terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Você voltou.

Sony foca relacionamento 
em nova plataforma

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=JQgDaqcPz_k


Campanha ‘Viva a Copa da sua vida’ traz portal 
 Campo Sony como pilar estratégico para Copa do Mundo 2014

A Sony, patrocinadora oficial da Copa do Mundo Brasil 2014, investirá cerca de R$ 500 milhões para ampliação da produção, marketing, tecnologia e desenvolvimento de produto no período de 2012 a 2014. Como parte desse investimento esta a campanha ‘Viva a Copa da sua Vida’, que tem como pilar estratégico a plataforma online ‘Campo Sony’, que estreia oficialmente no dia 4 de fevereiro. O novo portal, criado pela LOV, disponibilizará conteúdo sobre futebol, música, filmes e tecnologia, além de distribuir mais de 300 ingressos para a Copa das Confederações da FIFA.

“Nosso objetivo é aproximar o brasileiro da experiência única que é participar de uma Copa do Munda da FIFA, tornando-a mais acessível. Por meio do Campo Sony, que será uma grande mídia social em território nacional, vamos unificar nossas ações de relacionamento com os consumidores até 2014”, define Carlos Paschoal, gerente-geral de marketing da Sony.

Segundo Lúcio Pereira, gerente de marketing digital da Sony, serão realizadas mais de 100 ações nos próximos dois anos. Para divulgar a campanha estão previstas ações no Facebook, Twitter, Google+, além de integração com materiais de PDV, anúncios e eventos. Para interagir com o novo portal foi escolhidos dois personagens ligado ao futebol: o narrador Sílvio Luiz e o apresentador Benjamin Back.

“Todos os produtos da Sony serão relacionados a campanha Viva a Copa da sua Vida, tudo será convergido para o Campo Sony”, comentou Pereira. O gerente de marketing digital explicou que para participar basta se inscrever no www.sony.com.br/camposony. Uma vez cadastrado, o internauta já estará concorrendo automaticamente a ingressos para a Copa das Confederações. A Sony espera cadastrar cerca de 10 milhões de jogadores até 2014.

No portal, o jogador vai acumular pontos, que a Sony chama de gols, quanto mais interação do usuário, maiores serão as chances de ganhar ingressos e de participar de ações relacionadas ao evento esportivo.

Os usuários concorrerão a experiências como entrar nos jogos do Mundial segurando a bandeira da Fifa (jovens entre 12 e 17 anos) e tirar fotos das partidas do Brasil ao lado dos fotógrafos profissionais, dentre outras que serão anunciadas nos próximos meses.

Outra novidade apresentada é o aplicativo Vibraí, disponível para smartphones e tablets Android e iOS. O app permite que o usuário descubra a porcentagem de sua vibração e compartilhe o resultado com os amigos nas redes sociais.

“O que o Campo Sony faz é conectar essas duas paixões como nunca. Vamos dar a oportunidade pra qualquer pessoa experimentar um pouco da Copa, seja em casa, na rua, em uma loja, nos estádios”, complementa André Piva, VP de criação da LOV.

Fonte: Sony.Com | Meio&Mensagem



           Garrafa de Absolut se veste para a folia



Marca cria edição limitada com case de neoprene que mantém temperatura da bebida e homenageia Rio de Janeiro e São Paulo. A vodca Absolut já preparou sua fantasia para o Carnaval 2013. A marca criou uma edição limitada colecionável que possui um case de neoprene. Além de ajudar a manter a temperatura da bebida por até duas horas, a peça presta homenagem a cartões postais de Rio de Janeiro e São Paulo como o MAC, o Memorial da América Latina e a Ponte Estaiada.

A fantasia térmica será distribuída em mercados cariocas e paulistas. Foram produzidas cerca de cinco mil unidades da série especial do Carnaval. A ativação do projeto foi feita em parceria com a agência Inova Comunicação.

Fonte: Inova Comunicação


Pesquisa revela 
desejos da 
Geração Y no Brasil


Brasileiros nascidos entre 1980 e 1995 valorizam marcas abertas à interação real com os consumidores. A Geração Y brasileira quer respostas imediatas nas mídias sociais e ter o poder de influenciar os produtos que consome. É o que relata a pesquisa realizada pela Edelman Berland. Além dos brasileiros, foram ouvidos também jovens adultos nascidos, entre 1980 e 1995, na Austrália, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Turquia, Emirados Árabes e Reino Unido. O estudo foi conduzido com 300 pessoas em cada um dos países. Nos Estados Unidos, mil pessoas foram entrevistadas. 

A pesquisa aponta que 49% dos jovens brasileiros desejam influenciar nos produtos e 48% querem respostas imediatas das marcas nas mídias sociais. Estão bem acima da média, na comparação com o público dos outros países, onde estes índices caem para 40% e 33%, respectivamente. 

Quando o assunto é compartilhar informações sobre experiências boas ou ruins com as marcas, 82% dos brasileiros sentem que essa é uma responsabilidade deles. Apenas chineses e indianos, com 90%, superam os nossos jovens neste quesito. A publicidade é considerada maçante para 37% dos brasileiros, enquanto no cenário global essa porcentagem é de 35%.

A qualidade dos produtos é o principal motivo pelo qual os brasileiros (56%) e os jovens de outros países trocariam de marca (55%). Em segundo lugar vem o bom atendimento, importante para metade dos brasileiros questionados – que também afirmaram serem mais atraídos por uma marca que dê descontos e cortesias (43%) em relação a uma honesta e proativa (39%).



Merchandising para 
crianças vetado no Conar


Entidade lança novo conjunto de medidas para regular publicidade voltada a crianças; trata-se de um dos esforços mais significativos desde que reviu seu código, em 2006.

Passam a valer a partir de 1º de março novas regras do Conselho Nacional de Autor-regulamentação Publicitária (Conar) em relação a publicidade infantil. A principal medida é a proibição de ações de merchandising voltadas a crianças. Assim, fica vetada a atuação mirim em merchans, bem como o uso de elementos infantis ou outros artifícios com o objetivo de captar a atenção deste público. Os programas infantis só poderão vir acompanhados de anúncios de produtos e serviços para crianças em seus intervalos e em espaços nitidamente comerciais.

As novas determinações atendem a um pedido da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) que, de acordo com comunicado do Conar, reconhece “a necessidade de ampliar-se a proteção a públicos vulneráveis, que podem enfrentar maior dificuldade para identificar manifestações publicitárias em conteúdos editoriais”.

Em 2012, o Conar julgou 41 casos relativos a publicidade infantil. Geraram mais polêmica os três processos referentes a ações de merchandising para crianças na novela Carrossel, do SBT. Nos três, a entidade condenou a emissora e os anunciantes (Cacau Show, Giraffa's e Chamyto, da Nestlé) por ações envolvendo personagens da trama e seus produtos. Casos de natureza semelhante envolveu publicações infantis da Editora Abril, embora com desfechos diferentes. Curiosamente, o anúncio das novas regras acontece na mesma semana em que o governador Geraldo Alckmin vetou legislação mais rígida sobre publicidade de alimentos de baixo teor nutritivo voltada ao público infantil (leia mais aqui).

As mudanças representam um dos maiores passos do Conar desde que reviu o Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária (Cbap), em 2006, incorporando regras sobre publicidade infantil. Todas elas seguem agrupadas na 11ª seção do Código.

O Conar informa que é favor, no entanto, do acesso de crianças e adolescentes à “publicidade ética”. “O consumo é indispensável à vida das pessoas e entendemos a publicidade como parte essencial da educação. Privar crianças e adolescentes do acesso à publicidade é debilitá-las, pois cidadãos responsáveis e consumidores conscientes dependem de informação”, diz Gilberto Leifert, presidente da entidade, via comunicado. 

A autorregulamentação já previa veto a ações de merchandising de alimentos, refrigerantes e sucos em programas especificamente dirigidos a crianças. As regras são passíveis de adesão voluntária, mas nenhum dos oito mil casos julgados pelo Conar deixou de ser cumprido.



Google+ é a segunda 
maior rede social do mundo


Canal tem cerca de 343 milhões de usuários ativos, enquanto o Twitter na terceira posição soma pouco mais de 300 milhões.

Uma pesquisa realizada pela Global Web Index indica que o Google+ superou o Twitter e assumiu a segunda posição entre as redes sociais no mundo. A pesquisa monitorou 31 países e registrou um aumento de 27% do uso da rede social do Google neste mercado. O Facebook continua na liderança.

O estudo destacou que a rede social do Google possui, atualmente, cerca de 343 milhões de usuários ativos, enquanto o Twitter soma pouco mais de 300 milhões - número semelhante ao do YouTube, que divide a terceira posição do ranking.

O Facebook aumentou essa liderança ao crescer 33% em relação ao ano passado, com uma base de usuários que gira em torno de mais ou menos 1 bilhão. Segundo o Global Web Index, 51% dos internautas têm conta no Facebook, enquanto 25% possuem perfis no Google+ e 21% usam o Twitter.




iG prepara relançamento da marca


Com foco em produção de vídeos, novas métricas e tecnologia, 
o COO André Chaves planeja ampliar receita do portal

O ano de 2013 trouxe ao iG um desafio comum ao próprio mercado de internet: a necessidade de se reinventar e inovar constantemente. O portal, pertencente ao grupo português Ongoing desde abril de 2012, passou por uma série de ajustes no fim do ano passado. Entre eles, mudanças importantes no topo da gestão, como a saída do então diretor de vendas e publicidade Marcelo Lobianco e a chegada de André Chaves para a posição de chief operating officer (COO). 

Profissional experiente do mercado de comunicação com atuação em empresas nativas digitais, Chaves chegou com uma missão clara dada pelos chefes portugueses: criar novas fontes de receita, ampliar as já existentes e relançar a marca. “Aceitei a proposta pela credibilidade e força do iG, além da possibilidade de liderar esse novo projeto. A marca tem uma boa aceitação e gera respostas muito rápidas do mercado”, disse o executivo, em entrevista exclusiva à ProXXIma. 

Ainda neste semestre, o iG vai se reapresentar ao mercado da forma mais ampla possível. Além de novo portal com mais vídeos e alianças estratégicas de conteúdo, canais publicitários customizados, novas formas de mensuração de retorno de investimento e fornecimento de tecnologia proprietária a outros grupos de mídia e publishers estão no radar da companhia. 

Trata-se de um projeto com diferentes frentes de atuação, mas todas integradas e direcionadas a posicionar o iG como o portal de maior rentabilidade do País. “Não nos interessa ser o maior do Brasil, e sim consolidar uma audiência que já é fiel e fornecer aos parceiros e anunciantes a garantia de retorno ao investimento feito”, explicou Chaves.

Veja, abaixo, alguns dos projetos que deverão ser anunciados pelo iG ao mercado nos próximos cinco meses: 

Novo portal - e, com ele, tudo reinventado
O iG trabalha na reformulação do portal que terá foco na produção e compartilhamento de vídeos e fortalecimento de áreas mais relevantes para a audiência, como política, economia, esporte e entretenimento. Em fase de final de obras, um estúdio de TV instalado na nova sede, na Zona Sul da capital paulista, servirá ao jornalismo e ao entretenimento. O iG também garante que vai entrar na seara da transmissão ao vivo de grandes eventos e reforçará a presença nas plataformas móveis como smartphones e tablets. 

Tecnologia proprietária, nova fonte de receita
André Chaves aponta a área de tecnologia do iG como um dos maiores trunfos para ampliar a receita do grupo no Brasil. A unidade passa a ser provedora de serviços ao mercado. Deixa de ser staff e passa a ser estratégica. Uma espécie de B2B do iG para fora, inclusive mirando publishers e outros grupos de mídia. Por enquanto, a operação está sendo chamada internamente de iG Corporate e caminha alinhada à atuação do Ongoing nessa área. “Temos infraestrutura de ponta e serviços que estavam sendo pouco explorados. É um modelo comum na área de serviços de telecom, mas ainda não explorado pelos grupos de mídia”, diz Chaves. 

A reinvenção do ROI - saem impressões, entram visualizações
O iG está trazendo ao mercado um web server por meio do qual venderá mídia display por tempo e não mais por impressão. “Eu quero que o usuário tenha uma experiência. Temos mais interesse no tempo em que ele passa em nosso ambiente do que nas impressões. Temos essa tecnologia. Programo a exposição por tempo. Vendo views e não mais cliques”, argumenta Chaves. 

Outro produto que estreia junto do novo projeto é o Power Market, voltado ao e-commerce. Por meio dele, segundo Chaves, é possível fazer uma intervenção nos usuários ativos para determinados clientes. Isso garante uma efetividade na hora. “Consigo saber quem está minimizado e não. Já estamos fazendo uma integração de CRM com essa tecnologia de um grande banco nacional”, finaliza.

Fonte:Meio&Mensagem



TV paga em guerra contra pirataria

Formado por empresas da área que atuam em toda a América Latina, grupo fará ações e campanhas de conscientização para inibir a irregularidade no setor, que já atingiria 20% da base. De toda a base de assinantes de TV Paga da América Latina, cerca de 20% têm acesso aos canais pagos de forma irregular. No Brasil, as estimativas apontam que esse índice está próximo de atingir 10% do total da base e pode crescer ainda mais nos próximos meses. Para tentar resolver de maneira mais incisiva essa questão da pirataria, representantes de diversas empresas da cadeia do setor de TV por assinatura decidiram se unir para colocar em prática uma espécie de plano de guerra para tentar combater aquilo que mais lhes tira o sono: a pirataria.

Nessa semana, durante o Natpe, a Feira da Associação dos Produtores de Programas de Televisão, que acontece em Miami, esses executivos deram corpo a uma ideia que já vinha sendo pensada há algum tempo e lançaram, oficialmente, a Alianza Contra la Piratería de Televisión Paga (Aliança Contra a Pirataria na TV por Assinatura), que reúne operadoras e grupos de mídias que operam em toda a região, como Sky, Globosat, HBO, Televisa, Fox International, Discovery, Disney & ESPN, entre muitas outras.

Pelo Brasil, a Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) é uma das entidades engajadas no projeto, que terá a missão criar uma agenda única de ações e planejamento para tentar barrar o crescimento da irregularidade no setor e conscientizar a população acerca dos riscos da falsificação. “Esse mercado informal começa a trazer problemas bastante sérios. Todas as operadoras, programadores e empresas envolvidas no setor investem em pesquisa, em contratação de pessoal e em tecnologia para poder levar às pessoas serviços de qualidade cada vez maior. Quando surge alguém que pula todas essas etapas e oferece apenas o produto final, isso quebra toda uma indústria de trabalho”, analisa Antônio Salles, coordenador da comissão anti-pirataria da ABTA.

Barato que sai caro
Segundo ele, que salienta que a pirataria cresce de maneira praticamente equivalente em todos os países latinos e até mesmo nos Estados Unidos, existe uma espécie de justificativa cultural que respalda a utilização de recursos irregulares. “É comum ouvirmos que as pessoas recorrem à pirataria por julgar que aquele serviço é caro. Isso não procede mais se considerarmos que, há algum tempo, as operadoras vêm se esforçando para ganhar mercado e competindo entre si com pacotes de preços bem mais acessíveis. Isso já demonstra uma preocupação da indústria em tornar seu serviço acessível”, defende Salles. “Agora, fornecer algo de graça é inviável. E é desse ponto que o mercado informal se aproveita”, complementa.

Gatos e conversores
Se no passado os “gatos” - as ligações irregulares dos cabos que levam o sinal dos canais pagos – eram o grande problema da indústria, agora, a grande pedra no sapato são os conversores digitais. Dotados de um software ligado a conversores originais, esses dispositivos conseguem captar o sinal de todo o pacote de determinada operadora e distribuí-lo na TV na qual é conectado. “Esse mercado ilegal também evolui e fica mais sofisticado. O que nos cabe, do nosso lado, é investir, também, em tecnologia para barrar essa proliferação”, defende o coordenador, revelando também que, nos últimos dias, milhares de conversores utilizados no País já deixarem de funcionar após uma revisão feita nos sistemas de algumas operadoras brasileiras.

Com uma agenda mensal de encontros e reuniões, a Alianza investirá primordialmente na conscientização da população, frisando a ideia de que o simples uso de um aparelho conversor tem o poder de alimentar toda uma sequência criminosa. Para isso, o grupo se baseia na determinação da Justiça Federal que, em dezembro de 2011, proibiu a comercialização, o uso e a publicidade de conversores ilegais de TV paga em todo o País. “Temos a Lei a nosso favor. O que é necessário é que ela seja aplicada com mais rigor”, finaliza Salles.

Fonte: Proxxima

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Tranquilo e infalível como Bruce Lee

Apple deve ficar 
sem o direito de usar 
a marca 'iPhone' 
no Brasil amanhã
A novela sobre a marca "iPhone" no Brasil ganhará um novo capítulo - provavelmente desfavorável à Apple - amanhã terça-feira (5). 

O Inpi (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) vai divulgar a decisão sobre o pedido da empresa para o uso da marca "iphone" no Brasil na RPI (Revista da Propriedade Industrial) - publicação semanal que funciona como o "Diário Oficial" do órgão brasileiro de patentes.

A solicitação foi feita pela Apple em julho de 2007, mas a IGB Eletrônica - dona da marca Gradiente no país - já havia pedido o registro da marca "g gradiente iphone" em março de 2000.

A patente foi concedida em novembro de 2007 à IGB - que se tornou dona da marca no Brasil - após a Apple lançar seu primeiro iPhone (anunciado no começo do mesmo ano).

Como não é possível ter dois registros da mesma marca para uma mesma categoria de produto, a Apple deve ter o pedido de patente para seu smartphone negado.

Assim, a IGB poderá reivindicar na Justiça o uso exclusivo da patente, forçando a Apple a tentar um acordo para o uso do nome no Brasil ou comprar a marca. Elas também podem recorrer a um processo de arbitragem.

A polêmica veio à tona em 18 de dezembro, quando a IGB anunciou o lançamento o seu iphone. Mais modesto que o dispositivo da Apple, o G Gradiente iphone tem sistema operacional Android 2.3, entrada para dois chips e é vendido por R$ 599 na loja da empresa.

O anúncio foi feito 15 dias antes de a patente da IGB expirar. 

A marca foi registrada pelo Inpi em 2 de janeiro de 2008 e, caso a empresa não a utilizasse até 2 de janeiro deste ano - uma patente sem uso expira após cinco anos -, a Apple poderia contestá-la.

Quando lançou seu primeiro iPhone, em 2007, a Apple passou pelo mesmo problema com a Cisco, detentora do nome nos Estados Unidos. À época, as empresas negociaram um acordo.

O caso é semelhante também ao da Proview, que forçou a Apple a pagar US$ 60 milhões pelo uso da marca "ipad" na China. 

Subsidiária da Proview, fabricante taiwanesa de telas LCD, a chinesa Proview Technology comercializava um monitor com o mesmo nome do tablet da Apple até 2009 no país.

A Proview taiwanesa, que havia registrado a patente "ipad" em oito países em 2000, vendeu os direitos da marca para a Apple em 2006. Mas a Proview chinesa entrou na Justiça contra a Apple afirmando que, por se tratar de uma subsidiária independente da sede, o acordo não incluía a China.

A empresa americana afirmava que o acerto era universal, mas aceitou pagar US$ 60 milhões para acabar com o processo judicial.

Fonte: Age|Uol



Que comercial de lançamento

http://www.youtube.com/watch?v=oPNr0_6MnDo&feature=player_embedded#!







Prazo para consumidor 
desistir de compra 
poderá aumentar


O consumidor que se arrepender de compra feita fora do estabelecimento comercial terá prazo maior para desistência do produto ou serviço. Projeto de lei do senador Wilder Morais (DEM-GO) aumenta esse prazo para 15 dias.

O Código de Defesa do Consumidor (CDC - Lei 8.078/1990) prevê sete dias para que o consumidor possa desistir da compra realizada fora do estabelecimento, em especial por telefone ou em domicílio. O prazo começa a contar da assinatura ou do recebimento do produto ou serviço.

Para estender o período de desistência de contrato em relações de consumo e prestação de serviços, o projeto de lei do Senado (PLS 458/2012) altera o CDC. Na hipótese de o consumidor desistir da aquisição da mercadoria ou do serviço contratado, prevê a legislação em vigor, os valores pagos deverão ser devolvidos imediatamente com atualização monetária.

Segundo o autor, a intenção é estimular o desenvolvimento do consumo consciente. A iniciativa, ressaltou Wilder Morais, também vai contribuir para evitar o superendividamento das pessoas. Tal prazo, na opinião do senador, é “necessário para verificar da necessidade de realização daquela compra, bem como da satisfação do cliente sobre aquele produto”.

A matéria está na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) e poderá receber emendas dos senadores até hoje, segunda-feira (4). A designação do relator da matéria deverá ser feita na retomada dos trabalhos legislativos nas comissões.

Fonte: Agência Senado



Ano começa com nova 
queda na confiança 
do consumidor 

Inflação é o que mais preocupa os entrevistados

O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) registrou 114,2 pontos neste mês de janeiro, o que representa recuo de 0,9% em relação ao mês de dezembro de 2012. Na comparação com o índice de janeiro de 2012, nota-se crescimento de 0,5%.

Salvo o índice de expectativa de desemprego, todos os componentes do INEC apresentam variações negativas na comparação com dezembro.

O índice de expectativa da inflação mostrou a maior queda em relação ao mês anterior, 2,9%. Em janeiro, 63% dos consumidores entrevistados afirmaram acreditar que a inflação irá aumentar, ante 28% que acreditam na sua estabilidade e 8% que esperam sua diminuição.

Mas apesar da variação negativa, o indicador está 4,9% acima do registrado no mesmo mês do ano anterior, ou seja, o consumidor avalia mais positivamente o início de 2013 do que o de 2012.

O indicador de compras de bens de maior valor mostra queda de 0,9% entre janeiro e dezembro, refletindo que a expectativa de aumento do consumo está menos disseminada. Para 56% dos consumidores, o volume de compras nos próximos seis meses será o mesmo, frente 30% que acreditam que comprarão mais e 14% que esperam gastar menos. Quando feita a comparação em 12 meses, a variação calculada é positiva; crescimento de 0,5%.

Os consumidores também demonstram pessimismo com relação à situação financeira e ao endividamento. No primeiro caso, houve redução de 1,4% em relação ao mês anterior e de 2,1% na comparação em 12 meses, mostrando uma avaliação mais negativa dos consumidores. Em dezembro, 38% dos entrevistados acreditavam que sua situação financeira iria melhorar, em janeiro, esse percentual oscilou negativamente para 36%.

Quanto ao endividamento, observa-se queda de 1,4% na comparação com dezembro. Esse resultado evidencia que os entrevistados provavelmente aumentaram seu endividamento no mês. Na comparação com janeiro de 2012 o índice caiu 0,6%.

Na direção oposta, o índice de expectativa de desemprego registrou elevação tanto na comparação com dezembro como na comparação com janeiro de 2012: 2,1% e 1,1%, respectivamente. Isso indica que a expectativa de aumento do desemprego se tornou menos disseminada entre os respondentes. Em suma, os consumidores acreditam que o mercado de trabalho será mais favorável nos próximos meses.

Fonte: Ibope 



Consul se reposiciona e 
rejuvenesce para falar 
também aos jovens

Reposicionamento da marca destaca a inteligência dos produtos com a assinatura “Bem Pensado” e adota nova identidade mais colorida. Estratégia de preços não se altera.

A Consul inicia um processo de rejuvenescimento de sua marca para se manter atual. Com mais de seis décadas no mercado de eletrodomésticos brasileiro, a empresa conclui em janeiro seu reposicionamento após um ano e meio de pesquisas voltadas para a análise do consumidor. A empresa lança mão de uma nova identidade visual, mais colorida, e linguagem divertida com o intuito de falar ao público jovem sem deixar de se relacionar com seus consumidores antigos.A comunicação da companhia antes era voltada para o produto e investia em intimidade com o consumidor, se inserindo em seu ambiente familiar por meio do slogan “Parte da sua casa”. Na nova fase, a assinatura muda para “Bem pensado”, que apresenta a marca como simples e facilitadora. As “sacadas inteligentes“ são usadas para transmitir o novo conceito ao público. O fato de o refrigerador ser frost-free, por exemplo, sai de foco e o destaque passa para o diferencial, que no caso deste aparelho é a gaveta de verduras, localizada na parte superior, evitando que a pessoa se abaixe para pegar o alimento.

A remodelagem começou em 2012 com o lançamento de produtos para cozinhas planejadas como cooktops, fornos e coifas. “Na linha de embutidos, pensamos em beleza, mas também na praticidade e incluímos indicações de qual função selecionar para cozinhar ou refogar, e qual tipo de panela usar em cada boca para que o alimento atinja a temperatura ideal. Tudo foi pensado para fazer sentido com a cara smart e dar continuidade ao trabalho de reposicionamento. Os lançamentos futuros devem seguir o mesmo estilo, mas nossa distribuição e preços não vão se alterar”, conta Carolina Ancona Lopez, Gerente de Marketing da Whirlpool Latin America para a marca Consul, em entrevista ao Mundo do Maketing.

Um novo target, sem perder o antigo
Com a nova linguagem, a companhia quer ampliar sua gama de consumidores sem perder os antigos. A rotina agitada dos novos casais e os moldes familiares contemporâneos servem como ponto de partida para vender produtos que facilitem a vida das pessoas. Dessa forma, a marca que desde a década de 1950 falava com as donas de casa passa a conversar também com os recém casados ou com aqueles que vão morar sozinhos. “A comunicação como um todo está mais jovem, o que gera afinidade com esse público. Mas não queremos deixar de atingir a família e o consumidor em geral. Não pretendemos ser uma marca nichada como jovem, como acontece com alguns refrigerantes e cervejas”, comenta Marco Versolato, VP de Criação da DM9DDB, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Nas gerações mais antigas e ainda na atual, as mulheres são as responsáveis pela decisão de compra de eletrodomésticos. Atenta a esta constatação, a empresa aposta na proximidade com o público feminino. “Só uma marca tão chegada aos lares e conhecedora das mulheres pode criar soluções simples, como um microondas onde para a pessoa preparar um macarrão, basta apertar o botão Macarrão. Para nos mantermos relevantes, passamos de geração para geração. A minha mãe pode comprar um produto Consul pela tradição e a esposa do meu sobrinho que acabou de casar também pode fazer a mesma escolha, só que pela praticidade”,
complementa Versolado.

Apesar de o público alvo continuar sendo a família brasileira, o perfil desse cliente está mudando. Sua forma de comprar é influenciada pelo crescimento da classe média e ele se torna mais exigente. “Precisamos suprir as demandas de uma compra mais qualificada, que busca design e modernidade. Hoje a escolha da marca pelo consumidor não é mais só baseada em preço como era há alguns anos atrás”, analisa Carolina Lopez.

Inovação sem investimento em tecnologia
Toda mudança na forma como a marca é percebida pelo público pode gerar desconforto. Caso o processo seja conduzido de forma precipitada pode resultar na perda de afinidade com o consumidor final. Mas neste caso, a empresa acredita que as alterações não são tão radicais. A nova linha lançada em 2012 teve boa aceitação e não haverá qualquer alteração na estratégia de preço dos produtos.

Apesar destes fatores, o processo exigiu cautela. “Toda marca precisa de uma repaginada de vez em quando. Mas por ser historicamente presente na vida das pessoas, nenhuma mudança pode ser feita de uma hora para outra. Estamos trabalhando nisso desde o segundo semestre de 2011, estudando, pesquisando, investigando para conhecer tudo que era verdadeiro e relevante para as pessoas. Sem dúvidas, qualquer decisão tem seus riscos e oportunidades, mas acreditamos que neste caso as oportunidades são maiores. A nova linguagem vai continuar construindo uma marca popular, sendo moderna sem ser excludente para a grande população”, diz Marcos Versolato, da DM9DDB.

Para 2013, novas linhas estão sendo pensadas, mas nenhum lançamento foi anunciado. Toda a estratégia de pesquisa e desenvolvimento, contudo, apostará em inovações simples que não dependam de alta tecnologia e assim consigam surpreender pela praticidade e inteligência. “O objetivo é trazer o questionamento de como ninguém pensou nisso antes. Assim, resgatamos a criatividade da Consul, que estava um pouco perdida. Os nossos produtos sempre são simples. Não é nada extremamente tecnológico ou reinvenção”, finaliza a Gerente de Marketing.

Fonte: Mundo Marketing



61% das mulheres 
estão no mercado de trabalho


O número de mulheres que trabalham passou dos 53%, em 2002, para 61%, em 2012, uma diferença de oito pontos percentuais. Os dados são do Target Group Index, do IBOPE Media, e se referem às populações de 18 a 64 anos das principais capitais e regiões metropolitanas do País.

Entre 2004 e 2012, o número de mulheres que são mães ou responsáveis por algum morador do domicílio onde vivem permaneceu estável, passando de 54% para 55%.
Já o número de mulheres que afirmam ser o chefe da família aumentou de 29%, em 2002, para 35%, em 2012.

O estudo Target Group Index foi realizado nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília e nos interiores de São Paulo e das regiões sul e sudeste. A representatividade é de 49% da população brasileira entre 12 e 75 anos, ou 71 milhões de pessoas.

Fonte: Ibope



47% dos ouvintes de rádio
escutam música sertaneja


A música sertaneja é trilha sonora para o dia a dia de uma grande parcela da população brasileira. Nas principais capitais e regiões metropolitanas do País, 47% das pessoas que ouviram rádio nos últimos sete dias afirmam escutar o gênero com frequência. 

Dados do Target Group Index, do IBOPE Media, indicam ainda que a classe C é maioria (52%) entre os ouvintes desse estilo musical no rádio, seguida da classe AB (36%) e DE (12%).

Quando considerada a faixa etária dos ouvintes, os adultos de 25 a 34 anos são os que mais apreciam esse estilo, 23% afirmam ouvir música sertaneja frequentemente. 

Em relação às capitais brasileiras, o gênero é mais apreciado em Brasília, onde 56% dos ouvintes de rádio declaram ouvir com frequência músicas sertanejas. Em seguida aparece Curitiba, com 53% de ouvintes do estilo.

Em contrapartida, Recife e Rio de Janeiro são as capitais onde menos pessoas escutam esse tipo de música: 26% e 28%, respectivamente. 

O estudo Target Group Index foi realizado pelo IBOPE Media nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília e nos interiores de São Paulo e das regiões sul e sudeste. A representatividade é de 49% da população brasileira entre 12 e 75 anos, ou 71 milhões de pessoas.

Fonte: Ibope

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Chocolate. Chocolate.Chocolate.




Nestlé faz ovo de 
Páscoa do chocolate Lollo


A Nestlé aposta no lançamento do Ovo de Páscoa Lollo como grande novidade para o período festivo de 2013. O chocolate foi sucesso nos anos 80 e voltou ao mercado em 2012 por causa de pedidos dos consumidores. A repercussão positiva estimulou a marca a criar uma versão para a Páscoa, que vem em embalagem de 260g e com a mesma identidade visual do formato em barra O produto chega às lojas a partir do dia 13 de fevereiro.




Os games na comunicação



Mecânica de jogos pode ser inserida em técnicas de comunicação e marketing, possibilitando pensar em estratégias mais amplas, uma vez que o público está cada vez mais adaptado a linguagem. Com tantos produtos disponíveis, as marcas que se destacam são as que conseguem envolver o público, assim como fazem os games.

Confira:

http://www.youtube.com/watch?v=weM-WbMSdpE



Rachel Botsman: 
A moeda da nova 
economia é a confiança

Houve uma explosão de consumo de colaboração: o compartilhamento pela internet de carros, apartamentos e habilidades. Rachel Botsman investiga a moeda que faz as redes como Airbnb e TaskRabbit funcionarem: confiança, influência, e o que ela chama de "capital de reputação".

Confira.

http://www.youtube.com/watch?v=kTqgiF4HmgQ



Batman na versão faroeste


Quando falamos em Batman, uma das primeiras coisas que passam pela cabeça é o combo: metrópole + tecnologia, certo?

Mas já imaginou como seria o famoso homem morcego no velho oeste? Em um ambiente selvagem, com roupas simples e sem a tecnologia incrível que o rodeia? E mais, circulando com um batcavalo no lugar do batmóvel? Bem, foi essa linha de pensamento que o ilustrador italiano Giovanni Costa utilizou para criar a ilustrações intitulada de “Batman Wild West”.

Ele desenhou o Batman, Robin, Alfred, Gordon, e alguns dos famosos vilões em um ambiente completamente diferente do que estamos acostumados a vê-lo. Os traços retos, sem muitas curvas, lembram muito os desenhos infantis, principalmente as “PowerPuff Girls”.










Alguém gostaria de conhecer a Spaguetti City?



Como entender um 
filme em apenas 
um cartaz?


Entender todo o enredo de um filme, inclusive o final dele, em apenas uma ilustração.

Essa é a ideia do designer italiano Matteo Civaschi, que comprou briga com os designers de cartazes de filmes hollywoodianos e criou uma série de pôsteres dando um toque minimalista a filmes populares.

Em uma especie de timeline, Matteo reconstruiu a história central de filmes como Senhor dos Anéis, E.T – O Extra Terrestre e até o complicado Matrix.



Os desenhos fazem parte do livro Life In Five Seconds, que tem como principio a simples ideia de que, atualmente, não podemos perder tempo e precisamos do conhecimento instantâneo.

A série de ilustrações criadas pelo artista, é um divertido exercício minimalista , que transforma longas horas e centenas de páginas de roteiro em apenas um punhado de ícones.





Curtiu? Para ver mais cartazes minimalistas, clique aqui, aqui e aqui.

Fonte: Jordana Laitano|Blog ESPM



Comunicação Organizacional: 
tirar o Planejamento 
Estratégico do Papel
Marília Lobo*


Certamente você já ouviu que mais complexo do que desenvolver é implementar o Planejamento Estratégico. Sim, mesmo em tempos de muita informação, a dificuldade ainda é grande em garantir a assimilação e, principalmente, a prática das propostas do planejamento junto aos mais diversos públicos que se relacionam com a empresa.

Hoje, o tema não é mais tratado como confidencial e mitificado em suas complexidades, o que afastava as pessoas das estratégias e crenças para o crescimento, recuperação ou entrada em novos mercados. No entanto, faltam ainda, como parte do Planejamento, Modelos de Comunicação convergentes com os propostos na área da Administração de Empresas. Busca-se, portanto, lançar um olhar crítico para os elementos que unem esferas do conhecimento e que, quando tratados de forma isolada, comprometem o sucesso e os resultados desejados. 

Uma empresa é um sistema inter-relacionado que reúne capital, pessoas, culturas, trabalho, crenças, normas, políticas, comportamentos, natureza técnica, produtos e serviços que juntos compõe a identidade organizacional. A partir dela e dos conceitos que se deseja transmitir, surge o discurso como unidade de significação e expressão de um propósito. Voltando, então, a refletir sobre a compreensão e o engajamento ao Planejamento Estratégico, vê-se que o ponto de partida está no alinhamento de discurso e na clara definição das mensagens-chave existentes no plano. Ou seja, os conceitos do planejamento somados aos atributos de identidade e imagem da empresa formam o discurso a ser comunicado – o propósito que carrega tudo aquilo que foi planejado.

O pensamento em Comunicação: evolução e tendências
Os estudos e a prática em Comunicação também refletem, em sua evolução histórica, a aproximação com a Administração de Empresas. No Brasil, as primeiras iniciativas em Relações Públicas surgiram atreladas à administração pública e, em tempos de ditadura, fortaleceu-se a função política. Passam a existir, ainda, estudos aplicados junto à Psicologia sobre comportamentos nas organizações.

A partir de então, despontam novos conceitos que vinculam a comunicação à estratégia do negócio, posicionando suas funções no planejamento, pesquisa e mensuração de resultados. Por fim, atualmente, uma nova vertente em formação agrega ao planejamento de comunicação novas concepções da Comunicação Organizacional, com foco em iniciativas que garantam resultado em competitividade de forma ampla e integrada com as demais iniciativas da organização como: marketing, logística, tecnologia da informação, entre outras.

Nesse sentido, aplicações de modelos como o BSC (Balanced Scorecard) e FNQ vêm sendo realizadas com adaptações que inserem o contexto da Comunicação e cruzam informações com a perspectiva da imagem, posicionamento e reputação. O mercado, por sua vez, já demonstra compreender a tendência e aplicar os conhecimentos de forma integrada. Algumas empresas, como a farmacêutica MSD, possuem modelos interessantes para o desenvolvimento e execução do Planejamento Estratégico, no qual a formulação da estratégia parte da compreensão plena da Missão e Visão; e a tradução da estratégia se baseia nos objetivos do Planejamento e nos temas prioritários para cada público. 

Áreas de atuação na Comunicação Organizacional
A Comunicação Organizacional pode ser definida como o conjunto sistêmico das Comunicações: Institucional, Interna, Administrativa e Mercadológica. É, portanto, um campo de conhecimento abrangente e que compreende práticas das Ciências Sociais, das Ciências Humanas, das Ciências Exatas. Isso significa dizer que pensar Comunicação Organizacional envolve Administração, Estratégia Empresarial, Marketing, Sociologia, Psicologia e muito mais.

Assim, ao desenvolver e executar o Planejamento Estratégico são muitos os questionamentos relacionados à forma de comunicar e zonas de oportunidade, tais como: Como envolver e criar redes de disseminação das propostas do Planejamento entre meus colaboradores? Quais os interesses dos acionistas que estão ou não sendo atendidos no Planejamento e como informar com transparência? Há processos internos que devem ser alterados para garantir o envolvimento e a execução do Planejamento?

Ciente dessa grande lista de perguntas (muitas vezes, com difíceis respostas) é possível partir para o alinhamento das ações na prática, garantindo que: a Comunicação Interna trate dos temas relevantes nos mais diversos estratos do público interno (administrativo, operacional e familiares); a Comunicação Institucional e Mercadológica estejam alinhadas e investindo em ações que reforcem as intenções estratégicas, tanto de mercado quanto de reputação; e a Comunicação Administrativa atente aos fluxos de informação em processos diários. 

Estou certa que muitas das recomendações parecem óbvias, assim como o fato do trabalho integrado ser premissa de atuação de departamentos e unidades de negócio. Porém, inúmeras vezes nos deparamos com ações que demonstram exatamente o contrário: um departamento de compras que negocia volumes enormes de um produto X que não está mais na prioridade estratégica; uma ação de marketing que contradiz as mensagens institucionais; uma pauta para a imprensa que desconsidera fatores de risco mapeados no Planejamento. Enfim, os exemplos são muitos. E o que fica comprometido, na maioria das vezes, não são os resultados imediatos, mas sim a competitividade, a visão de futuro e, consequentemente, a perenidade da organização. 

O fato é que as pressões diárias, os desafios pessoais e profissionais e o contexto organizacional nos fazem esquecer do conhecido provérbio: sozinhos vamos mais rápido, juntos vamos mais longe.

*Marília Lobo é especialista em Estratégia Empresarial, 
Relações-Públicas e Sócia-fundadora da Fina Ideia Comunicação | http://www.finaideiacomunica.com.br



Humor de sexta



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