sexta-feira, 23 de maio de 2014

La vita è un dono divino. Così si sentono nella loro intensità.


Projeto nasceu com intenção de proporcionar acesso 
a moradores de áreas pobres do Quênia

À primeira vista, o Keepod parece apenas um pendrive comum. Mas, por trás de sua imagem de um dispositivo de US$ 7, está uma poderosa ferramenta que promete transformar computadores obsletos em máquinas melhores.

“Os PCs já têm mais de 30 anos de história e já passaram por muitas inovações tecnológicas, mas o número de pessoas sem acesso a um computador ainda é duas vezes maior do que a quantidade de pessoas que têm um PC. Agora, com o Keepod, temos um jeito de fazer com que todos tenham esse acesso”, escreveu Nissan Behar, um dos criadores, no blog do projeto.

Com o intuito inicial de proporcionar acesso a moradores de áreas pobres do Quênia, o Keepod aparece como uma forma barata de levar inclusão digital a populações mais pobres. Segundo o Geek, o projeto conseguiu, através de financiamentos coletivos, o dinheiro necessário para entrar em ação.

Como funciona
Assim que o Keepod é inserido na entrada USB de um computador, ele passa a rodar uma versão do sistema Android modificada. Arquivos e documentos são criptografados, o que permite ter seu computador pessoal em qualquer máquina disponível, incluindo senhas, histórico do navegador, arquivos e configurações pessoais.


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O Google superou a Apple como a marca mais valiosa do mundo, de acordo com as métricas do ranking BrandZ. De acordo com a nona edição do estudo produzido pela Millward Brown, sob a chancela do grupo WPP, o gigante da internet teve sua marca avaliada em US$ 159 bilhões, uma valorização de 40% em relação ao ano passado. Já a companhia liderada por Tim Cook viu o valor de sua marca cair para US$ 148 bilhões, recuo de 20% em relação ao período anterior – o que custou o posto de número 1, em poder da empresa há três anos.

O ranking BrandZ mede o valor de marca com base na performance de negócios e em entrevistas feitas com mais de dois milhões de consumidores no mundo todo.

“Google foi incrivelmente inovador nesse último ano, com o Google Glass, investimentos em inteligência artificial e múltiplas parcerias por meio das quais o Android passou a ser o sistema operacional de outros tipos de produtos, até mesmo carros”, afirma Nick Cooper, diretor geral da MIllward Brown Optimor. “Toda essa ação manda um sinal muito claro para os consumidores a respeito das intenções do Google. Isso coincidiu com uma queda da Apple.”

Microsoft (4º), Visa (7º) e Amazon (10º) foram outros destaques na edição 2014 do BrandZ, com crescimento na casa dos dois dígitos. Ainda que não tenham conseguido um lugar entre os Top 10, Facebook, Samsung e Yahoo também registraram evoluções significativas. A marca do Facebook valorizou 68%, estimada em US$ 35,7 bilhões. A Samsung, por sua vez, teve a marca avaliada em US$ 25,9 bilhões, alta de 21%. O Yahoo chegou aos US$ 14,2 bilhões em valor de marca, 44% a mais do que no ano passado.

O Twitter e o LinkedIn entraram pela primeira vez no Top 100 do ranking, ocupando a 71ª e 78ª posições, respectivamente.

Veja abaixo as dez primeiras do ranking e clique aqui para ver as cem melhores colocadas.




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Quando se compra um telefone celular, está se pagando 33,08% do valor em taxas e impostos. Os dados são do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). Nos Estados Unidos, esse percentual não passa de 15%.

Somada ao lucro da cadeia de produção e distribuição, a carga tributária acaba fazendo com que o brasileiro desembolse valores altíssimos para adquirir seus aparelhos eletroeletrônicos. Segundo divulgação recente do Olhar Digital, no Brasil a taxa de imposto que incide sobre os videogames, por exemplo, é maior que a taxação até mesmo das armas de fogo.


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O juiz Gustavo Dall’Olio, da 8ª Vara Cível de São Bernardo do Campo, condenou Facebook e Lulu a pagarem indenização de 20 mil reais a um internauta que se sentiu lesado por comentários feitos no aplicativo em que as mulheres dão notas à performance sexual de homens. Desde que foi lançado, o Lulu tem causado polêmica na rede. Segundo o magistrado, o comportamento de ambas as empresas foi ilícita, o que justifica a aplicação do direito à indenização: “(...) O Facebook, ao participar, ativa e decisivamente, da inserção de produto/serviço no mercado de consumo, mediante entrega de perfis e informações de usuários da rede social ao aplicativo Lulu, é solidariamente responsável por danos causados ao consumidor”.

O Facebook tentou se defender dizendo que, ao se cadastrarem em seu site, os usuários autorizam o compartilhamento de seus dados públicos. Mas, na sentença, o argumento foi rebatido com a afirmação de que “Dizer que os usuários – e há prova de que o autor o é – anuíram aos termos e condições de uso do site, cedendo, voluntariamente, imagens e informações de listas de contatos, não autoriza o fornecedor a usá-las economicamente de modo a violar a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, direito individual fundamental, sendo-lhes assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.”

A decisão não é definitiva, cabendo ainda recurso a instâncias superiores.



Se você não faz parte da pequena (e privilegiada) parcela da população rica, é preciso fazer fortuna com o salário que recebe - mesmo que ele seja pouco atrativo. Para o planejador financeiro do site de finanças LearnVest, David Blaylock, é possível fazer fortuna mesmo ganhando pouco.

Em um artigo publicado no site Business Insider, Blaylock explica que o modo mais prático para isso é cultivar hábitos que te ajudem a poupar dinheiro. “Eu faço uma revisão periódica de todas as assinaturas que eu tenho - aquelas que atingem meus cartões de crédito todos os meses”, exemplifica o planejador. “Você ficaria surpreso com quantas assinaturas que nós temos e quantas não são utilizadas. Você poderia guardar esse dinheiro, que soma quantidades significativas a cada mês.”

“A maioria das pessoas ganha mais de um milhão de dólares ao longo de sua vida profissional, mas poucas se tornam milionárias”, disse a planejadora financeira, Nancy Butler. “Como elas gastam o dinheiro certamente faz a diferença.”

Ambos planejadores listaram mudanças simples no cotidiano que podem ajudar qualquer pessoa - independente de quanto ganha - a ter num futuro não tão distante uma conta mais “gorda”. Confira abaixo 8 desses hábitos:

1. Inverta seu pensamento: depois que o governo abate grande parte do salário e as contas são pagas, não sobra muita coisa para aproveitar o resto do mês - o que pode dar a ideia de que poupar para a aposentadoria parece algo impossível. Mas, para construir a riqueza, é necessário uma mudança nesta mentalidade. Ou seja, em vez de gastar o resto do seu salário líquido, reserve uma parte também para aposentadoria (assim como foi reservada para os impostos e para as contas) de olho nos maiores objetivos financeiros.

Segundo Blaylock, também não é preciso economizar muito, mas algum dinheiro que possa render, mas que não comprometa o orçamento. “Você deve economizar em prol dos seus objetivos financeiros em primeiro lugar, pagar suas contas e considerar gastar o que sobrou”, disse Nancy.

2. Tenha sempre um objetivo definido: estudos comprovam que fixar metas melhoram a motivação. Sabendo disso, é preciso definir, antes de cultivar qualquer hábito, os planos com o dinheiro que você vai guardar.

Para ter uma poupança pensando no futuro, os especialistas financeiros sugerem ter um plano de cinco anos - em que você cria metas específicas de dinheiro que você gostaria de alcançar em cinco anos e o que você precisa fazer para isso.

“Tendo um objetivo específico em mente nos ajuda a economizar”, diz Blaylock. “Seja uma poupança de emergência, para viagem, para pagar universidade, comprar uma casa ou um carro.”

3. Adote as próprias regras financeiras: o que é essencial para sua vida e o que você pode economizar? Colocar preços limites às compras podem ajudar no orçamento apertado. Por exemplo, se você não liga em ter uma roupa de marca, pode colocar um teto baixo e segui-lo. Por outro lado, se você não sabe viver sem o smartphone do momento, coloque um teto mais alto para este item, diminua o limite de outros e assim continue o ciclo.

4. Viva como um “secreto” rico: para alguns, a imagem de um milionário remete a enormes mansões, carros luxuosos e gastos excessivos. Mas a maioria dos milionários não vive assim - em vez disso, ela tende a aparentar ganhar menos do que realmente ganha e economiza mais que gasta.

O livro “The Millionair Next Door: The Surprising Secrets of America’s Wealthy” revelou que grande parte dos ricos construiu sua fortuna com trabalho árduo, poupando e vivendo com menos que ganha.

5. Pense em sua aposentadoria agora: se você está na faixa dos vinte a trinta anos, a aposentadoria parece algo bem distante - e poupar para isso pode não parecer uma prioridade. Mas é preciso ter um pensamento inverso. “Infelizmente, quanto mais tarde você começar, mais você vai ter de poupar no final da vida. Mas quanto mais cedo você iniciar sua poupança, poderá manter a aplicação ou até diminuí-la ao longo dos anos.”

6. Saiba quanto ganha e quanto gasta: a maioria das pessoas tem boas intenções quando se trata de poupar dinheiro. Mas se você não sabe quanto entra e quanto sai da sua conta bancária, você não sabe o quanto deve se dedicar aos seus objetivos.

Grande parte geralmente não controla seus rendimentos e gastos. “É realmente chocante que os clientes com quem trabalho nem sempre reveem seu holerite”, disse o planejador. “Se eu não sei o quanto você gasta quando come fora, como eu posso esperar que você mude isso?”, questionou.

7. Saia do débito: bem programada, uma dívida pode ter benefícios. Empréstimos estudantis, por exemplo, são boas escolhas, já cartão de crédito - que tem altas taxas de juros - nem tanto. Segundo Blaylock, dívidas que podem impulsionar a carreira são bem-vindas, mas até para elas deve elaborar um plano para que não impeça o progresso de outros objetivos.

8. Aumente seus ganhos: há duas maneiras de aumentar seu patrimônio líquido: ganhar mais ou economizar mais dinheiro. “E gastar menos é apenas uma parte dela - você tem que poupar e investir adequadamente”, diz a planejadora do LearnVest, Natalie Taylor. “Apenas ganhar mais não aumentará a renda porque o estilo de vida e as despesas também crescem com ele.”

Mas, se você aumenta sua renda e definir o que fará com esses ganhos, esse dinheiro a mais será melhor aproveitado.

Outra opção é diversificar seus fluxos de renda através de um segundo trabalho em tempo parcial (freelancer) ou procurar oportunidades de investimento. “Eu acho que a a poupança para a aposentadoria deve vir de várias fontes, tais como o salário, a renda de trabalhos parciais e investimentos”, diz Blaylock.



quinta-feira, 22 de maio de 2014

Abbiamo scoperto che nella vita, ci vuole solo ricordi

A tecnologia comunicacional tem se tornado uma grande 
ferramenta de interação à medida que elimina ineficiências
e acarreta benefícios que torna as organizações mais produtivas e ágeis

A comunicação é um dos pilares para que a organização funcione com êxito - sem comunicação não há negócio - e para estreitarmos relações com parceiros, clientes e colegas de trabalho, utilizamos diversas ferramentas simultaneamente. Entretanto, gerenciar separadamente cada uma delas pode ser ineficiente, assim como também provocar conflitos, visto que todos utilizam a mesma tecnologia subjacente: a Internet.

O segredo da Unified Communications para garantir o sucesso das atividades organizacionais está na utilização de soluções presenciais e a distância, as quais integram voz, vídeo, chamadas em conferência e instant messenger. Essas tecnologias têm se tornado grandes ferramentas de interação à medida que eliminam ineficiências e acarretam benefícios que tornam as organizações mais produtivas e ágeis, veja abaixo:

1| Redução de custos: apesar da estratégia de comunicação unificada requerer investimentos em novos equipamentos, o resultado final será a redução de custos de gestão. Adotando a solução de telefonia IP, por exemplo, serviços como os de telefonia e fax funcionarão através da conexão de Internet, o que custará menos do que vários números e linhas telefônicas. Ao adquirir tecnologias de áudio e videoconferência, os deslocamentos se tornarão desnecessários para a realização de reuniões e tomadas de decisões, os recursos aplicados em transporte e hospedagem poderão ser destinados a outros fins mais relevantes à empresa e os riscos inerentes aos deslocamentos como transito ou até mesmo violência de nossas cidades são mitigados.

2| Maior agilidade para os colaboradores: os colaboradores podem acessar todo o sistema de comunicação da organização via Internet, sendo possível ter seu ramal ou seu terminal de videoconferência ao alcance de sua mão o tempo todo. A tecnologia de videoconferência móvel é uma grande aliada neste aspecto, é possível realizar reuniões à distância, participar de tomada de decisões e tirar dúvidas com qualquer pessoa, não importa onde ela esteja, trabalhando em casa, na estrada, ou visitando um cliente.

3| Segurança: a Segurança é um quesito importante no mundo em que vivemos, já que informações confidenciais trafegam o tempo todo, seja por telefone, e-mail, videoconferência, entre outros. Ter um sistema de comunicação próprio garante a legitimidade e integridade das informações uma vez que todos os tráfegos podem ser controlados dentro da corporação.


Ação reúne as marcas Kinder, Nutella e Tic Tac, com premiações que vão desde mochilas até carros. Consumidor receberá uma viagem à Itália e R$ 200 mil das mãos do jogador Kaká

A Ferrero completa 20 anos e comemora com a promoção “Diversão tamanho família”. A ação reúne as marcas Kinder, Nutella e Tic Tac. Ao todo, serão entregues 1.000 prêmios, como mochilas, blue-rays, bicicletas e carros. Um dos consumidores será beneficiado com uma viagem à Itália para conhecer o embaixador da promoção, o jogador de futebol Kaká, e sua mulher, Carol Celico.

O ganhador receberá um cheque de R$ 200 mil das mãos do casal. Para participar é necessário comprar qualquer produto das marcas participantes e cadastrar o código no site da promoção, até o dia 5 de julho. Essa é a primeira vez que uma mesma ação promocional envolve mais de uma marca de produtos da Ferrero.

A empresa montou um espaço interativo no Shopping Eldorado, em São Paulo, para divulgar a distribuição de prêmios pela marca. Por meio da tecnologia de realidade aumentada, o público terá a oportunidade de jogar com o Kaká. No local, consumidores também poderão comprar produtos da Ferrero e se registrarem na promoção, com a ajuda de promoters.



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A importância das marcas tem sido cada vez mais referenciada, como advento do aumento da competitividade e necessidade das organizações de mostrar diferenças e agregar valor aos produtos e serviços, é importante nos dias de hoje direcionar e diferenciar marcas e produtos para obter resultados no mercado.

O ano de 2013 foi pródigo em análises sobre a chamada Nova Classe Média Brasileira. Antes de mais nada, é importante questionar e entender quem são os consumidores que compõem a chamada Nova Classe Média.

É sabido que o Brasil apresentou, de modo geral, um incremento de renda, sobretudo entre as populações das classes D e E, provocando sua relativa ascensão e reenquadramento de classe. De repente, o mercado consumidor brasileiro pareceu crescer! Isso aconteceu porque esses cidadãos não faziam parte do chamado "mercado consumidor brasileiro" com que as agências de publicidade usualmente trabalhavam, por não ter a renda mínima suficiente para dele participar.

Por essa razão fala-se hoje tanto em novos hábitos de consumo. Em minha opinião, deveríamos nos debruçar mais sobre as características e diferenças de comportamento dessa imensa população (mais de 50% do mercado brasileiro hoje) do que propriamente sobre sua capacidade de consumo, relativamente facilmente dedutível de estudos estatísticos sobre séries histórias e recentes.

Um dos efeitos da alocação da renda adicional a esses cidadãos permitiu a expansão do chamado consumo conspícuo, aquele que ultrapassa as necessidades essenciais. A divisão entre os diferentes itens de consumo dessa fatia da população hoje - considerando o valor gasto com cada item do orçamento familiar – não são fundamentalmente diferentes da alocação anterior, ou seja: compram-se os mesmos tipos de produtos mas é permitido um upgrade na marca. Consome-se um pouco mais com o lazer e, claro, houve aumento na significativo aquisição de produtos como perfumaria, maquiagem, etc.

Recentemente, realizamos algumas pesquisas em parceria com a Leadpix que nos ajudam a ilustrar melhor nossa raciocínio: duas sobre Inadimplência (com um ano de intervalo) e outra sobre as Reclamações dos Brasileiros. Nessa última ficou claro que o cidadão da Nova Classe Média, ao adquirir um produto/serviço que supõe ser uma qualidade superior (e que, antes, não estava ao seu alcance), apresenta uma enorme expectativa com o serviço prestado, principalmente quando ocorrem problemas com o produto ou serviço adquirido: esse consumidor quer ser ouvido, antes de mais nada.

É bom notar que estamos tratando de uma população que privilegia as redes familiares, amigos e, em consequência, as redes sociais. E que espera das marcas o mesmo tipo de atenção. Querem ser ouvidos e levados em conta como consumidores uma vez que já o são como cidadãos.

A expectativa sustenta, sem dúvida, o uso crescente das redes sociais - ou redes de relacionamento - para denúncias sobre má qualidade ou falhas de atendimento. As marcas precisam aprender, antes de mais nada, a conversar para evitar o ponto de ruptura na confiança entre esse consumidor e a marca.

Por fim, é importante notar o valor da Pesquisa no auxílio à transição que as marcas estão experimentando. É importante continuar a investir no conhecimento efetivo - não somente numérico - dessa fatia enorme de pouco mais de 50% da população. O uso exclusivo de dados estatísticos - fartos nesse domínio - impedirá a capacidade de segmentar diferentes targets em função da percepção e comportamentos diferenciados.


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Escolher o futuro profissional sempre foi - e sempre será - uma das tarefas mais difíceis que teremos de enfrentar na vida. A relação com seu trabalho, principalmente hoje em dia, é um dilema entre fazer o que ama versus o que dá sucesso e reconhecimento. Toda essa cobrança não acaba nunca. Mas se em algum momento você parar e vir-se sem saber o que fazer da vida, não se desespere. Isso não é o fim do mundo e acontece com mais pessoas do que você imagina.

O 99jbos listou algumas dicas que podem ajudar você na hora dessa decisão:

1| Analise seus pontos fracos e fortes: se você não consegue fazer uma autoanálise sobre suas atribuições e características, pergunte para as pessoas mais próximas sobre aquilo que você faz muito bem, e também aquilo que precisa melhorar. Esteja preparado para receber um feedback diferente daquele que você quer ouvir, mas que é um pouco mais próximo da realidade. A partir disso, você pode desenvolver melhor as aptidões, além de se especializar ainda mais nos pontos fortes.

2| Procure mais sobre culturas organizacionais: quando se estuda uma carreira, muita gente fica presa apenas em suas atribuições, sem se preocupar com as coisas básicas do dia a dia. Pesquise por cenários onde o estilo de vida seja semelhante, ou complementar ao seu. Entenda o que você quer para a sua vida no momento, ser parte de uma empresa em uma cidade grande ou ter o próprio negócio em uma cidade pequena? Ter tempo para atividades extracurriculares, ainda que receba um pouco menos? Pesquise organizações ou cursos que permitam o estilo de vida que você quer. Liste opções, prós e contras e não se sabote!

3| Compare-se com moderação: no mundo atual é quase impossível não se comparar com outras pessoas, seja em qual esfera for. Se por um lado isso pode ser positivo, já que é possível se posicionar dentro do mercado, apontando suas qualidades e defeitos, pelo outro, pode ter efeito negativo caso a análise não seja feita com parcimônia.

4| Planeje e sonhe: é importante ter ideia de onde você quer ir, e como pretende chegar lá. Entretanto, permita-se sonhar com realizações que seriam grandes demais, e que normalmente você não imaginaria. Afinal, sonhar grande e sonhar pequeno dá o mesmo trabalho, como diz o ditado popular.

5| Comece: pesquisar, analisar, planejar e sonhar são etapas importantes para fazer aquilo que você ama. Mas é preciso dar um passo inicial, que para muitos pode ser o mais complicado: começar. Dar o primeiro passo é fundamental, então procure pessoas que você não tem tanto contato, pra te trazer verdades cruas, pontos de vista dos quais você não está acostumado.


Gustavo Luveira*
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Sempre ouvimos falar sobre todas as vantagens que a mobilidade proporciona às empresas, mas será que elas pararam para entender quem são as pessoas por trás das pequenas telas? O que buscam esses usuários? De que forma pode-se oferecer o que o cliente busca?A presença nas plataformas móveis exige estratégia aliada à relevância. Confira a seguir algumas ações que podem ser colocadas em prática já.

1. Foque na experiência do usuário móvel: a experiência do usuário com o site mobile impacta diretamente o número de visitantes, que por sua vez, impacta também no ranking do site em mecanismos de busca. Uma boa experiência do usuário pode garantir também a conversão de simples visitantes em clientes.

2. Tenha um site mobile-friendly: site mobile-friendly, se responsivo ou dedicado, será fundamental para uma estratégia de SEO móvel. Ou seja, invista em um site adaptado para as necessidades do ambiente móvel. Velocidades de carregamento da página podem ter um impacto significativo na experiência do usuário móvel. Com base na pesquisa da Nielsen Norman Group, o Google quer páginas móveis para carregar em um segundo ou menos para entregar uma experiência positiva e manter o usuário envolvido.

3. Simplicidade no design: assim como em um site voltado para desktops, um site para o mobile também deve observar para questões como formatos, ajustes de tela, cores e usabilidade. É importante fornecer também informações em um padrão intuitivo e de fácil assimilação.

4. Entenda a intenção do usuário: uma estratégia SEO sempre deve ser orientada pelas necessidades de seu público-alvo. No caso dos usuários de dispositivos móveis, há uma grande diferença em relação aos que buscam informações no desktop. Os usuários do smartphone, por exemplo, são mais propensos a buscarem por produtos e serviços mais próximos do local onde estejam. Segundo o Google, 69% dos usuários esperam encontrar negócios em um raio de 5 km de sua localização, enquanto 55% deles esperam para a compra dentro de uma hora.

*Gustavo Luveira é publicitário de formação e empreendedor nato. Foi responsável pela área de Novos Negócios da Red Cube e fundou a Brands Lounge Brasil. Hoje, além do cargo que ocupa na Kanamobi é professor da São Paulo Digital School.



quarta-feira, 21 de maio de 2014

Sono insignificante e tu?


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O mercado brasileiro de eventos corporativos segue aquecido, mas nos últimos três anos as verbas das empresas para estas ações caíram cerca de 25% - e isso vem exigindo das agências que atuam nesta área cada vez mais criatividade e capacidade de se ajustar às necessidades dos clientes. A avaliação é de Walter Cavalheiro Filho, presidente da The Front, uma das principais agências de promoção e eventos do País, que alcançou um crescimento de 14,2% no seu faturamento no ano passado em relação a 2012.

“Muitos dos nossos clientes são filiais de multinacionais de origem europeia. Desde o início da crise nesta região, muitas empresas mantiveram seus planejamentos de eventos e outras ações de marketing, mas com verbas até 25% menores. Esta nova realidade exige que as agências sejam muito mais criativas para entender as necessidades do cliente e atender sua demanda com um investimento menor”, explica o presidente da The Front.

“As agências que aprenderam a se movimentar neste cenário estão conseguindo crescer”, afirma o executivo. A The Front, por exemplo, que atua no mercado desde 2003, viu seu faturamento saltar de R$ 28 milhões em 2012 para R$ 32 milhões em 2013 e já projeta atingir a marca de R$ 35 milhões em 2014, o que representará novo aumento de quase 10%.

Os clientes estão também mais exigentes e cada vez há menos espaço, por exemplo, para as chamadas convenções tradicionais. “Temos que nos reinventar a cada novo trabalho”, acrescenta Walter. Exemplo recente desenvolvido pela The Front foi o Encontro Nacional de Vendas da Volkswagen, com 850 participantes e atrações diferenciadas, como as palestras do técnico Tite e do especialista do Cirque du Soleil John Bacon. No ano passado, no Salão Duas Rodas, a agência se destacou com a montagem e produção do estande da inglesa Triumph, que incluiu shows diários de uma banda cover dos Beatles. “Foi o primeiro evento da marca no País e conseguimos transmitir ao público os valores da marca com um espaço elegante e funcional”, diz Cavalheiro.

O próximo grande desafio da agência, seguindo a mesma linha de orçamento apertado e muita criatividade para atender as exigências de uma marca de prestígio mundial, serão as festividades para comemoração dos 50 anos da empresa Voith no Brasil. A agência venceu a concorrência realizada e já trabalha no planejamento de diversos eventos que serão realizados em agosto voltados para diferentes públicos da companhia alemã – como funcionários, clientes, jornalistas e autoridades governamentais.

Fonte: M&M


Ferramenta atingirá inicialmente 175 milhões de pessoas por mês 
em todo mundo; no Brasil serão instalados 800 equipamentos

Na batalha pela atenção dos consumidores, os anunciantes acabam de ganhar um aliado. A Clear Channel, líder em publicidade out-of-home, lança Connect, a primeira plataforma mundial de publicidade out-of-home interativa. Com ela, é possível aproveitar os momentos em que os consumidores estão mais suscetíveis ao uso de aparelhos móveis, como por exemplo nos pontos de ônibus, para gerar engajamento e oferecer conteúdos interativos, cupons de desconto, serviços de localização, vídeos, jogos, entre outros. 

A partir de uma etiqueta instalada permanentemente nos abrigos de ônibus da Clear Channel, os usuários que possuem smartphone com a tecnologia NFC ou com leitor de QR Code podem ter acesso em tempo real aos conteúdos disponibilizados. Para isso, basta aproximar o aparelho com a tecnologia na etiqueta ou fazer a leitura do código QR disponível. A interação ficará por conta dos criativos das agências, que podem usar a imaginação e a arte do engajamento para oferecer diferentes benefícios e serviços para os consumidores.

“Esse novo recurso representa um grande avanço na evolução da mídia out-of-home em todo o mundo, gerando mais oportunidades para consumidores e marcas se conectarem”, explica Monica Lamas, presidente da Clear Channel no Brasil. “Para o lançamento de um produto, por exemplo, é possível mostrar ao consumidor qual o endereço mais próximo em que a novidade pode ser encontrada, gerar um voucher de desconto e até fazer a compra ou reserva do item”, exemplifica. 

A expectativa é que atinja inicialmente 175 milhões de pessoas por mês globalmente, em 23 países dos cinco continentes – criando a maior rede do gênero. Serão 75 mil pontos equipados distribuídos em todo o mundo. No Brasil, serão instalados inicialmente 800 equipamentos, sendo 600 no Rio de Janeiro e 200 em Curitiba. 

Além de engajar novos consumidores, os anunciantes também serão beneficiados com as métricas capturadas pelo dispositivo, incluindo a data, hora, local, conversão de click-through-rate (CTR), geolocalização, número de visitantes únicos, navegador utilizado e os tipos de dispositivo – permitindo a otimização de campanha e análise da performance da mesma.

Fonte: ADG


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DM9DDB é, pela terceira vez, a única agência de publicidade a entrar para o ranking “As melhores Empresas para Começar a Carreira”, publicada pela revista Exame Você S.A. A agência aparece ao lado de empresas como Itaú Unibanco, Vivo, Embraer, Cielo, Bayer entre outras. Os principais pontos que levaram a agência a receber o prêmio foram, segundo a revista, programas de educação continuada, qualidade de vida e a autonomia de responsabilidade que os jovens exercem na rotina do trabalho. Sem identificar o jovem que emitiu a opinião, a Você S.A destaca: “Aqui todo mundo é ouvido e levado a sério. Os chefes são abertos a ouvir a nossas ideias”. 

Entre os programas de destaque estão: O Fala 9 – bolsa para curso de idiomas; o Campus 9 – educação continuada por meio de palestras multidisciplinares, bolsas para quem deseja cursar pós-graduação na ESPM, programa de qualidade de vida com massagens e Yoga gratuitos na agência. 

“Cuidar das pessoas é um valor da DM9. Há 25 anos somos um celeiro de talentos. A grande maioria dos líderes da indústria de hoje passaram pela DM9. Temos certeza que a próxima geração de líderes está ou passará pela DM9”, afirma Maria Eduarda Lomanto, diretora de RH. “Este é sem dúvida é um dos nossos maiores orgulhos”. 

Como ponto a ser melhorado, a revista cita a mobilidade e flexibilidade e o home office. O programa, que já funcionou na agência, está sendo reestruturado e em breve será implementado. 

Entre as novidades está a Academia de Líderes programa de educação continuada para que os publicitários desenvolvam, cada vez mais, as competências de gestão e liderança. São 88 horas de treinamento voltada a 44 diretores e vice-presidentes divididas em seis módulos: Formando equipe de alta performance, Gestão de pessoas, Comunicação na gestão do negócio, Gestão de projetos e Executando mudanças.

Para celebrar a conquista, a agência se reuniu em um happy hour ontem à noite na sede da agência

Fonte: Jornal da Comunicação


Máquinas automáticas, já populares em outros países, 
deixam de oferecer apenas café, refrigerantes e 
biscoitos para receberem produtos de beleza, 
pizza e até buquê de flores

O corre-corre diário nos centros urbanos e as vantagens das vendas online, que fazem a experiência em lojas físicas parecer cada vez menos interessante, impõem um novo desafio ao varejo. Parte do comércio já percebeu que ganha pontos com o consumidor a marca que o leva a extrair o máximo de valor de suas jornadas diárias. Um canal de vendas que até bem pouco tempo atrás era desprezado pelas empresas brasileiras ganha destaque nesse novo contexto e começa a surgir com mais frequência no caminho das pessoas: as vending machines.

As máquinas automáticas deixam de oferecer apenas café, refrigerantes e biscoitos para receberem produtos de beleza, pizza e até buquê de flores. Esse tipo de serviço já é popular há muito tempo nos Estados Unidos e na Europa, mas encontrava resistência no mercado local. Em outros países, todo tipo de item é encontrado nos equipamentos, de eletroeletrônicos a tênis, garantindo conveniência aos consumidores – por funcionarem muitas vezes 24 horas por dia e sete dias por semana – e estimulando compras por impulso. O canal está presente nas cinco tendências que podem reinventar o varejo tradicional no país, segundo a TrendWatching.

A demora pela adesão no Brasil pode ser explicada, em parte, por entraves tecnológicos. “Hoje, temos ainda algumas lacunas de infraestrutura, como problemas de internet e de ativações de cartão de crédito a preços que o varejo possa pagar. Dificuldades essas que impedem a venda de produtos de alto valor agregado, que exigem também, por exemplo, a emissão de cupom fiscal. Esses ajustes já estão em fase final”, explica Carlos Militelli, Organizador da feira anual especializada no setor, a Expovending & OCS, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Viabilidade para PMEs
O Brasil tem hoje entre 80 mil e 100 mil máquinas, que faturam em torno de R$ 1 bilhão em vendas por ano. Esse montante, no entanto, ainda está nas mãos de poucas grandes empresas (cerca de 1.200), que recorrem aos equipamentos para o uso mais tradicional, em especial para a oferta de café, bebidas e snacks aos funcionários. Essa realidade também desestimulou, ao longo dos anos, a busca por grandes inovações no setor.

O cenário se altera a partir do novo olhar do varejo sobre o equipamento. “O pequeno operador praticamente não existia, o que está mudando de forma clara. Isso estimula a busca por novas soluções para importação, como as máquinas inteligentes. A tecnologia permite, por exemplo, traçar o perfil do público por meio da instalação de webcams nas vending machines. O equipamento descobre se o comprador é uma mulher, por exemplo, e numa tela apresenta uma ação de comunicação voltada especificamente para ela. Ou, ainda, mostra ao usuário que outro item um consumidor que fez a mesma compra adquiriu também”, ressalta Militelli.

Algumas dessas engenhosidades já devem estar presentes na Expovending & OCS deste ano, que acontece nos dias 7 e 8 de agosto, em São Paulo. Uma máquina custa a partir de R$ 20 mil, valor que subirá à medida que se opta por acessórios. Há a opção também pela locação. “Esse mercado funciona como o de automóveis, em que os acessórios são diferenciais relevantes e encarecem a máquina. O mais importante, no entanto, é a logística. Esse canal é muito sensível às operações de distribuição e de cartão de crédito e à legislação, que é própria. Antes de começar a atuar por meio de uma vending machine é fundamental buscar apoio das cartilhas da Associação Brasileira de Vendas Automáticas (ABVA)”, recomenda Militelli.

Equipamentos são personalizáveis
O canal de vendas não costuma ser apropriado para negócios que dependem de experimentação. Os demais, no entanto, podem se aproveitar da ferramenta para oferecer um novo ponto – tendo sido adotada em modelos de microfranquia–, um meio de relacionamento com o consumidor ou ainda uma ativação temporária de algum produto. Os modelos são ajustáveis para cada sortimento de itens. A máquina é configurável em relação a temperatura, comunicação visual e mecanismos internos.

O Ramo Urbano, que desde o fim de março vende flores por meio de vending machines em São Paulo, precisou adaptar as molas e o elevador que fazem com que o produto caia no compartimento do qual o comprador pode retirar o produto. A máquina aceita cartão de crédito para aquisição dos frágeis buquês, que saem intactos do equipamento. Eles custam entre R$ 22,00 e R$ 52,00 e ficam refrigerados a 10°.

A marca está usando exclusivamente esse canal de vendas, com duas máquinas instaladas nos shoppings Cidade Jardim e Higienópolis, em São Paulo. A expectativa é ter 10 delas até o fim deste ano. “As pessoas ainda estão conhecendo o serviço. Tivemos muitas vendas no Dia das Mães, com filas diante dos equipamentos. Notamos também que o ticket médio costuma ser baixo na máquina, o que exige cuidados com as despesas para que a empreitada dê certo. Hoje precisamos vender 20 buquês por dia para pagar a operação e estamos nos aproximando disso, com uma média ainda de 12”, conta Fátima Casarini, Fundadora da marca, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Pizza feita na hora
Em São Paulo também já é possível comprar pizzas em uma máquina automática da marca Pizza Pronto, da rede internacional Let’s Pizza. Inicialmente o equipamento foi instalado no Shopping SP Market e depois deslocada para um posto de gasolina na Rua Iguatemi. Os clientes podem optar entre seis sabores: muçarela, pepperoni, peru, calabresa, presunto e mista de muçarela e calabresa. A máquina monta o prato na hora, como uma garantia de que o alimento está fresco. Em cerca de três minutos, a refeição é assada e entregue ao consumidor pelo preço de R$ 15,00.

Outro segmento que vem começando a explorar o canal é o de produtos de beleza. A Beauty Bazar disponibiliza seus produtos, desde março, para usuárias do Metrô de São Paulo, por meio de vending machines dispostas nas estações da Luz e Paraíso. A expectativa da empresa é expandir a rede de atuação e implantar mais 10 equipamentos em diferentes pontos da cidade – não apenas em estações metroviárias – até o fim deste ano.

A marca começou com um quiosque em shopping, mas em fevereiro decidiu adotar exclusivamente as máquinas. “Estamos explorando novos jeitos de se vender esmaltes. Nossa consumidora já sabe o que quer e não precisa de atenção personalizado em loja, fazendo com que o autoatendimento funcione. Estamos felizes com os resultados, até por ser um modelo econômico, com menos encargos trabalhistas e uso de espaço físico reduzido, o que barateia a locação do ponto”, analisa Cáren Nakashima, Sócia do Beauty Bazar, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Mix é peça chave
A escolha do mix é estratégica nesse tipo de negócio, já que a máquina restringe consideravelmente o espaço para exposição, se comparada a uma loja tradicional ou a um quiosque. A Beauty Bazar opta por disponibilizar produtos com mais demanda, como os esmaltes da moda, e itens que pessoas em trânsito podem ter necessidade de usar de forma inesperada, como lixas de unha e removedor de esmalte.

A empresa pretende contar com 10 máquinas até o fim do ano, espalhadas em outros pontos além do Metrô, como universidades e espaços corporativos. A expansão para outros estados no modelo de franquia também é uma possibilidade estudada. “Hoje as vendings estão dando resultando melhor, em termos de rentabilidade, do que o site. O início foi um pouco complicado pela falta de cases no mercado. Tivemos que pesquisar muito as experiências no exterior, achar uma máquina e realizar adaptações nela”, conta Cáren.

Não são apenas as novas marcas que estão optando por explorar esse canal de vendas. Recentemente, a Coquetel passou a disponibilizar suas revistas em vending machines instaladas nas estações Consolação, Brigadeiro e Conceição do Metrô de São Paulo. A ideia é garantir ainda mais mercado como passatempo das viagens de passageiros do meio de transporte. No primeiro mês de funcionamento, os equipamentos venderam 700 revistas, o que resulta em 150 a 200 por máquina.

Planos de expansão
As expectativas são ousadas: chegar a 200 máquinas até o fim do ano, se o sucesso desse projeto piloto se confirmar. “O resultado inicial surpreendeu. A Coquetel já tem uma venda por impulso grande, especialmente em locais de passagem, como aeroportos e rodoviárias. Não tínhamos ainda pontos em metrôs, pela inexistência de bancas. Tivemos que restringir o mix para os mais vendidos, mas a aceitação está boa. Enquanto numa banca contamos com cerca de 80 títulos, numa máquina oferecemos 20”, afirma a Gerente de Marketing da Coquetel, Bernadette Caldas, em entrevista ao Mundo doMarketing.

Expandir para novos pontos de atuação é uma das vantagens das vendings machines, mas não a única. Há a possibilidade de se instalar máquinas ao lado das lojas com o intuito de oferecer determinado produto por 24 horas ininterruptas. A rede americana Sprinkles adotou essa estratégia para vender cupcakes além de seu horário de funcionamento. A máquina tem capacidade para até 760 doces, mas, como a venda diária chega a mais de mil unidades, a reposição precisa ser feita ao menos uma vez ao dia. Na primeira semana de operação, a máquina chegou a ficar inoperante devido à quantidade de transações realizadas, como mostrou post do blog Radar Internacional.

Estender o tempo do varejo por meio dessa ferramenta pode ser ainda mais interessante no mercado brasileiro. “Temos um problema de segurança no país que dificulta às lojas se manterem abertas até tarde. Além de o produto ficar à disposição por mais tempo, a exposição da marca também se dá de forma prolongada”, ressalta Claudio Felisoni, coordenador do Programa de Administração de Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA), da USP.

Há ainda a possibilidade de utilizar as máquinas no segmento de serviços, garantindo maior agilidade a consumidores. O Metrô-Rio, por exemplo, já oferece guichês de autoatendimento nas estações nas quais passageiros podem recarregar cartões com passagens, introduzindo notas na máquina. “Os processos tecnológicos costumam demorar a serem implantados no Brasil, especialmente por ter uma mão de obra barata. Nos Estados Unidos, onde funcionários têm salários mais altos, a opção por vending machines tende a ser ainda mais interessante”, ressalta o professor Felisoni.

Fonte: Mundo do Marketing



terça-feira, 20 de maio de 2014

Io non sono niente. E voi?

Justiça dá duas decisões contrárias à empresa. Marca pode ser 
despejada de shopping e ter que pagar R$ 2 milhões por revistar 
bolsas e sacolas de funcionários das lojas

A última sexta-feira não foi nada boa para a Lojas Americanas. A Justiça deu duas decisões contrárias à empresa em processos movidos contra ela. A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) a condenou por ter descumprido o contrato de aluguel com o Barra Shopping, no Rio de Janeiro, de onde a marca pode ser despejada. Dentro da loja, a companhia mantém terminais que permitem a clientes finalizarem a compra pela internet, com faturamento em outro CNPJ. Dessa forma, as vendas não entram no cálculo do aluguel.

A rede Multiplan moveu a ação de despejo contra a empresa, mas não havia conseguido decisão favorável em primeira instância. No entendimento inicial, a dona do shopping havia consentido com a prática ao renovar o contrato de aluguel. A Multiplan recorreu então ao STJ, que condenou a Lojas Americanas.

A varejista também teve decisão desfavorável da Primeira Turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 10ª Região, em ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho. A companhia foi condenada em R$ 2 milhões e proibida de revistar funcionários em todas as lojas do país. O tribunal aceitou o recurso movido melo MPT contra a sentença da 18ª Vara do Trabalho de Brasília, que havia considerado que sem contato físico e abusos do empregador a revista era permitida. O descumprimento da nova decisão implica em multa diária de R$ 10 mil.

Fonte: Estadão



Existem coisas que tiram a gente do sério.
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O produto já vem com um filtro e é necessário apenas que o consumidor 
coloque água quente e espere alguns minutos antes de servir

A melhor maneira de as empresas acompanharem a evolução do mercado e manterem-se competitivas é investindo em inovação. Na Dinamarca, a empresa de café Grower's Cup, que inclusive importa grãos do Brasil, teve uma ótima sacada nesse sentido e promete revolucionar a forma como você prepara café.

Dispensando o uso de filtros e cápsulas, a bebida é preparada diretamente na embalagem do produto, sendo necessário apenas adicionar água quente no sachê. O método foi idealizado por Ulrik Skovgaard Rasmussen, o diretor da companhia, 12 anos atrás: durante uma tarde, ele se irritou por não encontrar filtros de café em casa e teve a ideia de desenvolver uma maneira de preparar café sem depender de nada.

Vender o café em sachê foi a solução do problema. A embalagem já vem com um filtro embutido. É preciso somente que o consumidor coloque 300 ml de água quente e espere alguns minutos antes de servir. Uma embalagem é o suficiente para encher duas xícaras.

Fonte: Age


o
Se você for parado por um turista perguntando por um restaurante que sirva o tradicional prato brasileiro de arroz e feijão, o que responderia? A partir de hoje você pode começar a indicar restaurantes McDonald's.

Segundo uma matéria do site Bloomberg, há um "menu secreto" nos McDonald's brasileiros, criado a pedido dos próprios funcionários que não queriam continuar a comer apenas hambúrguer e batata-frita no horário do almoço. Após apresentada uma queixa formal ao Ministério Público, a operadora da rede de fast-food no Brasil foi obrigada a fornecer pratos mais de acordo com a culinária local.

"Refeições com arroz e feijão nos satisfazem mais", disse Tamires Honorato, caixa no McDonald's em Barueri, São Paulo, em entrevista ao site da Bloomberg. "E é mais parecido com o que comemos em casa. As pessoas não comem hambúrguer todos os dias", complementou.

Apesar de não constar nos menus fixados nas paredes das lanchonetes, se você pedir por "pratos executivos", os funcionários irão lhe oferecer opções com arroz e feijão, que saem pelo valor médio de R$ 23. Segundo Ana Apolaro, diretora de recursos humanos da Arcos Dorados, a operadora do McDonald's no Brasil, há uma filosofia de sempre servir aos clientes aquilo que é oferecido aos funcionários, mas que essas refeições não fazem parte da estratégia de marketing dos restaurantes.

Procurada pela redação do Administradores.com, a assessoria da rede informa que todas as informações constadas na matéria da Bloomberg são verdadeiras, porém não vai divulgar um comunicado oficial sobre o assunto.


o
A diferença entre uma vida sob estresse financeiro e uma cheia de prosperidade está nos pequenos hábitos que temos em relação ao dinheiro. O Business Insider recorreu aos consultores Nancy Butler e David Blaylock, que atuam na área de planejamento financeiro, e reuniu um plano com oito passos que ajudarão você a economizar, primeiramente, e a usar essas economias com sabedoria.

Saiba quais pequenas mudanças vão lhe direcionar para um futuro próspero.

1. Inverta seu pensamento
Mesmo que depois de pagar as contas sua remuneração líquida pareça anêmica, é preciso aprender a destinar uma parte desse dinheiro para o seu objetivo financeiro, o que não ocorre do dia para a noite. Por isso é necessário adaptar sua mente gradativamente.

"Muitas pessoas gastam dinheiro, pagam as contas e guardam o que sobrou e isso está ao contrário: você deve primeiramente guardar para os objetivos financeiros, pagar as contas e depois considerar gastar o dinheiro que restou", declara Butler ao Business Insider.

Uma armadilha onde muitos caem é adiar hábitos de poupar dinheiro para quando as finanças estiverem mais folgadas, porque quanto mais se ganha, mais se gasta. Blaylock adverte que não precisa ser muito, o importante é economizar. "Não estou pedindo para você reservar $ 1000 por mês, estou pedindo para guardar $ 50, ou uma pequena quantia que você consiga bancar. Não podemos subestimar o poder de começar pequeno".

2. Olhe para onde você quer chegar
Especialistas em finanças sempre sugerem àqueles que estão poupando para o futuro começar com um plano de 5 anos, com metas específicas. O que você precisa para alcançar seu objetivo dentro de um tempo específico, que não precisa ser necessariamente 5 anos. Por exemplo, economizar dinheiro alguns anos para dar entrada no pagamento ou seis meses para criar um fundo de emergência.

"Ter um objetivo em mente nos ajuda a guardar", declara Blaylock. "Se esse objetivo é a poupança de emergência, ou a poupança para uma viagem, ou poupar para a faculdade, não importa", declara.

3. Crie seus próprios truques mentais
Como o primeiro item, devemos começar devagar. Deixar de comer em restaurantes com frequência ou limitar um valor a ser gasto mensalmente em itens supérfluos pode ser uma de suas novas regras.

Também conhecido como"heurística", ou seja, uma maneira de solucionar um problema - que no caso é o hábito de guardar dinheiro-, esse método é uma ótima forma de desenvolvermos bons hábitos em relação ao nosso ganha pão. Muitas escolhas que fazemos em um dia podem nos ajudar a não gastar dinheiro em coisas desnecessárias.

4. Viva como um rico "anônimo"
Nem todo milionário vive em uma mansão ou dirige um Ferrari. Aliás, a maioria deles leva uma vida abaixo do padrão que poderia bancar. De acordo com Thomas J. Stanley, co-autor do livro "The Millionaire Next Door: The Surprising Secrets of America’s Wealthy” (O Vizinho Milionário: os segredos supreendentes da riqueza da América, em tradução literal), os milionários não esbanjam dinheiro, eles economizam mais do gastam. O livro mostra que a maior parte da riqueza dos Estados Unidos vem do trabalho duro e poupança regular.

David Sapper e sua esposa, por exemplo, faturam mais de US$ 500 mil por ano com um negócio de carros usados, no entanto, eles não se dão ao luxo de gastar mais do que US$ 2,5 mil por mês. Ao aplicar 90% da renda em investimentos e em economias, Sapper diz que poderá se aposentar mais cedo.

"Encontre o ponto no qual você tem o que precisa e está feliz e confortável, e apenas fique por lá", aconselha o empresário.

5. Providencie sua aposentadoria agora
Para aqueles na faixa etária entre 20 e 30 anos, a aposentadoria pode parecer algo muito distante e, por isso, talvez não seja uma prioridade. Entre contas a pagar, despesas de modo geral, economias para o financiamento de uma casa ou para férias, como é possível ainda reservar dinheiro para aposentadoria? Quanto mais tarde você deixa para juntar dinheiro, mais você terá que juntar.

Se aos 30 você depositar mensalmente $ 50 em uma conta de aposentadoria com o retorno sobre o investimento de 7%, em 30 anos você terá $ 56 mil, contudo, se você esperar chegar aos 40 para se preocupar com sua aposentadoria, para chegar ao valor final, você terá que investir $ 110 por mês. Isto se deve porque seu dinheiro tem menos tempo para crescer, minimizando o impacto dos juros compostos.

6. Saiba quanto está entrando e quanto está indo embora
Se você não sabe ao certo o quanto é depositado mensalmente em sua conta bancária, você não saberá quanto dinheiro pode direcionar para cumprir sua meta financeira.

É preciso conhecer seus gastos para poder controlá-los, além do mais, "conhecimento é o primeiro passo para uma mudança duradoura".

Caso você tenha dificuldade para conferir seu contracheque e organizar suas economias, há aplicativos como o LearnVest que podem auxiliá-lo gratuitamente.

7. Livre-se das dívidas
Certamente, em algum momento de nossa vida, já tivemos que lidar com dívidas. Enquanto dívidas relativas a empréstimos estudantis ou a um financiamento imobiliário são compreensíveis e muitas vezes necessárias, as de cartão de crédito, por outro lado, nas quais são pagas altas taxas mensais, podem ser evitadas.

Quitar as dívidas deve ser a prioridade número um. Apesar disso, para Blaylock, vale mais a pena guardar parte do dinheiro reservado para as dívidas. Mesmo demorando mais para quitar o cartão de crédito, por exemplo, o indicado é garantir as economias para o fundo de emergência. Caso surja algum imprevisto, como uma batida de carro, você não precisará fazer novas dívidas para consertar seu automóvel.

8. Aumente seus ganhos
Para crescer o patrimônio líquido você tem que gastar menos e juntar mais. A questão não é ter um salário maior, é saber investir as economias. "Na maioria das vezes, ganhar mais não leva à um maior patrimônio líquido porque o estilo de vida e as despesas crescem junto com ele", informa a consultora de planejamento financeiro Natalie Taylor, sócia de Blaylock.

Mas para quem não consegue minimizar os gastos o suficiente para juntar dinheiro há algumas maneiras de aumentar a renda mensal sem um aumento no salário ou sem ganhar na loteria. Uma sugestão é procurar um outro emprego, que de preferência tenha a ver com sua personalidade.

"Eu tenho uma grande amiga que é advogada. Ela tem um grande hábito de viagem que ela não está disposta a deixar de lado. Então ela trabalha em uma loja de flores aos sábados durante a temporada de casamentos. É um ganho para todos: a loja de flores tem uma funcionária de confiança e, como minha amiga ama flores, ela não pensa nisso como trabalho", conta Blaylock.



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