quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Essa você não pode perder

Rir sempre será
o melhor remédio
 
Curta essa.
 
 
 
 
Inovação em produtos com baixo
apelo. Como fazer com Papel
Higiênico?
 
Sempre existe um caminho. Ubaldo Mota, Diretor da categoria “Cuidados com a Família” da Kimberly-Clark, mostra como é possível se diferenciar e criar relevância.
 
 
 
 
Os donos dos seus rastros
 
Não é só o Instagram. Tudo oque você publica online
em redes sociais pode ser usado pelas empresas.
Está nos termos de uso delas. Mas ninguém dá atenção.
 
 
Poucos assuntos são tão delicados na internet quanto a gestão dos dados que você fornece a empresas de internet, como o Google e Facebook. Em dezembro, o Instagram, adquirido em 2012 pelo Facebook, sentiu os efeitos dessa delicadeza depois de realizar uma mudança brusca nos seus termos de uso, provocando uma imensa reação negativa.
 
O Instagram voltou atrás na decisão de incluir nas suas regras que as fotos poderiam ser usadas para fins comerciais, mas o caso levanta uma discussão: e se isso acontecesse a outros tantos serviços online que usamos no dia a dia? E se, além de fotos, perdêssemos o controle da enorme quantidade de informações que publicamos todos os dias e do nosso rastro digital?
 
Antes da mudança na sua política, os termos de uso do Instagram afirmavam que as fotos não eram propriedade do serviço. Um trecho dentro das regras de privacidade do site, porém, determina que o usuário concede à companhia uma “licença de uso mundial não exclusiva, totalmente paga, livre de royalties, transferível e sublicenciável para o uso do conteúdo postado no serviço”. Trocando em miúdos: tudo o que o usuário publica pode ser usado quase livremente pela empresa.
 
Os termos de uso, que são aceitos por qualquer pessoa que usa o aplicativo, ainda afirmam que os dados podem ser compartilhados com empresas com as quais o Instagram faz negócios, incluindo parceiros publicitários.
 
A mesma regra é comum de ser encontrada em outros lugares. Basta uma olhada mais rigorosa nos termos de uso e regras de privacidade de outros serviços para encontrar trechos semelhantes aos do Instagram.
 
O Google, por exemplo, afirma que todo o material enviado ao site é concedido à empresa e que ela pode “usar, hospedar, armazenar, reproduzir, modificar, criar obras derivadas, comunicar, publicar, executar e exibir publicamente e distribuir tal conteúdo” para melhorar seus serviços (como resultados de buscas) e para promover seus produtos.
 
Uma política parecida é utilizada pelo Twitter, em que você concede o material também para um possível uso publicitário por parte da empresa. Já o Facebook adota a política de que pode oferecer suas informações a anunciantes de uma maneira que elas não possam ser associadas a uma pessoa específica, combinando-as com informações de mais usuários s e construindo perfis genéricos.
 
Rigor. Essas regras não são muito diferentes do que o Instagram faz e podem ser uma forma perigosa de lidar com os dados dos usuários. “A controvérsia em torno Instagram ilustra a necessidade de acompanhar de perto os termos de serviço e de responsabilizar as empresas por mudanças drásticas”, diz Kurt Opshal, que integra a Electronic Frontier Foundation, organização que defende os direitos online.
 
Especializado em questões de privacidade e propriedade intelectual, Opshal defende que as empresas que usam informações pessoais dos usuários precisam ter cuidado com o que fazem com os dados, e que as pessoas devem estar atentas para quaisquer mudanças que as desrespeitem, assim como ter cautela com o que publicam.
 
Preocupações. A mudança de termos proposta pelo Instagram, por exemplo, feriu os três direitos que a EFF considera vitais para a confiança em uma rede social: direito do usuário em tomar decisões sobre o uso dos seus dados, ter controle sobre eles e poder apagá-los definitivamente a qualquer instante.
 
O especialista critica o desaparecimento de um controle claro quanto ao conteúdo publicado maneira privada que existia no termo anterior e desapareceu no novo. Uma preocupação válida, já que o Facebook, dono do Instagram, tem um histórico de mudanças no controle de privacidade sem consultar os usuários.
 
Opshal, porém, elogia a decisão do Instagram de rever as mudanças e de abrir a discussão até que as novas regras sejam definidas oficialmente.
 
A relação dos seus dados com o lado comercial de uma empresa não deveria soar como novidade para os usuários. Uma parte importante em todos os termos de serviço e que consta nos termos do Instagram é que, em caso de venda da empresa, todos os seus bancos de dados fazem parte desta transferência.
 
“A partir do momento que você considerar essa base de dados um bem da empresa, ela é detentora das informações e passa a ser responsável por elas. A gente pode dizer que os dados agregam valor à empresa”, explica Victor Haikal, advogado especializado em direito digital.
 
Um comprador de um serviço online leva também todos os dados dos usuários e, no caso do Instagram, também as suas fotos. Ainda que o novo dono tenha o compromisso de manter os termos e cuidado do Instagram, quem pode ser o dono de suas fotos no futuro? Você gostaria que ele fosse dono das suas informações?
 
Instagram foi alvo de críticas
As novas regras propostas pelo Instagram, que passariam a valer no dia 19 deste mês, diziam que o serviço poderia utilizar qualquer foto em publicidade sem a necessidade de permissão do autor e sem pagar qualquer direito a ele, usando até fotos de contas privadas. Alardeados pela notícia, os usuários reagiram criticando intensamente a postura do site de querer lucrar com o conteúdo alheio.
 
Personalidades como o jornalista da CNN Anderson Cooper e a atriz Mia Farrow, criticaram abertamente a empresa e ameaçaram deixar o serviço caso algo não fosse feito. Rapidamente o Instagram voltou atrás ou pelo menos tentou amenizar a reação negativa. Kevin Systrom, cofundador do aplicativo ao lado do brasileiro Mike Krieger, disse em comunicado que os temos foram mal interpretados. “Quero ser bem claro: o Instagram não tem a intenção de vender as suas fotos, e nunca fizemos tal coisa.
 
Não somos donos das fotos, vocês sim”, afirmou. Systrom disse que, na verdade, o Instagram pretende integrar o conteúdo publicitário de uma maneira melhor e não utilizar o material publicado pelas pessoas dentro dos seus anúncios. Junto da declaração, um texto mais brando substituiu os termos de uso anterior.
 
Fonte: LINK
 
 
 
O que faz o cartaz ser tão
eficaz há mais de um século
Ricardo Leite*
 
 
Estamos cercados de formas, cores, fotografias, letras, desenhos, marcas, grafites sobre muros, impressões gigantes afixadas sobre empenas de prédios, outdoors, cartazes colados nos ônibus, placas luminosas que explodem em nossas retinas, supermercados abarrotados de embalagens, bancas congestionadas de revistas e jornais, livrarias com mais livros do que podemos sonhar em ler, centenas de canais de TV, celulares que nos conectam a tudo e são ainda câmeras fotográficas digitais que registram cada segundo de nossas existências, milhares de “amigos” sendo monitorados para nos “relacionar”, etc etc etc. Ou seja, uma infinidade de estímulos novos surgem a cada dia, gritando aos nossos olhos e disputando a nossa atenção.
 
Poucas peças dizem alguma coisa, poucas merecem e conquistam o nosso interesse. Ao longo de mais de um século uma delas tem sido tremendamente eficaz: o cartaz.
 
Para entender melhor um cartaz
Cartazes são grandes folhas de papel impressas com mensagens gráfico-visuais. Existem capas de livros que poderiam ser cartazes ou cartazes que poderiam ser capas de livros, de discos, de revistas. O que, antes de tudo, caracteriza um cartaz é ser uma única grande folha impressa.
 
O tamanho de um cartaz não é propriamente o seu tamanho físico, mas a dimensão que ocupa dentro do campo visual destinado para a sua exposição. Seu tamanho é determinado pela relação ergonômica entre ele e o observador. Sua visibilidade e consequente legibilidade dependem da distância, da altura e do ângulo de visão.
 
O cartaz é um patrimônio do ambiente urbano. Em geral, cartazes são afixados em locais de grande circulação de pessoas e de boa visualização. Por isso, podemos afirmar que ele vai em direção às pessoas, ao contrário de outras mídias às quais o público deve se dirigir - revistas, jornais, livros, internet, cinema, televisão etc.
 
Em princípio, cartazes são para serem vistos e compreendidos em poucos segundos. Esse tempo de leitura, que poderá variar de acordo com o local em que é afixado, determinará a complexidade da solução gráfica e a quantidade de informações a serem expostas. Quase sempre, cartazes são construídos por uma imagem e um título, originando, da soma desses elementos, um resultado muito maior do que as partes separadamente. Quanto menor o tempo de leitura disponível para a sua visualização, maior a síntese exigida. O cartazista levará em conta a velocidade média das pessoas ao transitarem no local de exibição do cartaz e o tempo provável para a apreensão da mensagem, combinados, evidentemente, ao nível cultural da audiência.
 
Mas existe um outro tempo muito mais difícil de ser avaliado: o da permanência do interesse do observador. Esse tempo tanto pode ser entendido como o período de retenção do olhar como, também, o de permanência do cartaz na mente do público após ser visto. Este último é o grande “gol” a ser alcançado. Nesse caso, “tempo de observação não é documento”. Um cartaz criado para ser observado em dois segundos pode permanecer em nossa memória por muitos anos.
 
Normalmente, cartazes possuem um breve tempo de “vida”, ou melhor, de exibição. Algumas dessas peças gráficas, porém, nos acompanham a vida toda, extrapolando, e muito, os objetivos iniciais de sua criação, tornando-se muitas vezes ícones visuais de uma era, como um certo cartaz de Toulouse-Lautrec, que há muito deixou de ser um anúncio de um espetáculo do Moulin Rouge.
 
Como se deduz, para criar cartazes é preciso ser conhecedor da natureza humana e, principalmente, um grande observador das atitudes e motivações das pessoas. As razões pelas quais elas agem e, principalmente, reagem aos estímulos são determinantes para o sucesso de qualquer peça visual, em especial para os cartazes, peças de tão grande urgência de comunicação.
 
A compreensão de como agimos e reagimos, de como damos forma e lidamos com os nossos valores e desejos, de como as coisas são representações simbólicas das nossas identidades, está incluída entre as expertises do designer. Não nos interessamos pelas coisas pelo que elas são, mas sim pelo espaço emocional que elas preenchem e representam em nossas vidas.
 
Os cartazes ainda fazem sentido na era digital?
Como fechamento para reflexão, apresento uma questão: assim como tantas mídias que estão sendo avaliadas em sua eficácia, os cartazes ainda fazem sentido na era digital? Ou melhor, como será o cartaz na era digital?
 
Os princípios descritos ao longo do texto permanecerão válidos. O processo criativo que materializa simbolicamente a mensagem permancerá inalterado. O que será substituido gradualmente será a plataforma do papel impresso para imagens digitais veiculadas sobre telas, painéis de leds, imagens 3D ou holográficas, ou outros meios de reprodução de imagem que ainda surgirão.
 
Já hoje a impressão de cartazes para lojas, por exemplo, não faz mais sentido. O tempo de produção, distribuição e positivação nos PDVs inviabiliza uma comunicação com a velocidade demandada pelo mercado. A capacidade de reação ao concorrentes fica infinitamente superior se a criação for “distribuida” em rede por meios digitais. Como ainda fazemos na maioria das vezes, por meio impresso, nos remete ao ponto central do questionamento de nosso tempo: velocidade versus lentidão. É preciso muito cuidado para não veicularmos respostas quando as perguntas já mudaram.
 
*Ricardo Leite é sócio e diretor de criação da Crama Design Estratégico
 
 
 
O que é merchandising?
 
 
Regina Blessa enfatiza que : “é o conjunto de técnicas responsáveis pela informação e apresentação destacada dos produtos na loja, de maneira tal que acelere sua rotatividade”.
 
Merchandising é uma atividade muito antiga, nasceu praticamente junto com a venda, pois desde que os homens da Idade Média começaram a escolher as ruas principais para expor suas mercadorias, gritando, correndo para todos os lados e concorrendo com os demais mascates para chamar a atenção das pessoas para seus produtos, já se estava fazendoMerchandising.
 
Passando-se os anos, ele só foi evoluindo, a palavra, foi criada junto com o Marketing nos Estados Unidos na década de 30, foi nessa época que as lojas de balcão começaram a perceber o sucesso das vitrines e notar que as mercadorias expostas tinham um giro muito maior comparado às que ficavam atrás do balcão. Assim, aos poucos, foram-se transformando em lojas de auto-serviço.
 
Muitos anos depois surgiram os supermercados, onde então o Merchandising era feito para dar destaque a todas as mercadorias e isso começava a partir de um layout da loja, prateleiras, corredores e produtos em promoção.
 
Atualmente, o Merchandising é algo muito mais completo que procura acompanhar todo o ciclo de vida de um produto, desde a sua imagem para os PDV´s até o acompanhamento de seu desempenho diante dos consumidores, e é considerada a mídia mais rápida e eficaz, pois é a única em que a mensagem conta com os principais elementos para a venda ser efetuada: consumidor, produto e dinheiro.
 
Abaixo segue algumas dicas para se planejar um bom Merchandising.
  • Descobrir qual a imagem visual que seu produto tem no PDV;
  • Encontrar um diferencial entre o seu produto aos dos concorrentes;
  • Atender as necessidades do seu público-alvo;
  • Planejar objetivos para os PDV´s e porcentagem esperada de vendas;
  • Analisar todos os resultados de ações nos PDV´s, para saber os erros e acertos;
  • Sempre agregar valor ao produto com degustações. Promoções e demonstrações;
  • Ouvir sempre os varejistas e consumidores;
  • Investir em novidades;
  • Criar materiais simples e fáceis de montar;
  • Agilidade para repor estoques;
  • Conversar muito com a equipe de Merchandising, pois eles ficam 99% do tempo nos PDV´s e têm informações valiosas para lhe passar;
  • Flexibilidade e descentralização de decisões; e
  • Nunca corrigir falhas de preços com promoções, pois sempre estará promovendo o concorrente.

Às vezes fica muito complicado para uma empresa acompanhar todos os passos acima, pois requer mão-de-obra qualificada, e isso significa alto investimento. Assim, uma boa opção é terceirizar a equipe de Merchandising, pois existem excelentes agências especializadas, e que trarão bons resultados.

Agora, levando um pouco da palavraMerchandising para a prática…

Nos corredores de supermercados, lojas de departamento, auto-serviços e especializadas, acontece uma “guerra silenciosa” e bastante visual. São promotores e mais promotores lutando por cada centímetro de gôndola, cada espaço no interior da loja, é uma correria total, por isso considero todo promotor de vendas um herói, pois é muito difícil enfrentar uma “guerra” destas todos os dias em seu trabalho.
 
Muitas grandes empresas por saber dessa disputa acabam “comprando” os espaços dentro das lojas, oferecendo alguns benefícios ao varejista, como desconto em compras, viagens e até valores em dinheiro. Assim, não precisam participar dessa luta por espaço, pois desse modo, o espaço da marca no PDV está garantido. Dificultando ainda mais a entranda de novas empresas no mercado.
 
E para explicar o porquê dessa disputa tão intensa no PDV vamos falar um pouco da nossa percepção, pois é através dela que utilizamos nossos cinco sentidos humanos. Abaixo vou colocar os dados de como aprendemos através desses sentidos, segundo uma pesquisa Veronis, Shler & Assoc.:
 
83% : Visão;
11% : Audição;
3,5% : Olfato;
1,5% : Tato;
1% : Paladar.
 
E é exatamente nessa seqüência acima que são investidos os recursos para merchandising, por isso, disputar sempre o melhor posicionamento do produto no PDV é essencial, pois assim que o consumidor enxerga o seu produto primeiro que o da concorrência, a venda está prestes a ser garantida. Por isso o uso intensificado de displays.
 
 
Para conquistar através da audição, pode ser considerado merchandising tanto a utilização de um produto (que tenha som) para demonstração, como nas embalagens “try-me” que é um recurso cada vez mais utilizado. Músicas que deixem o cliente mais à vontade na loja, facilitando a permanência do mesmo e conseqüentemente a compra. Ah, aquele rapaz que sempre fica anunciando as promoções no hipermercado, também é uma forma de Merchandising.
 
Olfato, esta ligado às compras por emoção, um perfume ou cheiro dá personalidade ao ambiente e provocam lembranças, desejos e sentimentos como fome, saudade, desagrado e até de felicidade. Aquele cheirinho que sentimos quando entramos em determinadas lojas.
 
Tato e Paladar são os menos perceptíveis, mas nem por isso menos importantes, pois eles são essenciais nas promoções e lançamentos de produtos, pois sempre que se realiza a degustação e demonstração esses dois sentidos estão sendo usados pelo consumidor. E destaco: a degustação é uma das mais poderosas armas de convencimento, de persuasão, de motivação para compras.
 
Merchandising é, sim, uma ação de comunicação, pois desenvolve mensagens de vendas eficientes, junto a públicos selecionados.
 
Fonte: Sobre Administração
 
 
 
Por essa você ...
Ronaldo vai estudar
publicidade no Reino Unido
 
O estudante: Ronaldo disse que tem um "grande necessidade" de continuar a aprender Martin Sorrell
 
Ronaldo Nazário vai estudar Publicidade em Londres, além de estagiar por dois anos ao lado de Sir Martin Sorrell, presidente da WPP (maior conglomerado de agências do mundo), por dois anos, revelou ontem o jornal Mail Online, do Reino Unido. Ronaldo, o Fenômeno, sente falta de uma educação mais formal, para se preparar para a sua vida de empresário, à frente da 9ine, que é associada da WPP e é especializada em marketing esportivo.
 
 
 
Que foto
 
 

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Levanta meu

É muito bom quando a
gente alcança uma
edição de número


Agradecemos muito a você.



Dumb ways to die
 
Com uma animação bem colorida, o Metrô alerta vários tipos de acidentes que podem ser evitados.
 
Curta bastante.
 
Vale a pena.
 
 
 
 
Buddweiser toma liderança da Heineken
Marca da Ambev atinge 13,1% de participação e agita mercado brasileiro de cerveja premium
 
 
A Budweiser é a nova líder do mercado brasileiro de cervejas premium, que representa 4,7% do total de 13 bilhões de litros de cerveja produzidos no Brasil em 2012. Segundo dados da Nielsen, a marca da Ambev, lançada no Brasil em agosto de 2011, terminou o último mês de novembro com 13,1% de participação, tomando a dianteira da rival Heineken, que encerrou o período com 11% de share. Em entrevista para o jornal Valor Econômico, Sergio Esteves, diretor de marcas premium da Ambev, disse que agora pretende “continuar consolidando a Budweiser na cabeça do consumidor como uma marca internacional de sucesso".
 
Elaborada pela Africa, a vasta estratégia de marketing da marca, que vai dos shows internacionais até o esporte, deve manter a tônica das ações também em 2013. O cantor americano William James Adams, líder da banda Black Eyed Peas, por exemplo, estrela a campanha criada para divulgar a marca durante o verão, período representativo de vendas do setor. Outro projeto, o Budweiser House of Music, deve ser lançado até o próximo mês de julho com o objetivo de descobrir talentos em meio às comunidades carentes do Rio de Janeiro.
 
A ascensão da Budweiser, que é produzida na fábrica de Jacareí (SP), reforça o portfólio de cervejas premium da Ambev, que já inclui grifes como Stella Artois e Bohemia. Considerada uma cerveja popular nos Estados Unidos, a Budweiser espera conquistar por aqui a preferência de consumidores, especialmente os jovens das classes A e B, dispostos a pagar cerca de 14% a mais pela bebida, em relação às cervejas comuns.
 
Fonte: Valor Ecônomico | Meio e Mensagem
 
 

Os CEOs como você nunca viu
Com estratégias para criar empatia, eles querem
cultivar uma imagem mais moderna
 
 
Maurice Lévy, CEO do Publicis Groupe há 25 anos, trocou sua tradicional mensagem de fim de ano aos funcionários por um vídeo interativo no qual ele informa as metas para 2013. É difícil segurar o riso diante do resultado: por reflexo, muitas pessoas tentam adiantar o vídeo, para evitar escutar a quantidade de dados informados por Lévy. Neste momento, com uma cara de reprovação, ele olha e diz: “vou fingir que não vi”.
 
Experimente, então, pausar o vídeo. O executivo número um do grupo olha para você e diz: “Leve o tempo que quiser, mas lembre-se que eu tenho coisas para gerenciar. Apenas um pequeno grupo”. Na sequência, fica balançando na cadeira, olhando para quem assiste, ou então, toma café, ou joga uma partida de um game para mobile.
 
Outras interações ocorrem quando, por exemplo, tenta-se reduzir o volume: Lévy começa a sussurrar. E quando se tenta aumentar, Lévy grita. Da mesma forma, ao reduzir a qualidade da resolução do vídeo, os enfeites de sua mesa são trocados e se tornam mais simples.
 
Enfim: este é Maurice Lévy como você provavelmente nunca viu.
 
 
Por trás do lançamento deste vídeo, claro, há uma estratégia muito bem definida e amparada na crença de que o CEO representa a imagem da companhia. Afinal, por que um mercado que vende ideias criativas e que se torna mais digital precisa ter um líder executivo carrancudo e inacessível?
 
Outros grupos também parecem ter atentado a isso. Em abril, Martin Sorrell, CEO do WPP, deu uma entrevista - sentado em uma cadeira rosa de plástico - para o “The Valley Girl Show”, um programa de web apresentado pela atriz Jesse Draper, que faz o papel de uma garota do Vale do Silício. 
 
Enquanto falava sobre temas mais tradicionais, como os negócios do WPP e as relações com clientes como Ford, P&G, Unilever e Microsoft, Sorrell deu respostas para outros assuntos como andropausa, além de contar uma piada sobre a rainha da Inglaterra.
 
 
Mesmo em entrevista ao Meio & Mensagem, algumas semanas depois, ele esteve aberto a temas como gostos pessoais, origens familiares e futebol.
 
Outra medida para tornar Sorrell mais “próximo” é sua participação no Festival de Cannes. Desde 2008, ele apresenta o Cannes Debate, em que conversa sobre os rumos do mercado publicitário. Em 2012, as discussões giraram em torno da importância dos eventos ao vivo, com a presença de Lord Sebastian Coe, presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Londres, e Ronaldo Nazário, sócio do WPP na 9ine. O foco das discussões era a importância dos eventos ao vivo. Mas, em determinado momento, Sorrell questionou Ronaldo, a quem conheceu durante encontro do WPP no Copacabana Palace em 2010, se o Brasil iria ganhar a Copa de 2014. Embora o ex-jogador tenha saído pela tangente, a plateia se divertia durante suas intervenções. 
 
A cara da empresa
 
“O CEO é a cara da empresa e se ele não representar o novo, quem irá ­fazê-la?”, questiona Maurício Kato, CEO da Havas Brasil. A agência que lidera pertence ao grupo Havas, cujo presidente é David Jones, de 46 anos. O executivo é considerado muito acessível e, segundo Kato, não leva mais do que alguns minutos para responder e-mails não apenas de lideranças, mas de qualquer funcionário ou parceiro do Havas. Homem conectado à internet, ele tem uma conta no Twitter onde interage com bastante frequência com seus 12 mil seguidores. 
 
Para Kato, este novo perfil de líder é um reflexo dos tempos. “A tendência de maior proximidade dos CEOs ocorre porque a comunicação está mudando. Antes, ela tinha uma via só. Agora, ela é social e aqueles que tiverem uma boa ideia que cause engajamento podem interagir com qualquer pessoa”, aponta. “Nesse ambiente, os líderes não poderiam agir de outra forma”, sentencia.
 
Além de CEO do Havas, Jones faz parte do conselho administrativo do ­Facebook, é conselheiro do primeiro-ministro britânico David Cameron e criador da iniciativa One Young World, que reúne jovens de todo o mundo para inspirar os líderes de hoje - programa que recebeu apoios como os de Desmond Tutu e Kofi Annan. Sua nomeação como líder executivo do Havas é decorrência dos bons resultados obtidos na operação australiana, mas também tem a ver com sua empatia e jovialidade.
 
Fonte:  Meio e Mensagem



Foco: um fator determinante
do sucesso ou do fracasso
José Augusto Wanderley*
 
 
Outro dia, estava parado tranquilamente num sinal vermelho, quando meu carro foi abalroado violentamente e teve sua traseira destruída, o que resultou em perda total.
Uma coisa é certa, o motorista do outro veículo podia estar focando em múltiplas coisas, menos no que devia, era importante e essencial, ou seja, no carro que trafegava à sua frente. Podia estar falando ao celular ou até olhando a lua que, quem sabe, estivesse muito bonita.
 
Foco é uma questão essencial para instituições, empresas ou pessoas. Assim, um exército que luta em várias frentes tem suas forças dissipadas e aumenta consideravelmente a probabilidade de perder a guerra. Uma empresa que tem múltiplos focos pode acabar tendo baixa produtividade e ir a banca rota, ou como diz Al Ries: "Foco é uma questão de vida e morte para uma empresa". Para pessoas vale a Lei da Atenção Concentrada (Foco) de Charles Baudouin: "Quando uma pessoa foca a sua atenção numa ideia, esta tende a se concretizar por si mesma". E cabe ressaltar que isto tanto vale para o bem como para o mal, ou seja, quem foca no negativo, negativo vai ter. Assim, se você quiser se sentir mal é fácil, é só focar em todas as tragédias do mundo e, em pouco tempo, você vai estar deprimido ou dominado por outras emoções negativas. Em suma, foco é como diz uma música composta por Billy Blanco: "O que dá para rir também dá para chorar".
 
Assim sendo, entender a questão do foco pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso. Quando se pensa em foco, existem dois conceitos distintos. Um é o de inteligência multifocal. O outro é o de inteligência com foco essencial ou focada, que é baseada em princípios da sabedoria universal, inclusive em processo decisório e solução de problemas.
 
A inteligência multifocal
O conceito de inteligência multifocal é inspirado no conceito de inteligências múltiplas de Howard Gardner, psicólogo da Universidade de Harvard que, baseado em pesquisas, questionou a visão tradicional de inteligência, uma visão que enfatiza as habilidades linguística e lógico-matemática e que é medida nos testes de QI. Gardner identificou que não existem apenas dois, mas sete tipos de inteligências: linguística, lógico-matemática, espacial, musical, cinestésica, interpessoal e intrapessoal.
 
Na sua essência, a inteligência multifocal é uma constatação de que é possível ter múltiplos focos, ou seja, que é possível focar em muitas coisas. Para saber mais sobre o tema, você pode ler meu artigo Inteligência Multifocal para Administradores e, subsidiariamente, Compras: uma Competência Essencial para um Administrador e Palavras Assassinas Internalizadas: Aprenda a Administrar seu Pensamento.
 
A inteligência com foco essencial ou focada
 
A inteligência com foco essencial tem base nos seguintes princípios:
 
1) É óbvio que uma pessoa pode focar em múltiplas coisas, mas não ao mesmo tempo. Assim, se você estiver focando no que está na sua frente, não pode focar ao mesmo tempo no que está atrás de você. E se você estiver focando nos seus pés, não poderá ver um pássaro que estiver voando acima da sua cabeça;
 
2) Naquilo que uma pessoa pode focar existem coisas importantes, mas também aquelas destituídas de valor e, pior do que isto, coisas que são inadequadas e destrutivas, para a própria pessoa, para os outros e para o universo. Assim, a grande questão do foco é saber e decidir o que é importante e prioritário e este importante e prioritário é dinâmico. Ou como dizia o filósofo grego Heráclito: "Uma pessoa não se banha duas vezes no mesmo rio", ou seja, tudo está em constante vibração e mutação;
 
3) A tendência da mente é a dispersão, ou de acordo com Buda: "A mente é um macaco pulando de galho em galho, em busca do fruto, na selva do condicionamento humano";
 
4) Saber o que focar e manter o foco é, portanto, a grande questão. De acordo com Emmet Fox: "Até conseguir colocar sua atenção naquilo que quer, você não pode se considerar um mestre de suas ações. Você nunca será feliz até que seja capaz de determinar no que irá pensar na hora seguinte";
 
5) Por um lado, é importante desenvolver o controle metal e emocional e saber o que é a mente emissiva e o que é a mente receptiva. Por outro, foco é uma questão de decisão. Assim, decidir o que focar é uma das decisões mais importante para se chegar à excelência de resultados;
 
6) Existem 6 tipos de foco que são: o efetivo ou essencial, ou seja, o que agrega valor e os focos que prejudicam ou que afastam você da realização dos seus objetivos. Entre eles estão os focos caótico, bode cego, equivocado, limitado e contaminado.
 
O foco caótico
O foco caótico é, em si mesmo, o antifoco. É ficar pulando de galho em galho sem nenhuma consistência e direção e faz com que se não tenha nenhuma disciplina. Quando uma pessoa ou uma organização tem dificuldade para realizar aquilo que foi planejado, entre as várias causas possíveis, existem 3 que são comuns: modelo mental limitado, esforço ineficiente e foco caótico.
 
O foco bode cego
É o de uma pessoa ou organização que está focada numa direção e se torna incapaz de perceber mudanças, ameaças e oportunidades. Dois exemplos:
 
1) Em 1905, um químico alemão desenvolveu a novocaína como o primeiro anestésico local e, embora tentasse, não conseguiu que os médicos a usassem. Eles preferiram a anestesia geral. Mas sem mais nem menos, os dentistas começaram a usar o medicamento. E o inventor ficou muito irritado com isto, afinal, o seu invento havia sido feito para médicos. Dizem que passou o resto da sua vida, fazendo preleções para dentistas contra o uso da novocaína para fins odontológicos. Portanto, se a sorte bater na sua porta, não a despreze.
 
2) A Enciclopédia Britânica era líder absoluta no seu setor. Entretanto, não se deu conta de que estavam acontecendo drásticas mudanças no mercado com o advento dos microcomputadores. Outras possibilidades começaram a surgir com a utilização de CDs. Por que comprar uma Britânica pelo preço de um microcomputador? Quando a Britânica percebeu isto, uma boa parte do seu mercado já tinha ido. Assim, não fique focado só no seu sucesso. O sucesso de ontem não é garantia do sucesso amanhã. Esteja atento às ameaças.
 
O foco equivocado
É aquele do motorista que destruiu a traseira do meu carro. Não estava focando no que devia, ou seja, no trânsito. Muitos desastres são relatados a respeito de motoristas que mandam mensagem pelo celular enquanto dirigem seus automóveis. As vezes acontecem acidentes por muito menos do que isto. Michael Schumacher, o piloto mais vitorioso da fórmula 1, estava dirigindo numa autoestrada alemã, quando foi mudar a estação de radio e acabou batendo no carro que estava na sua frente.
 
O foco limitado
Embora uma pessoa não possa focar em várias coisas ao mesmo tempo, existe um conjunto de coisas que precisam ser focadas ao longo de um dia ou de um determinado período de tempo. O foco limitado não identifica todas as condições necessárias e suficientes para o sucesso. Para organizações, contraria um velho ditado: "não coloque todos os ovos numa cesta só". O Magazine Luiza, por exemplo, em nome do foco, foi orientado a abrir mão de uma de suas linhas de produtos. Felizmente não seguiu a orientação, que como os fatos vieram a mostrar posteriormente, se constituía em grave equívoco.
 
Assim, saber a amplitude das coisas que uma organização ou pessoa pode focar é uma grande questão. Uma empresa com excesso de focos dissipa seus recursos, mas com foco limitado pode perder oportunidades.
 
O foco contaminado
É o foco de uma pessoa que, de uma forma ou de outra, não consegue viver o presente e não segue a expressão "Faze o que fazes" ou "Age quod agis", que era o lema do filósofo grego Xenofanes de Cólofon, que viveu antes de Sócrates. Viver o presente com qualidade significa não estar contaminado por múltiplas solicitações ou pelo passado.
 
Assim, existem pessoas que quando lhes acontece qualquer problema pela manhã, ou mesmo em algum lugar do passado, ficam com o problema o tempo inteiro e não conseguem fazer bem aquilo que tem que ser feito no seu aqui e agora. O foco contaminado também é uma das principais causas das reuniões com baixa produtividade e qualidade hoje em dia, um dos fatores que mais contribuem para a má administração do tempo.
 
O foco efetivo ou essencial
Entre as coisas que se pode focar, a maioria delas é inútil e vale o Princípio de Pareto que reza que existem algumas poucas coisas relevantes em relação a muitas coisas triviais e, até mesmo, destrutivas. Assim, sempre vale o que dizia Peter Drucker: "O produto final do trabalho de um administrador são decisões e ações".
 
E uma das decisões mais importantes para pessoas e organizações é a que trata do: o que, para que, como, quando, onde e quanto focar.
 
Vamos a alguns exemplos:
 
Um dos primeiros computadores desenvolvidos para fins científicos foi o Eniac da Universidade da Pensilvânia. Entretanto, o Eniac era muito mais adequado para aplicações empresariais como o processamento de folhas de pagamento, só que seus projetistas não perceberam isto. A IBM criou a sua própria versão do Eniac, que foi lançada em 1953 e se constituiu no padrão para computadores comerciais, multifuncionais e centrais. A Universidade da Pensilvânia teve o foco bode cego. A IBM o foco voltado para oportunidade. Busque proativamente por oportunidades. Não espere apenas que elas venham até você.
 
Logo após a Segunda Guerra Mundial, uma pequena empresa indiana de engenharia comprou uma licença para produzir uma bicicleta de projeto europeu, que possuía um fraco motor auxiliar. Embora o produto parecesse ideal para a Índia, nunca se saiu muito bem. Entretanto, o fabricante notou que havia um grande número de pedidos apenas para o motor. Foi verificar a razão e descobriu que os fazendeiros estavam tirando os motores das bicicletas e usando-os para acionar bombas de irrigação que até então eram operadas manualmente. Esse fabricante se tornou o maior produtor mundial de bombas de irrigação de pequeno porte. Suas bombas revolucionaram toda a agricultura do sudoeste da Ásia. É preciso estar atento aos sinais que o mundo nos envia. Descubra sinais que identificam necessidades de mudanças. Pequenos sinais podem levar a grandes mudanças e sucessos. Às vezes, é preciso desistir do seu sonho e ir em busca de um outro sonho.
 
Para concluir
 
Esteja consciente do fato de que, queiramos ou não, estamos sempre decidindo e uma das decisões mais importantes que podemos tomar está a relativa ao foco. Mas é preciso ter cuidado com conceitos simplórios e equivocados que podem redundar em graves prejuízos. Saber o que focar demanda aprendizado e muita competência. Importa em avaliação precisa de cada situação, identificação de oportunidades, ameaças e, acima de tudo, em flexibilidade, que é um conceito difícil e complexo, mas extremamente importante para se compreender melhor o que seja a inteligência com foco essencial. As duas frases que se seguem mostram melhor a questão:
 
"Insanidade é fazer as mesmas coisas repetidas vezes e esperar obter resultados diferentes" (Jeff Olson).
 
"Quando nada parece ajudar, eu vou e olho o cortador de pedras martelando sua rocha talvez cem vezes sem que nem uma só rachadura apareça. No entanto, na centésima primeira martelada, a pedra se abre em duas, e eu sei que não foi aquela a que conseguiu, mas todas as que vieram antes" (Jacob Riis)
 
Isto significa que manter o foco, insistir e persistir no seu sonho pode ser sinal de insanidade, mas também, manter o foco, insistir e persistir no seu sonho pode ser sinal de lucidez. E saber a diferença entre uma situação e outra é a grande questão e o objetivo da inteligência com foco essencial. Em suma, tudo na vida importa em perceber, compreender, escolher, decidir e agir e, isto será objeto de um outro artigo. Mas, mais uma vez, vale lembrar a música composta pelo Billy Blanco: "O que dá para rir também dá para chorar".
 
José Augusto Wanderley é consultor e coaching em (1) Negociação, (2) Liderança e (3) Excelência de Desempenho e Administração do Tempo. Autor do livro Negociação Total 17ª edição, mais de 20 anos de experiência e condução de mais de 1000 Seminários para mais de 20.000 participantes em empresas e instituições como: Ibmec, UNI RIO, FGV, Petrobras, Vale, Embratel, Aracruz, Usiminas, BNDES, Finep, Bayer, AmBev, Belgo Mineira, Mercedes-Benz, Rhodia, Sabesp, Fiat, Nestlé, Furnas, Shell, SEBRAE, Chesf, Correios, Peugeot, INAp,TV Globo e Globosat.
Para contato entrar no site: www.jawanderley.pro.br

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

É. As pedras continuam rolando.

A história do mundo em 2 minutos
 
Fantástica produção e edição de Joe Bush, com imagens que ele encontrou na internet.
 
Adicionou a eletricidade veloz da música de Zack Hemsey, tema do filme Inception, e o resultado, em cravados 2 minutos, é de arrasar!
 
Vale assistir.
 
  
 
  
Will.i.am & Budweiser.
Great times are coming
 
A Budweiser lançou no fim de 2012 um novo comercial com Will.i.am, embaixador de um projeto musical social pilotado pela marca e garoto propaganda de campanhas anteriores, com criação da agência Africa. Desta vez a produção conta com um toque futurista associado ao tom vintage. É que o astro da música aparece com 90 anos de idade e nessa altura da vida, é dono de uma vintage store em Nova Iorque. Ele recebe a visita de um comprador que pretende relembrar os hits e os “great times” das décadas anteriores. E claro, Wil.i.Am fez parte deles e relembra todos esses momentos em uma viagem que passa por países como Brasil e Japão.
 
Esta não é a primeira vez que o músico participa de um comercial da marca, já conhecida por fazer associação com diversão e música. De acordo com Rodrigo Saavedra, diretor de criação da Africa, o insight para o roteiro foi uma foto do Jimi Hendrix do começo dos anos 60 segurando uma Bud.
 
Destaque para a maquiagem realista utilizada no cantor que foi produzida por especialistas de Los Angeles. Além disso, durante os três dias de filmagem mais de 100 pessoas foram envolvidas. A produtora do filme é a Zohar. A direção ficou a cargo de Tomati. A criação é de Rodrigo Saavedra e Vico Benevides. E a produtora de som é a Raw Áudio.
 
Vejam o filme.

 
Fonte: Meio e Mensagem
 
 
 
 
 
 
“Servir” o cliente é o mantra para 2013
 
Porque o marketing de experiência se sobressairá sobre o marketing do bem
 
 
Aqui vai uma previsão para 2013: o marketing de experiência vai ultrapassar o “marketing do fazer o bem” para se tornar a grande novidade. Toda esta conversa sobre como a construção de marca é uma missão nobre encobre o propósito básico do marketing e também cria uma desconexão com o CEO. Pessoas não familiares ao tema que comparecessem às conferências da Associação Nacional de Anunciantes americanos nos últimos anos pensariam ter entrado acidentalmente em uma reunião evangélica, tão intenso era o fervor em “servir” o consumidor.
 
O problema com marketing do fazer o bem é que não faz nada para ajudar a marca a se tornar mais autêntica e relevante – além de fazer os consumidores se sentirem acolhidos e confortáveis.
 
O marketing de experiência, por outro lado, está calcado em ampliar a conexão direta entre o consumidor e a marca.
 
“Consumidores estão muito focados em experiências agora”, contou Cheryl Guerin, vice presidente sênior da MasterCard ao Crain’s Chicago Business. “É um movimento de passar de um colecionador de coisas para ser um colecionador de experiências, e histórias que duram muito mais do que adquirir um item”.
 
Como parte do programa Priceless Cities, o MasterCard de Chicago tem oferecido aos clientes a chance de jogar no campo do Wrigley Field por US$ 100 ou ver e ouvir música ao vivo no Shed Aquarium por US$ 20.
 
As companhias de cartão de crédito, claro, têm oferecido eventos e encontros com pessoas famosas há anos. A Visa está com anúncios de sorteios durante os jogos de futebol americano da NFL e o vencedor pode assistir partidas com John Madden em seu estúdio pessoal ou visitar o vestiário para ouvir o treinador do San Francisco 49ers falar sobre as estratégias de jogo do dia.
 
O HipHost de Boston, disponível em 131 cidades, oferece experiências baratas e peculiares. Por exemplo, um tour típico de um profissional para fotógrafos iniciantes custa US$ 100. Participantes podem olhar para um grafite escondido ou participar de uma excursão do Fabric Lover’s Paradise.
 
Mario Ricciardelli, fundador da HipHost, disse a Crain’s que estes eventos ressoam com consumidores ávidos por mais jeitos de conectarem-se off-line. “É toda a ideia de uma concepção colaborativa – pessoas agora estão compartilhando espaço, conhecimento, o que quiserem”.
 
A indústria da comida, como muitas outras, está passando por tempos de transformação, assim como o consumidor aficionado, especialmente, está procurando por experiências mais autênticas.
 
 “Por uma confluência de razões – recessão global, mídia social, a comida como tendência – restaurantes têm se desapegado de seus tradicionais anúncios e estão se soltando”, afirma um artigo da The New Yorker sobre o aumento de clubes underground. “Pelo mundo, chefs, treinados e não treinados, estão atuando como anfitriões de clubes questionáveis legalmente e jantares em espaços não oficiais”.
 
A audiência nessas ocasiões, como a The New Yorker aponta, é definida pela busca por “experiências únicas com comida”. Aficionados por comida estão sendo cada vez mais influenciados por filmes, programas e toda forma de cultura popular, como notamos em uma reportagem sobre tendências de comida. Para acompanhar essa revolução, a revista Bon Appetit ampliou seu foco para mais cobertura de restaurantes, viagens e entretenimento caseiro.
 
Até mesmo produtos mainstream estão tentando mudar o target para paladares mais sofisticados. Kettle, marca de batatas chips, por exemplo, está se reposicionando para atrair os “foodies”, que são um target melhor para apreciar a autenticidade das batatas do que consumidores com gostos menos discernidos.
 
Consumidores querem, acima de tudo, autenticidade, e isso significa que estão conhecendo o máximo que podem sobre o que consumem. Eles querem comer a comida onde ela se origina; eles querem pegar o carro novo na fábrica e dirigi-lo pelas estradas.
 
E quanto mais eles aprendem sobre o que querem ou os carros que dirigem, ou as cadeiras em que sentam, ou as mesas em que colocam seus pés, mais valiosas e entrosadas as marcas se tornam. 
 
Fonte: Advertising Age
Tradução: Isabella Lessa

 
 
Chefes preferem contratar
 colega de bar a candidato
mais preparado
 
 
Uma pesquisa constatou que a maioria dos empregadores privilegia seus sentimentos pessoais sobre a capacitação dos candidatos na hora da contratação“Tenho certeza de que uma vez eu consegui um emprego porque a pessoa que me entrevistou foi com a minha cara. Olhando para trás, tenho certeza de que não era a mais qualificada para trabalhar no programa de televisão em que fui contratada”. O depoimento é de Susan Adams, colaboradora do site da Forbes.
 
Sua experiência exemplifica o que um acadêmico da Northwestern University confirmou: os empregadores nem sempre escolhem os candidatos mais qualificados. O professor Lauren Rivera explica que os recrutadores contratam pessoas que tiveram as melhores impressões pessoais. “Eles contratam as pessoas que poderiam ser suas amigas”, resume Rivera.
 
Para chegar à constatação, o estudo observou contratações em bancos de investimentos classe A, escritórios de advocacias e empresas de consultoria. Rivera realizou mais de 120 entrevistas com recrutadores e empregadores durante dois anos. O resultado foi que os entrevistados, muitas vezes, privilegiam seus sentimentos pessoais para a seleção, como o entusiasmo e conforto, sobre a capacitação dos candidatos com habilidades superiores ou técnicas.
 
Em outras palavras, eles contrataram profissionais que poderiam ter uma relação de afeto, como a amizade. “Em muitos aspectos, eles fizeram a seleção de maneira parecida com a escolha de amigos e parceiros românticos”, explica o autor do estudo.
 
Entre inúmeras entrevistas reveladoras, Rivera lembra que um gerente de banco de investimentos disse que escolhia conforme a uma situação inusitada. “Um dos meus principais critérios de avaliação é o que eu chamo de ‘O teste do aeroporto’: com qual candidato eu gostaria de ficar preso em um aeroporto em Minneapolis durante uma tempestade?”.
 
Capacidades analisadas (além das profissionais)
 
Segundo o estudo, entre as empresas pesquisadas, a demanda pela adaptação cultural foi a mais valorizada nos escritórios de advocacia, onde mais de 70% dos chefes disseram que “se ajustar na empresa” era algo importante para um profissional contratado. Em bancos de investimentos e empresas de consultoria, esse fator é avaliado por 60% e 40%, respectivamente, dos recrutadores.
 
Rivera constatou também que os passatempos, hobbies e esportes também são itens que podem diferenciar os candidatos. Ele cita a confissão de um banqueiro sobre sua preferência em uma entrevista: “ela [profissional contratada] jogava squash. Qualquer um que jogue squash eu amo”.
 
Fonte: Infomoney
 
 
 
Michael Porter está superado?
Alex Kunrath*
 
Sempre que a sociedade demonstra mudanças, surgem novos autores atacando a velha guarda da gestão, como foi o caso da enxurrada de ataques à Michael Porter pela falência de sua empresa de consultoria. Estarão certos ou serão apenas aproveitadores de oportunidades?
 
 
Sempre que a sociedade demonstra mudanças, surgem novos autores atacando a velha guarda da gestão, como foi o caso da enxurrada de ataques à Michael Porter pela falência de sua empresa de consultoria. Estarão certos ou serão apenas aproveitadores de oportunidades?
 
Este texto vai abordar alguns tópicos da Estratégia Empresarial de Michael Porter, desmistificando as "contribuições" feitas por novos autores à Administração.
 
Vamos começar: se você já leu autores atacando as teorias de Michael Porter, possivelmente já viu os mesmos defendendo "inovações" como as estratégias do Oceano Azul e da Cauda Longa. São abordagens inovadoras? A resposta é não.
 
Michal Porter definiu 3 posicionamentos genéricos para as organizações: (I) Custos, (II) Diferenciação e (III) enfoque:
 
(I) Custos: busca do menor custo possível sempre, onde seu diferencial está na relação custo x benefício percebida pelo consumidor.
 
(II) Diferenciação: seus produtos ou serviços possuem qualidades que seus concorrentes não possuem e dificilmente possuirão.
 
(III) Enfoque: sua organização tem todas suas ações voltadas para um nicho de mercado desatendido (ou mal atendido) pelo mercado.
 
Vamos aprofundar um pouco nossa análise: A distribuição Normal
 
Distribuiçãonormal 
 
 
Vamos imaginar que a Normal demonstra também a ocorrência da Demanda e a respectiva presença de organizações para o atendimento desta. Podemos concluir que quanto mais nos posicionarmos nos extremos da Normal, menos incidente será a demanda e a respectiva oferta de soluções.
 
Agora, vamos analisar a cauda longa
 
caudalonga
 
Espelhando a cauda nós encontramos o que?
 
Acabamos de encontrar a normal. E onde está o Oceano Azul? Onde existir uma concorrência mínima. Agora a chave-de-ouro: onde existe menor concorrência? Enfoque. Nossos autores "inovadores" reescreveram Michael Porter.
 
O Modelo das 5 forças de Porter
 5forçasporter
Analise o modelo das 5 forças como uma queda-de-braço entre concorrentes em um determinado mercado. Dependendo do seu posicionamento (visto acima), trabalhar constantemente a análise desse modelo pode ser a diferença entre a sobrevivência e a falência da sua organização.
 
Que tal trabalhar com um exemplo conhecido? Grupo Pão de Açúcar x Walmart.
 
O Walmart é líder mundial no varejo com o posicionamento CUSTOS. Como empresas sediadas no Brasil barraram o avanço do líder mundial no país?
 
O Grupo Pão de Açúcar, que possui entre seu roll de empresas redes como o Pão de Açúcar, o Extra, a Ponto Frio, a Assaí e hoje fundido com a Casas Bahia, possui o maior poder de compra dentre todas as empresas do Brasil. O volume adquirido junto aos seus fornecedores é geometricamente superior ao do grupo Walmart no Brasil.
 
Qual grupo consegue comprar os produtos em melhores condições no país? Pão de Açúcar ou Walmart? Obviamente, pelo volume, o Pão de Açúcar.
 
Assim, o Grupo Pão de Açúcar diluiu o poder de barganha de seus fornecedores e criou uma barreira de entrada para um potencial concorrente (Walmart), diminuindo ainda o poder de barganha dos clientes.
 
Essa situação é um problema na estratégia global do Walmart? Sem dúvida. Hoje a rede Walmart está comprando diversos pequenos grupos varejistas no Brasil, buscando assim um maior volume de compras e um maior poder de influência sobre os fornecedores. Mas esse é um processo longo e o crescimento do Grupo Pão de Açúcar independe da estratégia adotada pelo Walmart.
 
Diante desses 2 exemplos apresentados (posicionamento estratégico e modelo de forças): É válido dizer que Porter está superado?
 
Então, por que a empresa de Michael Porter faliu? Caro leitor, os negócios não são independentes do ambiente externo das organizações e muito menos independentes do comportamento dos consumidores. O que determina o sucesso de uma organização hoje é sua capacidade de melhorar continuamente seus processos, criando diferenciais competitivos constantes em relação à concorrência e, principalmente, sua capacidade de se relacionar com seus clientes.
 
Não estamos em uma realidade onde apenas um modelo teórico é suficiente para orientar a estratégia de uma organização. Inteligência na área de negócios é a capacidade de unir diversas estratégias e modelos que permitam à organização cativar, manter e conquistar novos clientes hoje e no futuro. E dentre os modelos estratégicos que obrigatoriamente deverão ser analisados pelos executivos da sua organização, estão os de Michael Porter.
 
*Alex Kunrath é administrador formado pela UFRGS, possui um MBA em Gestão Comercial e um Pós-MBA em Gestão Avançada de Projetos, ambos pela FGV. Com mais de 10 anos de atuação na área comercial, destacam-se como principais atividades: Consultor Empresarial; Coordenador Geral de Vendas; Gerente de Projetos; Professor de Empreendedorismo; Vendedor de Sistemas de Ensino, Joias e Medicamentos.

Contato: alex@idati.com.br
 
 
 
Preguiça acadêmica
Tom Coelho*
  
Dicionários e enciclopédias caíram em desuso e a internet está formando uma geração de estudantes que não lê, não escreve e que usa de um comodismo por vezes travestido de oportunismo para fazer pesquisa acadêmica.
 
"Nada fazer é o caminho certo para não ser ninguém".(Nathiel Hower)
 
 
Ela foi lançada em 1964 e teve sua primeira edição esgotada em apenas dez meses. Rapidamente tornou-se não apenas um objeto de desejo, mas um instrumento singular de apoio educacional. Nos anos 1970 e até meados dos oitenta, foi o melhor presente que pais poderiam conferir a seus filhos, muitas vezes adquirida com dificuldade mediante pagamento parcelado. Estou falando da Enciclopédia Barsa.
 
Lembro-me daquela coleção com 16 livros de capas vermelhas e letras douradas que me auxiliava nas tarefas escolares e abria as portas para um mundo surpreendente esperando para ser desvendado. O atlas geográfico suscitou-me a curiosidade por países, bandeiras, moedas e idiomas. E as pesquisas aos diversos verbetes estimulavam o prazer pela leitura e, por conseguinte, pela escrita, uma vez que os temas consultados tinham que ser relatados num caderno ou em atividade acadêmica para ser entregue.
 
Com o advento da internet as enciclopédias caíram em desuso. Hoje, um estudante não precisa mais folhear páginas a procura de uma informação. Basta acessar um site de busca para localizar o tema de seu interesse, muitas vezes com milhares de links relevantes. Depois, é copiar e colar o texto, imprimindo-o e dando por encerrada a missão.
 
Neste processo, há muitas perdas. O prazer pela leitura se dissipa. Jornais, revistas e livros são proporcionalmente veículos menos utilizados. E o hábito da escrita também se esvai. Papel e caneta são substituídos por processadores de texto. A emoção e a personalidade presentes na caligrafia dão lugar à frieza dos bits e bytes.
 
Mas a facilidade de acesso à informação também trouxe consigo um efeito colateral: os jovens estão ficando mais indolentes e apáticos. Quase diariamente recebo mensagens de universitários solicitando artigos, ensaios, gráficos ou qualquer tipo de material que possa ajudá-los em um trabalho acadêmico ou na elaboração de sua monografia. Há ocasiões em que estes pedidos chegam de forma serena e consciente, deixando claro que minha eventual contribuição será acessória, complementar à atividade que desenvolvem.
 
Todavia, há circunstâncias nas quais os pedidos que me visitam vão desde a definição de uma palavra que pode ser encontrada nos dicionários (estes, também em desuso) até a mera transcrição, na íntegra, de uma tarefa proposta, incluindo data para entrega e regras para apresentação. Assim, o estudante encaminha as questões tal como lhe foram formuladas, esperando respostas prontas que possam eximi-lo do trabalho de pesquisar, ler, compilar, enfim, estudar.
 
Esta verdadeira febre assola também as chamadas comunidades virtuais. Quem participa de grupos ou fóruns temáticos de discussão, sabem o que estou dizendo. Neste caso, a conduta se estende também aos profissionais à caça de planilhas, testes de avaliação, dinâmicas de grupos, entre outros.
 
Informação e conhecimento devem ser compartilhados. Por isso, jamais deixo um leitor sem resposta, qualquer seja sua demanda.
 
Mas vejo com preocupação este comodismo, às vezes travestido de oportunismo, porque me faz lembrar Confúcio que dizia:
 
"A preguiça anda tão devagar que a pobreza facilmente a alcança".

* Tom Coelho, com formação em Publicidade pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e Economia pela Universidade de São Paulo (USP), tem especialização em Marketing pela Madia Marketing School e em Qualidade de Vida no Trabalho pela Fundação Instituto de Administração (FIA/USP). É mestre em Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente pelo Senac.Foi executivo de empresas dos setores de transporte de cargas e exportação de café entre 1989 e 1993 e empresário no setor metalúrgico e de construção civil por 11 anos. Ex-secretário geral do Instituto da Qualidade do Brinquedo (IQB), órgão vinculado ao INMETRO, foi o artífice da elaboração da NBR-14350/99, norma brasileira de segurança para brinquedos de playground.

Também foi diretor eleito do Sindicato das Indústrias de Brinquedos do Estado de São Paulo (Simb), vinculado à Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq) no período compreendido entre 1998 e 2004 e vice-presidente de negócios da Associação Paulista de Gestores de Pessoas (AAPSA) entre 2007 e 2009.
Atualmente é professor em cursos de pós-graduação, conferencista e escritor com artigos publicados regularmente por mais de 800 veículos da mídia impressa e digital, em 17 países: Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Uruguai, Venezuela, Panamá, México, Estados Unidos, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália, Cabo Verde e Japão.
 
É autor dos livros "Somos Maus Amantes – Reflexões sobre carreira, liderança e comportamento" (Flor de Liz, 2011), "Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional" (Saraiva, 2008) e coautor dos livros "Ser Mais em Gestão do Tempo e Produtividade" (Ser Mais, 2012), "Roda Mundo, Roda-Gigante" (Ottoni, 2006, 2005, 2004), antologia internacional, e "Gigantes das Vendas" (Landscape, 2006), obra que reúne os 50 maiores nomes de vendas no Brasil.
 
Ministra palestras e treinamentos com temas que transitam de qualidade de vida e segurança no trabalho, passando por marketing e empreendedorismo, até responsabilidade socioambiental e educação.
 
Acumula, ainda, os cargos de diretor da Lyrix Desenvolvimento Humano, diretor titular do Núcleo de Jovens Empreendedores (NJE), vinculado ao Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), membro do Conselho Superior de Responsabilidade Social (Consocial) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e fundador-conselheiro da ONG Projeto Viva.
 
Contatos por meio do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite www.tomcoelho.com.
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