parte que mais aparece, mas tem um problema. O primeiro é que linhas arrojadas (seja lá o que isso for), não se aplicam a qualquer empresa. Em segundo, gestão do design é muito mais que isso.

A gestão do design trata justamente de acabar com a história de contratar designers pontualmente, somente para desenvolver uma marca gráfica ou para fazer caixinhas quando o produto já está pronto. A idéia é fazer um diagnóstico e propor inserções estratégicas do design em todas as áreas, atividades, processos, produtos, conceitos, cultura e no que mais for possível. Inocular o design no sangue corporativo, é isso!

Vamos aos exemplos: o design pode auxiliar a encontrar melhores soluções para o ambiente de trabalho/produção e/ou atendimento a clientes com o objetivo de criar o clima psicológico desejado, melhorar o fluxo de circulação de materiais e de pessoas, sinalizar corretamente os espaços, comunicar a filosofia da empresa e reduzir custos (com o aproveitamento de iluminação natural, a escolha adequada de móveis, etc). Já dá para perceber que pode-se aplicar os conceitos tanto em uma papelaria, como em um restaurante a quilo. Mas também serve para uma multinacional de petróleo ou uma empresa de consultoria.

Legal, mas vale lembrar que tudo isso tem que estar consonante com a identidade corporativa da empresa, já que ela é a base de tudo. Se a empresa não conhece sua essência, como vai montar a estratégia?

A coerência deve estar em todo lugar: desde a marca gráfica que deve traduzir com competência os atributos essenciais em todas as aplicações, passando pelo layout da papelaria, as práticas de atendimento e estrutura da informação, o website adequado e funcional, as embalagens sintonizadas com a filosofia da empresa, as apresentações institucionais, e tudo o mais que se possa lembrar. Onde você quiser, dá para encaixar design.

E tem mais: o design pode (e deve) nortear todo o desenvolvimento de novos produtos na empresa, desde o período embrionário até o ciclo de vida ser completado com o descarte. A escolha de materiais, a tradução do posicionamento da empresa, as técnicas de fabricação, o comportamento do consumidor, as funcionalidades, as inovações, as informações. Tudo tem que ter dedo de designer, se a empresa quer entrar para valer na competição.

Legal, né? Só não consigo entender porque é que isso nem sequer é citado nas faculdades de administração, para ficar só no pessoal diretamente interessado nos resultados. E tem uma coisa pior: as faculdades de design formam designers gráficos, designers de produtos, designers de moda, webdesigners e outros que tais. Mas quem integra tudo isso numa empresa? Quem faz a gestão estratégica do design? Onde se formam os gestores de design? Que eu saiba, no Brasil só há cursos de pós-graduação na área. Mas o pessoal que sai da faculdade acaba entrando no mercado sem muita noção de gestão. Resultado: designers se acham incompreendidos e gestores se sentem irritados.

Pois é, o grande desafio agora é formar muitos e excelentes gestores do design e contar ao empresariado sobre a existência e a importância estratégica desses profissionais.

A coisa vai meio devagar, mas eu, pelo menos, estou fazendo minha parte…

*Lígia Fascioni é engenheira eletricista e caiu de amores pelo design. Escreve semanalmente no Acontecendo Aqui, especializado em comunicação e marketing. Também é titular do blog DNA Corporativo no portal da revista Amanhã Economia e Negócios.
Atua profissionalmente como consultora e palestrante, além de ministrar aulas em cursos de graduação e pós-graduação em Marketing e Design. Publicou “Quem sua empresa pensa que é?” (2006, Ed. Ciência Moderna) , “O design do designer” (2007, Ed. Ciência Moderna), “Atitude profissional: dicas para quem está começando” (2009, Ed. Ciência Moderna) e “DNA Empresarial: identidade corporativa como referência estratégica” (2010, Ed. Ciência Integrare), entre outros livros.


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As expectativas desempenham papel importante e muitas vezes determinante na hora das decisões de natureza econômica. Pessoas, na condição de consumidores, e empresários nas suas decisões de produzir e investir estão sujeitos a influências do ambiente  que se forma ao redor. Indivíduos e empresários constroem a todo o momento percepções e avaliações que carregam influências do passado mais recente e um certo consenso acerca do futuro. Assim, podemos ter momentos em que as expectativas apontam para uma situação esperada no futuro melhor do que no passado. Ou, ao contrário, quando o sentimento que predomina é de que as coisas tendem a piorar. É quando as expectativas estão em baixa.

Essa construção de expectativas no coletivo é resultante de um certo consenso em torno de opiniões que se formam no dia a dia. Certos eventos ou informações expostas ao público muitas vezes se transformam em fonte para a formação de  opiniões. Assim, podemos nos deparar com opiniões consensuadas que apontam para expectativas positivas. Ou, ao contrário, para expectativas negativas. O problema é que do ponto de vista do comportamento econômico – de indivíduos e empresários, mas mais de empresários – essas expectativas tem uma carga genética de auto-realização. Isto é, a simples expectativa de que as coisas vão piorar acaba ajudando a piorar “as coisas”.

É um pouco o que está acontecendo agora. Há um ar de desconfiança na situação presente que contamina as percepções e visões do futuro mais próximo. E como a dinâmica econômica geral  é ditada predominantemente pela lógica das decisões de investimentos privados, e são estes os mais sensíveis às oscilações de expectativas, é razoável admitir que o “clima geral” aponta para a adoção de estratégias de maior cautela e não de aceleração e ousadias.

Como dizia Keynes, talvez o maior economista do século XX, o “futuro nunca se parece com o passado”, pois a todo instante se estará diante de cenários diferentes, modificados por decisões simultâneas ou não, e na maioria  interdependentes. Cada uma delas, ou conjunto delas, com algum poder maior ou menor de influência sobre as expectativas. Mas, é também do próprio Keynes a avaliação de que em situações de grande incerteza,   o futuro não consegue descolar do passado. Isto é, diante de incertezas fortes o mais razoável  é fiar-se na experiência do passado. É aquela história de não se cometer os erros do passado.

Podemos ter uma ideia aproximada sobre o “humor” econômico de indivíduos e empresários em relação ao momento presente e às expectativas, por exemplo,  através de pesquisas de opinião. A FGV- Fundação Getúlio Vargas calcula mensalmente o grau de confiança de diferentes categorias de empresários e também de consumidores. O mesmo faz o Instituto Futuro, no Espírito Santo, em relação à confiança do consumidor. No caso da FGV, temos indicadores de confiança para a indústria, comércio, serviços e consumidores.

Nos últimos dois meses todos esses indicadores apresentaram queda. E mais, todos eles puxados fortemente pelas expectativas, e alguns se situando em níveis que quase chegam ao pior desempenho na série histórica,  registrado em 2009, no auge da crise global. No caso do Espírito Santo, o  ICC – Índice de Confiança do Consumidor da Grande Vitória, do Instituto Futura, chegou bem próximo à sua menor pontuação da série, julho de 2008,  com 87 pontos de uma escala de partida que começa em 100. Em junho de 2013 o ICC-GV  atingiu 89. O ponto mais alto da série no período pós-crise ocorreu em novembro de 2010, chegando a 113 pontos. Naquele momento estávamos em processo de recuperação de uma queda forte em 2009.

Os índices de confiança no futuro calculados pela FGV também apresentaram queda acentuada entre os meses de junho e julho. O ICI – Índice de Confiança da Indústria, na dimensão expectativas, caiu 5%.  O mesmo acontecendo com o Índice de Confiança do Comércio, com queda de 2,6%. No setor de serviços a avaliação do futuro é ainda pior, com queda de 6,5%.  Os consumidores também não andam muito satisfeitos segundo o ICC – Índice de Confiança do Consumidor da FGV: Atingiu o menor nível desde maio de 2009,  uma queda de 4,1% entre junho e julho.

Esses números podem estar sendo influenciados pelos acontecimentos mais recentes de protestos. Mesmo assim, se os números estão efetivamente refletindo a realidade,  parece que há um consenso de opiniões em relação às expectativas: o “humor geral” não é de provocar sorrisos, mas sim preocupações.

*Orlando Caliman é Diretor Técnico da Futura Pesquisa. caliman@futuranet.ws




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