sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Aprender é um processo contínuo.

4 lições de empresas milenares
 
Se empresas centenárias já são uma grande referência e inspiração a qualquer empreen-dedor, o que dizer do seletíssimo grupo das companhias que foram capazes de ultrapassar os mil anos de vida?
 


 
 
Infográfico: a evolução da internet em 10 anos
 
Em dez anos - de 2002 para cá - já testemunhamos tantas mudanças na internet que aquelas páginas em HTML puro parecem coisas totalmente desfiguradas.
 
Esse infográfico abaixo (em inglês), produzido pelo site Bestedsites.com, ilustra as maiores transições em termos de tecnologia e mercado. Revela também o que aconteceu com em-presas que se recusaram a aderir à internet enquanto modelo de consumo - como a livraria Borders e a locadora Blockbuster.

info



Plano sequencial dentro de um jornal

The Sun lança campanha “Get Involved” como um passeio real dentro de um jornal, com referências a diversos tipos de notícias e seções.

 




O The Sun apresenta sua nova campanha, “Get Involved”, como um passeio real dentro de um jornal, com referências a diversos tipos de notícias e seções. É quase um plano sequencial, já que você vai perceber um corte ou outro em alguns momentos, mas ainda assim o efeito se justifica. A criação é da Grey.

Via
Brainstorm9

 
 
Você é um profissional
Batman ou Superman?
FábioZugman*


 
Eu sempre gostei do Batman. A grande maioria dos super-heróis atingiu seu status graças a seus poderes especiais. Adquiridos em experiências científicas bizarras, viagens espaciais ou simplesmente agraciados com um dom fantástico ao nascer, os heróis utilizam-se dessas vantagens para vencer seus inimigos. Todos, menos o Batman.
 
Bruce Wayne era uma criança quando seus pais foram assassinados. Traumatizado, o pequeno órfão opta por uma vida de dedicação e combate ao crime. Enquanto os outros heróis possuem poderes sobre-humanos, Batman possui apenas sua inteligência, um belo carro e algumas ferramentas que carrega no famoso bat-cinto.
 
Por essa razão, resolvi transformar esse herói da minha infância em uma metáfora para o trabalho criativo. Todos os outros heróis, abençoados pela genética ou condições especiais, são um modelo do mito da criatividade. Apenas se tornaram o que estavam predestinados a ser.
 
Bruce Wayne, ao contrário, dedicou-se a uma vida de treinamento e privações, até desen-volver condições suficientes para se transformar no homem-morcego. Levando em conta que ele herdou uma bela fortuna no mesmo mundo em que vive o Super Homem, seria muito fácil para ele resignar-se à sua posição de "simples humano" e deixar o trabalho pe-sado para os predestinados.
 
Abandonando o conforto, passando por um longo treinamento, e dedicando sua vida a um propósito, esse herói é uma abstração perfeita para a história de vida de diversos indivíduos que assombram e continuam assombrando o mundo real com seus feitos.
 
Para o Super Homem, a vida parece um pouco mais fácil. É verdade que ele é o último sobrevivente de seu planeta natal, mas ao chegar aqui, adquiriu super-poderes que o tornaram um semi-deus. Como diz o personagem de David Carradine no filme Kill Bill, o Super Homem parece zombar de todos nós ao se portar como um mero humano. Ele é mais que isso, sabe disso e se utiliza de seus poderes quando assim deseja.
 
O Super Homem representa o mito. O super herói que nasce com um dom ou simplesmente o adquire da noite para o dia. O Einstein que senta na mesa da cozinha e escreve a teoria da Relatividade, o inventor que está andando na praia e tem uma idéia que vale milhões. Aquela pessoa que simplesmente "tem talento" "teve sorte" ou foi "abençoada".
 
O Super Homem voa, desvia de balas, é praticamente invencível. Por mais que passe por perigos, ele parece saber que poderá contar com seus poderes para sair vivo da pior das situações. O Batman não pode se dar a esse luxo. Suas habilidades são fruto de uma vida de dedicação. Quando tudo parece perdido, só pode recorrer ao seu treinamento e inteligência.
 
E o que acontece quando nós, meros mortais damos de cara com o Batman na nossa frente?
 
O Batman é um super-herói. Sempre ouvimos que super-heróis possuem poderes especiais.
 
Graças ao seu treinamento e ferramentas, o Batman também consegue fazer coisas que nos parecem impossíveis. Nós, olhando de fora, não vimos o longo caminho pelo qual o Batman passou para fazer o que faz. Não vimos os erros, sofrimento e amadurecimento de seu treinamento. Não vemos seus problemas e falhas. Apenas enxergamos o produto pronto.
 
Para nós, que vemos de fora, olhamos seus atos fantásticos, usamos nosso conhecimento sobre o mundo e somos rápidos em concluir: O Batman deve ter poderes sobrenaturais.
 
Albert Einstein e Charles Darwin são apenas dois dos inúmeros exemplos que poderíamos citar de como é fácil cair no mito da criatividade. Basta receber a informação de seus históricos medíocres e conquistas posteriores e criar uma narrativa que faça sentido. E aqui começa a entrar toda aquela conversa sobre iluminação, destino, genética, loucura, sorte e todas aquelas explicações míticas sobre o trabalho criativo. Na falta de algo melhor, elas fazem sentido.
 
Como vimos, o fato das habilidades de pessoas como Einstein e Darwin não terem sido reconhecidas não significa que elas já não estavam sendo desenvolvidas. Mas essa conclusão não é tão direta. Para chegar a ela nós examinamos o modo como contamos histórias, e procuramos algumas pistas sobre o desenvolvimento real dessas duas pessoas.
 
Como vimos, não estamos sempre buscando a melhor solução, apenas uma que nos satisfaça. Nossa observação sobre os "maus alunos" é um pouco mais complicada e exigiu uma boa pesquisa. Enquanto isso, outras explicações podem surgir pelo caminho. Eu po-deria ter concluído que os dois possuem mentes diferentes e abençoadas, e me dado por satisfeito. "Era uma vez um menininho diferente, mau aluno e engraçado, que cresceu, foi atingido por uma idéia e criou a teoria da relatividade".
 
Assim, é fácil ignorar nossa conclusão sobre os maus alunos e aplicar a narrativa do mito. Estamos tão habituados com o mito que olhamos para o Batman, mas vemos o Super-Homem.
 
Este texto foi publicado originalmente no livro "O Mito da Criatividade",
de Fábio Zugman, pela editora Campus/Elsevier, 2008.

*Fábio Zugman é consultor de empresas, é autor de diversos livros,
entre os quais "Empreendedores esquecidos" e "Administração para
profissionais liberais". Veja também: www.zugman.com

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

É. O bicho tá pegando.

Toddynho terá de pagar R$ 420 mil
por vender produto com detergente


A PepsiCo, fabricante do achocolatado Toddynho, firmou um acordo com o Ministério Público do Rio Grande do Sul e terá que pagar R$ 420 mil por ter colocado à venda no Estado unidades da bebida misturada com produtos químicos.

Em setembro do ano passado, ao menos 39 pessoas relataram ter sofrido queimaduras e irritação após consumirem unidades da bebida que continham um líquido semelhante à água sanitária.

Os casos foram registrados em diferentes cidades do Rio Grande do Sul. A Secretaria da Saú-de chegou a suspender a comercialização de Toddynho no Estado à época.

Pelo acordo, a ação fica suspensa desde que a PepsiCo pague R$ 390 mil de indenização ao Fundo da Infância e Juventude do Estado e outros R$ 30 mil a uma fundação de educação.

A fabricante também precisará adotar medidas de prevenção em suas linhas de produção e doar equipamentos ao Estado. A PepsiCo confirmou o acordo.

No ano passado, a empresa informou que houve uma "falha pontual" que provocou altera-ções em 80 unidades de Toddynho fabricadas em Guarulhos (SP). Segundo a fabricante, esse lote foi enviado somente ao Rio Grande do Sul.

Todos os consumidores que procuraram atendimento médico após consumir a bebida foram liberados.

O acordo com o Ministério Público não encerra processos individuais das vítimas contra a empresa.





Sozinho, o iPhone derruba todos
os produtos da Microsoft em vendas


 

Apple continua abrindo uma larga vantagem em relação às companhias rivais, pelo menos em valor de mercado e vendas. De acordo com a Forbes, a soma de tudo o que a Microsoft vendeu no primeiro trimestre fica cinco bilhões de dólares abaixo do total de vendas do iPhone.

Isso quer dizer que o valor total de vendas do Windows, Office, Xbox, Bing (receita de publicidade), Windows Phone e outros produtos chegou a US$ 17,4 bilhões. Já o iPhone, sozinho, angariou para a Apple US$ 22,7 bilhões em vendas. O smartphone foi lançado há apenas cinco anos, mas reiventou o mercado e atualmente é o segundo colocado em market share - perdendo apenas para o Galaxy, da Samsung.

Atualmente, a Apple é a empresa mais valiosa de todos os tempos, segundo a cotação das ações da última segunda-feira (20). A marca tem um valor total de US$ 620 bilhões em capitalização, superando o antigo recorde da Microsoft - em dezembro 1999, a companhia de Gates atingiu 618,89 bilhões. Todavia, se os valores forem corrigidos monetariamente, o valor de mercado da Microsoft na época valeria o equivalente a US$ 842,5 bilhões hoje.

fonte: Macmais


O futuro é móvel: como as mídias
portáteis estão transformando o mundo?

Em entrevista Tomi Ahonen – um dos maiores especialistas do mundo em mídias móveis – diz que a popularização dos aparelhos de comunicação móveis fortalece a democracia e cria novas oportunidades de negócio.




Nem tudo é questão de preço

 

Pesquisa feita pela consultoria GS&MD - Gouvêa de Souza aponta que dois em cada três consumidores que comparam atributos antes da compra examinam as marcas disponíveis antes de optar pelo produto ou o serviço a ser adquirido. O preço, é verdade, continua o principal fator de decisão: nove entre dez consumidores dizem ser este o item mais impor-tante na hora do confronto entre as opções no ambiente de varejo.

Em estudos desta natureza e com este público feitos há dez anos, as marcas apareciam com muito menos importância, diz sócio sênior da GS&MD, Luiz Goés. “As pessoas entravam nas lojas onde tinham a possibilidade de conseguir crédito e escolhiam um produto que cou-besse no bolso delas. Hoje já comparam os benefícios de cada uma das marcas”, avalia Góes. Segundo ele, isso é um indicador de que o mercado passa por um momento de transição, no qual o velho binômio produto-preço utilizado pela comunicação de varejo tem que migrar para um trinômio produto-preço-marca.

O cartão de crédito é um dos cinco principais serviços que a nova classe média estudada pela Gouvêa de Souza passou a consumir nos últimos dois anos. O vice-presidente de novos negócios da Mastercard para Brasil e Cone Sul, Alexandre Magnani, ressalta que o cresci-mento da participação do público nos negócios da empresa é vigoroso. “Hoje, praticamente um terço dos cartões que emitimos com a nossa bandeira são distribuídos por meio de varejistas, independentemente de parceria com bancos. Este produto está diretamente liga-do à população de classe C”, relata.

Realizado em junho deste ano, na cidade de São Paulo, o estudo ouviu 360 consumidores, homens e mulheres, que migraram de classe social D/C2 para B2/C nos últimos cinco anos.

Em 2007, 50% destes entrevistados pertenciam à classe D, 21%, à C2, e 29%, à C1.

Atualmente, a metade deles está dentro da classe B2; 29%, na C1 e; 21%, na C2. “O desafio para as marcas e os comerciantes é aproveitar a presença do consumidor no ambiente de varejo e seduzi-lo a converter a atração em compra naquele momento, para a sua marca”, acredita Góes.

Fonte: este texto faz parte da reportagem especial Varejo, publicada
na edição (nº 1523) de Meio & Mensagem no dia 20|agosto|2012

Desta forma, vale relembrar que as pessoas não compram atributos de um produto ou servi-ço, compram benefício.
E uma marca bem trabalhada, bem posicionada e bem percebida, permite uma escolha com a percepção de menor risco e maior satisfação.
As pessoas, por exemplo, não compram óculos. Adquirem visão melhor, beleza estética e, algumas vezes, status com as grifes.
Percepção de valor é fundamental e isso é muito, muito melhor do que ser percebido apenas pelo preço baixo (o que geralmente é percebido também como qualidade inferior).
As pessoas não comprar qualidade de produtos e serviços (isso é obrigação da empresa).
As pessoas compram percepção de atendimento às suas necessidades, desejos e interesses.
É simples assim.
As marcas precisam e devem trabalhar mais a percepção de valor, que se obtém com uma forte imagem de marca.
Não adianta ficar brigando por preço baixo, pois isso só diminui a rentabilidade das empre-sas. É um suicídio a longo prazo.
A gente paga mais, sem medo, pelo que acredita que vale mais.
Valor nada tem a ver com preço.
Marketing é uma guerra de percepções, bem definie Al Ries. Não é uma guerra de atributos, nem de preços.



Paixão e caráter valem
mais do que talento
Evaldo Costa*


Vivemos em um mundo louco por talentos. Seja no cinema, teatro, televisão, esportes ou meio empresarial. A maioria de nós enaltece os talentosos, como se fossem modelos únicos de sucesso. É indiscutível que o talento conta muito, mas nem sempre é garantia de sucesso absoluto.

Há outros atributos que são sine qua non para alcançar o topo. A competência, o caráter e a paixão pelo trabalho valem mais do que o talento. As pessoas produzem mais e melhor quando estão motivadas intrinsecamente (paixão pelo trabalho), ou seja, impulsionada por prazer, interesse, satisfação e uma sensação de desafio pessoal pela tarefa que está rea-lizando.

Veja o caso do atleta de futebol que enfrenta o seu antigo clube. Quase sempre, para mostrar que o seu valor não foi devidamente reconhecido, se empenha tanto que vira o craque do jogo, ainda que seja apenas um jogador mediano. Além disso, do que adianta você contar com um atleta talentoso, mas indisciplinado, de caráter duvidoso e que não agrega para o bom ambiente do grupo?

O mundo dos negócios não é diferente. A área de marketing e vendas, por exemplo, exige muita dedicação para encontrar o melhor caminho comercial. Neste setor, não há solução óbvia ou simplista. Nele, quase sempre, o sucesso vem acompanhado de dedicação acima dos padrões habituais. Não basta ser talentoso, pois somente uma pessoa extrinsecamente motivada e comprometida se doará o suficiente para obter desempenho superior.

Considere, portanto, que nem sempre vence o talentoso. A vida está cheia de exemplos de artistas habilidosos que terminam a vida dependendo de ajuda financeira atletas que foram famosos e não conseguem ter uma vida digna ou mesmo grandes empresários do passado amargando uma vida de restrições. Além disso, quem não teve um colega de sala de aula brilhante e que não conseguiu ser bem sucedido financeiramente?

É preciso considerar que o sucesso não cai do céu, ele é construído com dedicação, requer trabalho árduo, enquanto a maioria está à beira da praia tomando cerveja gelada e comendo peixe frito. Mas, se é assim, como agir para atrair essas pessoas para o nosso lado? Naturalmente, a maioria de nós já conhecemos, pois elas sempre estão em evidência em suas áreas de atuação.

No entanto, nem sempre é fácil atraí-las para o nosso time, pois são muito valorizadas em suas colocações. Então, resta o desafio de encontrar novos candidatos. E é justamente aí que começa o grande desafio. Então, quando você entrevistá-los, pergunte por que eles fazem o que fazem, quais são as suas decepções profissionais e como seria o seu emprego dos sonhos?

Caso você veja “fogo” em seus olhos e entusiasmo em suas palavras, pode estar convencido de que está diante de um potencial campeão capaz de transformar sonhos em realidade. Mas, tem outro detalhe: pessoas com desempenho superior valorizam trabalhar com líderes vencedores.

Finalmente, considere o que costumava dizer o ilustre vice-presidente e grande empresário José de Alencar: “O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo fará coisas admiráveis.” Portanto, ser talentoso já não é mais o bastante!
Pense nisso.

*Evaldo Costa é Escritor, Conferencista e Coach. Diretor-presidente do Instituto das
Concessionárias do Brasil – ICBR.  www.evaldocosta.com
e-mail: evaldocosta@evaldocosta.com



Como aumentar os lucros do
seu negócio? Freud explica
Luiz Fernando Garcia*


O que o famoso alemão Sigmund Freud tem a ver com o sucesso de empresários e seus empreendimentos? Muitas vezes, a reposta é simples: tudo. Entender os conceitos da Psica-nálise e aplicá-los à prática do universo corporativo pode ser a solução para muitos homens e mulheres que não conseguem entender por que suas empresas não conseguem ter um bom desempenho.

Considerado por muitos como um dos grandes gênios dos séculos XIX e XX, Freud deixou um legado àqueles que buscam o entendimento da própria mente – fato este que, muitas vezes, não é almejado pelos donos de negócios. Sobre isso, vale dizer que um dos maiores desafios que enfrento no dia a dia com empresários é fazer com que entendam que a origem de problemas como baixos resultados financeiros pode não estar em estratégias, fun-cionários ou sócios. Em grande parte dos casos, o ponto-chave é a própria dinâmica mental desses executivos.

Ao se aproximarem dos conceitos do Pai da Psicanálise, homens e mulheres de negócios "desatam os nós" que possuem e quase sempre passam a colher os frutos com o melhor desempenho de todos na empresa e, consequentemente, com o aumento dos lucros. Durante a convivência com mais de 1.200 empresários ao longo dos últimos 12 anos, busquei fazer com que entendessem os mecanismos de defesa da Psicanálise, algo constantemente pre-sente no cotidiano corporativo.

Praticamente todos os empresários, inconscientemente, põem em prática esses mecanismos, o que prejudica - e muito - o desempenho dos negócios. Ao levar para a empresa um problema mal resolvido em casa, eles aplicam o que Freud chamou de Deslocamento e apenas transferem as preocupações de ambiente. Outro fator presente no comportamento dos donos de negócios é a Negação. Ou seja, eles deixam de enxergar determinado problema para realizar seu objetivo, por exemplo, um investimento arriscado. Mesmo que os números do relatório preparado pelo contador apontem que o momento não é propício para ampliar a fábrica ou fazer contratações, os empreendedores em estado de negação optam pelo caminho do "sei que vai dar certo" e correm até o risco de quebrar.

Além de negar o risco em uma negociação, o empresário, frequentemente, é "muito apaixonado" por seu negócio. Por conta disso, põe em prática a Idealização para justificar uma decisão, especialmente as que parecem não fazer sentido para o restante das pessoas.

A chamada Projeção também é algo muito presente no ambiente empresarial. Esse Me-canismo de Defesa pode ser observado, por exemplo, em uma relação de sociedade, com a transferência de desejos ou conteúdos que estão em você ao outro - "ele vive viajando" e "ele vive com mulheres mais jovens" são frases que podem exemplificar esse tipo de atitude. Em linhas mais populares, poderíamos tratar esse último tópico como "uma inveja disfarçada pela visão crítica", já que os defeitos dos outros são, na verdade, muitas vezes as virtudes que gostaríamos de ter.

Com o conhecimento dos conceitos da Psicanálise e a prática de algumas técnicas, esses comportamentos inconscientes são compreendidos e alterados. Ao mudar sua maneira de pensar, o empresário também passa a agir de forma diferente. Isso potencializa o desem-penho de seus subordinados e acaba por ampliar os lucros nos negócios.

*Luiz Fernando Garcia é administrador de empresas e
criador da metodologia de Psicodinâmica em Negócios

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Está circulando

Pela 3ª vez na capital, Anima Mundi leva mais de 70 filmes de animação a Belo Horizonte

Em "Fat", uma fazenda pequena e isolada é atingida por um estranho fenômeno

Começou ontem (21) e vai até o dia 26 de agosto, o festival de filmes de animação Anima Mundi que chega pela terceira vez a Belo Horizonte com 78 produções em sua programação, entre curtas e longas. Com sessões realizadas no Oi Futuro, serão exibidos destaques do cinema de animação nacional e internacional de 19 países.

Todas as sessões do Anima Mundi custam R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). Cada ingresso é válido para uma sessão. A maioria delas é composta por vários curtas-metragens; nos casos dos longas-metragens, apenas um filme é exibido. As sessões de curtas-metragens duram, em média, 60 minutos. As sessões das 10h e 15h são sempre infantis. Um horário exibirá curtas e outro um longa, de forma alternada.

Oficinas e bate-papos com cineastas também estão programados.

No Estúdio aberto, por exemplo, os participantes poderão produzir e ver seus resultados em telões instalados no próprio local. Já na Pixilation, pessoas e objetos são filmados quadro a quadro, criando alguns efeitos especiais. A oficina de Massinha funciona de modo parecido, mas são os bonecos confeccionados pelo público que são filmados.
O Papo Animado é a sessão de debates com realizadores. Estão programados dois: um com o diretor português Abi Feijó e outro com o brasileiro Marcelo Marão, também no Oi Futuro, nos dias 23 e 24/08, respectivamente, às 19h.
Há 20 anos realizado anualmente no Rio de Janeiro e em São Paulo, o festival já passou pela capital em 2008 e 2009.

Programação completa: www.animamundi.com.br



Ibope divulga comportamento
do internauta móvel

O IBOPE Nielsen Online realizou o estudo Especial Mobile, baseado em uma pesquisa onli-ne realizada entre 25 de abril e 2 de maio, sobre os hábitos relacionados à comunicação móvel.

A pesquisa revela que pelo menos 14% dos entrevistados possuem mais de um smartphone. Quanto à forma de conexão, quase 80% acessam via rede wi-fi, seguida da 3G. Para 49% a internet é para uso exclusivamente pessoal, 6% exclusivamente profissional e 45% para ambos.

Segundo Fabia Juliasz, diretora de novos negócios e relações societárias do IBOPE, ainda existem inúmeros desafios para o aumento da base de usuários, como a qualidade no serviço e custo do acesso para o consumidor final. “A medição é fundamental para a inclusão de mobile no planejamento de mídia e, consequentemente, para o crescimento deste mercado baseado em métricas transparentes e de qualidade”, complementa Fabia.

O estudo indica que 84% dos pesquisados acessam a internet enquanto esperam para ser atendidos com objetivo de “ganhar tempo”. Já em relação aos conteúdos acessados, além do e-mail, os sites de busca e as redes sociais são os preferidos pelos entrevistados.

Confira outras informações da pesquisa no gráfico abaixo:

fonte: Proxxima


Programa Silvio Santos: 50 Anos


Não poderíamos deixar passar em branco.
Todos nós devemos reconhecer em Sílvio Santos um exemplo de empreendedor de sucesso.
Sua carrreira, de início tão difícil, como camelô, ao sucesso contínuo e crescente e em grande performance aos 81 anos de vida (e 50 do seu programa) só pode merecer o nosso aplauso.
Fontes:



Por falar em 50 anos, a Playboy ...


 Percebam o detalhe da gravata…no espelho.
A coelhinha é Barbara Camero e a foto é de 1955.



O descrente

 



Estilo flexível de vida dita
novas tendências de marketing

Estudo da Trendwatching.com mostra que consumidores estão cada vez mais em busca da liberdade de escolha e acúmulo de experiências. Empresas buscam na generosidade.


O conceito de flexlife, o acúmulo de experiências, a conexão das marcas com as suas raízes folclóricas e o Brand Government são alguns dos conceitos que devem ditar as tendências de consumo na América Latina para os próximos anos.

Um estudo promovido pela trendwatching.com mostra que os consumidores estão cada vez menos interessados no comprometimento com as marcas, enquanto as empresas se esfor-çam para oferecer serviços mais flexíveis e customizados.

O estudo aponta uma tendência crescente das pessoas migrarem para os seus mundos par-ticulares, dando uma maior importância para o estilo flexlife, no qual há uma multiplicação nas opções de escolha por serviços sem o comprometimento. O mercado de academias já vem mudando para se enquadrar nesse novo estilo de vida, oferecendo além dos tradicionais pacotes de horários, opções de vouchers individuais, os gym passes, que permitem aos frequentadores adquirirem aulas em separado, em qualquer unidade e horário de suas redes.

Essa mudança de comportamento remete ao conceito de acumular experiências e muda o patamar do que é considerado luxo. “Daqui para a frente, a tendência é que o luxo esteja cada vez mais ligado à ideia de flexibilidade, com consumidores escolhendo livremente as opções que desejam na hora que querem. Essa liberdade hoje custa mais caro, como no caso das companhias aéreas, onde mudar de horário em cima da hora implica em taxas. Mudar de ideia custa mais caro e a tendência é que isso mude”, explica Luciana Stein, Diretora para a América Latina da Trendwatching, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Drivers de status
Outra tendência apontada para o futuro da América Latina é o conceito de praticidade e velocidade. Nascidas com os fastfoods, as características permaneceram adormecidas por algum tempo e agora vêm sendo retomadas. Em contrapartida, para alguns serviços a len-tidão está também associada ao luxo. Lojas como a Daslu, por exemplo, lidam com a menor velocidadee a tranquilidade como uma forma de aumentar a experiência e gerar uma relação com a marca.

No futuro, os drivers de status devem passar por uma modificação com a ascensão social e econômica geradas pela educação. “O luxo no Brasil está muito ligado ao desenvolvimento pessoal. O desejo de crescimento profissional faz com que as pessoas busquem na educação uma expansão de fronteiras. Com isso temos um crescimento nas ferramentas de crowd-learning, onde o saber se multiplica com facilidade, como no caso das operadoras de celular que oferecem cursos nos smartphones dos clientes”, afirma Luciana Stein.

Outra tendência de consumo em crescimento é o desejo de associar vendas com formas de retribuir os consumidores dentro dos conceitos de Brand Government, com o qual marcas surgem como provedoras de serviços que antes cabiam apenas aos governos. O principal diferencial buscado com isso é a visão de generosidade. Em maio deste ano, a Continental usou esta estratégia para divulgar a linha de lavadoras de roupas Aqua, que promete um menor desperdício de água. A marca preparou uma ação no Facebook e, cada “curtida” na página era convertida em um litro de água. Ao final, um caminhão pipa foi adesivado com as fotos de todos os consumidores participantes e doado para uma comunidade carente.

Retribuição social
O interesse dos consumidores mais com os propósitos que com as marcas propriamente ditas está em crescimento. A ONG Tetcho, que atua na América Latina convidando pessoas a ajudarem na construção de casas em locais de situação social vulnerável, também promove ações que exemplificam esse caminho. Como retribuição pela participação no programa, a ONG mandou gravar os nomes dos voluntários nos pregos utilizados nas moradias. “O que queremos com esses exemplos é mostrar que as pessoas hoje estão cada vez mais voltadas para uma causa. O conceito de status deriva mais do que se tem que suar para conquistar”, diz a diretora da Trendwatching.

A empresa aponta como novo comportamento a migração das marcas para as suas origens, além do orgulho de suas criações. Um conceito recente, chamado no estudo de souvenir 2.0, lança produtos relacionados a saberes e está ligado à Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016. A Embratur criou recentemente um aplicativo dentro desta linha: o game Brazil Quest divulga o país por meio de um personagem que convida moradores de outros locais para conhecerem as principais cidades brasileiras.

Orgulho pelo regional
Criada com a ideia de representar a identidade carioca, a marca “TerraVixta”, que conta com loja no Facebook, também usa o mesmo conceito do orgulho pelo regional, produzindo peças de decoração em madeira sustentável. “Este é um exemplo interessante da busca por oferecer itens regionais com maneiras mais refinadas para se mostrar. Os valores agregados estão na sustentabilidade e no corte a laser das peças”, aponta Luciana Stein.

Apesar das marcas estarem se voltando para as suas origens como uma forma de obter status e autenticidade, o estudo da Trendwatching mostra que o Brasil ainda não segue largamente essa tendência, o que pode ser um indicativo de que o país ainda não se sente totalmente parte da América Latina. “Antes, uma marca que queria evoluir tinha que se mostrar global e escondia os seus traços latinos. Hoje o que vemos é justamente o contrário. Aquelas que mostram sua identidade folclórica se fortalecem. É o que chamamos de ‘latinlove’. Isso ainda não acontece tanto no Brasil. O país continua se sentindo o americano da América Latina. A tendência, no entanto, é que isso mude no futuro”, diz a diretora do Trendwatching ao portal.
Fonte: Mundo do Marketing

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Você está preparado?

Anúncios clássicos da Coca-Cola


Cura dor de cabeça e alivia a exaustão?




O caminho do conforto?




Ajuda contra o cansaço?



Planos da Apple para o futuro da televisão.
Apple revela planos para o futuro da TV

Dois jornalistas do Wall Street Journal foram atrás da Apple para descobrir realmente quais são os planos da empresa em relação ao meio televisivo, e descobriram algumas novidades. Primeiro, a notícia “ruim”, a marca da maçã não pretende se separar da transmissão por meio de cabo, o que significa contas para pagar no final do mês. Mas algumas das metas estipuladas pela companhia são bem interessantes e revelam realmente o futuro da TV.

Aqui estão os planos da gigante de tecnologia:

1| A Apple visa criar uma versão menor do Apple TV que funcionaria como uma espécie de decodificador de TV a cabo. O aparelho viria com um gravador de vídeo que permitiria ao usuário de assistir qualquer programa desejado a qualquer hora. A interface da TV seria parecida com a tela de um iPhone ou de um iPad, com ícones que possibilitam a “navega-ção”. A empresa pretende criar um jeito de fazer com que o telespectador possa compar-tilhar coisas no Twitter e Facebook. E a última “novidade” é a possibilidade de comprar tem-poradas inteiras dos seriados favoritos, e não apenas episódios liberados pelas emissoras.

2| Apesar de todos os planos, as coisas não serão tão fáceis assim. A Apple está em conversas com as operadoras e os produtores de conteúdo, no entanto, a marca terá de convencer grandes nomes do mercado do entretenimento como Time Warner, Apple, NFL, MLB.

Fonte: The Wall Street Journal e Adnews



Nova classe média cresce


A expansão da classe média brasileira segue robusta, conforme dados apurados até junho, afirma o economista e coordenador do Centro Políticas Sociais (CPS) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Marcelo Neri. Em debate na 22ª Bienal do Livro, em São Paulo, ele reafirmou a projeção de que mais 12 milhões de pessoas ascenderão para esse segmento até 2014. Nas classes A e B, o número de entrantes chegará a 7,7 milhões. Neri não arrisca dizer, contudo, como será o comportamento dessas classes sociais de 2015 em diante. Entre 2003 e 2011, a nova classe média - que tem renda familiar de 1.700 reais - incorporou 40 milhões de pessoas.

Para Neri, foi a nova classe média que estabilizou a economia brasileira e fez crescer o Produto Interno Brunto (PIB) nos últimos anos em que tônica foi a crise internacional. “A classe média é o amortecedor interno da economia. Se ela quebrar, não sabemos para onde vai o país”, disse. O economista, autor do livro “A Nova Classe Média – O Lado Brilhante da Base da Pirâmide”, participou nesta quinta-feira de debate sobre o assunto.

2014 - Após a renda do brasileiro ter aumentado nos últimos anos, na esteira do crescimento econômico, o pesquisador não se arrisca a dizer como será sua evolução num intervalo de tempo mais extenso, a partir de 2014. “Estamos em um momento de pleno emprego, mas é arriscado dizer qual será a renda real das famílias da nova classe média”, disse.

Para Neri, por ora, não há sinal de que haverá reversão da ascensão social dos mais pobres. A classe média, aliás, ganhou força, segundo dados apurados até junho. De acordo com o economista, o mercado de trabalho faz mais diferença para o consumo destas pessoas do que o acesso crédito. “O que importa para elas é trabalhar e ter dinheiro no bolso para con-sumir”, explicou.

Novo consumidor – A nova classe média, hoje com maior poder de compra, tem tido acesso a bens e serviços que, anteriormente, eram restritos às classes A e B, tais como planos de saúde, escolas particulares e previdência privada. Neri lembrou que a má qualidade na oferta de serviços tem gerado nesse novo consumidor uma sensação de frustração. Na avaliação do especialista, é para essa insatisfação que as empresas têm de olhar. “Esta é a nova agenda no Brasil. As pessoas estão consumindo fortemente, e são exigentes”, afirmou.

Segundo Neri, os pacotes do governo para melhorar a infraestrutura do país - tal o programa de investimento de ferrovias e rodovias anunciado nesta quarta-feira - são de “extrema importância” porque esses novos consumidores aumentam os desafios do país. Em outras palavras, as pessoas estão consumindo o que antes não tinham acesso, como viajar de avião, por exemplo, o que tem aprofundado os gargalos dos aeroportos do país.

A alta da inadimplência verificada nos últimos meses não deve ser considerada o pior pro-blema da classe C, na visão do economista. “O problema no Brasil não é de endividamento, mas sim as altas taxas de juros”, declarou. Outro problema, na opinião do pesquisador, é baixa taxa de poupança do brasileiro.

Comparações - Para o pesquisador, não é possível comparar a classe média americana à brasileira porque os perfis são muito diferentes. A renda das famílias e o tipo de consumo são bastante distintos. Neri relata que, desde 2004, quando houve o início da ascensão da classe média, o Brasil teve três saltos: mais pessoas tiveram acesso a cursos técnicos, houve aumento do número de pessoas com carteira assinada e a qualificação profissional também melhorou. Para o pesquisador, o acesso à educação é um avanço muito importante que contribui para a ascensão da classe C. “Quem olha para a classe média com olhar estrangeiro - de fora para dentro - não percebe o valor do que tem acontecido”, disse. Essas particularidades representam outros elementos que não permitem equiparar a realidade brasileira com a americana.

O coordenador do CPS/FGV preferiu comparar o crescimento brasileiro ao de China e índia, que classificou como “invejáveis”. Contudo, na opinião do economista, no Brasil há um fator qualitativo: a redução da desigualdade. “No Brasil, o crescimento é mais sustentável porque temos a redução da desigualdade, que vem caindo nos últimos onze anos”, disse. “Este é o ingrediente brasileiro do crescimento”, comemorou.
Fonte: VEJA



Clientes não são clientes, são parceiros!
Denis Ferrari*


O objetivo desse texto é direcionar uma linha de pensamento que acredito ser ideal em contratações de serviço, onde o mais importante é ajudar o cliente e não fazer o que você foi contratado para fazer.

Quantas vezes nos deparamos com a situação onde o cliente solicita que façamos algo que não é a melhor solução (ou solução mais viável) e temos que convencer o mesmo que aquele não é o melhor caminho? Aí eu pergunto, sabemos realmente qual é o melhor caminho?

Dificilmente o cliente irá discutir fatores técnicos com a gente, mas quando se trata de negócio saber ouvir os argumentos do cliente é a melhor saída.

Trabalhei algum tempo em empresas onde vi pessoas criticando pedidos dos clientes e reclamando muito, aí eu penso, se você não conseguiu convencer que a sua ideia era melhor, talvez precise melhorar seu poder de persuasão ou sua ideia não é tão boa assim. Independente do problema, aceitar uma solução sabendo que ela é errada é antiético.

Parceria não é concordar sempre, ser parceiro do seu cliente implica em sempre mostrar o melhor caminho com argumentos válidos se preocupando mais com o impacto da ideia no negócio dele do que no seu. Não é dar uma ideia pensando em vender um serviço, é dar uma ideia pensando em ajudar no serviço do cliente.

Parceria não é fazer o que o cliente quer, é fazer o que ele realmente precisa, mesmo que isso seja sinônimo de recusar projetos.

Parceria com o cliente não é só compartilhar os momentos de sucesso, é ajudar a apagar incêndios deixando a cobrança de horas extras e renegociações de contratos para o momento certo.

Não é só chamar o cliente de parceiro, é realmente acreditar na parceria e pensar que o crescimento do seu cliente é o seu crescimento também.

Clientes não são só portfólio, são empresas em que você fez a diferença e quando elas forem pensar na história da empresa perceberão que existe uma linha que divide antes e depois da sua prestação de serviços.

Algumas pessoas podem achar esse texto apaixonado e que essa minha visão não é comercial, porém comigo sempre funcionou e eu nunca saí para vender um projeto. Indicações são a melhor forma de venda.
*Denis Ferrari é especialista em TI



DPZ relembra 40 anos com Itaú

O Itaú, nascido em 1943, entrou nos anos 1970 como segundo maior banco privado brasileiro e tomou uma decisão que faria diferença no futuro: passou a investir fortemente em marketing, contratando a DPZ, agência de Roberto Duailibi, Francesc Petit e José Zaragoza.

A mensagem de sua primeira campanha era “Ajude o Itaú a ser o primeiro”, que deixava clara a dimensão do desafio da agência. Patrocinadora da transmissão dos Jogos de Muni-que de 1972, a marca foi mudada em 1973 para o formato com pontas arredondadas, criado por Petit. Um dos comerciais mais famosos dos primeiros anos foi o que envolveu o casal Rodolfo e Anita, veiculado em meados daquela década, para divulgar as máquinas do Itaú Check.

Na década de 1970, além dos comerciais da DPZ, o Itaú se destacava pelo marketing espor-tivo. O banco patrocinou a transmissão dos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, e iniciou o apoio ao tênis, por meio da Copa Itaú de Tênis.

Na mesma década, surge o slogan "Itaú: pode entrar que a casa é sua" e o conceito de Che-que Estrela, pelo qual clientes com estrelas passaram a ter tratamento diferenciado.

Os anos 1980 marcam o surgimento do Banco Eletrônico - caixa eletrônico do Itaú e na ex-pansão do banco. Foram anos de inflação alta e do Plano Cruzado, que dificultou a vida das agências bancárias e que ocasionou em muitos erros bancários na época. Mas a marca se destacou graças ao Instituto Cultural Itaú e por levar os caixas a todo País, o que inspirou a criação de um novo slogan: "O Itaú está onde você precisa".

Nos anos 1990, época de dificuldades mas de esperanças, o Itaú reformula sua marca em 1992, dando cores a ela. Uma grande reforma mudou a identidade visual das agências, bem como de cheques e cartões. Surge a campanha "Itaú: todo dia um banco melhor para você". Em 1995, após o Plano Real, o banco muda para "Itaú: pronto para o futuro".

E no novo milênio, o Itaú adota a mensagem que é a síntese da marca até hoje: "Itaú. Feito para você". Nos tempos de maior estabilidade econômica e crescimento econômico, espe-cialmente no final da década, a comunicação se tornou mais leve.

Confira abaixo alguns comerciais que marcaram essa parceria ao longo desses 40 anos de um casamento até agora, perfeito.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=zwc2-mlZS1c
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=eoe1oGnSHEQ
www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=tKf9E3nh0x4
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=VDwbPyu7Sic
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ccLOp8L_jik
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=o7LPBlHfFXo
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=lE8HUZhc6zE
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=aCDxFpg7amM
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ZEldyN2H0UU
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=29a72_Jdijc
fonte: Meio&Mensagem



Cliente e prestador de serviços:
como criar uma parceria de trabalho
Eduardo Massami Kasse*

 

Quando pensamos na relação entre clientes e prestadores de serviços, imaginamos um relacionamento estritamente formal e com regras de conduta preestabelecidas. Essa é a rea-lidade para a maioria das prestações de serviços, sejam essas de qualquer espécie. É visão de negócios ensinada nos cursos de especialização e nas faculdades.

Para algumas pessoas e empresas esse "modelo" funciona perfeitamente e ajuda atingir os objetivos e as expectativas de ambos os lados, ou seja, gera resultados positivos. Não é a efi-cácia dele que está em questão, mas sim uma outra visão de negócios baseada na criação de uma parceria de trabalho.

Parceria de trabalho pode ser entendida como o desenvolvimento em conjunto de algum projeto ou produto. Essa é a nossa proposta: tratar o cliente como um parceiro, não somente como "mais uma fonte de renda" ou como um empregador.

Essa é uma visão no qual agregamos ao aspecto profissional um lado mais humanista e baseado criação de vínculos. Isso não "força" o início de uma amizade, não obriga algo além do profissional, mas se isso acontecer, ótimo!

Para iniciar uma parceria de trabalho temos que seguir alguns passos:
1.Tratar o cliente com atenção e respeitar as suas ideias;
2.Enxergar no projeto um trabalho em conjunto;
3.Acreditar no projeto;
4.Ser flexível, mas coerente;
5.Cumprir as promessas;
6.Expor soluções, nunca impor soluções.

Existem alguns outros passos que são aprendidos com o tempo, conforme vamos adquirindo experiência. Um deles é aprender a lidar com cada tipo de personalidade e estilos diferentes. Por exemplo: um cliente mais impulsivo deve ser tratado (no sentido de interagir) de uma maneira diferente de um cliente mais calmo e "indeciso". Isso não quer dizer que o prestador de serviços deve ter várias personalidades diferentes, mesmo porque isso seria agir com falsidade. O que o profissional deve ter é a habilidade para distinguir o melhor modo e se relacionar com essa ou aquela pessoa.

No começo pode parecer estranho trabalhar assim, pode haver também a impressão de "estar puxando o saco", todavia, o retorno obtido prova definitivamente o contrário.

Quando vemos o cliente como um parceiro e procuramos buscar soluções conjuntas para o projeto, tendemos a trabalhar com mais empenho e muito próximos ao ponto ideal de desenvolvimento (considero ponto ideal o equilíbrio entre efetividade - eficácia - satisfação). Do lado do cliente, ele tende a empenhar-se mais nas respostas às solicitações e no cumprimento dos acordos previstos.

Outro ponto positivo nessa visão é a criação de uma imagem profissional diferenciada, no qual somos vistos não como donos da verdade, mas como profissionais que sabem ouvir, discutir, trabalhar em conjunto e alcançar resultados bons, para o cliente e para si próprio, pois esse é o princípio de qualquer negócio. É a criação do marketing pessoal!

O trabalho em parceria evita o excesso de idas e vindas do projeto, pois a comunicação flui naturalmente e as falhas podem ser detectadas com maior rapidez. A rejeição do produto final praticamente desaparece, uma vez que as etapas estão sendo vistas, acompanhadas e desenvolvidas conjuntamente.

Trabalhar o relacionamento com o cliente, ou melhor, com o parceiro, traz benefícios para todos. Além de auxiliar no desenvolvimento dos projetos, melhorando a qualidade de cada etapa e do produto final, há também o enriquecimento do seu marketing pessoal e da sua gama de relacionamentos profissionais, melhorando conseqüentemente sua aceitação pelo mercado.

*Eduardo Massami Kasse é estrategista web, web developer, tecnólogo, escritor e possui a página: www.onlineplanets.com.br



Parceria. A melhor maneira de
você e sua empresa destacar-se no mercado
Viviane Marques*


Parceria realmente é uma das melhores maneiras de você e a sua empresa destacar-se. Diante a onda de spams, clientes sempre ocupados e a montanha de anúncios, diferenciar-se é a palavra de ordem.

A Parceria além de ser um excelente exemplo de ganha x ganha, faz com que você ganhe fôlego e foco no que é mais importante para crescer profissionalmente, ganhar dinheiro e conquistar clientes!

Mas a Parceria precisa realmente existir. E não apenas oferecer pequenas vantagens se você ou outro comprar determinado produto/serviço.

Diariamente recebo inúmeras propostas de "parcerias". Empresas que ligam para marcar reuniões para vender diversos tipos de produtos e serviços.

Será que isto realmente é uma parceria? Ou apenas uma venda?

Oras, francamente. Ligar para determinada empresa oferecer um produto ou serviço com a promessa de descontos ou comissão não é exatamente uma proposta de Parceria? O que  ganho com isto? Um desconto, apenas?

Atualmente na Bencom trabalhamos com diversos tipos de parcerias. Por exemplo, tra-balhamos com duas empresas de contabilidade aonde realmente a parceria alavancou mui-tas vendas para ambos os lados.

Uma empresa de contabilidade lida com empresas novas quee sempre precisam de logotipo, websites, papelaria, etc. Oras, com a parceria, oferecemos mais de 35% de desconto ou pacotes promocionais para os clientes desta empresa de contabilidade.

Assim, esta empresa além de vender seus serviços, irá agregar os serviços da agência como uma ferramenta para conquistar mais clientes.

Por outro lado, todas as empresas que nos procuram e/ou são clientes, quando precisam de qualquer serviço do escritório de contabilidade, ganham 15% de desconto. E somente por ser nossos clientes.

Para haja transparência, o contato e negociação não é atravessado. Se o cliente é da empresa de contabilidade, toda a negociação e pagto é realizado por ela. E vice-versa.

Realmente é um excelente exemplo de parceria. Aonde ambos saem ganhando.

Mas se analisarem, quem realmente ganha é o cliente que recebe além de um bom desconto, a garantia de um bom serviço. Porque foi indicado por uma empresa que já confia.

Portanto, parceria é uma grande ferramenta de marketing, isto é fato. E quando bem uti-lizada, faz com que ambos os parceiros tenham excelentes lucros e conquistem mais cliente.
Pense nisto. E boas vendas!

*Viviane Marques - Dir. Marketing Bencom Comunicação. Formada em Administração e Marketing
pela Universidade FaAAP e MBA em Marketing e Negócios. Morou mais 10 anos nos EUA. Sempre atuou
na área de marketing, publicidade e gestão. Trabalho em empresas como: Grupo Pão de Açúcar,
Banco Real, DM9, DPZ, etc. Atualmente é diretora de marketing da Bencom Comunicação e
proprietária de uma loja (franquia) do ramo de cosméticos.Agência de Comunicação e Web
especializada em Peq. e Médias Empresas. www.bencom.com.brviviane@bencom.com.br


5 dicas de marketing para
atrair o consumidor da classe C
Felipe Martins*


O consumidor da classe C caracteriza-se por possuir renda familiar de até R$3 mil mensais. Segundo pesquisa da empresa Cetelem BGN em parceira com o instituto Ipsos Publics Affair, realizada neste ano, 54% da população brasileira faz parte da classe C.

Desse total, cerca de 50% são consumidores virtuais - conforme a e-bit, que apostam no e-commerce como uma das principais formas de negociação. Sendo a classe C um público crescente, destacamos algumas dicas de marketing para conquistá-lo e ampliar o market share de sua loja virtual:

• Aposte em valores competitivos
É interessante que os valores oferecidos ao consumo da classe C sejam competitivos, não podendo ser preços altos, para que não comprometa o orçamento do seu consumidor. Nesse sentido, vale trabalhar com itens de valores agregados;

• Divulgue as ações de seu negócio
A classe C deve ser informada sobre as novidades da loja virtual, para manter-se ativa, principalmente diante das datas comemorativas. Nesse sentido, aposte na divulgação das ações através de e-mails marketing e das mídias sociais;

• Trabalhe a usabilidade
Trabalhe em sua loja virtual a usabilidade, ou seja, facilite o processo de compra ao consumidor. Disponibilizar o passo a passo da negociação também é uma forma de auxiliar os clientes que estão chegando ao e-commerce;

• Facilite o pagamento
Trabalhar com a classe C demanda facilitar a negociação, bem como as formas de pagamento. Nesse sentido, apresente todos os meios possíveis, para que o consumidor se sinta estimulado a comprar;

• Disponha-se ao cliente
É natural que o consumidor tenha dúvidas quanto ao processo de negociação. Por isso, caso essas dúvidas surjam, esteja disponível ao cliente. Apresente meios de comunicação para que seu cliente entre em contato quando necessário.

Comercializar para a classe C significa conquistar a atenção, o desejo e o bolso deste público repleto de potenciais consumidores. Por isso, atente-se às suas características e invista nessas dicas: aposte e boas vendas! 

*Felipe Martins - fundador e presidente da empresa DOTSTORE, especializada em
criação e assessoria em Loja Virtual.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...