segunda-feira, 9 de abril de 2012

Acontece

Empresário cria “frango falso” e aposta no mercado dos EUA e pode acabar com a fome do mundo?


Um empresário americano decidiu criar um novo produto para o mercado de industrializados e congelados: carne de frango sem frango! Usando uma série de ingredientes vegetais, o resultado é uma massa que até se parece com carne de ave. O crítico de gastronomia do New York Times fez o teste e chegou a se enganar.
Você desenvolveria uma campanha para esse produto?

Esse frango falso lembra até um filme de 1973 Soylent Green (No mundo de 2020) com Charlton Heston, Edward G. Robinson, Joseph Cotton  e Leigh Taylor-Young e direção de Richard Fleischer.

Em 2022 a face da Terra está bem modificada. Em Nova York há 40 milhões de habitantes e o efeito estufa aumentou muito a temperatura, deixando o calor ficar quase insuportável. No entanto os ricos vivem em condomínios de luxo, onde belas mulheres são parte da mobília. Mas a comida está escassa para todos, tanto que um vidro de geléia de morango custa 150 dólares. Neste contexto é assassinado um milionário, William R. Simonson (Joseph Cotten), que quando viu que seria morto não esboçou gesto nenhum para se defender. O detetive Robert Thorn (Charlton Heston) é designado para investigar o caso e constata algo realmente estarrecedor.
Parece algo que estamos vivendo hoje.
Confiram os traillers abaixo. Vale a pena assistí-los e até mesmo baixar o filme ... algo realmente estarrecedor.
Trailler:


Golpe no Facebook atinge
Chrome, Firefox e 60 mil brasileiros
Facebook


Você conhece o modelo de negócios da sua empresa?
Conhecer bem o modelo de negócios ajuda a tomar decisões mais certeiras
aprendeu a arte de vender e o que Alberto Saraiva (Habibs) fez das esfihas uma receita para o sucesso



Panorama da Comunicação no Brasil - IPEA/MID

sexta-feira, 6 de abril de 2012

OPS

LOLLAPALOOZA: FESTIVAL É UM DOS MAIS AGUARDADOS DE 2012



Sabermos de algum festival de música no Brasil estava complicado. Sempre tínhamos shows aqui, acolá. Só que agora a cena mudou: muita label de festivais como o Lollapalooza estão chegando ao país.
Neste final de semana, nos dias 7 e 8 de abril, vários artistas renomados irão se apresentar. O festival, que aconteceu também no Chile, levou cerca de 100 mil pessoas que foram ver e ouvir 60 bandas nas apresentações.
Por aqui, o line up é para todos os gostos, e não tem como reclamar. Artistas como Calvin Harris, Peaches, Foo Fighters, Artic Monkeys, MGMT, Thievery Corporation, Skrillex, Foster The People, Friendly Fires, Gogol Bordello. Além de nomes brasileiros como dos Racionais MCs e Plebe Rude (entre outros), marcarão , com certeza, um marco cultural na cidade de São Paulo, onde acontece o Lollapalooza.




Procura-se um sócio para
a Água de Cheiro

O empresário Henrique Pinto livrou-se de um abacaxi quando vendeu a Tenda em 2008. Agora, está à procura de um sócio para a rede de perfumarias Água de Cheiro.

Loja da Água de Cheiro em São Paulo

Com 850 lojas espalhadas pelo país e receita de quase 400 milhões de reais, a Água de Cheiro foi a terceira franquia que mais cresceu no Brasil em 2011, com 206 inaugurações. O novo sócio terá, no entanto, de lidar com situações complexas.

Bebida da Universal diz que
nasceu para acabar
com a Coca-Cola
Sócio da Leão de Judá afirma em vídeos que lançou marca por revelação do Espírito Santo para substituir refrigerante americano no mundo.
Vídeo da Leão de Judá Cola



As 20 campeãs de reclamação no Procon em 2011
Grandes empresas fazem discursos e investem pesado em sua imagem corporativa, mas deixam rastros por onde passam.
Será que é assim que deve ser?
Confiram quem são no



As 12 das companhias mais
éticas do mundo, segundo
Ethisphere Institute
Ford Fiesta 

 Levantamento listou 145 empresas de diferentes partes do mundo entre as mais corretas

A pesquisa anual elaborada pelo Ethisphere Institute listou as companhias mais éticas do mundo e, neste ano, 145 empresas compõem a lista.
O levantamento é feito com base nas práticas éticas empresariais, responsabilidade social, práticas anticorrupção e ações sustentáveis de cada companhia

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Tá bombando

Desafio Pepsi




Como assim 10 tomates?


O Ketchup Hellmann’s é feito com tomates de verdade, especialmente selecionados.
Mas colocar 10 tomates lá dentro não é nada fácil. 


5 anos mudaram tudo

Divulgar a empresa: abrir um perfil é a parte mais fácil no Facebook

A parte visível de um iceberg é aquela que emerge e que representa entre 1/8 e 1/9 do seu tamanho total. Entretanto, para que isso aconteça, ela precisa da massa submersa. Quando concebemos uma estratégia para redes sociais de uma marca ou empresa, podemos utilizar esse exemplo como analogia de funcionamento. Dispor de um perfil no Facebook, uma conta no Twitter ou um canal no Youtube seria apenas a parte visível do investimento em redes sociais.


Genis Roca (é professor do departamento de Direção de Marketing da ESADE Business School (Barcelona – Espanha), umas das escolas de negócio com mais prestígio internacional. ) publicou um artigo há algum tempo em que afirmava que "social media não é marketing, mas reformulação de processos".
De fato, projetar a presença da sua marca nas redes sociais deveria implicar em um planejamento dos processos que as mesmas afetam e de como redesenhá-los para converter essa marca em um bloco estável, capaz de emergir.
Há duas visões que começam a ser clássicas quando se fala, nas empresas, de redes sociais: "isso vai dar muito trabalho" ou "Facebook só me serve para conversar com os clientes". No fundo, a afirmação deveria refletir que a web muda a realidade pouco a pouco, e que as marcas deverão projetar-se - bem como adaptar-se - à nova realidade digital.
A web deveria nos fazer mudar a análise e o acompanhamento do que faz a competência (novas ferramentas, espaços mais transparentes, informação mais próxima) ou o desenvolvimento de forma distinta da investigação de mercados – ainda que, às vezes, como diz Cristóbal Zamora, "as empresas sejam mais 'socialmediacêntricas' do que 'clientecêntricas'". Isso nos permitirá desenvolver negócios ou produtos de acordo com as necessidades dos nossos clientes (por meio de espaços e técnicas de crowdsourcing) e redesenharmos o acompanhamento de ações e campanhas (porque até agora já fazíamos isso, não é?) utilizando ferramentas que nos possibilitem acessar dados e obter respostas em tempo real.

Arrogância: doença na trajetória profissional

Fabio Arruda



A arrogância, caracterizada pela ausência de humildade, é uma das principais causas da “falência” de profissionais de sucesso, destrói relacionamentos e contamina o trabalho em equipe nas organizações. Eliminar esta “doença” implica adotar um processo estruturado e consciente de mudança pessoal.
A arrogância tem destruído muitos relacionamentos, amizades, negócios, casamentos e impossibilitado muitos profissionais de terem êxito em suas carreiras. Esta mazela vem sendo espalhada em meio à humanidade desde o início do mundo, quando olhamos na história, vemos que ao longo das épocas vários lideres e pessoas tiveram seus nomes marcados pela forma arrogante de proceder. A bíblia, sobretudo o velho testamento, relata várias passagens que demonstram essa característica do humano.


Mas afinal o que é arrogância?

Arrogância é o conjunto de pensamentos e atitudes que caracterizam a falta de humildade. É comum conotar às pessoas que apresentam essa características algumas posturas, como não desejar ouvir os demais, não se permitir aprender algo novo e se sentir superior em relação ao seu próximo. São sinônimos de arrogância: o orgulho excessivo, a soberba, a altivez, o excesso de vaidade.
Arrogar vem do latim arrogare que significa tomar como próprio, apropriar-se, tomar como seu, atribuir a si.
Contrariando o que muitos acreditam a arrogância não acomete somente pessoas de maior poder aquisitivo (ricos) ou dotados de grande inteligência (conhecimento), ela pode acometer pessoas de qualquer classe econômica ou so­cial, pode ser encontrada entre ricos e pobres, pessoas cultas e ignorantes, homens e mulheres em qualquer faixa etária ou etnia.
Perfil do arrogante
É muito fácil identificar as características da arrogância. Será apresentada a seguir uma pequena lista das principais atitudes e comportamentos apresentados por pessoas consideradas arrogantes.
  • Tem sempre uma desculpa para o seu insucesso;
  • Tenta enganar os companheiros para "sair por cima";
  • Nunca reconhece o erro, sempre tenta por culpa em alguém;
  • Causa intriga na equipe e tem sempre uma teoria de conspiração;
  • Acha que sabe tudo;
  • Acha-se melhor que todos na equipe;
  • Gosta de "passar por cima" de todos;
  • Gosta de aparecer, necessidade de esta na frente;
  • Entra em conflito com facilidade, é antipatizado por muitos;
  • É movido pelo reconhecimento, tendo necessidade de receber elogios o tempo todo;
  • Tem a solução para todos os problemas (dos outros, é claro), porque os dele estão todos "resolvidos";
  • No fundo é inseguro, mas não gosta de demostrar.
"A arrogância é uma característica que, durante algum tempo, pode ser confundida com determinação. Com o passar do tempo, transforma-se em algo demasiado abrasivo para ser tolerado." (João Cândido da Silva)

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Acontece


Mercado de comunicação cresce 8,5% e TV tem share recorde


O mercado publicitário no Brasil cresceu 8,54% em 2011, repetindo o clima otimista da década.
A televisão aberta continua na liderança do share, com 63,3% da participação do bolo publicitário.
Internet e TV paga se destacaram, com crescimento de 19,63% e 17,85%, respectivamente, impulsionadas pelo evidente crescimento das suas bases de assinantes e usuários e pelo amadurecimento do mercado digital no País. Mídias impressas - jornais, revistas, guias e listas - cresceram pouco, reproduzindo um período de dificuldades que já vem se anunciando há alguns anos. Ou seja, o mercado se movimentou dentro das suas próprias previsibilidades.
Por outro lado, a manutenção do desempenho ou a retomada do crescimento apresentaram novos desafios, principalmente face a uma economia global que enfrentou dificuldades, a um crescimento do PIB tímido - a previsão do Banco Central é que seja 2,7% - e a alguma instabilidade nos setores industriais.

Como posso me tornar mais criativo? 
Buscar conhecimentos e experiências em lugares diferentes e inusitados é uma estratégia importante




Como anda o seu tempo?
Gustavo Rocha *


Uma das maiores dificuldades modernas é a gestão do tempo. Todos reclamam que trabalham mais, tem menos tempo pra si e que falta horas no dia a dia.

Isto vale em qualquer tipo de trabalho, sempre parece que falta tempo.
Na verdade o tempo é sempre o mesmo, temos 24 horas no dia, faça chuva ou faça sol. Dormimos uma média de 6 horas, alguns mais outros menos, mas temos em média 18 horas acordados. Teoricamente, trabalhamos 8 horas ou 10 horas, então teríamos – numa matemática simplista – de 8 a 10 horas diariamente para nós.
Então? Como não sobra tempo?
Pelo óbvio… Temos que computar o tempo de deslocamento até o trabalho, tempo de alimentação, banheiro, banho, etc. Consumimos umas boas 5 horas aí. Sobram em média 4 horas ainda…
Na verdade não sobram, porque usamos mal o nosso tempo.
Tarefas que são simples, mas são chatas, nós levamos um tempo enrolando para não fazer, deixamos mais tempo para tarefas complexas, sendo que só de pensar que são complexas, nos afastamos dela. Quer dizer, nossa mente tem uma boa parcela de culpa pelo tempo de enrolação.
Existem reuniões de 2 horas que poderiam ser resumidas em 30 minutos. Porque então levamos 2 horas?
Porque, muitas vezes, ser objetivo é ser mal educado. Ser objetivo é não pensar nas pessoas. Ser objetivo é ser chato e ninguém quer ser chato.
Outras vezes temos distrações no meio da reunião, conversas paralelas, outros tópicos que não estavam na pauta, por aí vai.
Calma, por óbvio que todos precisamos de distração vez em quando e que tomar um café e bater um papo descontraído faz render mais o trabalho.
Ocorre que tudo tem o seu tempo certo. Se você está no meio de um prazo complicado, o melhor é chavear a porta. Tomar um café e falar bobagens só se for para liberar a mente para pensar no problema sob outro prisma.
O foco nos traz para mais perto da solução. Gerenciar o tempo não é uma tarefa simples, mas pode e deve ser feita, pois gerenciar o tempo, libera mais tempo para outras tarefas igualmente importantes, tais como namorar, passear, sair…
Trabalho é uma das facetas da vida e não tudo nela. Quem vê o trabalho como a única faceta da vida está jogando fora mais do que tempo, está jogando fora a sua vida.
Trabalho deve ser um momento dedicado, de valor agregado, de comprometimento com a empresa e seus propósitos. Outro momento é do de lazer, mas ambos são igualmente importantes.
Então, afinal, como anda o seu tempo?
Reflita sobre as ideias deste artigo e busque alternativas para gerenciar melhor o seu tempo. A sua vida agradece.

                                                                                        *Gustavo Rocha é Diretor da Consultoria GestaoAdvBr



Privacidade na internet ganha tom de urgência


Não é de hoje que se discute se a internet precisa ou não de uma legislação específica e quais os limites da ação das autoridades para coibir eventuais excessos sem, no entanto, comprometer a liberdade de expressão que sempre caracterizou a rede.

Vários países vêm discutindo o tema, com propostas diferentes entre si, algumas com um processo de implementação que pode durar anos. Nas últimas semanas, essa discussão ganhou um tom de emergência, devido a uma série de incidentes, sem ligação entre si, que tocam em um ponto nervoso do mundo digital: a privacidade.

Nos Estados Unidos, Dharum Ravi, ex-aluno da Rutgers University, foi condenado a dez anos de prisão, no dia 16 de março, por um crime de ódio contra Tyler Clementi, outro estudante. Ravi filmou atividades sexuais do colega de quarto usando uma câmera do computador e comentou os encontros em uma rede social. Três dias depois, Clementi cometeu suicídio. Ravi foi condenado por 15 acusações, incluindo intimidação por preconceito e invasão de privacidade.

Uma semana depois, no Brasil, a Polícia Federal prendeu, durante a "Operação Intolerância", dois homens apontados como responsáveis por um site que continha conteúdo racista e discriminatório, incluindo o plano de uma ação armada contra estudantes da Universidade de Brasília (UnB).

"A intenção dos governos é estabelecer a internet como um território que garanta a liberdade de expressão, respeitando o direito de privacidade", afirma Maria Cristina Cortez, sócia da área de tecnologia da informação do escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe.

O Marco Civil da Internet (PL 2126/11), que prevê direitos e deveres de usuários e provedores de internet, começou a ser analisado pela Câmara dos Deputados na semana passada. Já o projeto de lei que trata dos crimes cibernéticos (PL 84/99) está em tramitação no Congresso há 13 anos e só agora será analisado pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara.




Nestlé demonstra interesse pela Marilan

Tanto para a Nestlé quanto para a PepsiCo, a compra da Marilan é estratégica. Com a aquisição, a PepsiCo, que levou a Mabel no ano passado e tem cerca de 6% de "market share", passaria da sétima para a segunda posição no ranking nacional do mercado de biscoitos, que movimenta R$ 7 bilhões ao ano. Hoje, a vice-liderança está com a Nestlé, dona de 9% de participação. A Marilan tem uma fatia de 6,5%. Com a empresa, a Nestlé não só ficaria mais perto da líder M. Dias Branco, que detém 24% do mercado, como também blindaria o avanço dos concorrentes.



As dúvidas do empresariado

O Brasil percorre uma trajetória de crescimento medíocre há mais de três décadas. Os números de 2011 são ruins e caracterizam uma trajetória de "voo de galinha". Em 2005, o Brasil cresceu medíocres 3,2%; até 2007, quase dobrou. A galinha aterrissa, em 2008 e 2009, a economia decresce 0,3%. Em 2010, a galinha começa a voar e chega a 7,5%. A gritaria de retorno da inflação inspira uma política de elevação de juros e contração de crédito. A galinha volta a aterrissar e, em 2011, mergulha nos medíocres 2,7%, quando a média mundial foi 3,8% de crescimento do PIB. Já teve início uma orquestração otimista. Apesar de a taxa de investimento ter caído em 2011 em relação a 2010, o governo festeja a pequena elevação da formação bruta de capital fixo.

A Fundação Getúlio Vargas anuncia que, nos próximos dois anos, 12,5 milhões de brasileiros atingirão a classe C e 6,5 milhões, as classes A e B. Entretanto, a participação da indústria de transformação no Produto Interno Bruto (PIB) retrocedeu em 2011 a meados de 1950 (início da era JK). O país se desindustrializa e se desnacionaliza há décadas e, só agora, o governo percebe que houve alguma desintegração em elos da cadeia industrial e que a atual taxa de câmbio, com o real supervalorizado, é a principal responsável.
A contração da indústria de transformação no Brasil é assustadora, não porque outros setores tenham crescido (mineração, agroindústria, construção civil), mas porque há contração da atividade industrial com o mercado interno brasileiro crescendo. Por exemplo, no ano passado, a produção de filmes plásticos se contraiu, apesar de o consumo brasileiro desse produto ter se expandido em mais de 6%. Obviamente, as importações cresceram.

O governo abriu mão de R$ 3,1 bilhões em receitas fiscais neste ano para impulsionar o crescimento e levar o Produto Interno Bruto (PIB) a aumentar 4,5% em 2012. O pacote de medidas divulgado ontem em cerimônia no Palácio do Planalto envolve R$ 60,4 bilhões em estímulos, sendo a maior parte referente ao repasse de R$ 45 bilhões do Tesouro Nacional para o BNDES. A grande aposta do governo para gerar estímulos imediatos à economia, no entanto, é a desoneração da folha de pagamentos.

Ao todo são 15 (quatro antigos e 11 novos) os setores que, em 90 dias, passarão a ter a contribuição previdenciária sobre a folha de pagamentos reduzida a zero, numa operação que vai cortar em R$ 4,9 bilhões as receitas da Previdência Social. Esses setores, no entanto, vão passar a contribuir com uma alíquota sobre o faturamento bruto de 1%, para a indústria, e 2% para serviços.
Os quatro segmentos da indústria que desde o início do ano já estavam contemplados na medida tiveram as alíquotas da contribuição que incide sobre o faturamento reduzidas ontem. A receita anual com a tributação do faturamento será de R$ 2,3 bilhões. O déficit que surgirá nas contas previdenciária a partir dessas mudanças será financiado pelo Tesouro Nacional.

O governo, em contrapartida, também elevou as alíquotas do PIS/Cofin sobre as importações na proporção da alíquota sobre o faturamento que a produção nacional dos 15 setores pagará para a Previdência. Com isso, além de apurar cerca de R$ 1,3 bilhão em receitas, encarecerá as importações em relação ao produto nacional. As exportações estarão isentas do imposto sobre o faturamento, melhorando, assim, a competitividade do país no exterior. A renúncia fiscal líquida, dessa forma, cai para R$ 3,1 bilhões.



Como juntar R$ 1 milhão com R$ 360 por mês

Juntar R$ 1 milhão. O que para muitos é um sonho distante pode se tornar um plano efetivo para quem tiver disciplina, algum capital para investir e desejo por risco. Com pouco mais de meio salário mínimo por mês, é possível atingir a quantia aplicando o dinheiro em ações de grandes empresas pelo período de 40 anos.

terça-feira, 3 de abril de 2012

OPS

Cérebros ou bundas:
o que você quer contratar?
Rodrigo Leão *

Outro dia, a minha agência foi desclassificada de uma concorrência por falta de bundas. Ganhar ou perder concorrências faz parte do nosso negócio e as afinidades que levam um cliente a escolher uma ou outra agência são insondáveis por isso não ficamos tristes pela desclassificação. Ficamos chateados mesmo foi com o critério utilizado.

"Quantos funcionários tem a agência?", é como veio escrita a pergunta no formulário da concorrência. O que ela queria dizer era: só faremos negócios com vocês caso vocês já tenham um número suficiente de bundas amarradas em cadeiras (nome científico: gluteus maximus trancafiadus). Vale lembrar que, salvo raras exceções, na grande maioria das agências o trabalho é realizado principalmente com outra parte do corpo, o cérebro, que por sua vez, mesmo não estando presente no local de labuta pode ser acionado através de uma rede mundial de computadores chamada Internet — Duh! . Então, que diferença poderia fazer, nos dias de hoje, a quantidade de bundas que oferece um prestador de serviços ao seu cliente? Pra esse pessoal, fazia muita.
Me parece que um cliente interessado em bundas não entende de negócios. Afinal, se entendesse saberia que no ramo de serviços mão-de-obra é um dos custos mais altos. Uma boa agência terá sempre o tamanho exato da demanda de seus clientes e só crescerá junto com o aumento da demanda. Uma agência com excesso de pessoal vai cobrar mais caro de seus clientes sem necessariamente entregar mais. É como presumir que um escritório de advogados com 400 advogados vai livrar a sua barra melhor do que um que tenha apenas 10 chefiado pelo Dr. Márcio Thomaz Bastos. Ingenuidade.

Com apenas 8 bundas, ou 16 nádegas (se você for do financeiro), já tivemos anúncios, outdoors e filmes veiculados em mais 30 países. Acabamos de fazer uma campanha de mídia local na cidade de Nova York com o maior sucesso pra lançar a flagship Galeria Melissa nos Estados Unidos. Trabalhamos para grandes empresas multinacionais como a Grendene, a Kraft e Viacom. A questão é que usamos mais de 100 cérebros pra isso tudo, mas apenas 8 bundas.

Olhando o mundo pela perspectiva do traseiro não dá pra medir a eficiência de negócios do século XXI. É preciso considerar que existimos num mundo com a Internet conectando múltiplos e talentosos cérebros via arquivos de texto, imagem áudio e vídeo. Esta é a era do networking e netweaving para aqueles que gostam de um bom jargão.
Julgar a qualidade de uma agência criativa pelo número de funcionários que tem é como achar que o motor de 1000 cilindradas de uma moto Yamaha R1, que produze 180 cavalos de força é a mesma coisa que o motor de 1000 cilindradas do Uno Mille, que produz 48 cavalos de força. Falta de conhecimento.

Segundo conversas que andei tendo com colegas empresários da comunicação, descobri que existe um número mínimo de 25 popôs cravados nas Giroflex para que uma agência seja levada a sério pelo mercado. Um dos colegas com quem falei, inclusive, está pagando o investimento inicial da agência há mais de 5 anos. Seu raciocínio estava certo, a agência prosperou diante do tradicionalismo do mercado. Mas será que não teria sido melhor se ele pudesse investir esse dinheiro em atender melhor os seus clientes do que pagar juros ao banco para tranquilizá-los de que há gente suficiente para atendê-los?

Morro de rir toda vez que me lembro da história que o Francesc Petit, da DPZ me contava quando eu tive a felicidade de trabalhar com ele. Diz que uma vez uma repórter perguntou pra ele: "Sr. Petit, quantas pessoa trabalham na DPZ hoje em dia?" Ele parou, pensou e mandou: "Ah, no máximo uns 20%."

Acredito que o futuro das agências é ter no escritório apenas os 20% de funcionários fixos sem os quais o negócio não vive. E ter os outros 80% em hub, com cérebros conectados e retaguardas globalizadas por aí. A capacidade de pessoas e empresas de se conectar umas com as outras é que fará a diferença nos negócios dos próximos anos. É uma vantagem competitiva importante.

Isso vale pra agências com 10 ou 1000 funcionários. Gerir mal nosso negócio para atender inseguranças sem fundamento não parece boa governança. Mesmo que isso funcione no curto prazo, os resultados para ambas as partes serão sempre negativos no fim das contas. Utilizar esse tipo de critério para selecionar uma agência ou sucumbir à pressão de inchar se negócio para agradar seus clientes são práticas correntes no mercado. Resta saber com que parte do corpo queremos atuar.


*
Rodrigo Leão é músico, jornalista e sócio-diretor de Criação da Casa Darwin. É também professor palestrante dos cursos de Marketing, Marketing de Serviços, Executivo Internacional e International program do MBA da FIA-USP.


REDE CHILENA CENCOSUD ESTÁ PERTO DE COMPRAR A VAREJISTA DMA

(EpaSupermercados, Via Brasil e Mart Plus)



As negociações para a venda da DMA Distribuidora para a chilena Cencosud avançaram nas últimas semanas, e deve ser vendida por aproximadamente R$ 1,3 bilhão (cerca de US$ 770 milhões).



segunda-feira, 2 de abril de 2012

O que é crowdsourcing para você?

Próximo encontro NEM ON, NEM OFF terá
Helvécio Flores, diretor comercial da agência, www.18net.com.br
 e terá como foco o fazer acontecer em uma agência de comunicação.

Para Helvécio Floresa agência não utiliza pacotes prontos, onde cada problema merece uma análise diferenciada e a seleção das ferramentas de comunicação mais adequadas à sua solução, entre elas a publicidade, o design, as várias aplicações do marketing, a web e a promoção.

Acontece dia 17|abril no Auditório da Pós Graduação (Predinho) a partir das 18h55.

domingo, 1 de abril de 2012

Só ...


 

Mais de 60 milhões de brasileiros possuem videogame em casa, segundo Ibope

Quase um terço dos brasileiros tem videogame em casa. Isso é o que indica uma pesquisa do Ibope, que diz que 31% da população, cerca de 60 milhões de pessoas, possui ao menos um console em casa.

A pesquisa foi revelada nesta última sexta-feira (30) e encomendada pela distribuidora de jogos NC Games. Para obter estes resultados, foram entrevistadas 2 mil pessoas de 142 municípios de todos os estados do país em fevereiro. Ainda de acordo com o levantamento, o PlayStation 3 é o videogame da atual geração com maior presença no país - exceto na região sudeste, onde está empatado com o Xbox 360.

Ambos ainda perdem, porém, para o antigo PlayStation 2, que tem mais unidades no país do que os videogames mais recentes da Microsoft e da própria Sony. Segundo o Ibope, no Sudeste o console tem forte presença no interior do estado de Sâo Paulo.

A apresentação não revelou unidades de consoles presentes no país, tampouco dados sobre o Wii, videogame da Nintendo que já vendeu mais de 90 milhões de unidades pelo mundo.

Vale lembrar, segundo pesquisa divulgada pela GfK no início do mês, o PS2 foi o videogame mais vendido em 2011 no Brasil, respondendo por 55% do total de consoles comercializados.

QUEM É A GFK?
A empresa alemã é um dos mais antigos grupos de pesquisa de mercado do mundo, criado há mais de 70 anos.
No Brasil, a empresa atua há sete anos e desde janeiro de 2011 monitora vendas de hardware e software no mercado de jogos eletrônicos. Na Europa, a GfK também monitora e divulga dados sobre o mercado de games.

 
Lembranças do Pasquim


 
Dia da Mentira , qual é a origem?

Engraçadinhos do mundo todo estão ouriçados. Já está na hora de pensar nas formas de enganar seus amigos e parentes porque, afinal, é dia 1o de abril. Mas por que essa data é chamada de Dia da Mentira em tantos países diferentes? Na verdade, ninguém sabe exatamente quando nem onde, e muito menos por que essa tradição começou.
Ao que parece, um surto vertiginoso de brincadeiras coincidia com a chegada da primavera no hemisfério norte desde o tempo dos romanos e celtas, que comemoravam a época com grandes festivais. As primeiras menções de um Dia de Todos os Bobos (como era chamado anteriormente) vem da Europa na Idade Média.
Alguns ligam o dia da mentira à mitologia romana, especialmente a história de Ceres, deusa da colheita, e sua filha, Proserpina. Plutão, deus dos mortos, raptou Proserpina e a levou para morar com ele no submundo. A menina chamava por sua mãe, mas Ceres só conseguia ouvir o eco da voz da filha e a procurava em vão. Tais “recados de bobos” se tornaram um piada popular na Europa nos séculos posteriores.
A teoria mais difundida sobre a origem do dia da mentira é a mudança de calendários no final do século 16: do juliano para o gregoriano, que está até agora em uso. De acordo com o calendário juliano, o Ano Novo era comemorado durante a semana entre 25 de março e 1o de abril, mas sob o calendário gregoriano, a festa foi transferido para, evidentemente, 1o de janeiro. Aqueles que não foram notificados da mudança, ou teimosamente mantiveram a antiga tradição, eram muitas vezes ridicularizados e alvo de brincadeiras no período em que antigamente se festejava o Ano Novo: para nós, 1o de abril.
Na França, os brincalhões costumavam colocar peixes nas costas de quem celebrava o velho costume. As vítimas da brincadeira ganharam o nome de “poisson d’avril”, ou “peixe de abril”. Mas a teoria não pode explicar porque a tradição das brincadeiras se espalhou para outros países na Europa, mesmo aqueles que só adotaram o calendário gregoriano mais tarde.
Na Escócia, as piadas do dia da mentira eram conhecidos como em “april gowks”, outro nome para o pássaro cuco. As origens dos bilhetinhos de “Me Chute” supostamente nasceram da tradição escocesa dessa data.
Em tempos mais recentes, estações de rádio, programas de TV e sites começaram a pregar peças em seus ouvintes, telespectadores ou leitores. Uma das piadas mais notórias aconteceu em 1957, quando a BBC divulgou um documentário mentiroso sobre a colheita anual do espaguete na Suíça, protagonizado por uma família arrancando fios de macarrão das chamadas “árvores de espaguete”. Na época, a massa ainda era considerada uma iguaria exótica na Grã-Bretanha. Muitos ouvintes foram tão enganados que eles queriam saber como obter espaguete das suas próprias árvores do quintal.
No dia 1o de abril de 2007, a mundialmente famosa ferramenta de busca Google anunciou seu novo serviço: Gmail Paper. Os usuários do serviço de email gratuito poderiam salvar e-mails em arquivos, que o Google iria imprimi-los gratuitamente e enviá-los de volta por correio. Em 2009, o Google convidou as pessoas para se inscrever em um projeto de exploração em Marte.
Por isso, enquanto você estiver navegando na web ou assistindo TV no dia 1o de abril, muito cuidado com o que você lê e vê – ou você pode acabar caindo numa pegadinha do dia da mentira. [Life'sLittleMysteries]

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