segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Abra a boca é ...

Ridley Scott agora dirige
 os ursos polares da
Coca-Cola
 
 
A Coca-Cola dá pistas sobre a história dos ursos polares que estrelam suas campanhas em nova ação lançada neste início de ano. Um curta-metragem de sete minutos detalha a personalidade de cada um dos cinco personagens: o pai sério e rígido, a mãe benévola, o irmão mais velho e responsável, o irmão do meio mais “fora dos padrões” e a caçula que se sente ignorada pela família.
 
Ao longo do filme, criado pela CAA Marketing, produzido por Ridley e Tony Scott e dirigido por John Stevenson (de Kung Fu Panda), as relações da família de ursos vão sendo exploradas - sobretudo o conflito entre o filho “rebelde” e o pai “careta”. Ao final, a mensagem é de que é preciso respeitar as diferenças (a íntegra pode ser assistida abaixo, em inglês).
 
The Polar Bears
 
Os ursos, que estampam campanhas da marca há anos, não eram vistos desde o Super Bowl, realizado em fevereiro de 2012. Na ocasião, a W+K Portland criou uma campanha interativa em que os ursos reagiam de acordo com a evolução do jogo.
 
Fonte: Meio e Mensagem, com Advertising Age e Creativity.
 
Vejam o filme:
 
 
 
 
Do more. Nike. 
 
Nike FuelBand
 
Em abril passado, Casey Neistat fez viajou o mundo com dinheiro da Nike para promover a FuelBand. Com mais de 8 milhões de views, o vídeo se tornou mais um ótimo exemplo de publicidade através de conteúdo.
 
A jornada, que teve 10 dias de duração, foi filmada quando o produto ainda nem existia. É por isso que agora, no começo de 2013, a marca resolveu revisitar a ideia.
Neistat mostra o impacto de ser ativo, com pontos monitorados pela pulseira, sendo possível se divertir, conhecer o mundo e praticar atividades físicas ao mesmo tempo.
 
Vejam o filme:
 
 
 
 
Você gosta de foto?
 
Então veja estas maravilhas.
 
 
 
 
 
 
 
Bajuladores?
 
 
 
 
As aposta do Facebook, Linkedin
e Google+ em 2013
 
 O Facebook, a rede social mais acessada em todo o mundo, atingiu em outubro a marca de 1 bilhão de usuários. No Brasil, são 61 milhões de pessoas conectadas, mais de 80% da população que usa internet no país. Ao mesmo tempo em que a rede de Mark Zuckerberg continua atraindo milhares de usuários, novas redes sociais surgem e conquistam espaço no mundo digital. No início de novembro, em um pouco mais de um ano de existência, a rede do gigante de buscas, Google+, já contava com 400 milhões de usuários em todo o mundo, chegando perto dos números do Twitter. Um dos crescimentos mais rápidos da história das mídias sociais. Enquanto isso, YouTube, Instagram e LinkedIn continuam a conquistar seguidores. E não vão parar.
 
Com foco em grandes massas de pessoas, como é o caso do Facebook e Google+, ou de interesses específicos, como o LinkedIn, o fato é que as mídias sociais vieram para ficar. As que já conhecemos vão se reinventar com novas ferramentas de interação e recursos para aumentar a conexão entre usuários e marcas. Outras ainda vão surgir. Isso porque as pessoas não abrem mão mais de poder compartilhar e se conectar em qualquer lugar, em todos os momentos. “Nos últimos 20 anos de web, assistimos a uma grande evolução: do navegador para a caixa de busca, e finalmente, para uma rede de conexões e descobertas. Nos próximos anos, teremos muito mais conexões, que serão principalmente móveis, com cada vez mais compartilhamento”, prevê Adriana Grineberg, diretora comercial do Facebook no Brasil. Mas, o que vem de novo por aí?
 
Foco em mobile
A afirmação da executiva reforça o movimento que o Facebook iniciou este ano com a compra do Instagram por U$ 1 bilhão. Um dos principais focos e investimentos da rede para os próximos anos será em mobile. “Alguns estudos globais apontam que há uma tendência de migração da audiência de internet para os dispositivos móveis. Ali, temos mais usuários ao mesmo tempo, por mais tempo, com mais frequência”, revela. Hoje, 60% do total de usuários já acessa o facebook a partir de plataformas móveis. No Brasil, são 20 milhões de usuários móveis. “Nos próximos anos, será um desafio para o Facebook e as demais redes sociais manterem a base de usuários interessada e ativa. O papel do mobile vai ser fundamental para isso”, acredita Fred Siqueira, sócio e head de criação da Ampfy.
 
Para isso, o Facebook está buscando parcerias com as operadoras de telecomunicações para reduzir o preço dos pacotes de dados. Além disso, está desenvolvendo um produto, “Facebook for Every Phone”, um aplicativo na linguagem Java que permite simular funcionalidades de um smartphones quando o usuário navegar na rede mesmo a partir de um aparelho mais simples. O programa permite atividades como o envio de mensagens, com o Facebook Messenger, e a inclusão de filtros em fotos como no Instagram. O novo produto já está disponível para 3.600 aparelhos de marcas e modelos distintos em todo o mundo. “O nosso objetivo é que o usuário tenha a melhor experiência de navegação independente de onde ele esteja conectado”, afirma Adriana.
 
Seguindo o exemplo da gigante Facebook, o LinkedIn também pretende ampliar o acesso por dispositivos móveis. “O número de usuários mobile vem crescendo. Eles querem estar em contato com a rede profissional a qualquer momento para ter informações e insights”, diz Osvaldo Barbosa, diretor geral do Linkedin no Brasil. Por isso, a rede criou, este ano, aplicativos para iPad, iPhone e Windows Phone, desenhados para garantir melhor usabilidade dos seguidores.
 
O Google+, apesar de muito novo, também já começou a investir em soluções para conquistar os usuários móveis. “Trabalhamos muito rápido em um app mobile para iOS e Android mais robusto. O nosso objetivo é criar uma experiência agradável e simples, que permite que as pessoas possam conectar-se por dispositivos móveis a ferramentas como o Hangout, por exemplo”, afirma Ricardo Blanco, gerente de Comunicação do Google para a América Latina.
 
Mais interação
O Hangout, do Google+, é um serviço de videoconferência para até 10 pessoas em uma única chamada, com compartilhamento de tela e diversos aplicativos. É um dos recursos que mais atrai pessoas e administradores de páginas. Uma nova versão, Hangout On Air, permite a transmissão ao vivo das imagens da videoconferência. “Marcas e pessoas agora podem transmitir o que acontece com até 10 pessoas para o resto do mundo. A interação ganha uma audiência global para assistir essas conversas de comunidades. Agora, já vemos chefs ensinarem culinária para apaixonados em cozinhar, jogadores de futebol falar para a multidão antes de um grande jogo, marcas como Claro, promover uma conversa inédita com Ronaldo, e grandes grupos de mídia, como a Veja, conectar seus leitores a um grande ídolo como Paulo Coelho. Acreditamos que esse tipo de interação será cada vez maior”, afirma Blanco.
 
Apesar de ser muito novo, não podemos dizer que o Google+ é exatamente um bebê. Já começou grande. O que vem chamando atenção em torno da rede do Google é a ideia de algo novo, uma evolução das mídias sociais que conhecemos. Para começar, ele não se considera uma rede social. “Nós vemos o Google+ a partir de duas perspectivas: uma camada, na qual, uma vez registrado, o usuário permeia toda a experiência do Google na web; um lugar para interagir com pessoas que você conhece e uma maneira simples de encontrar mais pessoas com quem você compartilha interesses comuns”, afirma Blanco. Junto com essa nova definição, o que está conquistando as pessoas são as novas funcionalidades que a rede oferece e que estão em constante processo de melhoramento. “Estamos trabalhando de forma muito rápida para lançar novos recursos. Isso é apenas o começo”, avisa.
 
Segmentação de fato
À medida que as mídias sociais foram conquistando legiões de seguidores, os gestores de marcas pouco a pouco foram entendendo a sua importância. “Nos últimos dois anos as empresas dedicaram uma fatia maior dos investimentos publicitários para social media, o que antes poucas faziam. Em 2012, assistimos uma corrida desenfreada para atrair mais fãs. Isso porque as eles já haviam entendido o retorno e a importância das redes sociais”, afirma Fred Siqueira, da Ampfy.
 
Com maiores investimentos e mais experimentação, a palavra de ordem até 2012 foi: amadurecimento. E, agora, o que vem depois? Para Siqueira, o foco dos próximos anos será a qualidade da base de seguidores. “Primeiro, as marcas buscaram quantidade. Mas, conquistar milhares de fãs, não garante um alto grau de engajamento. Na maioria das vezes, são pessoas que não têm a ver com a marca. Algumas já entenderam isso e vão focar o trabalho em 2013 na qualificação dos seguidores e para aumentar o engajamento”, diz.
 
Esse movimento também já está sendo antecipado pelo Facebook. Em setembro, colocou para funcionar a ferramenta Custom Audience, que permite que as empresas possam cruzar o CRM da empresa, com telefone e e-mail dos clientes com a base da rede social. Com isso, a partir de agora, as marcas vão poder segmentar a audiência e atingir clientes com mais mensagens altamente personalizadas do que poderiam antes da ajuda do Facebook. Empresas nos Estados Unidos já estão testando a ferramenta. A empresa de comércio eletrônico OpenSky conseguiu uma taxa de conversão de 30% maior em seus anúncios orientados pelo Custom Audience.
 
“A regionalização dos posts é uma das estratégias do Facebook. Na rede, os anúncios disputam espaço com pessoas do relacionamento do usuário, por isso é importante que sejam cada vez mais relevantes, customizados e consistentes. Com novos produtos e ferramentas como Custom Audience, Facebook Exchange – para retargeting inteligente –, Facebook Offers, Promoted Ads e posts recomendados por amigos, esse trabalho fica mais fácil”, explica Adriana.
 
Para uma rede de usuários com interesse comum, como o LinkedIn, a segmentação é a base de tudo. No Brasil, a rede continua crescendo, em 2011 eram 6 milhões de usuários e em 2012 chegou a 9 milhões. “No próximo anos vamos ver mais uma evolução do que uma mudança de paradigmas significativas, com novas interfaces para entregar maior valor às pessoas”, prevê Osvaldo Barbosa. De acordo com o executivo, os brasileiros já estão conseguindo separa a vida pessoal da profissional também no mundo digital. O que dá mais uma oportunidade para as marcas.
 
Pensando nisso, o LinkedIn redesenhou recentemente o formato das páginas de empresas e pretende trabalhar, no país, mais próxima das agências e anunciantes. “Vamos continuar a educar o mercado sobre o valor de usar a rede profissional para produzir uma audiência engajada, com uma comunicação que pode ser totalmente segmentada”, afirma. Uma das funcionalidades da nova página de empresas no LinkedIn é permitir posts segmentados por tipos de pessoas, cargos e regiões.
 
“A história da mídia mostra que caminhamos sempre para uma base segmentada. A TV, hoje, é praticamente on demand, buscamos cada vez mais os nichos específicos. Por isso, a máxima para os próximos anos será: segmentação e conteúdo”, prevê José Wilson Fonseca, diretor da F451.
 
DNA social
Ok. Todos já entenderam a importância de estar nas redes sociais. Primeiro, o foco foi conquistar fãs, entender como se comunicar, experimentar. A partir de agora, vai ser preciso fazer mais: criar um DNA social. “As marcas que fazem mais sucesso são as que tem o conteúdo mais próximo a sua própria realidade. Algumas mais românticas, outras malandras, outras ainda engraçadas. Por isso, é importante pensar: se a marca fosse uma pessoa como ela se comportaria? O que gosta, o que faz. Para ter um diálogo direto com o consumidor vai ser preciso humanizar a marca, criar um DNA social”, afirma Chico Baldini, VP de criação da W3Haus.
 
O marcador de sucesso deixa de ser o número de fãs e passa a valer o índice de engajamento. Por isso, o conteúdo passa a ganhar ainda mais força. “A prestação de serviço e informações coordenadas com a proposta das marcas vai ser fundamental. Vamos ver mais marcas de beleza mais preocupadas em dar dicas de beleza do que serem apenas engraçadas”, prevê Pedro Porto, VP de convergência da Fisher&Friends e professor de criação digital da MiamiAdsSchool/ESPM.
 
Para Eduardo Camargo, CEO da Mutato, nova agência do Grupo JWT, irá acontecer um uma aproximação entre conteúdo e propaganda. “O conteúdo usado nas mídias sociais irá virar, gradualmente, uma base ou um padrão de como as marcas vão construir suas campanhas publicitárias. As empresas estão começando a se acostumar a virarem produtoras de conteúdo. Ao poucos, vão deixar de supervalorizar a plataforma em detrimento do conteúdo e ele passa a ser o protagonista da estratégia de comunicação”, afirma. Por isso, é fundamental construir uma proposta de valor da marca e educar o consumidor em relação a esse DNA. “As marcas competem com a atenção das próprias pessoas. Isso as obriga a terem um significado muito maior para atrair atenção dos consumidores”. Agora, é esperar para ver o que acontece.
 
Fonte: Proxxima
 
 
 
Uma bela campanha para
 o creme dental Crest,
para dentes sensíveis
 
Sensibilidade crista: Café
 
Sensibilidade crista: Água
 
Sensibilidade crista: Ice Cream
 
 Crest Sensitivity: Cupcake
 
criada pela Publicis de New York.
 
 
 
Seu time vai faturar muito neste ano?
 
mercado brasileiro de clubes de futebol deve superar a marca de R$ 2,9 bilhões de faturamento na temporada 2012, de acordo com análise do consultor Amir Somoggi. Apenas entre 2003 e 2011, os principais times do País acumularam um crescimento de 265% nos rendimentos, passando de R$ 805 milhões para R$ 2,7 bilhões. No entanto, no mesmo período as dívidas saltaram de R$ 1,2 bilhão para R$ 4,7 bilhões.
 
Embora o mercado total esteja crescendo, os principais times estão ampliando seu domínio financeiro. Os dez clubes com maiores receitas do futebol brasileiro em 2011 atingiram um faturamento de R$ 1,7 bilhão, o que representou 65% do total arrecadado. Em 2003, os dez clubes mais ricos representavam 58% do total gerado pelo mercado. Já de acordo com as projeções do analista, em 2012 esse grupo de agremiações deve responder por 66% do total arrecadado, ou R$ 1,9 bilhão.
 
Veja abaixo a evolução das receitas dos dez clubes mais ricos do País.
 
Crédito: Análise Amir Somoggi *2012-Projeção
 
Fonte: Meio e Mensagem

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Fazer o quê...

 
 
 
Østersøen, o stop-motion
mais encantador que
você já viu
 
 
Como não se encantar pelo detalhado trabalho que demanda um vídeo em stop-motion?
 
Você provavelmente nunca ouviu falar da banda francesa independente Ödland. Mas depois deste clipe feito para a música Østersøen, do álbum Sankta Lucia, com certeza algo vai mudar.
 
 
 
O vídeo, dirigido e produzido por Vincent Pianina e Lorenzo Papace (a banda, aliás, tem Lorenzo como mentor), é um belíssimo trabalho de stop motion utilizando papel, iluminação correta e o espaço da cozinha deles (sim, caseiro!).
 
As transições entre as cenas são bem criativas, e toda a ilusão de zoom foi feita manualmente. Ou seja, foram produzidos elementos em diferentes escalas e ângulos para enriquecerem criativamente o vídeo.
 
 
Além do mais, todo o clima do vídeo está dentro da identidade da banda, que preza pelo retorno de coisas antigas esquecidas rapidamente pela música contemporânea, como eles mesmos descrevem. A Ödland é regada a ukelele (aquele mini-violão), instrumentos experimentais, poesia e arte.
 
Assista e encante-se!
 
 
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Livro ensina como desbloquear o
processo criativo
 
 
Comportamento humano, funcionamento da mente e a existência do homem: esses são alguns dos temas que o publicitário e escritor Henrique Szklo aborda em seu livro recém-lançado “Você é criativo sim senhor!”, onde fala da inteligência criativa como um dos motores para desobstruir a consciência.
 
Na obra, o autor trata da criatividade como uma ferramenta de transformação pessoal e, sem querer apontar fórmulas para desenvolvê-la, passeia por mecanismos para despertá-la.
 
Szklo afirma que é a criatividade é quem impulsionou a evolução humana e, por isso, ela é uma ferramenta valiosa em quem deseja uma vida melhor.Uma das bases do livro é o comportamento humano e Szklo afirma que recorreu à própria experiência pessoal para escrever o livro, mas refuta narcisismo. “Parti do princípio de que eu sou igual a todo mundo e que, portanto, todo mundo sente mais ou menos o que eu sinto e funciona mais ou menos do mesmo do mesmo jeito. Na matriz, na origem de todo o funcionamento da máquina cérebro, somos rigorosamente iguais”, explica no prefácio.
 
“Você é criativo sim senhor!” também é o nome de palestra ministrada pelo publicitário sobre desbloqueio criativo. Szklo é coordenador do curso de Criatividade da Escola Panamericana de arte e tem passagens por diversas agências de publicidade. Entre elas, foi diretor de criação da Energy Y&R e comandou o time criativo da Nort\West Publicidade, do grupo Publicis.
Título: “Você é criativo sim senhor!”
Editora: Jaboticaba
Nº de págs: 319
 
Para Henrique Szklo, criar não é um dom. Tampouco é um poder mágico com o qual só poucos privilegiados são ungidos. Criar é, antes de tudo, uma ferramenta biológica de adaptação e evolução. Todos, indistintamente, de todas as classes, culturas, raças e profissões têm dentro de si essa capacidade extraordinária de encontrar soluções para problemas que nunca enfrentaram. Não há o que aprender. É preciso apenas se libertar dos bloqueios, se livrar das pressões internas e externas que prejudicam o livre pensamento criativo. Portanto, podemos afirmar com total convicção e tranquilidade: você é criativo, sim senhor!
 
Fonte: site do autor e Propmark
 
 
 
Brasil acorda para a nova
publicidade mundial.
Integrada...
 
No ano em que a publicidade brasileira arrematou 80 Leões em Cannes, conquistou 18 prêmios no Clio Awards e emplacou 14 trabalhos no anuário do D&AD, qual o balanço da criatividade brasileira em 2012? Para Eduardo Lima, presidente do Clube de Criação de São Paulo (CCSP), as agências brasileiras “acordaram” para a publicidade integrada. A participação notória do país em festivais mundo afora é o termômetro do desempenho nacional, indica Lima.
 
“O Brasil acordou para a nova publicidade mundial, a era digital e integrada”, diz Lima, também diretor-geral de criação da F/Nazca S&S. “O país estava muito voltado para as soluções tradicionais, principalmente em mídia impressa, tanto que sempre teve destaque fantástico nessa área. Ela ainda é muito importante, mas a criatividade nacional começa a englobar pacote integrado onde não há somente as mídias tradicionais”.
 
Ao olhar para os resultados de 2012, o Clube de Criação de São Paulo já projeta o ano de 2013. A entidade está planejando a nova edição do Festival do CCSP, que reuniu, em setembro deste ano no Memorial da América Latina, em São Paulo, convidados de áreas diversas, que extrapolam o universo da criação. “O que fizemos em 2012 com o festival é um caminho sem volta. No ano que vem, queremos cristalizar esse formato e estamos na fase de planejamento”, afirma.
 
A fórmula será a mesma: combinar profissionais de áreas distintas com lideranças do mercado de publicidade. Nomes como o fotógrafo Bob Wolfensen, o chef Alex Atala, o cineasta Heitor Dhalia e a atriz Alice Braga deram o tom da renovação do evento em 2012. Convidados de peso do mercado publicitário, como Fábio Fernandez (F/Nazca), Marcello Serpa (AlmapBBDO) e Washington Olivetto (WMcCann) trouxeram suas experiências para o palco.
 
Ao todo, 3 mil pessoas atenderam ao encontro, que durou três dias. “Agora estamos muito voltados para o festival, é ele o carro-chefe do Clube de Criação. É um caminho sem volta”, diz Lima. Em 2013, o evento será antecipado para agosto e continuará no Memorial da América Latina. “Nossa obrigação é fazer com que ele faça parte do calendário oficial de São Paulo. Projetamos que, a partir do quarto ano nesse formato, conseguiremos fixá-lo oficialmente”.
 
Nomes estão sendo sondados e o primeiro objetivo é fechar as cotas de patrocínio. A parceira de realização Geo Eventos será mantida. Já o anuário do CCSP está em processo de finalização e deve ser publicado no início de março de 2013.
 
Fonte: Propmark
 
COMENTÁRIO
Estão descobrindo a roda, de novo.Engraçado tudo isso. Já utilizamos a bendita comunicação integrada desde 1983... há exatos 30 anos, apenas.
 
Claro que em 86 pouco se falava em computadores nas agências ou na internet, mas já se integravam os diversos instrumentos de comunicação (publicidade tal como ainda é limitadamente conhecida, merchandising, design, promoção, assessoria de imprensa, relações públicas, eventos, feiras e exposições, patrocínio e outros).
 
Escrevemos “publicidade tal como é ainda limitadamente conhecida” porque a imensa maioria dos publicitários ainda não compreendeu que esta atividade vai muito além de criar e veicular comerciais e anúncios, para tratar de todas as mensagens de vendas que criamos e apresentamos a públicos selecionados, de forma eficiente.
 
Pelo visto, continuaremos com a mesmas coisas de 2012. Só barulhoo. Mais nada.
 
 
 
Mercado de agências de
comunicação cresceu 17%
 
 
O mercado de comunicação brasileiro deve ter crescido cerca de 17% em 2012, de acordo com a Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom). O levantamento, feito por amostragem, também traz a opinião dos empresários do setor sobre o mercado e perspectivas para 2013, quando o avanço estimado é de 19%. Para 2012, o faturamento gira em torno de R$ 2.340 bilhões, contra os R$ 2 bilhões registrados no último ano.
 
Apesar disso, o crescimento fica abaixo das expectativas iniciais, que superavam os 20%. O avanço aquém do esperado é justificado pela crise econômica europeia, pelas eleições e pela expansão menor que a esperada do setor público.
 
No entanto, para a presidente do Conselho Diretivo da Abracom, Gisele Lorenzetti, o resultado alcançado é positivo. “Os números de outros segmentos da indústria da comunicação, como o de publicidade e mídia promocional, ficaram na faixa dos 10%. A economia do país deve ficar perto de 1%. Nosso setor encontrou espaço para crescer”.
 
Os empresários ouvidos afirmam que o crescimento se deve, essencialmente, à diversificação dos serviços oferecidos e à ampliação da carteira de clientes. Além disso, é primordial haver planejamento, investimento e retenção de bons funcionários.
 
A partir do próximo ano, o acompanhamento dos números do setor será feito trimestralmente, com boletins de análise econômica restritos aos associados. Esses números são essenciais para que as agências possam se planejar, conforme explica o diretor-executivo da Abracom, Carlos Henrique Carvalho. “Os dados do mercado serão uma ferramenta de estratégia de negócios para que as agências filiadas possam planejar sua atuação no mercado”.
 
Fonte: comunique-se
 
 
 
Rússia proíbe venda de cervejas,
das 23 às 8 horas da manhã.
Essa moda pega?
 
 
A Rússia proibiu, desde o dia 1º.jan. a venda de cervejas no país todo, das 23 horas às 8 horas da manhã, em uma tentativa para combater o alcoolismo no país, noticiou a agência de notícias Interfax. O presidente russo, Vladimir Putin, já admitiu que o alcoolismo é um sério problema no país. A Rússia tem uma das maiores taxas de consumo de álcool, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
 
O ex-presidente Dmitry Medvedev havia assinado emendas a leis sobre álcool em julho de 2011, a fim de reclassificar a cerveja como uma bebida de alto teor alcoólico. A nova lei, que entrou em vigor nesta terça-feira, restringe a quantidade de cerveja que pontos de venda e quiosques podem vender e proíbe o comércio dessas bebidas entre 23 horas e 8 horas da manhã, segundo a Interfax.
 
Em 2012, os impostos russos sobre a cerveja cresceram 20%. De acordo com um planejamento do Ministério das Finanças aprovado em 2011, os impostos devem aumentar em mais de 25% em 2013, e mais 20% em 2014.
 
A Rússia também elevou o preço mínimo para a vodka e baniu publicidade de bebidas alcoólicas, inclusive na internet.
 
Fonte: Veja, com agência Reuters
 
COMENTÁRIO
Esta moda pode pegar. Imaginem uma lei dessas no Brasil, onde os mais jovens saem para as baladas às 23 horas…
 
Em princípio, somos contra proibições de qualquer natureza, mas há casos em que esta é a única medida que resta ao governo, diante do descontrole geral.
 
No Brasil, onde se quer liberar o consumo da maconha, parece que proibir o consumo de cerveja e de bebidas alcoólicas (mesmo que seja em parte do dia) seria impensável.
Talvez sim, talvez não.
 
Acreditamos que, infelizmente, chegaremos a esse ponto, da proibição, por absoluta falta de conscientização dos brasileiros, de todas as idades.
 
Nos Estados Unidos, há mais de 30 anos, tem Lei Seca de madrugada e nos finais de semana, em muitas cidades.
 
No Reino Unido e na Holanda os bares fecham às 22 ou 23 horas, sem choro nem vela.
 
Cá entre nós, para um povo que tem que trabalhar ou estudar já de manhã, não tem cabimento ficar bebendo madrugada adentro, até o sol raiar.
 
 
 
Humor de sexta
 
 
 

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Já está esquentando

Amex testa compra
direto da TV. Uma
nova forma de
publicitar e vender
 
Amex testa compras diretamente da TV
 
A tecnologia já tem mudado drasticamente a nossa experiência de assistir televisão, mas deve mudar também a maneira como nos relacionamos com ela daqui para frente, inclusive no que se refere à propaganda e consumo. O t-commerce, comércio eletrônico baseado na TV, já é uma realidade cada vez mais presente nos países mais avançados do mundo. Quem entrou recentemente neste novo universo é a conhecida empresa de cartões de crédito American Express Company (https://www.americanexpress.com/br/homepage/default.shtml?).
 
Em parceria com o canal Fox, nos Estados Unidos, a Amex permitirá que os espectadores do seriado New Girl, estrelado por Zooey Deschanel, comprem itens exibidos durante os episódios. “A tecnologia que lançamos é o primeiro passo para uma mudança fundamental na maneira com que a audiência descobre, se engaja e tem acesso a coisas que ela vê na televisão”, afirmou Lou Paskalis, vice-presidente global para desenvolvimento de mídia e marketing móvel da American Express.
 
Cabe lembrar que as compras poderão ser feitas por meio de apps que têm versões para iOS e Android e também por sites que darão descontos aos clientes que pagarem suas comprar com cartões da American Express.
 
Com informações do Exame.com
 
 
 
Ad Age elencou os filmes
comerciais mais compartilhados
e vistos ao longo de 2012.
Confira.
 
 
 
 
 
 
 
 
 



Coquetel letal: Álcool e Automóvel

Bloom: Alcool e carro.  Coquetel letal.

Um alerta importante. O coquetel letal: automóvel + álcool.



Para meditar e agir

 
 
 
A árvore, o vento e a foto
 
 
 
 
Jornais brasileiros mostram
força e relevância, mas
poderia ser muito melhor
 
 
Apesar das dificuldades dos jornais neste ano para manter o faturamento publicitário e não deixar a circulação cair – como vem acontecendo em muitos países –, os jornais brasileiros continuam mostrando sua força e relevância na mídia. Junto com as revistas, os jornais são o meio de comunicação que mais furos de notícias dão no Brasil e mundo afora. Talvez pela tradição, eles são a cara da imprensa combativa.
 
Em 2012, os maiores jornais também abriram novas frentes de negócios para combater a erosão das receitas com o papel, inaugurando o sistema de paywall com a cobrança de assinatura do conteúdo digital, e terminam o ano assegurando a posição de segundo maior meio, atrás somente da TV aberta. De acordo com o Mídia Dados, os jornais têm 11,8% de share do bolo publicitário, de um total aproximado de R$ 32 bilhões de investimentos na mídia nacional.
 
“De um modo geral, foi um ano muito bom para a Folha, do ponto de vista de avanço e inovação tecnológica. A Folha abriu o sistema de cobrança digital, inaugurando o paywall em junho. Foi um marco não só para a Folha, mas de um modo geral para a mídia brasileira. Foi muito importante porque abriu uma nova frente para combater a erosão das receitas com papel. Está indo muito bem, devemos fechar o ano com aproximadamente 42 mil assinantes pagos no digital, um número muito bom”, revela Antonio Manuel Teixeira Mendes, diretor-superintendente do Grupo Folha.
 
Sobre os investimentos publicitários, Mendes afirmou que “foi um ano difícil para todo mundo”, mas que houve incremento bom de receitas na área de empresas que estão ligadas ao jornal, caso do PubliFolha e DataFolha. “Essas empresas tiveram crescimento de dois dígitos. A diversificação é um componente muito importante no negócio”, disse. A circulação da Folha de S.Paulo, maior jornal do país com uma média de 301 mil exemplares por dia, não caiu, mas cresceu pouco. “Nós vamos fechar o ano com crescimento de circulação de 1%, o que por si só é uma grande notícia. No Brasil, teoricamente [a queda da circulação] não começou, mas nos Estados Unidos isso é muito claro”, ressalta o executivo.
 
Do ponto de vista editorial, Mendes diz que foi um ano excelente para o jornal, de relevância, importância e furos. “O mensalão surgiu com as primeiras reportagens da Folha e com a entrevista exclusiva concedida ao jornal pelo então deputado Roberto Jefferson”, lembra. Além disso, pelo segundo ano consecutivo a Folha é a vencedora na principal categoria do Prêmio Esso de Jornalismo. “Foi um ano Folha de S.Paulo”.
 
O diretor-superintendente do Grupo Folha destaca ainda a estreia em março do TV Folha na Rede Cultura, que expandiu o conteúdo jornalístico produzido pela Folha para a TV aberta. “É uma forma de ampliar o alcance da audiência com a marca e credibilidade do veículo. Foi outro marco importante junto com o paywall”, ressalta.
 
E o que esperar de 2013? Mendes reforça que as perspectivas são de aumento de faturamento publicitário, em razão do aquecimento do mercado com a Copa das Confederações e Copa do Mundo em 2014. “A publicidade não cresceu este ano, estamos aguardando o crescimento para o ano seguinte. Esperamos que seja um ano bom do ponto de vista publicitário, com aumento de até 10%. Deve ter um aquecimento natural, alguns setores devem entrar com mais força no ano que vem, por causa do esquenta da Copa do Mundo”, indica ele.
 
Projetos especiais
Para o jornal O Globo, 2012 foi um ano importante. Entre outras conquistas, o veículo completou 87 anos e realizou uma reforma gráfica depois de 17 anos sem mexer no seu visual. Sandra Sanches, diretora executiva da Unidade O Globo, Infoglobo, diz que um dos destaques do ano foi a consolidação do projeto de integração das redações, entre o impresso e digital. Também houve lançamentos como “O Globo a Mais” para tablet e o suplemento “Amanhã”, focado em sustentabilidade.
 
“O redesenho do Globo é fruto de um longo trabalho, que incluiu pesquisas com nossos leitores, entendimento das tendências de consumo de informação em outros mercados e discussão aprofundada entre os profissionais da redação. Seus objetivos: tornar a leitura mais agradável, dar mais leveza às páginas, destacar imagens e infográficos, enfim, valorizar a plataforma papel, ainda muito relevante”, descreve.
 
A diretora conta que o ano começou bem, mas perdeu a força no segundo semestre. A circulação se manteve no mesmo patamar, com pequeno crescimento. “O grande destaque foi o desenvolvimento de projetos especiais. Ocupamos o Rio com ações criativas e pertinentes, aumentando a conexão dos nossos anunciantes com o carioca e com a cidade”.
 
A expectativa é que em 2013 o impresso mantenha sua força. Por isso, além dos investimentos citados, como novo projeto gráfico e nova plataforma de publicação, a empresa fez melhorias importantes no seu parque gráfico. “Estamos apostando nas mídias digitais, lançando produtos, mas sem abrir mão de investimentos no impresso. Entendemos que o jornal permanecerá como um meio importante no mundo multiplataforma. O leitor, ao longo de 24 horas, consome informação das mais variadas maneiras. O impresso é muito relevante no mercado de informação”, conclui.
 
Qualidade
O jornal Zero Hora, do Grupo RBS, tem um balanço positivo de 2012. Segundo Marcelo Rech, diretor-geral de jornais do Rio Grande do Sul, o jornal Zero Hora está consolidando uma imagem de referência internacional por vários indicadores de circulação. Atualmente, a circulação média diária é de 187 mil exemplares. “Sempre tivemos uma circulação robusta, alguns anos estável e outros crescente”, conta.
 
De acordo com Rech, Zero Hora seguidamente recebe visitantes de fora do Brasil, como Índia, Bolívia, Peru e outros para ver de perto o modelo de negócios bem-sucedido. O veículo também é frequentemente convidado a apresentar o case em eventos e congressos internacionais. “Temos uma série de indicadores muito acima da média de mercado, a começar pela circulação mesmo cobrando um preço premium”, diz.
 
Prestes a completar 50 anos em 2014, o jornal Zero Hora está atento à renovação de produtos. Em 2006, por exemplo, o jornal tinha uma circulação de 176 mil em média por dia. Em seis anos, o veículo impresso cresceu mais de 10 mil exemplares, paralelamente ao crescimento da internet. “O conjunto de qualidade de serviços gera uma percepção diferenciada de valor de jornal, por isso, cresce ou mantém a circulação do papel. Estamos num momento muito bom. Acompanhamos as dificuldades da mídia impressa nos Estados Unidos e já começamos a agir há mais de dez anos. Hoje estamos colhendo os resultados”, conta. Mesmo não sendo um ano exuberante sob o ponto de vista econômico, o jornal vai crescer o mesmo que a inflação, ou seja, em torno de 5%. “No cenário brasileiro, é bastante positivo”, reforça.
 
FATOS
A ANJ (Associação Nacional de Jornais) destaca que 2012 foi o ano em que os jornais brasileiros começaram a colocar em prática ações importantes na construção de novos modelos de negócios. “A cobrança do conteúdo digital é estratégica para os jornais. A remuneração pelos conteúdos digitais dos jornais é uma tendência irreversível, que neste ano começou com força no Brasil”, avalia Ricardo Pedreira, diretor executivo da ANJ.
 
A entidade lembra que o conteúdo digital também ampliou a audiência dos jornais. “Nunca se leu tanto jornal no Brasil e no mundo, se somarmos as audiências do impresso e do digital”, diz Pedreira. Segundo pesquisa do Datafolha, 73 milhões de brasileiros leem jornais impressos com regularidade e 21 milhões, todos os dias. A mesma pesquisa mostra que 50 milhões de brasileiros leem os conteúdos dos jornais com regularidade na internet e 20 milhões o fazem diariamente. “Estamos conquistando terreno, no sentido de fazer com que essa grande audiência qualificada, ou parte dela, remunere os jornais”. Pedreira diz que a expectativa é ter em 2013 um desempenho melhor do que em 2012, “ano em que a economia brasileira praticamente não cresceu”.
 
Além de outros segmentos, vale lembrar que os jornais gratuitos, como o Destak, também continuam expandindo. De acordo com a administração do Destak, o ano foi marcado pela expansão para novas praças, como ABC Paulista e Recife. Os formatos comerciais flexíveis são outra característica. No caso do Destak, os lançamentos mais importantes foram a Sacola Sampling e o Destak it, um post-it colado na capa do jornal com a comunicação do anunciante. O jornal encara 2013 com bastante otimismo.
 
Cresce leitura de jornais por dispositivos móveis
O acesso de notícias por dispositivos móveis, como smartphones e tablets, foi o principal acontecimento de mídia para os publishers brasileiros, avalia Pedro Martins Silva, presidente do IVC (Instituto Verificador de Circulação). Dados da entidade do início do ano mostram que o consumo de notícias via mobile já representa 6% do acesso a páginas digitais dos veículos impressos.
 
“Neste contexto, há ainda a relevante migração do acesso online para as edições digitais dos veículos”, afirma. Segundo ele, há uma transição da leitura de notícias no desktop para as edições digitais dos títulos, que são consumidas principalmente em smartphones e tablets. Outro destaque do ano foi a decisão dos publishers de apostarem no digital. “No caso dos jornais, isso significou aumento de assinaturas. No caso das revistas, elas ainda estão entrando nessa área”, aponta.
 
A circulação das edições impressas também registrou crescimento. Entre janeiro e outubro, a circulação média ficou em 4.500.348 para o meio jornal, um aumento de 2,8% em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com Silva, a elevação é influenciada pelo aumento das assinaturas digitais. “Os jornais continuam crescendo em exemplares vendidos e parte desse crescimento é devido a parte digital. Ainda há impacto, mesmo que em menor escala, dos jornais populares”, afirma.
 
Segundo dados da ANJ (Associação Nacional de Jornais), há 4.214 jornais em circulação no país.
 
Fonte: propmark
 
COMENTÁRIO
Com base nestas informações posso afirmar que a Cuponagem (veiculação de cupons de desconto), feita de forma profissional, controlada e criativa, alavancaria em muito a circulação dos jornais brasileiros e suas receitas com publicidade, vendas em banca e de assinaturas (impresso e online).
Sem medo algum de errar, mas só se os jornais controlarem o processo, em formatos, formas, textos legais necessários, etc, através do desenvolvimento de regras claras para aceitar a cuponagem (que só funciona se for desenvolvida como deve ser - o que não acontece no Brasil, onde a maioria desconhece as necessidades deste processo.
 
Você já viu aquelas pessoas na rede de TV Paga trocando cupons por muitos produtos? É um barato a diversão e gera muita economia, principalmente em se tratando de produtos de  limpeza que estão com os preços saltando os olhos.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Chegou realmente

 
 
Aceite
 
 
A menos que você aceite com
gratidão tudo o que a vida traz,
você está deixando escapar
o sentido da vida.
 
 
 
Design
 
 
A melancia quadrada que você já viu, ficou infantil depois disto.
 
 
 
 
 
Neuromarketing mede
arrepio de pele e
batida de coração
para vender mais
 
Quando entra numa loja, o consumidor costuma levar em conta alguns aspectos antes de comprar um produto, como necessidade, preço e condições de pagamento. Outros motivos, no entanto, são igualmente determinantes para a decisão, mas não estão tão claros assim. 
 
Com o objetivo de conhecer esses motivos escondidos na mente do consumidor e fazê-lo comprar mais, as empresas têm lançado mão de tecnologias até pouco tempo usadas apenas em hospitais e investigações policiais.
 
Ressonância magnética, rastreamento ocular e mapeamento da expressão facial são algumas das tecnologias capazes de mostrar quando o batimento do coração de um consumidor se acelera, sua retina aumenta ou a pele fica arrepiada, por exemplo.
 
Essas sensações podem denunciar a disponibilidade de uma pessoa para comprar um determinado produto ou serviço.
 
Compra é influenciada por experiências passadas
Estima-se que 80% das decisões de compra sejam tomadas abaixo do nível de consciência. Ou seja: são baseadas em razões que nem o próprio consumidor conhece. "O ato de comprar é uma ação complexa. Experiências passadas e opiniões de amigos, por exemplo, contribuem para a decisão", diz Costa.
 
Empresas contratam os serviços do laboratório coordenado por ele antes de lançar um produto no mercado ou abrir uma loja. O serviço também é usado por governos que planejam lançar campanhas de conscientização.
 
Os voluntários que participam de cada estudo se veem, dentro do laboratório, em meio a cenários que lembram um filme de ficção científica.
 
Usando óculos especiais, eles se submetem ao chamado "Eye Tracker", um equipamento que rastreia o movimento dos olhos. Por meio do equipamento, é possível saber, por exemplo, que parte de um anúncio publicitário chamou a atenção do consumidor, fazendo com que ele detivesse seu olhar por mais tempo.
 
Motoristas não 'enxergavam' faixa de pedestres
Um desses experimentos foi feito com um grupo de motoristas a pedido da agência de publicidade que criou a campanha da Prefeitura de São Paulo para incentivar o respeito aos pedestres.
 
Durante a pesquisa, um grupo de motoristas observou uma série de imagens das ruas de São Paulo. Pela análise do movimento dos olhos, verificou-se que eles concentravam o olhar em vários elementos da cena, mas praticamente não enxergavam a faixa de pedestres.
 
Diante desse resultado, a agência criou uma propaganda em que um homem fantasiado de faixa andava pelas ruas e quase era atropelado porque os motoristas não o viam.
O Laboratório da FGV também ajudou uma loja de brinquedos de Recife (PE) a descobrir se um determinado projeto agradaria aos consumidores.
 
Potenciais clientes olharam para uma série de imagens e frases que aludiam às propostas da loja, como oferecer brinquedos educativos, que não estimulam a violência, produtos com características sustentáveis e vendedores treinados para informar o melhor brinquedo para cada criança.
 
O objetivo da pesquisa foi verificar as reações emocionais dos consumidores a esses atributos. Para isso, optou-se pelo uso da eletroencefalografia, que mede a atividade elétrica do cérebro, identificando o nível de atenção que um determinado produto ou anúncio mereceu. Foram feitas, ainda, análises de batimentos cardíacos e de reações na pele dos voluntários.
 
A conclusão foi que os consumidores se sentiram atraídos sobretudo pela proposta da loja de ter profissionais qualificados para informar o melhor brinquedo para cada criança e ter um espaço em que os pais pudessem ler uma revista e tomar um café. Com foco nesses aspectos, a loja foi inaugurada na semana passada.
 
Eletroencefalografia mostra atenção dispensada a um produto
Em pesquisas semelhantes, pode ser usada ainda a "Face Expression Recognition", tecnologia que capta micro expressões no rosto e era originalmente usada para monitorar as atitudes de pessoas suspeitas em aeroportos. Hoje, é usada pelas empresas para detectar emoções não óbvias dos consumidores.
 
A ressonância magnética mostra que área do cérebro foi ativada no momento em que o consumidor viu uma determinada imagem ou sentiu algum cheiro, por exemplo.
 
Fora do Brasil, o neuromarketing também tem sido amplamente usado pelas empresas. Depois de assistir ao fracasso de uma linha de produtos para casa chamada de Dove Homecare, a Unilever contratou os serviços do laboratório britânico Neurosense.
 
O fracasso da linha parecia estranho porque, antes do lançamento, a Unilever havia entrevistado consumidores e eles tinham se mostraram interessados nos novos produtos do grupo.
 
A análise das ondas cerebrais, porém, mostrou que a linha não era vista com credibilidade pelos consumidores, o que levou a Unilever a tirar os produtos do mercado.
Esse é um exemplo, diz Costa, de que o neuromarketing pode dar informações mais precisas para as empresas. "As pesquisas tradicionais não deixaram de ser importantes. Mas o neuromarketing possui ferramentas poderosas que podem contribuir para sucesso de novos produtos".
 
 


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