terça-feira, 6 de maio de 2014

Mecz doi dużo

As atenções estão fixadas nas economias emergentes como China,  Índia, México, Brasil e Taiwan, segundo o levantamento de 2013

A Unidade de Negócios de Intellectual Property & Science da Thomson Reuters, publicou sua análise de tendências de proteção de marcas globais em seu terceiro relatório. A publicação acompanha a atividade do setor de marcas comerciais em 186 países, servindo como barômetro das atividades de empresas multinacionais no setor de marcas.  As análises publicadas cobrem as dez principais agências de registro de marcas, a atividade geral por setor de marcas e o volume total de marcas publicadas com base em dados da Thomson Reuters SAEGIS®, utilizando a ferramenta SERION® de pesquisa e triagem on-line.

Em 2013, o estudo mostrou um acentuado desvio de foco entre proprietários de marcas multinacionais. Todas as atenções estão fixadas nas economias emergentes. Alguns dos principais achados do relatório:

-  Índia, México e Taiwan substituíram o Reino Unido, Alemanha e Canadá na lista dos dez maiores: Ao contar marcas separadamente (sem considerar o número de classes em que são registradas), o Reino Unido, Alemanha e Canadá não estão mais na lista dos dez países que mais registram marcas e foram substituídos por Índia, México e Taiwan.

- O Brasil é o mercado consumidor que mais cresce: Dentre os dez países que mais registraram marcas em 2013, o crescimento anual mais rápido ocorreu no Brasil (53%), Coreia do Sul (23%) e Turquia (18%).

- China lidera em volume total de marcas: A China é o país que mais publica marcas, com 860.000 novas marcas publicados em 2013, seguida pelos EUA, Brasil, Coreia do Sul, Turquia e Japão.

-  A propaganda (Classe 35) é a principal categoria de marca: Entre as classes de marca internacional, a classe 35: Propaganda e administração empresarial voltou a ser a mais ativa, com mais de 440.000 marcas publicadas no mundo inteiro.  A classe 35 é seguida pela classe 9: equipamentos científicos, náuticos, topográficos e outros equipamentos salva-vidas e de ensino, com mais de 280.000 marcas publicadas, que ano anterior estava na terceira posição.

“As marcas proporcionam uma boa visão das estratégias atuais de expansão das empresas multinacionais”, disse David Brown, diretor de IP Solutions da Thomson Reuters.

“Acompanhando continuamente os dados publicados de registros de marcas, buscamos descobrir insights estratégicos nas grandes tendências de negócios e expansão para novos mercados no mundo inteiro.”

Os dados deste relatório foram compilados a partir do SAEGIS da Thomson Reuters usando a ferramenta de pesquisa on-line SERION para identificar marcas registradas no mundo inteiro entre 1º de janeiro de 2007 e 19 de dezembro de 2013.

O relatório completo está disponível em: 2013 State of Trademark Report.



Estudo encomendado pelo Centro de Inteligência Padrão (CIP) e produzido pela
Officina Sophia aponta a preferência do consumidor por empresas associadas à moda e design

Mais do que admiração, alguns consumidores têm uma verdadeira relação emocional com determinadas marcas. Esta é apenas uma das conclusões da pesquisa “Marcas Mais Amadas 2014”, encomendada pelo Centro de Inteligência Padrão (CIP) e realizada pela consultoria Officina Sophia. Dentre todas as dimensões avaliadas, a empresa que conquistou o título de marca mais amada do Brasil foi a “O Boticário”.

 “Trata-se de uma empresa que investe muito em inovação e beleza. Em uma cultura como a brasileira, que valoriza os cuidados com o corpo, trabalhar a autoestima como DNA da marca foi fundamental para consagrá-la a mais amada”, afirma o especialista internacional em relações de consumo e varejo, Roberto Meir.

Para a realização da pesquisa, foram avaliados 40 atributos relacionados a temas como qualidade do produto, identidade aspiracional, disposição dos clientes em investir recursos, presença ativa nas redes sociais, lealdade dos consumidores, apego emocional com a marca, entre outros. Para Meir, “assim como a ‘O Boticário’, as empresas cujos produtos se associam à moda e design criam uma maior identificação com o consumidor. Elas conseguem gerar uma impressão sensorial nas pessoas e se conectam emocionalmente com os clientes”.

Metodologia: para a realização da análise, a Officina Sophia considerou dois critérios essen ciais. São eles: um número mínimo de pessoas que deveriam conhecer a marca e a magnitude do vínculo declarado de sentimentos positivos. “Quanto mais pessoas exprimiram uma maior intensidade de amor pela marca, melhor posicionada ela ficava no ranking. Além disso, para a elaboração do estudo foi neutralizado o nível de conhecimento dos consumidores pelas marcas. Um ranking das mais amadas não pode ser reflexo da visibilidade, caso contrário nós estaríamos fazendo uma lista de top of mind”, explica Meir.

Em relação à amostra, foram realizadas 1.472 entrevistas, durante o mês de fevereiro deste ano, entre as principais regiões do país: São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Sorocaba, Jundiaí, São José dos Campos, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre e Curitiba. A avaliação considerou as classes socioeconômicas A, B e C e foi composta por homens e mulheres, entre 18 a 59 anos.

Confira abaixo as 10 primeiras colocadas no ranking das marcas mais amadas do Brasil em 2014:

POSIÇÃO
EMPRESA
PONTUAÇÃO
O Boticário
131,7
Natura
117,0
Louis Vuitton
102,7
Nestlé
102,4
Havaianas
101,8
Prada
  99,7
Rolex / Gucci *
  99,6
Mont Blanc
   97,5
Tommy Hilfiger
   95,3
10º
Samsung
   94,7

* As marcas destacadas apresentaram a mesma pontuação e, 
portanto, aparecem na mesma posição no ranking.

RANKING POR SEGMENTO
Artigos Esportivos
    
Empresa
Pontuação
Nike
94,2
Adidas
62,2
Lacoste
52,7
Olympikus
49,0
Oakley
44,3

Automóveis
Empresa
Pontuação
Ferrari
91,1
BMW
84,0
Porsche
82,9
Lamborghini
76,9
Land Rover
74,0

Bancos

Empresa
Pontuação
Caixa Econômica Federal
35,0
Banco do Brasil
33,6
Itaú
17,2
Bradesco
6,6
Santander
-7,1

Bolsas

Empresa
Pontuação
Louis Vuitton
102,7
Tommy Hilfiger
95,3
Calvin Klein
93,8
Chanel
90,7
Victor Hugo
85,6

Calçados Femininos

Empresa
Pontuação
Prada
99,7
Gucci
99,6
Chanel
71,0
Vizzano
58,0
Arezzo
57,0

Celulares

Empresa
Pontuação
Samsung
91,4
Apple
74,9
Sony
56,2
Nokia
52,7
Motorola
19,3

Cervejas

Empresa
Pontuação
Skol
69,0
Stella Artois
47,0
Original
32,7
Budweiser
26,2
Heineken
25,8

Companhias Aéreas

Empresa
Pontuação
TAM
48,8
British Airways
47,8
Emirates
24,2
TAP
23,1
Azul
22,5

Cosméticos

Empresa
Pontuação
O Boticário
131,7
Natura
117,0
L'Oréal
78,5
Nivea
69,0
Avon
51,7

Redes de Roupas

Empresa
Pontuação
Zara
37,3
Americanas
33,6
Riachuelo
18,9
Renner
12,9
Hering
12,1

Hipermercados/ Supermercados

Empresa
Pontuação
Extra
33,4
Carrefour
22,5
Walmart
17,8
Pão de Açúcar
14,9
Bom Preço
-3,8

Jeans

Empresa
Pontuação
Levi´s
69,4
Diesel
63,4
Calvin Klein
58,2
M. Officer
56,2
John John
52,4

Joias

Empresa
Pontuação
Vivara
94,3
Swarovski
90,7
H. Stern
88,8
Tiffany & Co.
65,9
Cartier
60,7

Moda Feminina
Empresa
Pontuação
Chanel
85,7
Hering
77,6
Dolce & Gabbana
76,2
Calvin Klein / Gucci
74,4
Morena Rosa
69,4

Moda Masculina

Empresa
Pontuação
Oakley
43,5
Giorgio Armani
39,9
Lacoste
37,3
Hugo Boss
37,1
Calvin Klein
23,3

Notebooks
Empresa
Pontuação
Apple / Sony
78,1
Samsung
73,1
Dell
58,6
HP
36,9
LG
28,5

Operadoras de Telefonia Fixa

Empresa
Pontuação
GVT
19,6
NET
-1,2
Oi
-5,7
Vivo/Telefônica
-11,3
TIM
-16,2

Operadoras de Telefonia Móvel
Empresa
Pontuação
Vivo/Telefônica
11,7
GVT
3,7
Nextel
-2,9
Oi
-6,4
Claro
-14,3

Perfumes

Empresa
Pontuação
O Boticário
91,0
Dolce & Gabbana
73,2
Christian Dior
68,5
Giorgio Armani
67,9
Chanel
66,3

Produtos Alimentícios

Empresa
Pontuação
Nestlé
102,4
Sadia
86,6
Perdigão
68,4
Unillever
64,1
PepsiCo
40,5

Refrigerantes

Empresa
Pontuação
Coca-Cola
88,4
Guaraná Antarctica
78,2
Fanta
38,1
Sprite
29,8
H2OH
27,3

Relógios MasculinoS

Empresa
Pontuação
Rolex
99,6
Mont Blanc
97,5
Calvin Klein
77,0
Armani
71,0
Omega
66,4

Seguros de Automóveis

Empresa
Pontuação
Porto Seguro
53,3
SulAmérica Seguros
32,3
Zurick Seguros
23,4
Itaú Seguros
20,2
Bradesco Seguros
17,9

TV por Assinatura

Empresa
Pontuação
SKY
32,4
NET
14,2
Claro
-15,1
VIVO TV
-25,8
Oi
-31,5

Postos de Combustível

Empresa
Pontuação
BR/Petrobrás
42,9
Ipiranga
26,7
Shell
18,8
Esso
-16,8
Texaco
-17,1

Moda Sandálias

Empresa
Pontuação
Havaianas
101,8
Ipanema
33,0
Rider
12,6
Crocs
-22,0
Dupé
-35,5

BANDEIRA de Cartão de Crédito

Empresa
Pontuação
Visa
86,3
Mastercard
80,7
Amex (American Express)
23,1
Hipercard
7,2
Elo
-10,7

Operadoras de Banda Larga

Empresa
Pontuação
GVT
16,2
Net
11,5
Vivo / Telefonica
-12,0
Oi
-16,8
TIM
-26,4

Eletrodomésticos

Empresa
Pontuação
Samsung
94,7
Brastemp
76,6
Philipps Walitta
47,0
Electrolux
46,8
Semp Toshiba
43,4





Com 4 botões programáveis, o Dimple é colado na parte 
de trás do seu aparelho, se utilizando da tecnologia NFC

Já pensou ter acesso rápido a qualquer aplicativo do seu celular? Ir direto para a câmera com um botão? O Dimple pode ser a solução pra isso.

Com 4 botões programáveis, o Dimple é uma adesivo que pode ser colocado na parte traseira do seu smartphone. A tecnologia NFC, ou Comunicação por proximidade (do original Near Field Communication), permite que Dimple se comunique com o aparelho e execute qualquer função determinada por você.

Segundo informações do Brainstorm9, os interessados poderão adquirir o Dimple em breve, através do site de financiamento coletivo Indiegogo, com o preço inicial de US$ 27.

E ah, sabe o melhor de tudo? O Dimple não utiliza bateria, e permite a instalação de diversos botões ao mesmo tempo. Porém, apenas smartphones que não possuam carcaças metálicas (como o HTC One) podem fazer uso do adesivo.




A consumidora recebeu uma indenização de R$ 1,5 mil - valor de um novo aparelho

A Apple deverá indenizar uma cliente que teve seu iPhone inutilizado por falta de atuali zações do sistema iOS para a versão 3G. Segundo o Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (TJRS), o aparelho da autora do processo não suportava a atualização para o sistema IOS 4.3, diversos aplicativos pararam de funcionar.

A jovem pediu uma reparação por danos morais, por que a Apple não disponibilizaria atua lizações com objetivo de forçar os consumidores a adquirir as novas versões de seus pro dutos. A empresa foi obrigada a pagar o valor de R$ 1,5 mil por danos morais. O relator do processo, Lucas Maltez Kachny, destacou que a companhia não impõe a compra de um novo aparelho.

Porém, considerou a prática abusiva e condenou a Apple a pagar R$ 1.499,00, referente ao valor de um telefone novo.
 De acordo com outro juiz, o consumidor brasileiro é tratado como de "segunda categoria". “Nos EUA, o consumidor tem o direito de comprar um iPhone novo, dando o seu de geração anterior como parte do pagamento do preço”, afirmou no processo.


Três meses após a publicação da previsão de ameaças para 2014, especialistas descobriram que as três 'previsões voltadas para o usuário final' já foram confirmadas

A previsão era de que os criminosos virtuais teriam como alvo...

- Sua privacidade. O que levaria à maior popularidade de serviços de VPN e sistemas de anonimato Tor. O número de pessoas que recorrem a Darknet para tentar proteger seus dados pessoais está realmente aumentando. Mas, assim como usuários bem-intencionados, ao rede Tor continua a atrair o interesse dos cibercriminosos – redes anônimas podem ocultar atividades de malware, negócios em sites ilegais e lavagem de dinheiro. Por exemplo, em fevereiro, detectamos o primeiro Trojan para Android que usa um domínio.onion na rede Tor como C&C (Servidor de controle e comando)

- Seu dinheiro. Esperava-se que os criminosos virtuais continuassem a desenvolver ferra mentas para roubar dinheiro. Isso foi confirmado em março com a detecção do Trojan-SMS.AndroidOS.Waller.a. Ele é capaz de roubar dinheiro de carteiras eletrônicas QIWI de proprietários de smartphones infectados. No momento, o Trojan visa apenas usuários da Rússia, mas pode se disseminar para qualquer lugar onde as carteiras eletrônicas sejam gerenciadas usando mensagens de texto, incluindo o Brasil. Os criminosos virtuais também usaram algumas abordagens padrão, como a propagação de Trojans para dispositivos móveis que roubam dinheiro com a ajuda de spams maliciosos. E, nesse caso, o alcance global é muito maior – por exemplo, o Trojan para sistemas bancários móveis Faketoken que afetou usuários em 55 países, incluindo Alemanha, Suécia, França, Itália, Reino Unido e EUA. No 1º trimestre, o número de Trojans para sistemas bancários móveis quase dobrou, passando de 1321 para 2503.

- Seus Bitcoins. Era esperado um crescimento significativo do número de ataques voltados às carteiras de usuários de Bitcoin, fundos e bolsas de valores de Bitcoins. Nos primeiros três meses do ano, houve muitas ocorrências que mostraram que essa previsão estava correta. As mais interessantes foram a invasão do MtGox, uma das maiores bolsas de bitcoins, a invasão do blog pessoal e da conta do Reddit do CEO do MtGox, Mark Karpeles, e sua utilização para postar o arquivo MtGox2014Leak.zip, que na verdade mostrou ser capaz de procurar por malware e roubar arquivos de carteira Bitcoin de suas vítimas.

Em uma tentativa de incrementar seus ganhos ilícitos, os criminosos virtuais infectam computadores e usam seus recursos para gerar mais moeda digital. 

O Trojan.Win32.Agent.aduro, o décimo segundo objeto malicioso mais detectado na Internet no primeiro trimestre, é um exemplo de Trojan usado nesse tipo de processo. 


Os mortos-vivos: a ressurreição das operações de espionagem virtual
No primeiro trimestre, também houve um incidente grave de espionagem virtual: em fevereiro, a Kaspersky Lab publicou um relatório sobre uma das ameaças mais avançadas do momento, chamada The Mask. O principal alvo eram informações confidenciais pertencentes a órgãos governamentais, embaixadas, empresas de energia, institutos de pesquisa, empresas privadas de investimento, além de ativistas de 31 países. Segundo os pesquisadores, a complexidade do conjunto de ferramentas usado pelos invasores e vários outros fatores sugerem que poderia se tratar de uma campanha patrocinada por Governos.

"Além de novos incidentes, observamos a continuação de campanhas que aparentemente tinham sido encerradas. Por exemplo, depois que os criminosos virtuais tinham desligado todos os servidores de comando conhecidos envolvidos na operação Icefog, detectamos uma versão Java da ameaça. O ataque anterior visava principalmente organizações na Coreia do Sul e no Japão, mas a nova versão, a julgar pelos endereços IP rastreados, tinha interesse apenas em organizações dos EUA", comentou Alexander Gostev, especialista chefe em segurança, Equipe de Pesquisa e Análise Global.

O primeiro trimestre em números
- 33,2% dos computadores de usuários em todo o mundo enfrentaram pelo menos um ataque pela Web durante os três últimos meses – com uma redução de 5,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

- 39% dos ataques da Web neutralizados foram realizados com recursos maliciosos da Web localizados nos EUA e na Rússia; o número combinado desses dois países foi 5% superior ao do 1º trimestre de 2013. Eles foram seguidos pelos Países Baixos (10,8%), Alemanha (10,5%) e Reino Unido (6,3%).

- A proporção de ameaças voltadas para o Android ultrapassou 99% de todos os códigos maliciosos para dispositivos móveis. O malware para dispositivos móveis aumentou 1% ao longo do trimestre.

- No final de 2013, a coleção de malware móvel da Kaspersky Lab mantinha-se em 189.626, mas apenas no 1º trimestre de 2014, foram adicionados 110.324 novos programas maliciosos. Ao final do trimestre, havia 299.950 amostras na coleção.

- No período de Janeiro a Março de 2014 os produtos da Kaspersky Lab detectaram 13,805,519 incidentes de malware local nos computadores dos participantes da KSN no Brasil. 37.1% dos usuários no país foram atacados por ameaças locais durante esse período. Isso coloca o Brasil no 76° lugar mundialmente.

- No período de Janeiro a Março de 2014, a Kaspersky detectou 4,707,573 incidentes de malware nos computadores dos participantes da KSN no Brasil. 24.8% dos usuários foram atacados por ameaças web durante este período. Isso coloca o Brasil no 48° lugar mundial mente quando se trata de perigos associados com navegação da internet.

- O compartilhamento de incidentes maliciosos causados por malware brasileiros foi 0.23% - que corresponde a 832.063 incidentes no período Janeiro a Março de 2014. Isso coloca o Brasil no 26° lugar mundialmente.

- O compartilhamento de spam enviado por computadores e servidores com base no Brasil foi de 0.68% em Janeiro-Março de 2014. 
Isso coloca o Brasil em 22° lugar mundialmente.

O relatório completo está disponível em securelist.com.




Gisele Meter*
Entenda por que fazer algo de maneira excelente nem sempre 
pode ser considerado um ponto forte

Durante muito tempo acreditei que ponto forte era algo que se sabia fazer bem feito, ao passo que ponto fraco era algo que precisava ser desenvolvido.

Estudando um pouco mais sobre o tema, percebi que tudo o que imaginava se tratava de um grande equívoco, pois o que sempre acreditei ser um ponto forte era na verdade uma habilidade bem desenvolvida.

Sendo assim, podemos pensar de maneira mais simplificada o que é visto como ponto fraco, ponto forte e habilidade. Dentre as várias definições para ponto fraco, a que mais me iden tifico é aquela que denomina ser qualquer atividade que te faça se sentir mais fraco, ente diado e desmotivado, mesmo que seu desempenho seja excelente, pois é algo que esgota energias e causa tédio ou faz com que você se desvie de seu objetivo principal, aquele idea lizado por você ao longo dos anos. Ponto fraco é aquela atividade que só em pensar causa desânimo, angústia ou tristeza. Vemos muito isso a nossa volta. Um emprego enfadonho pode sim ser o ponto fraco de alguém – algo que enfraquece, mesmo que seja realizado de maneira excelente e inquestionável.

Já o ponto forte é algo que como o próprio nome diz, faz sentir mais fortalecido, é aquilo que desperta a vontade em fazer, que motiva e que não precisa de esforço para manter a concentração, porque é prazeroso, realiza e faz bem. Algo que quando é concluído, gera uma sensação imensa de bem estar.

Muitas pessoas confundem ponto forte com habilidades bem desenvolvidas e é aí que mora o perigo, pois podem acabar por anos a fio fazendo o que no fundo não suportam simplesmente porque consideram que aquilo é o ponto forte delas, não percebendo que levaram anos treinando tal habilidade para serem exímios executores daquilo que fazem de maneira quase que automática.

Deve ser por isso que vemos tantas pessoas infelizes no trabalho, na carreira e na vida de forma geral, porque passam grande parte do tempo focando nas habilidades e não nos pontos fortes. Fazendo isso, geram insatisfação, potencializando ainda mais os pontos fracos. Parece algo contraditório, mas é totalmente válido e real. Basta olhar a sua volta ou pior – e espero que este não seja o seu caso – basta olhar para si mesmo. 

É preciso entender que habilidade desperdiçada com algo que você não gosta de realizar acaba se transformando em ponto fraco, trazendo uma sensação de angústia, frustração e até mesmo desespero, como se você estivesse sempre no lugar errado, andando em círculos sem caminhar para a direção que sonhou um dia.

É quase assustador pensar que se pode passar uma vida profissional distante de seus pontos fortes, apenas alimentando suas fraquezas – mas é isto que torna um profissional medíocre, a falta de reflexão acerca daquilo que realiza.

Talvez por acomodação ou falta de coragem as pessoas acabam vivendo de maneira me díocre, em um emprego que não agrega, não desenvolve e não realiza e por fim desperdiçam toda sua energia em algo que não faz bem. Sabemos que estamos desenvolvendo um ponto forte, quando ao final do dia, temos aquela sensação de missão cumprida, de ser valioso e principalmente de sentir que está no lugar certo, fazendo o que é certo, sem procurar atender expectativas alheias ou aquilo que os outros acham que você faz bem. Ninguém sabe melhor de suas potencialidades do que você mesmo.

E lembre-se, ponto forte não é aquilo que você faz bem, isto é habilidade. Ponto forte é aquilo que te fortalece e te faz sentir realizado, o resto é apenas uma tentativa frustrada de agradar aos outros e enganar a si mesmo.

* Gisele Meter é psicóloga, empresária e diretora executiva de recursos humanos. Colunista de carreira do Administradores.com e do Portal Feminino Tempo de Mulher, de Ana Paula Padrão, vinculado ao MSN. Palestrante, pesquisadora, escritora e consultora estratégica em gestão de pessoas e gestão da mudança organizacional. Docente do curso de pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas pela faculdade Sant´Ana. Co-autora do livro "Consultoria Empresarial – Métodos e Cases dos Campeões". Idealizadora da metodologia LIFE – Liderança Feminina Estratégica para atuação e desenvolvimento de Lideranças no contexto organizacional.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Finché c'è vita c'è speranza

o
Os smartphones foram o principal meio de acesso à internet para 33% dos portadores do aparelho em fevereiro deste ano, um salto significativo em relação a setembro do ano anterior, quando o índice era de 25%. É o que aponta o relatório Mobile Report Brasil, divulgado pela Mobile Marketing Association e a Nielsen Ibope, na segunda-feira, 28, com patrocínio da Vivo, Spring Mobile Solutions e Agência Ginga. Por meio de um questionário online, as associações mensuraram, ao longo dos últimos seis meses, o comportamento dos usuários brasileiros de smartphones a partir de verticais estatísticas, como sexo, idade, região e classe social.

Segundo Fabiano Destri Lobo, diretor executivo da MMA, a quantidade de pessoas que acessa a internet pelos smartphones só comprova a importância dessa tela para o ecossistema de comunicação. “Esse cenário é irreversível. Esses números são importantes para nos ajudar a entender os diferentes momentos da jornada do consumidor”, afirma.

Os resultados, apresentados por Thiago Moreira, diretor digital da Nielsen, indicam constante crescimento do consumo de smartphones na classe C. No segundo mês do ano, os usuários do aparelho pertencentes a esse extrato sócio-econômico chegou a 39%. Enquanto consumidores da classe A foram predominantes (45%), as classes D e E apareceram no ranking com 3%, fator que se deve a uma maior flexibilidade na oferta de preços dos aparelhos, segundo Moreira.

Em comparação ao ano de 2012, as vendas de smartphones saltaram 95% em 2013. Entre setembro e fevereiro, a aquisição do device aumentou de 17% para 21% entre os adultos com idades entre 35 e 49 anos, quase empatando com os adolescentes na faixa dos 10 a 17 anos, que passaram de 17% a 20% no mesmo período. No entanto, a posse de smartphones é maior no grupo de adultos com 25 a 34 anos, e menor (10%) entre os consumidores a partir dos 50.

Entre os teens, há mais meninas donas do aparelho (63%) do que meninos (37%). Porém, entre pessoas com idade acima dos 50 ocorre o inverso: 66% são homens e 34% são mulheres.

Como utilizam os smartphones
Checar e-mails e acessar as redes sociais empataram (77% cada uma) como as duas principais atividades realizadas no smartphone. Embora o Facebook ainda seja a plataforma mais popular (93%), o Whatsapp é a que mais cresce. Em setembro, o comunicador instantâneo foi acessado por 53% dos usuários, em fevereiro, por 74%.

Quase metade do público (48%) utiliza o dispositivo para pesquisar mapas e localização. Em segundo lugar, procuram notícias (47%) e, em terceiro, músicas (42%). As três principais situações de uso do smartphone ocorrem em momentos de espera, como trânsito, médico, cinema (52%), antes de dormir (48%) e logo após acordar (42%).

Quando o assunto é comércio mobile, os números apontam que a atividade se consolida como hábito. Na classe C, 9% dos usuários realizaram algum tipo de compra, índice baixo, mas que começa a ganhar expressividade. Para Ana Carolina Nigris Bizari, especialista de produtos mobile da Magazine Luiza, o principal desafio para os varejistas em geral é conseguir enxergar o consumidor como cliente único. “A classe C ainda está entrando no m-commerce, e o público D e E está comprando o primeiro smartphone. O desafio é levar a cultura mobile não só para os consumidores, mas para dentro das próprias empresas”, diz.

Nos últimos 30 dias, 14% dos donos de smartphones realizaram compras pelo aparelho. Dentre os usuários, 29% têm lembrança de anúncios de marcas ou produtos no device, enquanto 11% já ligaram para a loja ou prestador de serviço para saber mais informações sobre o anúncio visualizado. O Buscapé é o comparador de preços mais utilizado pelos brasileiros no smartphone, com 84%. Bondfaro (44%) e Zoom (14%) vieram em segundo e terceiro lugar, respectivamente. 

Fonte: M&M



o
Pesquisa do CONECTA sobre a relação entre os consumidores, marcas e as cidades revela que 62% dos internautas da cidade de São Paulo declaram que estão dispostos a trocar a marca habitual de seus produtos por marcas que promovem ações urbanas de cultura, bem estar e lazer. O estudo também aponta que 50% dos entrevistados aceitariam, em algum grau, pagar um pouco mais caro por marcas que promovam ações de melhorias na cidade.

Publicidade online - A pesquisa perguntou também sobre a publicidade online. A maioria (82%) se sente invadida com esse tipo de propaganda, dos quais 41% declaram se sentirem muito invadidos. Questionados sobre como reagem às propagandas intrusivas, como pop-up, 43% afirmam que fecham sem nem ler a publicidade, ignorando a marca. 

Foram entrevistados 1.048 internautas, todos moradores da cidade de São Paulo, de várias faixas de idade, no mês de abril.



o
O Brasil está acima da média mundial quando o assunto é busca por informações na internet. Para 47% da população brasileira, a web é a primeira fonte procurada, enquanto que para o restante do mundo, esse percentual registra uma média de 45%. 

Esse apontamento faz parte do estudo global “O que motiva os consumidores do mundo” que tem com base a pesquisa Target Group Index, desenvolvida pela Kantar Media e difundida pelo IBOPE Media no Brasil e na América Latina.

A partir do levantamento regular do TGIndex, mais de 20 mil pessoas foram entrevistas em nove regiões metropolitanas do país e, para esse estudo especial, mais de 800 mil pessoas no mundo. 

Fonte: Ibope



o
O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) registrou 108,7 pontos em abril de 2014, praticamente o mesmo valor dos dois meses anteriores (0,1% abaixo do registrado em fevereiro e março). Na comparação com abril de 2013, o INEC mostra queda de 3%. O índice permanece no menor patamar desde junho de 2009, período no qual o levantamento ainda era realizado trimestralmente (o INEC passou a ser divulgado mensalmente em março de 2010).

A estabilidade do INEC ocorreu por conta de movimentos contrários de seus componentes. De um lado, as expectativas de inflação e desemprego se tornaram mais otimistas e o endividamento se reduziu. Por outro lado, a expectativa com relação à própria renda foi mais pessimista, assim como as perspectivas de compras de bens de maior valor. 

Em abril, a preocupação do consumidor tanto com a inflação quanto com o desemprego foram menores do que em março. Dessa forma, ambos os índices interromperam trajetórias de queda que superavam 10% nos últimos meses (quanto menores os índices, maior o percentual de respostas pessimistas, ou seja, maior a expectativa de aumento de inflação e de desemprego). Contudo, a preocupação do consumidor com relação a essas variáveis segue elevada: os índices encontram-se 7,8% e 11,3% abaixo do registrado em abril de 2013.

Já os índices de expectativa da própria renda e de compras de bens de maior valor recuaram 1,9% em abril na comparação com o mês anterior. Contudo, enquanto o índice de expectativa com relação à própria renda está 2,4% abaixo do registrado em abril de 2013, o de compras de bens de maior valor está 1,1% acima.




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A maioria dos brasileiros se considera muito bom para gerenciar o seu dinheiro. É o que detectou o estudo global “O que motiva os consumidores do mundo”, que tem com base a pesquisa Target Group Index, desenvolvida pela Kantar Media e difundida pelo IBOPE Media no Brasil e na América Latina.

A partir do levantamento regular do TGIndex, mais de 20 mil pessoas foram entrevistas em nove regiões metropolitanas do país e, para esse estudo especial, mais de 800 mil pessoas no mundo.

Seguindo a média mundial, 52% dos brasileiros consideram-se muito bons gerenciando o seu dinheiro. Um pouco inferior, nos Estados Unidos esse montante é de 51%.

Os franceses e indianos, por sua vez, acumulam o maior percentual positivo (ambos com 67%) entre os pesquisados que afirmam que são muito bons na administração do seu dinheiro. Em contra partida, Bulgária (35%), Hungria e México (ambos com 33%) con-centram as pessoas com menos afinidade com a administração das finanças pessoais. 

Esse comportamento condiz com outra conclusão da pesquisa, na qual apenas 14% dos brasileiros dizem gastar dinheiro sem pensar. O índice é ainda menor em países como Grã-Bretanha, Grécia e Itália, onde apenas 7% afirmam que gastam sem pensar. O inverso acontece na Venezuela (44%), Israel (41%) e África do Sul (39%). A média mundial é 22%.



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Marcas precisam fazer o básico, como alcançar o cliente omnichannel com eficiência em todos os canais, para depois buscarem a diferenciação agregando hospitalidade ao atendimento

O atendimento continua sendo responsável por grande parte das decisões de compra dos consumidores. Boa aparência, cortesia, credibilidade e competência formam um conjunto de atributos que os varejistas devem buscar agregar ao negócio e à equipe como um todo. Isso, no entanto, já não basta. As marcas precisam superar suas pendências no atendimento para depois criarem e seguirem tendências, inovando e fidelizando o cliente. 

Há iniciativas que já deveriam estar introduzidas na cultura de todas as empresas, mas nem sempre estão, como a realização de investimentos em ações de sustentabilidade. Também é fundamental ao lojista adotar ferramentas para alcançar o consumidor omnichannel com eficiência em todos os canais. Proporcionar um ambiente de trabalho agradável aos empregados resultará numa recepção mais hospitaleira ao cliente.

Apostar os investimentos do negócio em propaganda, software e ferramentas para se aproximar do que o público deseja é interessante, caso o atendimento dentro do esta belecimento comercial já seja uma virtude. “O cliente não busca apenas preço justo e produtos de qualidade. Ele está mais exigente e quer ser bem recebido nas lojas. Esses esforços só servem se gerarem uma experiência completa que resulte em satisfação e retorno do público ao local de compras”, diz Edmour Saiani, Sócio-Fundador do Ponto de Referência, em entrevista à TV Mundo do Marketing.

Diversidade no atendimento
As empresas buscam um convívio que deve ser duradouro e não apenas oriundo de uma grande quantidade de ofertas que atraem momentaneamente o consumidor. As companhias estão investindo em atendimentos qualificados, em cursos de capacitação e na diversificação de funcionários, com idade e estilos diferentes. Cada cliente, dessa forma, contará com um vendedor com características mais adequadas ao seu perfil, deixando-o mais à vontade para comprar.

Além da diversidade de perfis de vendedores e atendentes, o dono do estabelecimento deve buscar proporcionar um bom ambiente de trabalho. Parece básico, mas muitas vezes não é isso que ocorre. Prova é a alta rotatividade de funcionários nas empresas. “O relacionamento humano dentro da organização é o principal motivo para desligamentos de profissionais de forma voluntária. A hospitalidade deve permear todas as áreas de uma empresa para motivar os funcionários e atrair e fidelizar os consumidores”, afirma Edmour Saiani.

A manutenção de um clima de muita competitividade entre os funcionários é mais uma pendência do mercado. Isso gera insatisfação entre todos os empregados da companhia. É preciso que os empresários e gestores cuidem melhor de seus funcionários, pois eles são o ponto de contato com o consumidor, os responsáveis por entregarem a promessa da marca ao cliente. Quando não adotam essa política, o resultado é a falta de comprometimento do atendente.

Hospitalidade como tendência
Sem essas atitudes, as empresas não conseguirão acompanhar as tendências do mercado, formado por consumidores que demandam cada vez mais hospitalidade por parte das empresas. Companhias como Toyota, Honda e Whole Foods transformaram suas sedes em ambientes de desenvolvimento e harmonia. As marcas apostam no capitalismo consciente, em que os stakeholders mais valorizados são os funcionários que estão há anos trabalhando e prestando serviço para elas. Essas companhias têm propósitos claros e registram crescimento até 10 vezes maior do que o das demais.

O ambiente de trabalho precisa ser agradável, para que o empregado fique motivado para atender todos os clientes e tornar o momento de compra especial. É preciso que a hospitalidade faça parte da cultura da empresa. Ao mesmo tempo em que valores e posi cionamentos devem estar claros, os códigos não devem engessar os funcionários, levando-os a repetir os mesmos procedimentos todos os dias. O conhecimento dos colaboradores em relação aos produtos e a habilidade deles em utilizá-los são importantes, assim como a agi lidade e rapidez no atendimento.

Atrair o consumidor para a loja, frente à alta concorrência, é o principal desafio hoje no mundo dos negócios. Investir em melhorias costuma ser uma boa opção para se destacar, mas muitas empresas precisam reduzir custos para realizar apostas em outros segmentos. Mudar o layout é mais uma tendência que surge como saída para chamar a atenção e não elevar tanto os gastos.

Mudanças são bem-vindas
O design é a área na qual o investimento do varejo retorna mais rapidamente. “Uma ten dência que o meio digital trouxe para as lojas físicas é a sensação, senão a certeza, de que tudo pode ser mudado a qualquer hora. Um galão de tinta e boa vontade podem ser suficientes para trocar o cenário”, comenta Edmour Saiani.

No analógico, é preciso pensar a arquitetura como cenário. Ao realizar mudanças no ambiente o consumidor é atraído pelo novo, embora de nada adiante investir em renovações se as políticas de atendimento não respeitam o outro, nem demonstram confiança ou acolhimento aos clientes.

Mais do que obrigação por pressão social, o conceito sustentável também precisa ser adotado nas empresas mesmo se não gere lucro imediato. “Atualmente, as marcas que apostaram em medidas para não comprometerem as futuras gerações atendem aos pré-requisitos de muitos consumidores. Mais exigentes, eles cobram a humanização das empresas”, explica Edmour Saiani.

Inspiração nas boas práticas
Os hotéis serviram durante muitos anos como fonte de inspiração para as empresas do varejo no quesito hospitalidade. Hoje, no entanto, esse atributo se tornou uma pendência em grande parte das redes de hospedagem. Os serviços não satisfazem mais os clientes da mesma forma que antes. Enquanto parte dos hotéis não conseguiu manter o padrão de qualidade, outros segmentos, como os shoppings, puderam avançar mirando no exemplo deles.

Com o objetivo de passar mais comodidade aos clientes, os centros comercias estão apos tando em balcões de concièrge. Atendimento profissional e bilíngue, informações turísticas, guarda-volumes e caixa de sugestões são alguns dos serviços disponíveis nestes espaços. Muitos deles também são estruturados com local para as crianças ficarem enquanto os adultos realizam alguma atividade.

Com o desenvolvimento destes ambientes, o cliente passa a ter mais um canal de contato com as marcas. “A área de atendimento não se limita mais ao tradicional telefone. Atualmente as empresas estão investindo em relacionamento com os clientes, pelo fato de eles se tornarem mais divergentes e exigentes. Quanto maior o número de canais de relacionamento com o consumidor, mais satisfeito ele ficará para comprar”, declara Edmour Saiani.


Produtos chegam às gôndolas a partir de 1º de junho com 
versões para roupas brancas e coloridas e em diferentes 
formatos de uso. Empresa investiu R$ 25 milhões em Marketing

A marca OMO entra na categoria tira-manchas com nova linha de produtos. O lançamento recebeu investimentos de R$ 25 milhões em Marketing, prometendo a remoção de 100% de manchas direto na máquina, sem necessidade de esfregar a peça. Os itens chegam às gôndolas de São Paulo a partir do dia 1º de junho e dos demais estados a partir de 1º de julho. O Brasil é o primeiro país a receber o produto.

A linha conta com duas versões, sendo uma delas para cuidado das roupas brancas. Há ainda formato em pó (800 gramas e 420 gramas), líquido (um litro e 450 ml) e em spray (450 ml). A marca realizará ações nos supermercados para incentivar a experimentação e passar informações sobre o produto. As gôndolas também receberão materiais especiais. O preço médio sugerido varia entre R$ 6,00 e R$ 40,00, de acordo com a versão e o tamanho.




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