quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Se liga.


Gestão



Poucos dão importância: 
marketing precisa de 
colaboradores engajados
Bruno Mello*

É uma pena, muitas vezes, o Marketing viver somente de modas e tendências. Lembra que o tal do Marketing Interno, ou Endomarketing, já esteve na discussão nossa de cada dia? Depois, boa parte das estratégias e ações voltadas para os colaboradores de uma empresa foram incorporadas ao Branding e, com o passar do tempo, o foco nos primeiros consumidores de uma marca e os principais construtores dela ficou perdido em meio a falhas de gestão, à complexidade do Marketing contemporâneo e ao famigerado trimestre.

Embora eles sejam os primeiros e principais embaixadores das marcas e os responsáveis pela maioria dos pontos de contato das pessoas com a empresa, a verdade é que pouco se dá atenção aos colaboradores, principalmente os mais táticos, do chão da fábrica ou da ponta no varejo. Apesar de verdade, é somente um problema resultante desta miopia a insatisfação de clientes mal atendidos. Há outros e sérios erros decorrentes de profissionais que acabam ficando totalmente descompromissados com a companhia a qual representam. E o varejo, por exemplo, tem muita história para contar.

Os profissionais de Trade Marketing e os próprios varejistas podem ficar dias contando causos que acontecem na hora da verdade do consumo. Tudo o que não poderia acontecer, mas é a realidade vivida por muitos diariamente em algum lugar deste país e seus mais de dois milhões de pontos de venda. Veja a que ponto pode chegar um - neste caso, mais de um - profissional totalmente descompromissado com a empresa em que trabalha. Estava eu no caixa de um supermercado quando dois repositores da Danone entraram na fila.

Na cesta destinada aos produtos que as pessoas desistem de comprar havia um pacote de Actimel semelhante ao da imagem ao lado. Em certo momento, começo a prestar a atenção na conversa deles. Um mais experiente perguntou se o novato sabia como gerar uma perda ao canal. Sem se fazer de rogado, pegou a embalagem e ensinou ao colega como abrir e fechar sem rasgar o plástico. Com aquela ação, o plástico perdia o contato justo com os produtos e, ao serem empilhados e retirados por um comprador, imediatamente pulariam da embalagem e cairiam no chão.

A manobra é feita de forma quase que imperceptível e muito rápida ao ponto do funcionário da Danone (ou terceirizado, embora acredite que não, pois havia um carro da marca no estacionamento ao qual eles se dirigiram depois) ter que repetir vagarosamente para o colega aprender. Ele explicou que emprega esta atitude sempre quando o “Mercado é filho da...”, “Quando deixam a gente esperando horas para descarregar do lado de fora”, ou “quando isso, aquilo”. “No mercado X, lá no centro, fazemos isso direto”.

Aqui, erraram em segundo lugar os funcionários dos supermercados e da Danone e, em primeiro, os gestores das marcas que não souberam engajar seus colaborados a terem uma atitude diferente desta. Uma maneira que os envolvessem e os deixassem comprometidos com a empresa para o varejista atender bem seus fornecedores e o representante da indústria a zelar pela marca.

O mais triste é constatar que casos como esses são provisionados, uma vez que há “verba” destinada a perdas na cadeia do varejo. Calcular o valor do produto a ser vendido prevendo uma perda ou ruptura sabendo que elas acontecem porque há falhas e erros na cadeia beira o absurdo. “Não tem jeito, até o próprio comprador estraga o produto”, podem dizer, com razão. Certamente isto também acontece, mas é muito mais fácil colocar a responsabilidade e a conta no ombro dos outros. Engajar os colaboradores dá mais trabalho.

*Bruno Mello é editor executivo do 
Mundo Marketing (www.mundodomarketing.com.br) 
 



A concepção, versão Século XXI

Circula na internet:

Certo dia, um filho pergunta ao seu pai: ”Pai, como é que foi que eu nasci?”

As abelhas, as flores, uma sementinha, a cegonha, tudo isto já está fora de moda! Esta é a explicação mais moderna e tecnologicamente correta:

- Muito bem meu filho, chegou o momento de falar disso, pois então vou explicar o que você deve saber:

Um dia, o papai e a mamãe entraram no Facebook, fizeram amizade e ficaram amigos.

Depois o pai mandou um e-mail à mãe para se encontrarem num cybercafé.

Descobrimos que tínhamos muitas coisas em comum e que nos entendíamos muito bem.

Quando não estávamos à frente do laptop, conversávamos no chat do iPhone.

Desta forma, fomo-nos conhecendo e nos apaixonamos, até que um belo dia decidimos partilhar os nossos arquivos.

Entramos escondidos numa lanhouse e o papai introduziu o seu Pendrive na entrada USB da mamãe. Quando começou o download dos arquivos, nos demos conta de que tínhamos esquecido do software de segurança e que não tínhamos Firewall.

Já era tarde demais para cancelar o download e impossível apagar os arquivos baixados.

Passados nove meses apareceu tu, o Vírus








Manipulação das mídias. Vale ler.


A mídia online é vulnerável, altamente manipulável e ainda pauta a grande imprensa. É isso que diz o livro do escritor americano Ryan Holiday, que chegou ao país nesta semana. Intitulado Acredite, estou mentindo – confissões de um manipulador das mídias, a obra com 264 páginas promete ser um guia para que o leitor não seja mais manipulado ao ler notícias.

O livro escrito pelo estrategista de mídia chega ao Brasil por meio da Editora Nacional. Considerada “polêmica” nos EUA, a publicação mostra a fragilidade da mídia americana, principalmente os blogs, sites e as redes sociais. Para o autor, a grande imprensa se pauta por meio dos veículos online e influenciá-los é muito fácil. O livro mostra em detalhes a vulnerabilidade do sistema de mídia e o passo a passo para manipular o ciclo de notícias na web, plantar uma história dentro de um grande site e fazer qualquer pauta aparecer na TV.

As denúncias de Holiday são resultado de sua experiência nos bastidores de blogs, grandes portais e agências de relações públicas e, no livro, estão dividas em duas partes. Na primeira, ele explica por que a mídia online é importante, como ela direciona notícias e como pode ser manipulada. Na segunda, mostra as consequências perigosas do sistema atual de jornalismo com casos reais e exemplos. O autor ainda explica que repórteres, por exemplo, são avaliados pela frequência com que seu material aparece publicado e lido, e não checam fontes nem as informações que lhe são passadas. A obra já pode ser encontrada em diversos sites e livrarias.

Fonte: Comunique-se



A escolha


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Tudo muito louco

 Só loucos
 
 
 
 
O fim do MSN é hoje
 
  
A Microsoft anunciou que encerrará oficialmente o Windows Live Messenger (mais conhecido como MSN) nesta terça dia 15 de março. Em novembro, a companhia já havia informado que irá integrar o serviço com o Skype para desativá-lo posteriormente. Em um e-mail enviado aos usuários nesta terça, a Microsoft afirma que irá encerrar globalmente o MSN e que todos deverão migrar para o Skype, comprado em 2011 por US$ 8,5 milhões. Segundo a empresa, o comunicador instantâneo será mantido apenas na China.
 
Ainda de acordo com as orientações, o Messenger continuará funcionando até a data e um banner alertando sobre a atualização será exibido. Ao clicar na mensagem, a instalação do Skype será iniciada automaticamente enquanto o MSN é desinstalado. Após o dia 15, os usuários que ainda não tiverem migrado não poderão mais acessar o Messenger e serão redirecionados ao Skype.
 
Fonte: Adnews, com informações da INFO e Exame.com.



 



Novidades tecnológicas da CES 2013

Tablet com Android, o Archos 80 XS tem como acessório uma capa que
também serve de teclado; sua tela é de 8 polegadas e a versão do sistema
é 4.1 é uma das novidades tecnológicas da CES 2013.
 
O “phablet” (mistura de celular e tablet) da Huawei Ascend Mate,
com tela de 6,1 polegadas, é exibido durante a CES de 2013 em Las Vegas.
 
TV da Samsung com tela de 110 polegadas e resolução Ultra HD.
 
Televisor com tela curvada de Oled de 55 polegadas da Samsung.
 

Lavadora e secadora de roupas da LG; eletrodomésticos
podem se comunicar com celular.
 
 
 
O pior pai do mundo
Jordana Laitano*
 
best15
 
Dave Engledow nunca pensou em construir uma carreira com a fotografia, mas as coisas meio que se encaminharam para isso. Quando, há pouco mais de dois anos, ficou sabendo que seria pai, Dave resolveu se aventurar pelo mundo da fotografia digital e, desde então, fez e editou mais imagens do que ele jamais seria capaz de prever.
 
Desse novo tempo de trabalho, o maior destaque é para a série ainda em construção “Melhor pai do mundo”, estrelada por ele e pela filha Alice Bee, que nasceu em dezembro de 2010. Nas imagens, o paizão coloca a filhota em situações que farão até os mais distraídos suarem frio.
 
 
A menina aparece sendo cozinhada, de cabeça pra baixo enquanto Dave dá uma espiada na geladeira e até em cima do carro do pai, que sempre carrega a caneca de “Melhor pai do mundo”, clara ironia sobre a própria experiência de paternidade do fotógrafo. “O personagem nessas séries é uma paródia do pai que espero nunca me tornar”, diz ele. Dave também mostrou em um vídeo de making-of que são feitas diversas fotos para uma mesma situação, além de muita edição de imagem, e que a menina, óbvio, não é exposta a risco nenhum.
 
Como as primeiras imagens fizeram sucesso, Dave decidiu começar um projeto no site Kickstarter e arrecadar dinheiro para fazer um calendário de 2013 com as fotos engraçadas que produz com Alice Bee, juntamente também com sua esposa.
 
Vendo as fotos, podemos afirmar com certeza absoluta que ele é o melhor pai do mundo - só que totalmente ao contrário.
 
Confira:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
*Jordana Laitano é jornalista e é a responsável pelo blog da ESPM.
 
 
 
Que foto
 

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Tudo acontece

As marcas devem se humanizar.
Como fazer isto?
 
Lincoln Seragini, CEO da Seragini Design, explica a evolução do branding e sobre criar marcas humanas durante o evento WOB 2012.
Confira.
 
 
 
 
Roi: ainda falta implementação
apesar de sua reconhecida importância

 
Empresas precisam ter uma mínima estrutura de gestão e estarem dispostas a investir tempo e recursos em mudanças que afetam seus processos e funcionários.
 
Confira matéria completa no
 
 
 
Samsung divulga
AllShare Play com
ação colaborativa

 
Nova campanha ‘We All Share’ pergunta ao internauta “O que significa compartilhar, para você?”
 
A Samsung apresentou a nova campanha ‘We All Share’ para divulgar o aplicativo AllShare Play. No hotsite, os usuários são convidados a ajudar a Samsung na tarefa de contar uma história respondendo à questão “O que significa compartilhar, para você?”. As respostas podem ser dadas na forma de tuítes ou fotos no Instagram, que devem ser acompanhadas pela tag #weallshare e poderão ser acessadas a partir de um mapa. A criação é da Leo Burnett.
 
 
 
 
 
Brinde azul a 10 milhões de fãs
 
Guaraná Antarctica produziu uma edição
especial de 10 milhões de latas azuis com
o logotipo da rede social
 
Essa ação é das mais bacanas e chamou a atenção. Guaraná Antarctica, dona da maior fanpage de marca brasileira a chegar aos 10 milhões de fãs no Facebook, acaba de lançar uma lata comemorativa para celebrar o feito.
 
Além da lata, a marca também lançou um concurso cultural para encontrar o seu maior fã na rede. O vencedor será o responsável, junto com a equipe do Pânico na Band, por levar a nova lata azul até a sede do Facebook em Nova York. O objetivo da iniciativa é comemorar o número alcançado e homenagear a rede social.
 
Para participar do concurso, criado pela agência DM9DDB, os interessados deverão se inscrever na fanpage da marca e enviar uma foto que simbolize o seu amor por Guaraná Antarctica. Vence quem demonstrar ser o maior e melhor fã da marca.
 
 
 
11 habilidades que o
mercado exige e a
faculdade não ensina
Talita Abrantes*
 
Um diploma na parede e notas elevadas no boletim
nem sempre são garantia de sucesso profissional futuro;
 entenda os motivos
 
“E, além de tudo, os alunos não aprendem a compartilhar ideias: Para facilitar a a própria vida, dividem tarefas”, diz Casagrande. 
 
Especialistas consultados por EXAME.com são unânimes ao afirmar que entre os conhecimentos compartilhados nas universidades brasileiras e o que o mercado de trabalho exige para o crescimento na carreira há uma grande lacuna. E não estamos falando apenas de preparo técnico.
 
“Faltam aquelas competências que os americanos chamam de “soft skills”, como comunicar-se bem, avaliar o que cada um é capaz, montar e motivar uma equipe, além de uma série de outras coisas que levam à uma performance melhor”, diz Armando Dal Colletto, diretor acadêmico da Business School São Paulo.
 
1 Ser multicultural (na prática)
Fora a possibilidade de ter um intercambista na turma ou estudar por um período em uma universidade estrangeira, poucas são as iniciativas oficiais de muitas universidades por aí para colocar os alunos em contato direto com diferentes culturas.
 
No mercado de trabalho o cenário é outro: o chefe pode ser coreano, o colega da mesa ao lado, espanhol, a empresa parceira, indiana e o cliente, chinês. A falta de profissionais qualificados no país, a internacionalização das empresas brasileiras e o desembarque de grupos globais por aqui aproximou a rotina corporativa do cenário de Babel.
 
E inglês fluente não é tudo. De detalhes culturais para negociar melhor até gestos pequenos que contribuem para um boa convivência: “É preciso um entendimento das diversidades”, afirma Dal Coleto. 
 
2 Trabalhar em equipe
Não se engane: os tradicionais trabalhos em grupos da faculdade quase não preparam ninguém para atuar em uma equipe. Motivo? “Quando organizam os grupos de trabalho, os alunos escolhem seus amigos, pessoas com quem se identificam e, no mínimo, a partir de pontos que os aproximam”, diz coach educacional Renato Casagrande.
 
3 Fazer networking
Seja por ficar centrado no próprio círculo de amigos e até por uma questão cultural, a faculdade raramente desmistifica a capacidade de fazer networking ou expandir sua rede de contatos profissionais.
 
“As pessoas têm vergonha de se aproximar dos outros com uma segunda intenção”, diz Gustavo Furtado, fundador da Tricae. E as universidades quase nunca criam meios para que esta visão seja mudada. “Nos Estados Unidos, em todo e qualquer evento as pessoas são estimuladas a se apresentar e falar a sua história”, diz. 
 
4 Ser interdisciplinar
Na faculdade, as disciplinas até podem ser apresentadas em dias ou semestres diferentes. Mas, na rotina corporativa, o conhecimento adquirido de cada uma delas deve ser usado de forma integrada – algo que, infelizmente, o ensino tradicional ainda não sabe manejar.
 
“As pessoas aprendem a resolver problemas de forma separada e, de repente, precisarão resolver todos estas questões em um problema só”, diz o coach educacional Renato Casagrande.
 
5 Falar em público
“Nas apresentações de trabalho, geralmente, só fala quem já tem boas habilidades de comunicação. O mais analítico tende a não falar”, diz Joseph Teperman, sócio-diretor da Flow. E, na carreira, apresentar-se em público é quase um requisito básico em todas as carreiras – mesmo que seja para uma plateia composta apenas por seus chefes.
 
6 Como escolher a carreira
A decisão por qual curso superior seguir é apenas o primeiro passo em direção a escolha da carreira que é mais coerente com você. Assim que o diploma é entregue na colação de grau é que começam as verdadeiras escolhas decisivas para a trajetória profissional.
 
O problema é que a faculdade ensina pouco para este momento. “Não há parceria com as empresas ou consultorias de recrutamento. O profissional sai da faculdade sem saber onde estão e quais são as principais oportunidades do mercado”, diz Furtado, da Tricae.
 
Muitas vezes, sem saber muito bem qual rumo seguir. “A pessoa acaba seguindo a carreira daquele primeiro estágio que ela conseguiu ou parte para um jogo de tentativa e erro”, diz Teperman.
 
7 Liderar e gerir pessoas
Exceto por quem se aventura em uma empresa júnior, centros acadêmicos, atléticas ou outros movimentos estudantis, raras são as chances que um graduando tem para treinar a arte de liderar uma equipe. E isso demanda inteligência emocional, resiliência, capacidade para delegar e motivar pessoas. “Tem uma parte da rotina do executivo, que nem um curso de pós ajuda”, afirma Maurício Trezub, CEO da Ciashop.
 
8 Contratar
“Contratar pessoas para trabalhar com você não é a mesma coisa que convidar um colega para fazer um trabalho”, diz Maurício Trezub, CEO da Ciashop. E muita gente só descobre o tamanho deste desafio quando tem que recrutar pela primeira vez.
 
“A ajuda, muitas vezes, vem de um superior imediato”, diz Teperman. Mas nem sempre aparece. “Muitos acham que as únicas pessoas boas são aquelas que são espelho deles próprios em vez de profissionais com características complementares aos deles”, afirma.
 
9 Negociar 
Nas estruturas tradicionais que a maioria dos cursos de graduação estão assentados há pouco espaço para que o aluno tenha voz e, consequentemente, aprenda a negociar. No máximo, as discussões e os acordos são fechados dentro dos grupos de trabalho – feitos, geralmente, com pessoas parecidas. “Não se aprende a vender ou comprar uma ideia. As pessoas chegam muito ingênuas no mercado”, diz Teperman.
 
10 Ler ambientes
No mundo corporativo é preciso ser autêntico, mas também é essencial se adequar. “Antes de se soltar é importante entender qual é a cultura daquela área para, então, vestir a máscara corporativa”, diz Teperman. Na faculdade, esta adequação raramente é uma exigência. “Se você era da turma da frente nunca foi obrigado a sentar com a turma de trás”, afirma.
 
11 Portar-se em uma reunião
“As empresas estão mais participativas e menos patriarcais. Com isso, os mais novos são envolvidos nas reuniões desde cedo”, afirma Teperman. Seja por não saber ler ambientes direito, negociar ou falar em público, poucos recém-formados estão prontos para encarar esta missão.
 
*Talita Abrantes é a editora dos canais Carreira e Marketing de EXAME.com.
Seu e-mail é talita.abrantes@abril.com.br

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Segura esta

Owned, Paid ou Earned Media?
 
 
Qual tipo de publicidade funciona melhor para sua empresa?
 
Para Zé Luiz Tavares, sócio-diretor da
Nexial Marketing Group|www.nexial.com.br|,
estamos de volta à era da owned media
 
Pode parecer estranho, mas em se tratando de mídias, estamos voltando no tempo. Nos primórdios da mercantilização de bens, quem fazia a propaganda daquilo que produzia era o próprio produtor, seja através de uma placa em seu estabelecimento, de cartazes, do estilo do recipiente que usava para entregar seu produto (mais tarde chamado de embalagem), ou da marca com que batizavam suas criações (geralmente, seu próprio nome).
 
Esses artifícios promocionais são parte do que hoje chamamos de Owned Media - ou Mídia Proprietária. Ora, se as vitrines próprias foram os primeiros espaços publicitários da história, o surgimento das Paid Media, ou Mídias Pagas - vieram, inicialmente, como receita marginal para jornais, revistas, emissoras de rádio e televisão -, e sempre se sustentou a partir da audiência conquistada pelo conteúdo editorial das publicações.
 
Mas, se por um lado a Mídia Paga foi a bola da vez para quem queria fazer negócios no século XX, a revolução digital mudou as regras desse jogo.
 
Inicialmente, há quem pensava que era apenas mais um tipo de mídia paga, mas o universo online trouxe de volta um incrível poder de comunicação a dois personagens: o consumidor e o produtor.
 
Eles fazem a roda da economia girar
Não é novidade pra ninguém que com a revolução digital, o consumidor ganhou uma voz muito mais forte e poderosa, capaz de condenar marcas estabelecidas, glorificar as desconhecidas, criar novas lideranças e derrubar governos. Assim, quem souber se relacionar nas novas redes sociais conquistarão a mais poderosa de todas as mídias: a Earned Media, ou Mídia Ganha.
 
Mas e a Owned Media, que falamos no começo? O que aconteceu com ela depois da revolução digital?
Ela cresceu. E vem crescendo. E, esteja certo, vai crescer ainda mais. E não tem como ser diferente: com a crescente dispersão da audiência, as Mídias Pagas tornam-se cada vez menos eficientes para as marcas, restando apenas alguns poucos títulos, emissoras e programas realmente capazes de entregar audiência abundante e relevante.
 
A mídia paga, portanto, irá tornar-se cada vez mais rara e onerosa, tornando-se inacessível a uma enorme legião de anunciantes, que acordarão para o inegável fato de que é muito mais racional investir em meios próprios de comunicação do que aplicar recursos em meios ineficientes de terceiros.
 
Por isso, as marcas precisam preparar suas próprias plataformas de comunicação, para só depois investirem os recursos disponíveis na busca de audiência para suas Mídias Proprietárias, anunciando em Mídias Pagas.
 
Cenários
A grande maioria das marcas e anunciantes desaprenderam a fazer comunicação. Possuem a ferramenta, mas dificilmente nutrem talentos em seus departamentos de marketing capazes de gerar e gerir comunicação para suas marcas.
 
As empresas anunciantes passaram anos terceirizando a responsabilidade da comunicação de suas marcas para suas agências e agora estão sozinhas para fazer sua Owned Media acontecer.
 
O negócio é seu
A empresa é a responsável por construir a Owned Media e daqui pra frente, quem não souber se comunicar será apenas fornecedora daquelas que dominarem os novos meios de comunicação que se apresentam.
 
Num primeiro momento pode parecer assustador, mas pra quem é apaixonado por comunicação, acredite, é fascinante.
 
Nunca na história as marcas tiveram tantas ferramentas à disposição para falar o que bem entenderem: sites, hotsites, fanpages, perfis sociais, podcasts, videocasts, brand channels, apps mobile, tvs corporativas, in store media, um mundo de opções digitais que somam-se aos tradicionais house organs, embalagens, vitrines, frotas, show rooms e call centers.
 
As empresas estão cada vez mais próximas do cliente final, de forma massiva e individualizada ao mesmo tempo, o que possibilita contatos mais efetivos, pesquisas menos contaminadas e feedbacks mais confiáveis.
 
Fonte: Portal HSM
 
 
 
Dentsu se prepara para
investir em Relações Públicas
 
 
Área de relações públicas da rede deve receber reforços com a compra de agências especializadas
 
Nos últimos anos a Dentsu mundial se concentrou em comprar agências criativas, digitais e mídia. Agora a resolução de ano novo para 2013 é investir em agências de relações públicas. “Nossos clientes estão pedindo por isso, mas ainda não estávamos capacitados para atender essa demanda”, disse Tim Andree, que ocupa o cargo de VP sênior da Dentsu Inc. e presidente-CEO da Dentsu Network. Foi ele quem liderou a rápida expansão da Dentsu em regiões fora da Asia e esteve em negociações como a compra da McGarryBowen, 360i e Firstborn. O executivo explica que são os clientes que estão direcionando para onde a Dentsu deve ir e atualmente a área de PR é a mais solicitada.
 
O primeiro negócio a ser fechado foi com Mitchell Communications Group. Uma empresa de 75 funcionários do estado do Arkansas liderada por Elise Mitchel e que teve faturamento de US$ 13 milhões em 2012. A própria CEO, Elise, vai ajudar a Dentsu a identificar potenciais bons negócios.
 
Fonte: Advertising Age
 
 
 
Os intocáveis estão chegando
 
 
Geração de computadores controlados por gestos pode fazer com que os modelos touch screen virem algo do passado, além de decretar de vez a aposentadoria do mouse.
 
Enquanto as gigantes de tecnologia se preocupam cada vez mais em transformar suas telas em touch screen, já há empresas oferecendo dispositivos capazes de fazer com que os computadores funcionem apenas por meio de gestos. O que parece ficção, como no filme de Steven Spielberg, “Minority Report”, pode mesmo estar prestes a se tornar realidade, fazendo com que os modelos touch screen virem algo do passado, além de decretar de vez a aposentadoria do mouse.
 
Um dos expoentes deste mercado dos “intocáveis” é a americana Leap Motion, que acaba de receber um aporte de R$ 30 milhões de seus investidores, entre eles o Highland Capital Partners e Founders Fund, para preparar a estreia do seu sensor de movimentos ao mercado. “Este investimento permitirá que a nossa tecnologia chegue a todo o mundo, transformando a maneira como o homem interage com o computador. Estamos prontos para fazer de 2013 o ano da nova interface”, diz Michael Buckwald, CEO da Leap Motion, por meio de comunicado.
 
A expectativa é que os aparelhos equipados com a tecnologia de controle de gestos, anunciado pela Leap Motion em maio de 2012, comecem a ser vendidos ainda no início deste ano. Notebooks e computadores all-in-one da taiwanesa Asus devem ser os primeiros a receber a novidade, que possui cerca de 200 vezes mais precisão do que o Kinect, game da Microsoft, ou até mesmo o Wii, da Nintendo, que utilizam recursos similares de reconhecimento de gestos. Do tamanho de uma pequena caixa, o aparelho tem custo estimado de US$ 70 e pode ser adquirido por meio da pré-venda disponível no site oficial da Leap Motion.
 
Confira.
 
 
 
do mês
 
National Retail Federation: Maior evento de varejo do mundo. Acontece de 13 a 16|janeiro em Nova York. Mais informações:  http://www.nrf.com
 
40ª Edição da Couromoda: Feira Internacional de Calçados. Acontece de 14 a 17|janeiro em São Paulo. Mais informações: http://www.couromoda.com
 
Real Screen Summit 2013. Acontece de 24 e 27|janeiro em Washigton D.C.
 
50º National Association of Television Program Executives (Natpe). Acontece de 28 a 30|janeiro em Miami. Mais informações: http://www.natpemarket.com
 
Campus Party Brasil. Acontece de 28|janeiro a 3|fevereiro em São Paulo. Mais informações: http://www.campus-party.com.br
 
 
 
Os 12 profissionais mais
escassos no mercado
 
Empresas aguardam até 120 dias para encontrar um
candidato qualificado, segundo a Page Personnel
 
 
120 dias. Esse é o período que uma empresa pode demorar para encontrar um profissional qualificado, de acordo com levantamento Page Personnel, que revela quais são os profissionais mais escassos no mercado.
 
"A escassez de mão de obra no mercado nacional passa por todos os segmentos e atinge diretamente o nível de produtividade das empresas. Hoje o processo de recrutamento está mais longo e exige um nível de exigência e conhecimento das consultorias para encontrar o candidato certo. Hoje há mais procura de candidatos do que oferta de profissionais, cenário até pouco tempo quase que improvável no Brasil. Hoje a busca por profissionais é mais demorada do que ocorria há três anos", explica Roberto Picino, diretor-executivo da Page Personnel.
 
Abaixo a relação dos profissionais segundo a Page Personnel mais escassos no mercado, o salário médio, tempo médio para recrutamento e perfil adequado para a vaga:
 
1) Supervisor de Produção
Tempo médio de recrutamento: 30 a 60 dias
Salário médio: R$ 6,5 mil a R$ 9 mil
Perfil necessário para a vaga: o profissional precisa entender a cadeia de produção e unir o lado lógico e o humano para que consiga lidar com a gestão de pessoas. O supervisor deve garantir que haverá matéria-prima suficiente para a produção e minimizar os gargalos que venham a surgir garantindo a eficiência e reduzindo custos de produção. Algumas empresas requerem profissionais especializados em seu segmento e em uma determinada área. Outras companhias seguem a linha multiprofissional, ou seja, buscam profissionais que entendam de diversas áreas e segmentos.
 
2) Técnico de Campo (manutenção eletromecânica)
Tempo médio de recrutamento: 30 dias
Salário médio: R$ 3 mil a R$ 4 mil
Perfil necessário para a vaga: o técnico de campo é um dos profissionais mais requisitados em empresas de máquinas, equipamentos e serviços. Ele é responsável pela manutenção (elétrica, mecânica e em automação) dos equipamentos e linhas de produção nos clientes da empresa na qual trabalha. A maior dificuldade é encontrar profissionais com conhecimento nas três áreas e com total disponibilidade para viagens frequentes.
 
3) Consultor em Engenharia
Tempo médio de recrutamento: 60 dias
Salário médio: R$ 3 mil a R$ 8 mil
Perfil necessário para a vaga: profissional muito requisitado por conta do conhecimento técnico na área específica da consultoria. A maior dificuldade é encontrar um profissional com esse conhecimento específico e que apresente um perfil dinâmico e agressivo de consultoria, além da disponibilidade para viagens.
 
4) Vendedor Key Account Sênior |Inglês fluente e boa penetração nas grandes redes de supermercado|
Tempo médio de recrutamento: 60 a 90 dias
Salário médio: R$ 4.500 a R$ 6.000 + comissões mensais
Perfil necessário para a vaga: gestão de carteira de clientes de grandes redes. Responsável pela negociação de contratos com compradores. Definição e implementação de ações promocionais com o objetivo de melhorar exposição dos produtos nas redes e incremento de vendas. Gestão de custos, rentabilidade e volume de vendas.
 
5) Analista de Revenue Management
Tempo médio de recrutamento: 60 a 90 dias
Salário médio: R$ 3.000 a R$6.000
Perfil necessário para a vaga: responsável pela gestão de receitas nas operações de vendas, gestão de preços, margem e investimentos de trade, construção e análise de P&L e dados de vendas. Elaboração de relatórios gerenciais, cruzando informações financeiras da empresa com informações de mercado. Analisar custos e despesas por produto e canal de vendas, antecipando necessidades de ações de preço ao mercado.
 
6) Analista de Inteligência de Mercado
Tempo médio de recrutamento: 60 a 90 dias
Salário médio: R$ 5.000 a R$ 6.500
Perfil necessário para a vaga: municiar as áreas de Marketing e Vendas com informações referentes aos mercados, levantando e analisando situação da concorrência, movimentações estratégicas, posicionamento e novos entrantes em potencial. Analisar o posicionamento estratégico da empresa, apontando eventuais possibilidades de obtenção de vantagem competitiva. Elaborar relatório mensal de performance de vendas da empresa frente aos concorrentes, com base em informações de mercado.
 
7) Analista de Gerenciamento por Categoria Sênior
Tempo médio de recrutamento: 90 dias
Salário médio: R$ 5.200 a R$ 7.000
Perfil necessário para a vaga: gerar informações sobre o consumidor e as novas práticas de mercado visando à melhoria dos planos de ação de gerenciamento por categoria. Desenvolver planogramas (estratégia de exposição e organização das marcas nos diferentes canais de vendas) direcionados por canais e regiões. Desenvolver os processos internos referentes ao gerenciamento de categorias, coordenando e suportando a equipe de vendas na elaboração do plano da categoria. Avaliação do desempenho do cliente e mercado, estratégias e táticas para a categoria (Preço, promoção, espaço e mix). Acompanhar a evolução dos produtos, share, distribuição, preço e posicionamento da marca. Acompanhar efetivamente as ações da concorrência e gerar ações que auxiliem a minimizar ou bloquear o seu possível impacto. Contribuir para o desenvolvimento de parcerias com os clientes, visando aprimorar o relacionamento comercial.
 
8) Analista de Marketing Digital / E-commerce
Tempo médio de recrutamento: 60 a 90 dias
Salário médio: R$ 4.500 a R$ 5.500
Perfil necessário para a vaga: liderar projetos digitais com desenvolvimento e administração de conteúdo de websites de e-commerce e campanhas de mídia online. Geração e análise de relatórios de métricas online, com foco no resultado e usabilidade do websites, a partir de ferramentas como Google Analytics.
 
9) Demand Planning (Planejamento e Demanda)
Tempo médio de recrutamento: 60 dias
Salário médio: R$ 4 mil a R$ 8 mil
Perfil necessário para a vaga: o profissional precisa de uma visão geral da cadeia de supply chain. Forte interface com produção, logística e comercial - tanto vendas quanto compras. O profissional deve gerar a previsão de vendas de determinado produto / linha de produtos baseado em fatores como histórico de vendas, previsão de demanda, nível de estoque, sazonalidade, entre outros. As empresas buscam profissionais analíticos o suficiente para ter a previsão mais assertiva, assim como estratégicos para acompanhar as alterações no plano e gerar resultados mais próximos da realidade. O idioma inglês acaba sendo exigido em mais de 90% dos casos.
 
10) Projetos Logísticos
Tempo médio de recrutamento: 90 dias
Salário médio: R$ 4,5 mil a R$ 9 mil
Perfil necessário para a vaga: o profissional de projetos logísticos está inserido em operadores logísticos, varejo ou indústria. Como operador logístico, precisa ter uma visão ampla de processos, já que lida com segmentos diversos com urgências e particularidades distintas. As atividades poderão ser voltadas tanto para o dimensionamento / planejamento, implementação ou melhoria do projeto.
 
11) Strategic Sourcing (Compras Estratégicas)
Tempo médio de recrutamento: 45 a 60 dias
Salário médio: R$ 4 mil a R$ 8 mil
Perfil necessário para a vaga: o profissional de Strategic Sourcing traz uma visão estratégica para a área de compras. Perfil comercial arrojado, com forte habilidade de negociação. Visão macro do processo de supply chain, além de trazer novas alternativas para o negócio, considerando custo-benefício, melhor qualificação de fornecedores, savings entre outros fatores. Este profissional é peça estratégica, pois movimentará a cadeia de suprimentos, otimizando o fluxo do processo e trazendo melhorias de qualidade, custos, entre outros. As empresas buscam por perfis com visão ampla e estratégica do mercado fornecedor, econômico, financeiro etc. Fluência em inglês é fundamental.
 
12) Vendedor Técnico
Tempo médio de recrutamento: 90 a 120 dias
Salário médio: R$ 6.000 a R$ 7.000
Perfil necessário para a vaga: formação em Química ou Engenharia Química| Experiência comercial no mercado cosmético. Gestão de carteira de clientes no segmento cosmético, prospecção de novas contas, venda consultiva e participação de feiras e eventos do setor.  
 
 
 
Humor de sexta-feira
 
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