segunda-feira, 6 de maio de 2013

Tente passar pelo que estamos passando.

Nestlé começa a mostrar 
seu lado nefasto e o 
que tem nas mangas



Na Hungria havia uma fábrica de chocolates, que vendia para o mercado interno e exportava para os países vizinhos e todo o Leste Europeu.

A Nestlé comprou a fábrica, botou todos os funcionários no olho da rua, demoliu as instalações e saiu do país.

A Nestlé não quer concorrência. Se houver...

No Rio de Janeiro se compravam nas praias os sorvetes DaFruta, de sabor inigualável...

Forte concorrente aos sorvetes da Kibon|Nestlé, que sentiu os efeitos.

Até que a Nestlé comprou a fábrica e a DaFruta saiu do mercado. E das praias cariocas.

Não mais os deliciosos sorvetes concorrentes... com outro nome, que fosse.

A concorrência que imprimem é perversa e cruel, bruta e seca. Só enxergam cifrões.

Capitalismo selvagem.

Nestlé mata Água Mineral São Lourenço (As águas turvas da Nestlé).

Há alguns anos a Nestlé vem utilizando os poços de água mineral de São Lourenço para fabricar a água marca PureLife.

Diversas organizações da cidade vêm combatendo a prática, por muitas razões.

As águas minerais, de propriedades medicinais e baixo custo, eram um eficiente e barato tratamento médico para diversas doenças, que entrou em desuso, a partir dos anos 50, pela maciça campanha dos laboratórios farmacêuticos para vender suas fórmulas químicas através dos médicos. Mas o poder dessas águas permanece. Médicos da região, por exemplo, curam a anemia das crianças de baixa renda apenas com água ferruginosa.

Para fabricar a PureLife, a Nestlé, sem estudos sérios de riscos à saúde, desmineraliza a água e acrescenta sais minerais de sua patente. A desmineralização de água é proibida pela Constituição.

Cientistas europeus afirmam que nesse processo a Nestlé desestabiliza a água e acrescenta sais minerais para fechar a reação. Em outras palavras, a PureLife é uma água química. A Nestlé está faturando em cima de um bem comum, a água, além de está-lo esgotando, por não obedecer às normas de restrição de impacto ambiental, expondo a saúde da população a riscos desconhecidos. O ritmo de bombeamento da Nestlé está acima do permitido.

Troca de dutos na presença de fiscais é rotina. O terreno do Parque das Águas de São Lourenço está afundando devido ao comprometimento dos lençóis subterrâneos. A extração em níveis além do aceito está comprometendo os poços minerais, cujas águas têm um lento processo de formação. Dois poços já secaram. Toda a região do sul de Minas é afetada, inclusive estâncias minerais de outras localidades.

Durante anos a Nestlé vinha operando, sem licença estadual. E finalmente obteve essa licença no início de 2004.

Um dos brasileiros atuantes no movimento de defesa das águas de São Lourenço, Franklin Frederick, após anos de tentativas frustradas junto ao governo e à imprensa para combater o problema, conseguiu apoio, na Suíça, para interpelar a empresa criminosa. A Igreja Reformista, a Igreja Católica, Grupos Socialistas e a ONG verde ATTAC uniram esforços contra a Nestlé, que já havia tentado a mesma prática na Suíça.

Em janeiro deste ano, graças ao apoio desses grupos, Franklin conseguiu interpelar pessoalmente, e em público, o presidente mundial do Grupo Nestlé. Este, irritado, respondeu que mandaria fechar imediatamente a fábrica da Nestlé em São Lourenço. No dia seguinte, no entanto, o governo de Minas (PSDB), baixou portaria regulamentando a atividade da Nestlé. Ao invés de aplicar multas, deu-lhe uma autorização, mesmo ferindo a legislação federal. Sem aproveitar o apoio internacional para o caso, apoiou uma corporação privada de histórico duvidoso.

Se a grande imprensa brasileira, misteriosa e sistematicamente vem ignorando o caso, o mesmo não ocorre na Europa, onde o assunto foi publicado em jornais de vários países, além de duas matérias de meia hora na televisão. Em uma dessas matérias, o vereador Cássio Mendes, do PT de São Lourenço, envolvido na batalha contra a criminosa Nestlé, reclama que sofreu pressões do Governo Federal (PT), para calar a boca. Teria sido avisado de que o pessoal da Nestlé apoia o Programa Fome Zero e não está gostando do barulho em São Lourenço.

Diga-se também que a relação espúria da Nestlé com o Fome Zero é outro caso sinistro. A empresa, como estratégia de marketing, incentiva os consumidores a comprar seus produtos, alegando que reverte lucros para o Fome Zero. E qual é a real participação da Nestlé no programa? A contratação de agentes e, parece, também fornecendo o treinamento.

Sim, é a mesma famosa Nestlé, que tem sido há décadas alvo internacional de denúncias de propaganda mentirosa, enganando mães pobres e educadores, para substituir leite materno por produtos Nestlé, em um dos maiores crimes contra a humanidade.

A vendedora de leites e papinhas "substitutos" estaria envolvida com o treinamento dos agentes brasileiros do Fome Zero, recolhendo informações e gerando lucros e publicidade nas duas pontas do programa: compradores desejosos de colaborar e famintos carentes de comida e informação. Mais preocupante: o Governo Federal anuncia que irá alterar a legislação, permitindo a desmineralização "parcial" das águas. O que é isso? Como será regulamentado?

Se a Nestlé vinha bombeando água além do permitido e a fiscalização nada fez, como irão fiscalizar agora a tal desmineralização "parcial"? Além do que, "parcial" ou "integral", a desmineralização é combatida por cientistas e pesquisadores de todo o mundo. E por que alterar a legislação em um item que apenas interessa à Nestlé? O que nós, cidadãos, ganhamos com isso?

É simples.

Sabemos que outras empresas, como a Coca-Cola, estão no mesmo caminho da Nestlé, adquirindo terrenos em importantes áreas de fontes de água. É para essas empresas que o governo governa? Uma vergonha!!!

Colabore. Transmita estas informações para outras pessoas e não consuma o que prejudica a saúde.

Mais informações sobre o caso Nestlé no http://www.circuitodasaguas.org



Campanha agressiva contra 
a censura no mundo



A organização internacional sem fins lucrativos Repórteres Sem Fronteiras (Reporters Without Borders) lançou uma campanha de mídia impressa em homenagem ao Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que foi comemorado na última sexta-feira (03.maio)ontem. Sem celebração, os anúncios são agressivos e contestam a tirania que não permite o livre trabalho dos jornalistas (não só em países governados por ditadores, diga-se de passagem).

Criados em parceria com a BETC, de Paris, os cartazes fazem uma crítica a alguns dos principais governantes do mundo, que, por meio de suas decisões políticas, prejudicam o livre exercício do jornalismo.

Veiculados em estações de metrô de Paris, os cartazes apresentam líderes como Kim Jong-un, Vladmir Putin e Mahmoud Ahmadinejad, líderes da Coreia do Norte, da Rússia e do Irã, respectivamente,  fazendo gestos obscenos - que representam a forma como eles (e outros) tratam a Imprensa no mundo todo.

Fonte: propmark



A luta pela liberdade de expressão online

Lançado pela Repórteres Sem Fronteiras (Reporters Without Borders), em 2008, o Dia Mundial Contra a Cyber-Censura - censura na internet - (em 12 de março de 2011) objetiva reunir todos em prol de uma única Internet sem restrições e acessível a todos.

A luta pela liberdade de expressão online é mais essencial do que nunca. Com a criação de novos espaços para a troca de idéias e informações, a Internet é uma força para a liberdade. Em países onde os meios de comunicação tradicionais são controlados pelo governo, a única notícia e informação independente podem ser encontrados na Internet, que se tornou um fórum de discussão e um refúgio para aqueles que querem expressar suas opiniões livremente.

No entanto, mais e mais governos já perceberam isso e estão reagindo, tentando controlar a Internet. Nunca tantos países foram afetados por algum tipo de censura online, se prisões ou perseguições de internautas, vigilância on-line, bloqueio de sites ou a adoção de leis repressivas Internet. Internautas estão sendo alvo de represálias do governo. Cerca de 117 deles estão atualmente detidos por expressar as suas opiniões livremente na Internet, principalmente na China, Irã e Vietnã.

Dia Mundial Contra a Cyber-Censura prestou homenagem a eles e sua luta pela liberdade na internet. Repórteres Sem Fronteiras marcou a ocasião, emitindo a sua mais recente lista de “Inimigos da Internet”, que hoje reproduzo.

RSF produziu um bom site , um relatório (pdf) e um mapa bastante interessante destacando não só os ” inimigos da Internet “(que são muito fáceis de adivinhar), mas também” países sob vigilância “. E lá é uma má notícia para a Europa: Pela primeira vez, um estado-membro da UE tornou-se na categoria «vigilância»: Então, parabéns França - infelizmente, não é uma grande surpresa, dada a três franceses legislação greves. No entanto, é um lembrete oportuno de que a censura à internet também é um problema na Europa!

Inimigos da Internet : Burma, China, Cuba, Irã, Coréia do Norte, Arábia Saudita, Síria, Turcomenistão, Uzbequistão e Vietnã
Países “sob vigilância”: Austrália, Bahrein, Belarus, Egito, Eritreia, França, Líbia, Malásia, Rússia, Coreia do Sul, Sri Lanka, Tailândia, Tunísia, Turquia, Emirados Árabes Unidos e Venezuela.

Fonte: Kosmopolito




Conar pune comercial erótico de cerveja

A reunião mais recente do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) resultou em duas advertências punindo anunciantes que combinaram o ambiente online e tom erótico em suas campanhas. A mais “caliente” é a da Conti Bier, protagonizada pela atriz de filmes adultos Vivi Fernandez. Ela interage com a nova embalagem da bebida e a sonoplastia, somada à atuação de Vivi, confere ares eróticos ao comercial. 
Confira no link  

A outra campanha, também de mau gosto e apelo erótico vagabundo é das piscinas Igui. Garotos aparecem brincando na piscina e, ao deparar com duas garotas mais velhas, eles simulam um afogamento. A garota, então, se prepara para fazer respiração boca a boca - mas é impedida pela amiga, que nota a armação. O anunciante foi advertido pela campanha e informou que está providenciando a substituição do comercial. 
Confira no link



A distribuição de renda no Brasil




O Brasil faz uma importante correção 
de rumos, mas ainda precisa privilegiar 
o futuro em veza do passado, 
investindo mais na educação


É fácil ser pessimista com relação à Educação no Brasil. Diariamente ouvimos histórias da falta de recursos e do descaso. Para piorar, os resultados dos estudantes brasileiros em exames internacionais são razão de vergonha nacional. No exame PISA (Program for International Student Assessment) de 2009, a educação brasileira ficou em 53º lugar entre 65 países, atrás de Trinidad e Tobago.

Entretanto, há cerca de 20 anos, iniciamos no Brasil uma despercebida correção de nossas maiores mazelas educacionais, que deve se acelerar ao longo das próximas décadas. Nos anos 90, começou um processo de inclusão educacional, com a universalização do acesso à educação básica, a elevação da escolaridade média e a expansão do acesso à universidade.

O número de universitários no País passou de 1,5 milhão em 1990 para 3,5 milhões em 2000 e para 6,5 milhões em 2010. O problema é que este avanço no acesso à educação deteriora os indicadores de qualidade do ensino. A população brasileira ficou mais educada, mas o nível médio do estudante universitário, refletido nos exames, piorou à medida que estudantes menos preparados passaram a ingressar nas faculdades. Quando comparamos a nota média dos alunos de 2000 com a média dos estudantes em 2010, desconsideramos que, dez anos antes, três milhões deles nem sequer chegavam à faculdade. Uma fotografia mais fidedigna da evolução da qualidade apareceria se comparássemos apenas as notas dos 3,5 milhões dos melhores alunos de hoje com as dos 3,5 milhões de dez anos antes.

A verdade é que a expansão do acesso à universidade ainda tem de progredir muito nas próximas décadas. Apesar de todo o avanço em inclusão nos últimos 20 anos, ainda hoje apenas um de cada cinco jovens brasileiros chega à universidade.

Também a qualidade de nossa educação vai melhorar gradualmente nas próximas décadas, por duas razões.

A primeira é um sustentado aumento dos investimentos públicos em Educação, possibilitado pelo forte crescimento econômico e consequente elevação da arrecadação de impostos. De 2005 a 2010, os gastos do governo com educação passaram de 3,9% para 5,4% do PIB e devem atingir 7,0% do PIB em 2014.

A segunda razão é demográfica. Com a forte queda da taxa de natalidade nas últimas décadas, o número de crianças e jovens em idade escolar e universitária cairá nas próximas décadas. Com mais recursos e menos alunos, o investimento por aluno aumentará consideravelmente, o que - salvo total desperdício do dinheiro gasto - deve resultar em melhor qualidade de ensino.

Tudo resolvido então? Claro que não. Precisamos acelerar muito a inclusão e a qualidade de nossa Educação. A Coreia, país mais bem colocado no exame PISA (Xangai ficou em primeiro lugar, mas não foi apurada uma média para toda a China), mostra o caminho.

Há 30 anos, a renda per capita na Coreia era similar à brasileira; hoje ela é duas vezes maior. Não por acaso. Na Coreia, para cada R$ 1 que o governo gasta com crianças de até 15 anos, ele gasta R$ 0,80 com aqueles com mais de 65 anos. Como consequência, os coreanos são líderes em qualidade de ensino e mais de 60% dos jovens coreanos chegam à universidade.

No Brasil, para cada R$ 1 de gasto público com crianças, são gastos R$ 10 com idosos.
A Coreia escolheu investir no futuro. O Brasil, no passado.

Ricardo Amorim é jornalista


A revolução digital apenas começou



Isso foi antes do lançamento do iPad e da popularização dos smartphones, que deram nova leitura ao termo Conectado.

Para essa turminha nascida no século 21, é mais difícil explicar o passado sem internet do que as novidades que chegam com o futuro. Para eles,estar conectado não é mais estar à frente de um computador. Os dispositivos digitais móveis vão com eles, e termos como tabletsmartphoneGPS, App e tantos outros são absolutamente parte de seu dia-a-dia.

Agora, os primeiros oriundos dessa turma já estão adolescentes e têm muitas ideias a respeito de suas carreiras e de suas vidas pessoais.

Essa moçada é que vai transformar de vez o mundo em que vivemos. Por não estarem presos a paradigmas analógicos, por serem seres multitarefas e multidispositivos, para eles a utilidade das soluções digitais é imensamente mais importante do que os dispositivos.

Por exemplo, comunicar-se com um amigo pode começar no celular por voz, mudar para conversa com imagem, seguir na TV grande enquanto ambos assistem a um mesmo filme em lugares diferentes, comentando-o através de uma rede social que pode ser acessada por um tablet ou mesmo por uma janela da telona.

Os apelos para o consumo não funcionarão direito apenas através de meios de comunicação de massa. Eles dependerão também de estímulos individualizados ou, no máximo, voltados a pequenos grupos. E esses jovens também saberão fazer esses apelos em suas artes profissionais.

Não por acaso, o número de jovens empreendedores -aí contados apenas os menores de 14 anos- vem crescendo a taxas exponenciais nos últimos 5 anos. E existem centenas de exemplos de empresas nascentes criadas por esses muito jovens, que recebem investimentos de mais de um milhão de dólares antes do seu segundo ano de vida .

A escola também começa a passar por profundas transformações, esgotado o modelo de transmissão do conhecimento de modo unilateral professor/aluno. Ensino de qualidade, denso, veloz e voltado às necessidades de cada um parece ser o rumo.

Nesse cenário, o vetor de transformação é a demografia, com a crescente inserção dessa nova geração no mercado. Os dispositivos já existem, seguem evoluindo rapidamente, mas a forma de utilizá-los plenamente é que vai criar a verdadeira revolução digital. E ela será levada a cabo por esses jovens que já nasceram conectados.

Eduardo Guy de Manoel é diretor da Sigma Dataserv





Um novo conceito de comunicação



O CCO da Leo Burnett Worldwide, Mark Tutssel foi a Miami, onde participou do Fiap 2013 como palestrante, para apresentar um novo conceito de comunicação, que pode ser considerado um novo passo para o principal adotado pela rede, “Humankind” - o qual destaque que a criatividade tem o poder de transformar o comportamento humano.

Baseado na evolução do mercado e na forma de agir do público, Tutssel apresentou quatro tópicos que forma o que a Leo chama de “Criatividade sem fronteiras”. “Estamos em um momento ‘zeitgeist’. As marcas não estão mais competindo entre elas, mas sim com a cultura pop como um todo”, enfatizou, citando sucessos como os de “Gangnam Style”, do sul-coreano Psy, e o fenômeno Harlem Shake. “O mundo está nos forçando a nos reinventar. Acho que a ‘Criatividade sem fronteiras’ pode ser definida pela ideia navegando sem barreiras de plataformas, alimentando as necessidades da sociedade. Essa combinação de velocidade, tecnologia e globalização está nos levando a uma nova era”, acrescentou.

O primeiro tópico da nova teoria de Tutssel é o da “Fluidez cultural”. “Hoje, qualquer conteúdo que criamos pode acabar sendo disseminado globalmente. É importante que ele transcenda línguas e outras barreiras”, destacou, citando cases como o comercial “Emma”, da Leo Burnett Paris para a marca de papel higiênico Le Trèfle; “Retratos da real beleza”, da Ogilvy Brasil para Dove; e “GPS para perder-se”, da Leo Buenos Aires para Jeep.

Outro ponto levantado é o da “Democratização da criatividade”. “Os canais e formas de produção estão ao alcance das massas. Isso significa que nossa competição não é só com outras agências, mas com toda a humanidade”, alerta.

O terceiro ponto é o e estar “Sempre on”. “As mídias sociais geraram a possibilidade e muitas vezes a necessidade de gerar engajamento e respostas em realtime”, contextualizou Tutssel, lembrando os tweets de oportunidade publicados durante a última edição do Super Bowl, durante o blecaute temporário que interrompeu o jogo. “A criatividade é um trabalho em progresso permanente”, complementou.

Para complementar, o quarto tópico da teoria da “Criatividade sem fronteiras” foi o da “Colaboração global”. “Temos que aproveitar as ferramentas de contato com o mundo todo - ou, no nosso caso, por exemplo, a força de uma rede global. Lembrem-se: o mundo que criamos hoje é uma tela branca sem fim, sem barreiras”, concluiu.

Fonte: propmark

COMENTÁRIO
Legal, como se o cotidiano da imensa maioria das agências de publicidade do mundo fosse igual ao de uma rede multinacional. Não existe comunicação que funcione igualmente bem no mundo todo, simplesmente porque nenhuma mensagem serve para todo mundo, como já ensinava David Ogilvy.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Nada é maior do que ...

Primeiro-ministro britânico vai de metrô


O primeiro ministro britânico, David Cameron, desloca-se de metrô,
em Londres e, neste dia, não encontrou sequer lugar sentado.
Partilhem se acham que no Brasil os políticos deviam seguir 
o mesmo exemplo e digam: já encontraram algum 
ministro Brasileiro no metrô? 
Ou no ônibus?
Sózinho, sem ser em campanha e 
acompanhados de dezenas de seguranças e assessores.



Nokia tira sarro da Apple 
e Samsung em comercial


O novo comercial do Nokia Lumia 920s, smartphone com Windows Phone, lançado nesta segunda-feira, 29, tira sarro da eterna briga entre Apple e Samsung. O vídeo ridiculariza algumas das principais funções dos rivais e ressalta o Nokia Lumia como opção.

O filme, que se passa num casamento, mostra um rapaz dando um passo à frente para fotografar o evento. Um usuário de iPhone, nervoso com a situação, pede para que o rapaz tire seu “telefone enorme” da frente para que ele também fotografe a cerimônia.

“Você quis dizer o enorme e maravilhoso Galaxy?”, responde outro fã da Samsung encostando seu aparelho no telefone do colega, aparentando uma troca rápida de arquivos. Na sequência, uma mulher de meia-idade tira sarro da tecnologia, como se ela fosse a única função diferente do telefone. “Você não é um pouco jovem para usar oiPhone?”, ironiza outro fã da Samsung. Pronto, a confusão está armada.

Entre socos, pontapés, voos dignos de Matrix e um senhor tentando procurar por “Caratê” com a ajuda de seu iPhone, mas “tropeçando” no que a Siri entende, dois garçons terminam o vídeo perguntando: Será que eles parariam de brigar se conhecessem o Nokia Lumia 920?

Não é a primeira vez que a Nokia tira sarro da Apple. Veja aqui outro anúncio faz piada com a empresa da maçã.

Em números de vendas, se analisado o primeiro trimestre de 2013, a Nokia vendeu 5 milhões de smartphones. A Apple comercializou 37 milhões de iPhones e a Samsung distribuiu aproximadamente 70 milhões de celulares inteligentes.

Fonte: AdNews


91 Rock apresenta: 
91 Rock Clock. 
O despertador que acorda 
você como um rockstar




Keep walking south Africa

Comercial “Strider”, criado pela King James, da cidade do Cabo, para Johnnie Walker.
O filme apresenta a assinatura: “Keep Walking South Africa“.




Sorrell salienta a importância 
dos mercados emergentes


Com o tema “O poder dos hispânicos e da América Latina no marketing e criatividade”, o Fiap 2013 (Festival Ibero-americano de Publicidade) começou nesta segunda-feira (29), em Miami, com a conferência de abertura do CEO do WPP, Martin Sorrell. Em sua apresentação, o executivo falou exatamente sobre a importância crescente dos mercados emergentes, como a América Latina. Sorrell apresentou a palestra “Marketing hispânico – mitos e oportunidades”, ressaltando que a Copa do Mundo e as Olimpíadas, que acontecerão no Brasil em 2014 e 2016, respectivamente, mudarão o modo como o mundo enxerga o país e a América Latina.

O executivo abriu uma série de estatísticas do WPP, como a de que os mercados em rápido crescimento já representam entre 35% e 40% dos negócios do grupo, assim como os negócios relativos às novas mídias. Segundo Sorrell, a busca por insights junto aos consumidores, bem como a aplicação dos dados e da tecnologia a serviço da publicidade é um dos focos do WPP. Outra prioridade é a “horizontalidade”, cuja palavra ele considera horrível, mas 0 objetivo é “encorajar nossos profissionais a trabalhar juntos em benefício dos clientes”.

Outro dado interessante apresentado pelo CEO do WPP é de que, entre 2000 e 2010, a população hispânica cresceu quatro vezes mais do que o restante. Segundo dados de mercado, os hispânicos nos Estados Unidos gastam mais tempo com seus smartphones do que os não-hispânicos: 4.1 horas contra 3.6 horas. Para ele, existe um “um novo mainstream”. “Muitos desses números me surpreenderam. O mercado hispânico nos Estados Unidos representa oportunidades crescentes”, afirmou Sorrell.

O CEO do WPP lembrou também que as duas eleições de Barack Obama para a presidência dos EUA foram bem-sucedidas porque “eles entenderam que a demografia no país mudou”, referindo-se à população hispânica. Por fim, Sorrell ressaltou que os latino-americanos, os afro-americanos e os hispânicos devem ser cada vez mais lembrados nas estratégias de marketing dos anunciantes. Hoje, o WPP conta com 165 mil profissionais, três mil escritórios em 110 países.

Fonte: propmark



Itaipava entra em Porta dos Fundos


Canal de humor ganha patrocínio da marca de cerveja, que fará ações de product placement nos vídeos Com mais de 2,8 milhões de usuários inscritos, o canal de humor Porta dos Fundos vêm se tornando, além de um grande sucesso de audiência, uma requisitada plataforma de mídia. A partir desta segunda-feira, 29, a cerveja Itaipava se tornou patrocinadora do canal e terá ações de product placement nos vídeos humorísticos.

A parceria entre Itaipava e o canal, que é de propriedade de Antonio Tabet, João Vicente de Castro, Fabio Porchat, Gregório Duvivier e Ian SBF, foi articulada pela Y&R, agência responsável pela conta de Itaipava. A estreia do novo patrocinador aconteceu no vídeo ‘Já Volto’, que já está no ar. A produção mostra a cômica situação de um marido que, depois de ter enganado a esposa com a velha conversa de que iria comprar cigarros e já retornava, decide voltar para casa após dois anos e encontra a mulher casada com outro rapaz. Nas cenas, o novo marido aparece bebendo a cerveja Itaipava. Veja o vídeo:


Fiat
Além de Itaipava, outras marcas também já estão aproveitando o potencial do Porta dos Fundos como plataforma de mídia. Recentemente, a Fiat escolheu o canal de humor para uma campanha comemorativa de seus onze anos na liderança de vendas no Brasil. Veja um dos filmes:


Spoleto

Logo que o Porta dos Fundos começou a ganhar fama, um outro anunciante decidiu aproveitar a exibição, mas pegando o embalo de uma própria brincadeira que o canal de humor tinha feito. Para mostrar a suposta má qualidade do atendimento na rede de fast food e restaurantes Spoleto, o Porta dos Fundos fez um vídeo fazendo uma alusão clara à marca. Com bom humor, o Spoleto utilizou os humoristas para dar uma resposta à brincadeira. Confira:


Fonte: Meio&Mensagem

Em 2012 supermercados 
faturaram R$ 242,9 bi


De acordo com o Ranking Abras 2013, o setor teve crescimento nominal de 8,3%

O setor supermercadista encerrou o exercício 2012 com um faturamento total de R$ 242,9 bilhões, número que representa 8,3% de crescimento nominal e 2,3% de alta real sobre os R$ 224,3 bilhões auferidos em 2011. Ao considerar também o desempenho do cash & carry, o chamado atacarejo, o resultado do mercado melhora: faturamento de R$ 286,2 bilhões, com alta nominal de 9,5% e real de 3,5%.

Já no primeiro trimestre do ano o setor acumula crescimento real de 3,53%, impulsionado pelas vendas da Páscoa. Os dados foram apresentados pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) na segunda-feira 29 durante a apresentação da pesquisa Ranking Abras 2013. Realizado há 36 anos em parceria com a Nielsen Brasil, o levantamento ouviu 710 empresas varejistas para a edição 2013.

As cinco primeiras posições do ranking permaneceram inalteradas. A Companhia Brasileira de Distribuição (Grupo Pão de Açúcar) segue na liderança com faturamento bruto de R$ 57,2 bilhões, seguida pelo Carrefour (R$ 31,4 bilhões) e pelo Walmart (R$ 25,9 bilhões). Fecham o Top 5 Cencosud (R$ 9,7 bilhões) e Zaffari (R$ 3,3 bilhões).



A ressurreição da marca corporativa

Após décadas com foco em produtos, o marketing se volta à história dos pais
Por John Marshall e Rick Wise, para o Advertising Age(*)

Depois de duas décadas dos anunciantes dedicando a maioria de seus recursos fiscais e criativos a produtos individualmente, vemos um rápido crescimento do foco em contar uma história em nível corporativo. As grandes empresas, em B2B ou B2C, estão avançando na construção de suas marcas corporativas.

A Procter &Gamble é a mais recente campeã em elaborar e contar a história dos pais, começando com a campanha dos Jogos Olímpicos de 2010 - “Patrocinadora orgulhosa das mães”. Um conteúdo longo para deixar sua marca corporativa ser definida por um punhado de marcas de seu potente portfolio de produtos domésticos como Tide e Pampers; o posicionamento de 34 das marcas P&G sob o guarda-chuva corporativo foi inédito para a companhia. Foi a maior campanha corporativa da companhia em todos os tempos e a primeira veiculada globalmente.

Além da P&G, uma série de fabricantes de produtos de consumo, como Unilever e a SC Johnson intensificaram a visibilidade de seus logos corporativos, slogans e mensagens. Mesmo a líder em marketing de produto Coca-Cola tem enfatizado a história de sua marca ancestral com um novo site corporativo que fala sobre o impacto de todas as suas marcas, focando nos valores e missão da entidade que as une.

No entanto, a transição no sentido de tratar da companhia-mãe é maior que os bens de consumo e aplicável a múltiplas indústrias. ExxonMobil, Dow, Google e IBM - para nomear somente algumas poucas – todas têm elevado o número de mensagens para tratar de sua história corporativa unificadora. De fato, dados da Kantar Media mostram que a quantidade de dólares investidos em publicidade corporativa subiu 17% em 2012 versus apenas 3% para o gasto total.

A tendência se aplica quando a estrutura corporativa é uma “marca-mãe”, como a P&G ou a General Motors; uma estrutura “assimétrica”, como a Johnson & Gamp; Johnson ou Bank of America, na qual a marca original compartilha identidade com uma das unidades de negócio; ou uma estrutura de “marca mestre”, como a GE ou a IBM. Google, uma estrutura assimétrica, aumentou a ênfase em comunicar a história total assim como aumentar o uso do nome original para melhor unificar seus diversos serviços, por exemplo, ao mudar o Froogle para Google Shopping. A nova identidade de marca da Microsoft foi desenhada para melhor conectar visualmente suas ofertas distintas, como Surface, Windows, Bing e outras, unindo-as como parte de uma matriz mais coerente. Líderes estilo “marcas mestres”, como IBM e GE, também estão continuamente investindo em uma única histórica em nível corporativo.

Por que o novo foco? Pessoas importam tanto quanto produtos. No ambiente atual radicalmente transparente dos negócios, entender a integridade de uma companhia, valores e, mais importante, intenções importa mais do que nunca. Para os consumidores, o propósito da companhia pode frequentemente ser tão importante quanto a performance dos produtos dela. Para os funcionários, há uma necessidade em elevação de uma marca corporativa que os conecte.

Visível como nunca antes em nossas esferas profissional e social, aquilo que nossa companhia representa pode ser um sinal público tão importante do que nós somos como o carro em nossa garagem ou o relógio em nosso pulso. Para a população geral, onde a informação está sempre na ponta dos nossos dedos, divisões ou marcas de empresas não podem mais ser facilmente separada em silos ou blindadas. As corporações precisam construir um reservatório de boa vontade com a marca que possa servir como um amortecedor se uma crise acontecer. E para a comunidade investidora, na era de Jim Cramer e CNBC, uma marca mãe poderosa pode enviar sinais claros a uma base investidora que é cada vez mais diversa. De fato, para investidores institucionais que agora pesquisam um campo de atuação global crescente para a melhor história de investimento, uma direção de marca corporativa clara, assim como determinar balizas é um importante significante.

Como construir a marca corporativa? A mensagem precisa:

1. Ser proprietária desde o topo. As marcas corporativas de hoje são mais bem vistas como uma ferramenta de gerenciamento estratégico, em oposição a apenas esforços de comunicação corporativa.

2. Estar enraizada não apenas na história única de sua marca, mas na experiência que você cria. Uma experiência única – aquela que possa ecoar em mídia gerada pelo consumidor – é tão importante na construção da imagem corporativa quanto a história que você transmite.

3. Celebrar a personalidade da companhia mãe. Uma grande marca “corporativa” hoje não é uma marca institucional; ela necessita de uma voz humana vital e acessível.

4. Unifique sua base de funcionários dos diferentes negócios em torno de um propósito comum. O foco hoje deve ser tanto interno quanto externo; líderes de marketing corporativo precisam atuar em conjunto com seu RH, parceiros de comunicação e negócios para fornecer a eles ferramentas poderosas e abordagens para conquistar os corações e mentes do funcionário, para inspirá-lo a saber e passar adiante a história completa da marca da empresa.

O imperativo é claro: é tempo, novamente, de gerenciar proativamente sua marca corporativa, ou correr o risco de outros fazerem isso por você.


* Tradução: Roseani Rocha



Nas ondas do IBOPE


1| Número de usuários ativos na internet cresce 4,6%

Em março, o total de usuários ativos na internet, tanto em casa como no trabalho, cresceu 4,6% em relação a fevereiro, atingindo 53,9 milhões de pessoas. Os dados são da pesquisa NetView, do IBOPE Media, e apontam crescimento de 8% na comparação com março de 2012, quando o número de usuários ativos era de 49,7 milhões. 

De acordo com a pesquisa, além dos sites de montadoras, que em março apresentaram aumento de 31% no número de visitantes, os sites de cartões de felicitação registraram um crescimento de 23%, alcançando 7,3 milhões de internautas interessados, principalmente, em mensagens sobre o Dia da Mulher. 

Outro destaque do mês foram os sites de notícias de finanças, que cresceram 18%, atingindo 12,6 milhões de usuários únicos.

Tempo de acesso
Segundo a pesquisa, o tempo médio de uso do computador por cada internauta em casa e no trabalho foi de 61 horas, 53 minutos e 19 segundos, o que representa um aumento de 5% na comparação com fevereiro.

2| Metade da população das regiões 
metropolitanas acessa a web de casa
Metade da população brasileira que vive em regiões metropolitanas já tem internet em casa é o que aponta a 24º Internet Pop, do IBOPE Media, estudo que apresenta um mapeamento completo dos hábitos de consumo da internet no país.

Entre as regiões pesquisadas, o Distrito Federal concentra o maior percentual de domicílios com acesso à internet (64%). A seguir, estão Campinas (60%), Curitiba (58%), Florianópolis (55%), São Paulo (54%) e Belo Horizonte (50%), todas acima ou igual a média nacional, que é de 50%. Abaixo desta classificação aparecem Porto Alegre e Rio de Janeiro, ambas com 49%, Salvador (47%) e Recife (44%). As duas últimas colocadas são Goiânia (36%) e Fortaleza (30%).

O estudo mostra também que, em poucos anos, o Brasil migrou da navegação em lan houses para o acesso à internet domiciliar. Se, em 2010, 26% dos internautas frequentavam lan houses, hoje são apenas 13%.

Sobre a pesquisa:
A edição do estudo foi realizada entre os dias 24 de setembro e 07 de outubro de 2012. Ao todo foarm entrevistados mais de 18 mil pessoas com 10 anos de idade e mais. A 24ª Internet Pop reúne informações de 13 regiões: Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro, Grande Belo Horizonte, Grande Porto Alegre, Grande Curitiba, Grande Recife, Grande Fortaleza, Grande Salvador, Distrito Federal, Campinas, Grande Florianópolis, Grande Goiânia e Grande Vitória.

3| Apenas 4% da população brasileira 
tem empregada doméstica mensalista
Ter alguém responsável por todas as obrigações da casa demonstra ser um privilégio para uma pequena parcela da população. Segundo dados das últimas pesquisas do IBOPE Inteligência, apenas 4% dos lares brasileiros contam com empregadas domésticas mensalistas. 

De acordo com o Critério de Classificação Econômica Brasil (CCEB), considera-se mensalista a empregada doméstica que trabalha numa casa ao menos cinco dias da semana. A presença ou não dessa profissional é, inclusive, um dos critérios do CCEB para o cálculo das classes econômicas dos domicílios brasileiros. 

No geral do país, 58% da classe A emprega trabalhadores domésticos, mas no Norte/Centro-Oeste, Nordeste e no próprio município de São Paulo, esses percentuais sobem para 65%, 67% e 64%, respectivamente. Estes índices, na região Sudeste é similar a média total (57%) e na região Sul é bem menor (48%). 

O mesmo acontece com a classe B do Norte/Centro-Oeste e do Nordeste. 

Enquanto na média nacional, 8% do grupo têm domésticas mensalistas em casa, na primeira região, 15% da classe conta com empregadas e na última, 19%. 


Sobre a pesquisa:

Os dados são referentes às últimas nove pesquisas nacionais realizadas pelo Bus, que representa a população brasileira com 16 anos ou mais. Em cada foram realizadas 2.002 entrevistas entre maio de 2012 e fevereiro de 2013, totalizando 18.018 entrevistas.

4| Penetração de smartphones duplica em um ano
A utilização de smartphones no Brasil dobrou no último ano. De 2011 a 2012, a penetração desses aparelhos passou de 9% para 18%, segundo pesquisa realizada pelo IBOPE Inteligência e pela Worldwide Independent Network of Market Research (WIN). Quando considerados apenas os internautas, esse percentual sobe para 44%. Apesar do crescimento, o país ainda fica abaixo da penetração média global, de 48% no ano passado.

A penetração de tablets também apresentou crescimento no período, saindo de 1% em 2011 para 5% em 2012. Entre os usuários de internet, esse índice sobe para 26%, quase igual à média mundial de penetração desses dispositivos, de 24%. 

Já a penetração de e-readers ainda é pequena no país: 1% entre a população e 6% entre os internautas, bem abaixo da média global, de 12%. 

Entretanto, a utilização de dispositivos móveis pelos brasileiros supera a de outros países. No Brasil, a média diária de uso de celular é 59 minutos, enquanto a de smartphone é de 84 minutos, a de tablet 79 minutos e a de e-reader 63 minutos. Mundialmente, as médias são, respectivamente, 42 minutos, 74 minutos, 71 minutos e 54 minutos. 

A pesquisa foi realizada entre 21 de novembro e 7 de dezembro com  mil internautas brasileiros acima de 16 anos. No mundo, foi realizada em 54 países, totalizando 54.121 entrevistas. 

5| Mercado de bebidas deve movimentar 
cerca de R$ 6,8 bilhões em 2013
O aumento na rigidez da lei seca, que a partir de janeiro desse ano reduziu a zero a margem de tolerância para o consumo de álcool por motoristas, pode coibir a ingestão de bebidas alcoólicas fora de casa, mas o consumo domiciliar apresenta perspectiva de crescimento de aproximadamente 10% em 2013, na comparação com 2012. 

Os dados são do Pyxis Consumo, do IBOPE Inteligência, e apontam que durante este ano os brasileiros devem movimentar cerca de R$6,8 bilhões com o consumo de cervejas, vinhos, champanhes e outras bebidas destiladas.

De acordo com o Pyxis, o potencial de consumo do setor se concentra nas classes B (41,9%) e C (39,3%), enquanto as classes A e DE representam 12% e 6,7% dos gastos, respectivamente.

Em relação às regiões, o Sudeste lidera o consumo com um potencial de R$3,4 bilhões, o que equivale a 50% dos gastos no setor. Na sequência, estão as regiões Sul (18%), Nordeste (16%), Centro-Oeste (9%) e Norte (5,6%).

Apesar da perspectiva de alta no consumo de bebidas, o crescimento estipulado em 2013 é inferior ao projetado em 2012, quando os dados apontavam aumento de 15% no consumo, na comparação com o ano anterior. 


Especialista dá dicas de 
decisão estratégica para 
profissionais


Desenvolver uma carreira de sucesso, independente da área escolhida, requer dedicação e planejamento. A respeito do tema, em entrevista a EXAME.com, Ivan Corrêa, diretor-executivo do IBOPE Educação, listou os principais pontos comuns das diferentes teorias de decisão estratégica que podem auxiliar os profissionais nessa empreitada.

Segundo o especialista, todos os passos dados por um profissional devem equilibrar intuição e análise dos fatos. “Ambos devem ser amparados pelo aprendizado criado a partir da experiência”, explica.

Ciente dessa combinação (intuição e análise), os profissionais precisam ter em mente um objetivo claro e, para isso, é necessário conhecer bem a si mesmo e o contexto em que atuam. 

Ivan indica a matriz SWOT para o “autoconhecimento coorporativo”. O conceito, que atualmente é muito utilizado pelas empresas, consiste na divisão das características dos profissionais e do seu respectivo setor em quatro eixos: pontos fortes, fraquezas, ameaças e oportunidades externas. 

Com essa visão clara de si mesmo e do mercado, os profissionais devem focar no futuro. “Não adianta, por exemplo, concluir que hoje há uma oportunidade para engenharia civil. Em cinco anos, a dinâmica do mercado pode mudar”, afirma. 

Pensando no futuro, Ivan destaca a importância de se ter intenções claras sobre aquilo que se almeja alcançar. “Quando não há intencionalidade, o que pode acontecer é o acaso. Depois de feito, tudo vira estratégia. Você precisa determinar o que e como vai fazer”, descreve.

Nesse sentido, o especialista alerta a necessidade de se pensar a longo prazo, sem a pressão das demandas diárias. “Por exemplo, em alguns casos, um curso de atualização é importante, mas não é estratégico. Uma pós-graduação teria mais impacto de longo prazo”, explica.

A mobilização de recursos é outro fator importante a ser considerado para o sucesso de toda e qualquer carreira. “Defina com clareza quanto de dinheiro e tempo, por exemplo, pretende investir em cada um dos seus planos”, adverte o especialista.

Ciente de todos esses passos, para Ivan, ainda é preciso que o profissional tenha maturidade para saber abrir mão de alguns planos e projetos. O conceito é o mesmo utilizado pelo mercado financeiro, no chamado custo enterrado: “você avalia o quanto já investiu em determinado ativo e quanto vale a pena abrir mão deste investimento”, conclui. 



Humor de sexta


quinta-feira, 2 de maio de 2013

Levanta da cadeira meu e vá ...


A JWT produziu mais uma edição de seu estudo anual com as principais tendências globais para 2013. Entre dados cotidianos, de consumo e da sociedade, a agência divulga o oitavo número do levantamento, que esmiúça os aspectos comportamentais que devem vigorar no próximo ano. Em um vídeo, a agência explica o que quer dizer em cada ponto.


Entre as principais tendências estão o zelo maior pela qualidade de vida e a integração do smartphone a diversas ações ainda não “digitalizadas”. A experiência de compra deve ser cada ver mais valorizada, uma vez que o ato de comprar ficará cada vez presente após a convergência para as plataformas mobile. “Em nossa previsão de tendências para o futuro próximo, as novas tecnologias continuam sendo o centro das atenções, à medida que vemos grandes mudanças ligadas ao rápido desenvolvimento das tecnologias móveis, sociais e de dados," afirmou Ann Mack, diretora de trendspotting da JWT. “Muitas das nossas tendências refletem como as empresas estão incentivando, alavancando ou neutralizando a onipresença da tecnologia em nossas vidas, e como os consumidores estão respondendo ao seu apelo”.

O estudo é baseado em pesquisas quantitativas e qualitativas realizadas pela JWT durante todo o ano, aliados a entrevistas documentais e com diversos especialistas e formadores de opinião em diferentes setores, e inclui também a participação de planners da agência em diversos mercados.

Confira quais são as 10 tendências para 2013 (veja o relatório completo aqui)

1) Diversão é vantagem competitiva
2) A era do super stress
3) Objetos inteligentes
4) Personalização previsiva
5) A pegada digital do mobile
6) Explosão sensorial
7) Tudo é varejo
8) Poder da influência
9) Privacidade em público
10) Saúde e felicidade



A Noiva contra a Yakuza 
- Kill Bill Vol. 1 (2003) -

Uma Thurman, uma espada e 88 japoneses sanguinários. Junte tudo isso na mesma sala e chame um gênio das cenas de ação, Quentin Tarantino, para filmar. O resultado é essa sequência alucinante que você confere abaixo.




Messi vem aí


O melhor jogador do mundo estará no Brasil na primeira quinzena de julho. A Procter & Gamble está fechando os últimos detalhes da vinda de Lionel Messi a São Paulo.Ele vai participar no Pacaembu de um amistoso beneficente com estrelas do futebol brasileiro, informa Lauro Jardim, em Veja. Depois de dois ou três dias no país, Messi seguirá em viagem pela América do Sul para outros compromissos comerciais.



Propaganda e fé: 
propostas contundentes 
de mudanças no exercício 
do catolicismo no Brasil


O clero brasileiro acaba de tomar uma medida exemplar na Igreja Católica. Em reunião a portas fechadas ocorrida no último dia 16 durante a 51ª Assembleia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), 361 bispos aprovaram um documento com propostas contundentes de mudanças no exercício do catolicismo e no perfil de um dos pilares mais sólidos da religião – as paróquias. Intitulado “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia”, o texto sugere alterações dos mais diferentes aspectos.

Do tempo de duração das homilias ao horário das missas. De como receber bem aqueles que não se encaixam nos sacramentos à maneira como o padre deve evangelizar. Afirma dom Sérgio Castriani, arcebispo de Manaus e presidente da comissão que elaborou o tema: “As paróquias precisam de uma renovação urgente. Elas devem ser um lugar de acolhida, orientação e ajuda espiritual. Para muitos, no entanto, são vistas apenas como prestadoras de serviços religiosos ou um lugar para cumprir preceitos”.

Os criadores da Propaganda vão renovar seus conceitos, como era de se prever com as posições do novo papa Francisco.

Fonte: Veja



Fazendo arte na boca


Eva Senín Pernas é formada em arquitetura de interiores, mas tem como paixão a fotografia. Nascida na Espanha, Eva desenvolveu recentemente um trabalho que mistura maquiagem e fotografia, transformando os lábios de suas modelos em verdadeiras telas de pintura.


O resultado é uma variedade incrível de cores, texturas e paisagens. Inspirada em frutas, filmes paisagens e até marcas, cada uma das bocas pintadas e fotografas por ela revela um cenário de inspiração fora do comum.








Na publicidade e na vida




Menores infratores



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